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28/04/2019

Os Verdes presentes no 17º aniversário Associação das Coletividades do Concelho de Lisboa (ACCL)


No passado dia 27 de Abril assinalou-se o 17º aniversário Associação das Coletividades do Concelho de Lisboa (ACCL). O Deputado Municipal do PEV Sobreda Antunes esteve presente no evento em representação do Partido Ecologista Os Verdes.

 
Intervenção no 17º Aniversário da ACCL, 27 de Abril de 2019

Em primeiro lugar desejo, em nome do Partido Ecologista “Os Verdes”, agradecer o convite da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa para participarmos nesta sessão comemorativa do 17º Aniversário da ACCL, saudando todos os associados e as organizações que representam.
Será um momento festivo, mas que requer que se aprofunde uma reflexão ponderada para uma acção associativa consequente das próprias colectividades, enquanto estruturas que democraticamente baseiam a sua actividade na promoção e valorização do movimento associativo popular.
Sendo ainda hoje nas colectividades e nas associações que as populações e os trabalhadores partilham problemas e procuram soluções colectivas para as suas dificuldades do quotidiano, o movimento associativo popular continua a desempenhar um papel inestimável junto desses cidadãos, constituindo-se como o garante da democratização de direitos conquistados pelo 25 de Abril, assumindo-se como um espaço de formação e de aprendizagem dos valores democráticos de participação e liberdade, plasmado num excelente exemplo de cidadania e constituindo um pilar fundamental para uma sociedade inclusa.
Porém, o Movimento Associativo nem sempre tem merecido o devido reconhecimento por parte do Estado e do Município.
Recordo de, no ano transacto, aqui termos exposto a nossa preocupação pelo regime de arrendamento, promulgado pelo Governo PPD/CDS em 2012, que veio aprofundar a liberalização e o aumento das rendas, incluindo para algumas colectividades que se sentem ameaçadas de despejo, devido ao incomportável aumento das rendas das suas sedes.
Assim, há que intervir para que tanto as famílias, como lojas históricas, associações de estudantes e as próprias colectividades não percam a habitação e as suas sedes, devido aos incomportáveis aumentos das rendas.
Não poderíamos, por isso, de deixar de reconhecer e valorizar todas as formas de intervenção cívica e democrática que passam pelo associativismo, bem como alguns dos seus principais parceiros institucionais, como o são os órgãos autárquicos, disponibilizando-se “Os Verdes” para insistir com as iniciativas que considerem indispensáveis que os nossos Grupos Parlamentar e Municipal possam prestar.
Este é o momento de denunciar a crescente privatização do espaço público e a ameaça do fecho das colectividades.
Há que combater a especulação imobiliária brutal que paira sobre as nossas cidades, há que denunciar a onda de despejos, há que reforçar a luta pelo direito a uma habitação condigna, como defende a Constituição da República Portuguesa, há que denunciar a crescente segregação social, que conduz à saída para fora da cidade das famílias economicamente mais frágeis, há também que pugnar pela salvaguarda do património associativo.
É fundamental que os municípios reconheçam que o associativismo se constitui como um património imaterial. Mas não basta dizer que se defende o associativismo: é preciso tomar medidas concretas para o valorizar, tanto na lei, como a nível local.
Em Novembro de 2015, durante o Congresso Nacional das Colectividades, Associações e Clubes, o presidente da CML sustentou que “só trabalhando em conjunto com as associações, os clubes e as colectividades era possível dar uma resposta eficaz às necessidades das pessoas”.
Ora, em 2021 Lisboa vai ser a Capital Europeia do Desporto. Mas, para além das iniciativas institucionais viradas para o ‘marketing’ na comunicação social, que valor vai ser reconhecido à intervenção dos clubes? Qual vai ser o papel do associativismo popular? Pondera ou não o Município garantir a participação activa das colectividades? É que a cultura, o recreio e o desporto não podem ser encarados como mero ‘show off’ para se obterem dividendos políticos.
Como sabemos, na capital existe um Regulamento de Atribuição de Apoios pelo Município de Lisboa, sejam eles de carácter financeiro ou não financeiro, para auxiliar as entidades que estejam vocacionadas para a promoção do bem-estar e da qualidade de vida da população.
Mas não terão de ser as próprias colectividades a reavaliar se este regime de apoio tem sido eficaz? Será que não deve a autarquia dinamizar acções visando a requalificação das sedes das associações e contribuir para resolver problemas estruturantes, apostando na sua revitalização? Devem ou não as sedes das associações serem reconhecidas e classificadas pela CML como património histórico de interesse municipal, devido ao seu papel intrínseco de valorização cultural das freguesias e do concelho?
Compete às associações pronunciarem-se hoje sobre o seu futuro, em prol do bem-estar e da qualidade de vida da comunidade que representam.
Por isso, daqui dirigimos a nossa saudação e estímulo a todos os filiados, ao voluntarismo dos seus dirigentes, que nas colectividades e associações de cultura, recreio e desporto constituem uma das maiores redes sociais, lutando para a coesão social e para a melhoria das condições de vida dos portugueses.
Pelo reforço do Movimento Associativo Popular! Viva o 17º Aniversário da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa!

