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19/09/2018

Intervenções do PEV na Assembleia Municipal de Lisboa - 18 de setembro

Os deputados municipais do PEV, Cláudia Madeira e Sobreda Antunes, proferiram 3 intervenções na reunião de ontem, 18 de setembro, da Assembleia Municipal de Lisboa:


Cláudia Madeira apresenta as propostas do PEV:
“Propomos a implantação de coberturas verdes, por desempenharem um importante papel devido às suas funções ecológicas, mas também por reduzirem os custos com a manutenção dos edifícios e com a energia. (…) Ou seja, o que propomos é que esta medida, sempre que possível, passe a ser implementada nos edifícios municipais e que seja contemplada nos novos projectos que venham a ser desenvolvidos. (…) Ora, havendo estudos de 2013 que indicam que o nível de poluição do ar interior pode atingir valores 2 a 5 vezes superiores ao do ar exterior, estamos perante uma situação preocupante. Os Verdes propõem, assim, que a Câmara diligencie no sentido de se conhecer a actual situação da qualidade do ar interior nas escolas, implementando mecanismos para a sua melhoria e, desta forma, prevenir consequências adversas na saúde das crianças e de toda a comunidade escolar.” - Leia a intervenção completa aqui.

Cláudia Madeira faz a apreciação da Informação Escrita do Presidente da CML:
“Como é evidente, Os Verdes defendem a promoção de eventos culturais, mas, inevitavelmente, uma iniciativa desta natureza terá impactos muito significativos no Parque Florestal de Monsanto, a nível da poluição sonora e da própria participação das pessoas. E não nos podemos esquecer que são esperadas 4500 pessoas por dia, ou seja, em três dias poderão passar por Monsanto quase 14 mil pessoas. (…) A Câmara parece ter-se esquecido de uma deliberação aprovada por unanimidade em Fevereiro de 2017, no seguimento do debate temático sobre Monsanto, e essa deliberação dizia o seguinte: “que seja garantida a não promoção de eventos que comprometam o equilíbrio ecológico do Parque Florestal de Monsanto, afectando a fauna e a flora”. (…) Para terminar, recordamos que continuamos à espera, desde Maio, que o executivo faça chegar a esta Assembleia a listagem das medidas entretanto implementadas e por implementar em Monsanto no sentido da sua preservação, e a respectiva calendarização.” - Leia aqui o texto completo desta intervenção.

Sobreda Antunes faz a apreciação da Informação Escrita do Presidente da CML:
“Uma recente análise à situação dos fluxos de acesso a Lisboa tenha evidenciado que, nas intermináveis filas de trânsito matinais e ao final da tarde, a maioria dos carros transporta apenas o seu condutor. (E, pela A1, acedem mais de 100 mil veículos; pela A5, 80 mil; pela A2, mais de 70 mil; pela A8, 67 mil; idem 67 mil entram pela IC19, pela A12 mais de 30 mil e pela IC17 cerca de 20 mil). É também sabido que de onde vêm menos carros, dos concelhos à volta da cidade, são precisamente aqueles que dispõem de transporte pesado, como o metropolitano e o comboio. (…) Para os municípios da Área Metropolitana é não apenas consensual como fundamental dotar o território com um ‘sistema capaz, fiável e adequado às necessidades dos habitantes’ e dos utentes de transportes em particular e que seja dada prioridade à expansão da Carris e do Metro para os concelhos limítrofes com à criação de interfaces modais, não dentro, mas fora da capital. Porém, o sr. Presidente prefere apostar numa linha circular do Metro, que não aumentará o número de utentes, e na criação de parques dissuasores já no interior da capital. E esta é a sua grave contradição: queixa-se da entrada de centenas de milhares de viaturas em Lisboa, mas não defende junto do Governo a expansão do Metro para as freguesias ocidentais da cidade, nem para os concelhos limítrofes, como forma de captar novos utentes e reduzir drasticamente a entrada de viaturas na capital.” - Leia aqui o texto completo desta intervenção.

18/09/2018

Assembleia Municipal aprova proposta do PEV exigindo que a CML implante mais coberturas verdes na cidade

Por iniciativa do PEV, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou por unanimidade uma Recomendação relativamente à importância das coberturas verdes ou ajardinadas em meio urbano, por desempenharem um papel fundamental na promoção da qualidade de vida devido às suas funções ecológicas, mas também por reduzirem os custos com a manutenção dos edifícios e com a energia.

Nessa recomendação, Os Verdes propõem que a medida de criar coberturas ajardinadas, sempre que possível, passe a ser implementada nos edifícios municipais e que seja contemplada nos novos projectos que venham a ser desenvolvidos.

Para o PEV cabe à Câmara dar este exemplo e mostrar que mais do que preocupações teóricas no papel, as alterações climáticas e a degradação ambiental se combatem com medidas desta natureza, que têm vastos benefícios a curto, médio e longo prazo, e é por isso mesmo que Os Verdes querem mais coberturas verdes na cidade.

A Assembleia Municipal aprovou também por unanimidade um voto de saudação, apresentado por Os Verdes, referente ao Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, criado pela Assembleia-Geral da ONU, e que se assinala a 26 de Setembro, apelando à destruição de armamento nuclear, bem como uma recomendação da iniciativa do PEV referente à qualidade do ar interior em todos os estabelecimentos de ensino sob responsabilidade da autarquia.

14/09/2018

Os Verdes querem mais coberturas verdes em Lisboa e exigem estudos sobre qualidade do ar nas escolas

O Partido Ecologista Os Verdes apresentará, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de dia 18 de Setembro, as seguintes propostas:

Uma recomendação a propor que a CML estude a possibilidade de implementar coberturas verdes nos edifícios e estruturas municipais e proceda ao levantamento exaustivo de todos os edifícios que possam reunir os requisitos necessários para a implementação de coberturas ajardinadas, tendo em conta os benefícios destas estruturas.

Os Verdes propõem também que a CML efectue um estudo sobre a qualidade do ar interior em todos os estabelecimentos de ensino sob sua responsabilidade e proceda à divulgação dessa informação com vista à resolução dos problemas detectados no sentido de garantir uma boa qualidade do ar nas escolas.

Por fim, os deputados ecologistas apresentam uma saudação ao Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, assinalado a 26 de Setembro, apelando ao Governo para que ratifique o Tratado de Proibição de Armas Nucleares.