Partido Ecologista “Os Verdes”
J. L. Sobreda Antunes

22/04/2019

Amanhã em Lisboa - Mariana Silva reúne com Associações de Ambiente e estará em ações de contato em Alvalade

A candidata do PEV na lista da CDU ao Parlamento Europeu, Mariana Silva, vai estar amanhã, 23, a partir das 11.30h, em ações de contacto com a população e com comerciantes em Alvalade, na Av. da Igreja. Os Verdes apresentarão os compromissos do PEV para as eleições para o Parlamento Europeu.

Tendo em conta as próximas eleições para o Parlamento Europeu e as implicações que a União Europeia e as suas instituições têm para o País, o PEV irá realizar uma reunião de trabalho, para a qual convidou Organizações Não Governamentais de Ambiente, a fim de ouvir e debater as suas preocupações, nomeadamente na área do ambiente e da conservação da Natureza, numa altura em que muitos e complexos desafios se colocam à humanidade, Mariana Silva, reúne com as referidas organizações, amanhã, dia 23 de abril, 3ª feira, pelas 18h, no número 19 da Avenida Álvares Cabral, junto ao Rato, em Lisboa.

No final da reunião, previsto para as 20:00h, serão prestadas declarações à Comunicação Social.

10/04/2019

Assembleia Municipal defende uma gestão integrada e sustentável da água na cidade de Lisboa, por proposta de Os Verdes

Foi aprovada por unanimidade, na Assembleia Municipal de Lisboa, uma recomendação do Partido Ecologista Os Verdes por uma gestão integrada e sustentável da água na cidade de Lisboa, tendo em conta a situação de seca que o país está a atravessar.

Para o PEV é preciso mais medidas para optimizar o uso da água na cidade e uma visão estratégica a longo prazo para pôr fim ao desperdício e às formas irracionais de consumo.

Os Verdes entendem ser inadmissível que, em pleno século XXI, certos usos de água, que podem ser satisfeitos com água reaproveitada, como a rega de jardins ou a limpeza de áreas públicas, continuem a ser feitos com água potável da rede de abastecimento e muitas vezes nas horas de maior calor.

Ora, a escassez de água impõe-nos uma responsabilidade colectiva e políticas de poupança deste recurso, e foi com esse objectivo que o PEV propôs a adopção de práticas mais sustentáveis, assim como o reforço das campanhas de sensibilização, para que não aconteçam apenas quando chegamos ao Verão e se torna mais evidente a falta de água.

Foi também aprovado o voto de condenação, apresentado pelo PEV, relativamente à repressão sobre a população da palestina pelas autoridades israelitas, que ocorreu no Dia da Terra Palestina, onde as forças israelitas reprimiram brutalmente os protestos da Grande Marcha do Retorno, ao longo da vedação que isola a Faixa de Gaza, provocando a morte de mais de 260 palestinianos e ferindo mais de 30 mil.

Por fim, os deputados ecologistas viram ainda ser aprovado por unanimidade um voto de saudação ao 90º aniversário da Associação Inválidos do Comércio, que tem desempenhado um papel essencial na política social da cidade.

28/04/2018

Os Verdes marcaram presença no 16º Aniversário da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa

Intervenção de Sobreda Antunes em representação do PEV

Em primeiro lugar desejo, em nome do Partido Ecologista “Os Verdes”, agradecer o convite da ACCL para participarmos nesta sessão de comemoração do 16º Aniversário da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa, saudando todos os associados e as organizações que representam.
Será um momento festivo, mas que requer uma reflexão ponderada para uma acção associativa consequente das próprias colectividades, enquanto estruturas que democraticamente baseiam a sua actividade na promoção e valorização do movimento associativo popular.
Sendo ainda hoje nas colectividades e nas associações que as populações e os trabalhadores partilham problemas e procuram soluções colectivas para as suas dificuldades do quotidiano, o movimento associativo popular continua aí a desempenhar um papel inestimável junto desses cidadãos, constituindo-se como o garante da democratização de direitos conquistados pelo 25 de Abril, assumindo-se como um espaço de formação e de aprendizagem dos valores democráticos de participação e liberdade, plasmado num excelente exemplo de cidadania e constituindo um pilar fundamental para uma sociedade inclusa.
Porém, o Movimento Associativo nem sempre tem merecido o devido reconhecimento por parte do Estado e do Município.
No caso particular de Lisboa e nos anos mais recentes, o regime de arrendamento, promulgado pelo Governo PPD/CDS em 2012, veio aprofundar a liberalização do arrendamento, aumentando as rendas, facilitando desocupações, levando à expulsão de famílias, ao encerramento de lojas históricas e outras atividades económicas, sociais e culturais, incluindo algumas colectividades que se vêm hoje ameaçadas de despejo, devido ao incomportável aumento das rendas das suas sedes.
Para “Os Verdes”, o direito à habitação previsto no art. 65º da Constituição da República Portuguesa, por não poder ser ‘letra morta’, é uma das questões de maior premência.
Não podemos continuar a assistir ao despovoamento da cidade e à perda de residentes, aprofundando as desigualdades, expulsando famílias para as periferias, encerrando colectividades, devido à especulação imobiliária e à pressão do alojamento local. São imperiosas uma outra política fiscal e de habitação que impeçam despejos e assegurem realojamentos.
“Os Verdes” estão disponíveis para, em conjunto com o movimento associativo, sermos parte da solução, recolocando na agenda política e municipal o tema da Habitação. Para “Os Verdes”, há que intervir para que as famílias não percam a habitação onde sempre residiram, há que lutar contra o encerramento de empresas, de lojas históricas e de colectividades que utilizam espaços arrendados, mas que passaram a ter despesas incomportáveis depois dos aumentos das rendas.
Todas as semanas recebemos denúncias de ameaças de despejos, que são particularmente graves para as populações e algumas colectividades. Um dos casos mais recentes em Lisboa é o da Academia Recreio Artístico, fundada em 15 de Agosto de 1885, sita na Rua dos Fanqueiros, que se encontra hoje debaixo de fogo!
Apesar de até o próprio vereador do Urbanismo já ter admitido que existem estabelecimentos designados de alojamento local, com licenças de habitação, mas que são verdadeiros hotéis, acrescentando que o alojamento local é perverso, a CML tarda em proteger os munícipes. Ainda na passada 3ª fª, na AML, colocámos esta questão ao sr. presidente da CML, mas não obtivemos uma resposta objectiva ou uma posição formal sobre a questão do turismo e dos despejos.
O Partido Ecologista “Os Verdes” não poderia, por isso, de deixar de reconhecer e valorizar todas as formas de intervenção cívica e democrática que passam pelo associativismo, bem como alguns dos seus principais parceiros institucionais, como o são os órgãos autárquicos, disponibilizando-se para contribuir com as necessárias iniciativas que os nossos Grupos Parlamentar e Municipal vos possam prestar, inclusive na salvaguarda do património associativo.
Daqui dirigimos, portanto, a nossa saudação e estímulo a todos os filiados, ao voluntarismo dos seus dirigentes que nas colectividades e associações de cultura, recreio e desporto constituem uma das maiores redes sociais, lutando para a coesão social e para a melhoria das condições de vida dos portugueses.
Pelo reforço do Movimento Associativo Popular! Viva o 14º Aniversário da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa!

Partido Ecologista “Os Verdes”
J. L. Sobreda Antunes
28 de abril de 2018

20/06/2017

Recomendação “Pela promoção das Colectividades da cidade de Lisboa”


No dia 31 de Maio de 1924 realizou-se o Congresso que deu origem à Federação Distrital das Sociedades de Educação e Recreio, actual Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto - CPCCRD. A Lei nº 34/2003, de 22 de Agosto, veio consagrar, após vários anos de reivindicação, o dia 31 de Maio como o Dia Nacional das Colectividades, que é comemorado por todo o país e no estrangeiro.

As primeiras colectividades em Portugal surgiram com o objectivo da instrução e da cultura, assentes nos princípios da solidariedade e da cooperação. Posteriormente, transformaram-se em espaços de recreio e convívio, desenvolvendo inúmeras actividades para além da instrução.

Com a Revolução de Abril, o movimento associativo popular conheceu uma nova dinâmica de democratização da sociedade, com o aparecimento de inúmeras associações de âmbito cultural, desportivo, estudantil, ambiental, social, entre muitas outras, que deram um contributo inigualável para o desenvolvimento das localidades onde se inseriam. Importa salientar que, mesmo durante o regime fascista, as colectividades desenvolveram e até aprofundaram as suas actividades, tendo tido uma acção indispensável para a resistência anti-fascista e de consciencialização dos cidadãos.

Considerando que a CPCCRD é, reconhecidamente, uma pessoa colectiva de utilidade pública sem fins lucrativos, tendo por objecto, designadamente, representar o movimento associativo de raiz popular, cujas actividades se desenvolvam nas áreas da cultura, do recreio e do desporto;

Considerando que, apesar da comprovada relevância do papel do associativismo, persiste um conjunto de obstáculos que dificulta ou impede o normal desempenho das suas atribuições sociais, que importa ultrapassar, para que as colectividades possam promover a participação das populações e contribuir para o desenvolvimento local;

Considerando o contributo imprescindível do movimento associativo popular, importa que Lisboa fomente e complemente o desenvolvimento de políticas municipais de apoio e parceria que respondam às crescentes dificuldades sentidas pelas colectividades e às necessidades dos seus associados e das populações em geral.

Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”, recomendar à Câmara Municipal de Lisboa que:

1 - Acompanhe a Assembleia Municipal de Lisboa numa saudação à Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto pelo seu 93º aniversário e a todos aqueles que, das mais diversas formas, exercem alguma actividade no movimento associativo popular.

2 - Reconheça a importância do papel social e cultural das colectividades, promovendo e apoiando a sua participação activa no desenvolvimento de uma cidade mais inclusiva.

3 - Pugne pelo acompanhamento e protecção das colectividades de Lisboa, nomeadamente, no que diz respeito à aplicação da lei das rendas.

Mais delibera ainda:

4 - Enviar a presente deliberação à Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, à Federação das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto do Distrito de Lisboa e à Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa.

Assembleia Municipal de Lisboa, 20 de Junho de 2017

O Grupo Municipal de “Os Verdes



Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

01/04/2015

Demolições no Bairro de Santa Filomena na Amadora são um atentado, não são dignas de um Estado Democrático

Uma delegação do Partido Ecologista “Os Verdes”,  acompanhada pela Associação Habita fará, amanhã dia 2 de abril, às 16:00, uma visita ao Bairro Santa Filomena na Amadora, para no terreno e em contato com a população  assistir  às demolições selvagens que se estão a praticar no bairro e que não têm qualquer base legal.

Esta iniciativa, contará com a presença do deputado ecologista  à Assembleia da República  José Luís Ferreira, e os dirigentes do Partido Ecologista “Os Verdes”, Cláudia Madeira, Joaquim Correia e Sobreda Antunes.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91)
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 1 de abril  de 2015, www.osverdes.pt

13/03/2015

12 de Março - Amadora - Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” do Distrito de Lisboa

No passado dia 12 de Março, na Amadora, tiveram lugar as Jornadas Ecologistas do Distrito de Lisboa, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.

Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Vila Franca de Xira, Loures, Odivelas, Cascais, Mafra, Lourinhã, Lisboa e Oeiras, as Jornadas Ecologistas de 12 de março decorreram no Concelho da Amadora, e tiveram como objetivo abordar os seguintes temas: transportes públicos, saúde, espaço público e habitação.

“Os Verdes” relembram que assinalaram as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.






11/03/2015

Amanhã - 12 de Março - Amadora - Prosseguem as Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” do Distrito de Lisboa

Prosseguem amanhã, quinta-feira, dia 12 de Março, na Amadora, as Jornadas Ecologistas do Distrito de Lisboa, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.

Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Vila Franca de Xira, Loures, Odivelas, Cascais, Mafra, Lourinhã, Lisboa e Oeiras, as Jornadas Ecologistas de quarta-feira decorrerão no Concelho da Amadora, e terão como objetivo abordar os seguintes temas: transportes públicos, saúde, espaço público e habitação.  
“Os Verdes” relembram que assinalarão as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.  
   
Programa - Amadora  

12 de Março – quinta-feira

10.00h - “Os Verdes” atribuirão um “girassol triste” ao Ministério da Saúde pelo facto de ainda não ter sido construído o Centro de Saúde de Alfragide

10.30h - “Os Verdes” atribuirão um “girassol alegre” à CDUTA - Comissão de Defesa dos Utentes dos Transportes da Amadora pela defesa de mais e melhores transportes públicos

11.00h-  “Os Verdes” atribuirão um “girassol triste” à falta de condições e de soluções para os moradores do bairro Cova da Moura e atribuirão um “girassol alegre” à Associação Cultural Moinho da Juventude pelo trabalho desenvolvido a nível social, cultural e económico

12.00h - “Os Verdes” atribuirão um “girassol triste” pelo facto da Estação do Metro da Reboleira ainda não ter entrado em funcionamento

(Durante as iniciativas haverá distribuição de documentos e ações de contacto com a população)

“Os Verdes” convidam os senhores e senhoras jornalistas a participar nestas ações e a tomar conhecimento, de forma mais aprofundada, das razões apresentadas pelo PEV para atribuição destes “galardões”. Em breve seguirá informação concreta sobre as iniciativas futuras programadas para os outros concelhos do Distrito de Lisboa, no âmbito destas Jornadas Ecologistas.

Pl´O Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista “Os Verdes”,
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 11 de Março de 2015

29/07/2013

POLUIÇÃO DA SANESTRADAS NA CONCEIÇÃO DA ABÓBODA - CASCAIS

Poluição da SANESTRADAS NA CONCEIÇÃO DA ABÓBADA, CONCELHO DE CASCAIS, FREGUESIA DE SÃO DOMINGOS DE RANA, em que as entidades competentes tentam sistemáticamente ignorar!!!!

Vejam em baixo imagens captadas hoje, 5º feira dia 25.07.2013, na Conceição da Abóbada uma grande nuvem de pó preto!



Imagens captadas em 18.07.2013 (domingo)

OS MORADORES PROTESTAM EM CONJUNTO COM A ASSOCIAÇÃO DE MORADORES "AMUCA E "OS VERDES"!
LUTAM PELA GARANTIA DOS SEUS DIREITOS!
LUTAM PERANTE AS ENTIDADES RESPONSÁVEIS  QUE LHES NEGAM A EXISTÊNCIA DESTA PEDREIRA/BRITADEIRA ALTAMENTE POLUENTE!
OS HABITANTES TÊM O DIREITO À DEFESA DA SUA QUALIDADE DE VIDA E AO AR QUE RESPIRAM DIARIAMENTE!
CONSULTAR SITE DA AMUCA:
https://sites.google.com/site/amucaaboboda/ocorrencias/grupos-de-estudo/ambiente/pedreira!!

04/01/2013

“Os Verdes” questionam Governo sobre atraso no pagamento de verbas à Voz do Operário - Lisboa


O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação e Ciência, sobre o atraso no pagamento de verbas à Voz do Operário, em Lisboa.
   
PERGUNTA: 

A Sociedade de Instrução e Beneficência Voz do Operário, em Lisboa, foi fundada a 13 de Fevereiro de 1883 e tem, atualmente, três escolas, desde a creche até ao 2º ciclo, oferecendo um vasto leque de atividades nas áreas da educação, do associativismo, do apoio social, da cultura e do desporto.

O Grupo Parlamentar «Os Verdes» teve conhecimento que o Ministério da Educação tem uma dívida de cerca de 210 mil euros para com Voz do Operário, devido ao atraso no pagamento de verbas. Esta situação, juntando à dívida que também a Câmara Municipal de Lisboa tem para com a Voz do Operário, tem impedido a instituição de pagar atempadamente os salários aos trabalhadores e de cumprir os compromissos que tem para com outras entidades.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª. a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Educação e Ciência possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Qual a razão para o atraso no pagamento de verbas à Voz do Operário?
2. Quando pensa o Ministério da Educação saldar a dívida de 210 mil euros à referida instituição?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 4 de Janeiro de 2013

21/12/2012

“Os Verdes” questionam a Câmara Municipal de Lisboa sobre a Dívida à Voz do Operário



O Grupo Municipal de “Os Verdes” apresentou, através da Deputada Municipal Cláudia Madeira, um requerimento sobre a dívida da Câmara Municipal de Lisboa à Sociedade de Instrução e Beneficência Voz do Operário.

Parte desta dívida remonta ao ano de 2011, 55 mil euros, e cerca de 200 mil euros são referente ao ano de 2012. Esta situação tem impedido a instituição de pagar atempadamente os salários aos trabalhadores e de cumprir os compromissos que tem para com outras entidades.

“Os Verdes” questionaram o executivo municipal na última reunião de Assembleia Municipal sobre esta dívida, mas não obtiveram qualquer resposta. Assim, o PEV pretende esclarecimentos da autarquia no sentido de saber as razões para esta dívida se manter e quando pensa a Câmara Municipal de Lisboa saldar a dívida de 255 mil euros à Voz do Operário.

REQUERIMENTO

O Grupo Municipal do Partido Ecologista «Os Verdes» teve conhecimento que a Câmara Municipal de Lisboa de Lisboa tem uma dívida para com a Sociedade de Instrução e Beneficência Voz do Operário.

Esta situação tem impedido a instituição de pagar atempadamente os salários aos trabalhadores e de cumprir os compromissos que tem para com outras entidades, sendo que 55 mil euros remontam ao ano de 2011 e, a dívida referente a 2012, é de cerca de 200 mil euros.

Os trabalhadores e a Voz do Operário têm sistematicamente diligenciado junto do Senhor Presidente da Câmara, no sentido de verem regularizada esta situação.

Considerando que na última reunião de Assembleia Municipal, «Os Verdes» dirigiram ao executivo algumas questões relacionadas com esta dívida sem, contudo, terem obtido qualquer esclarecimento por parte da autarquia.
Assim, ao abrigo da al. j) do artº. 12º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, venho por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de me ser facultada a seguinte informação:

1. Qual a razão para esta dívida se manter?
2. Quando pensa a Câmara Municipal saldar a dívida de 255 mil euros à Voz do Operário?

O Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de “Os Verdes” em Lisboa.

Lisboa, 21 de Dezembro de 2012

12/10/2012


Amanhã - 13 de Outubro


Os Coletivos Concelhios de Cascais, Oeiras, Sintra e Mafra do Partido Ecologista “Os Verdes” reúnem em Cascais da agenda consta a análise dos problemas ambientais e sociais transversais aos vários concelhos, bem como serão decididas formas de participação e iniciativas concretas que afetam as populações. Será ainda abordado a Lei nº 22/2012 - Reorganização Administrativa do Poder Local.


Esta reunião dos coletivos locais de Cascais, Oeiras, Sintra e Mafra, terá lugar na Sociedade Recreativa Outeirense, sita em Outeiro de Polima (Estrada Principal – S. Domingos de Rana, Cascais.
Pode consultar o mapa em
http://mapas.pai.pt/#fn=detail&url=PT_46539379_9999_6__1).

Neste encontro pretende-se igualmente realizar um contacto direto com o movimento associativo, conhecendo o trabalho realizado concretamente nesta Coletividade, e, por outro lado, dar continuidade às propostas da XII Convenção Nacional do PEV, realizada nos passados dias 18 e 19 de Maio, sob o lema “Da Indignação à Ação - Os Verdes uma Força de Esperança, de Mudança”.

“Os Verdes” estarão disponíveis para declarações à imprensa no final desta iniciativa, pelas 16.30h, na Sociedade Recreativa Outeirense.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 12 de Outubro de 2012

08/01/2010

GREVE DE FOME: “Os Verdes” questionam o Governo sobre o Movimento Associativo


O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que pede esclarecimentos ao Governo, através do Senhor Ministro da Presidência, sobre a aplicação do art.º 2.º da Lei 34/2003 que confere ao Movimento Associativo Português, o estatuto de parceiro social.

"O Grupo Parlamentar “Os Verdes” recebeu hoje em audiência a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, a qual nos fez saber que dois dos seus dirigentes decidiram, à margem da Confederação, iniciar uma greve de fome no passado dia 5.
De facto, o Presidente do Conselho Fiscal e um membro do Conselho Nacional da Confederação das Colectividades, encontram-se em greve de fome, desde as 18 horas do dia 5 de Janeiro, frente à Assembleia da República.
Os membros da Direcção da Confederação das Colectividades, estão muito preocupados com a situação, porque confessam, não conseguem demover as pessoas em greve de fome, dos seus propósitos.As duas pessoas em greve de fome exigem do Governo a definição e aplicação da Lei 34/2003, de 22 de Agosto.
Considerando que a Lei 34/2003, confere ao Movimento Associativo Português, o estatuto de parceiro social e estabelece no seu artº. 2º., que “O Governo definirá, no prazo de 120 dias, após a entrada em vigor da presente lei, a representação e a extensão relativa à aplicação do estatuto de parceiro social”;
Solicito, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, por forma a que o Sr. Ministro da Presidência, me possa prestar o seguinte esclarecimento:
Para quando prevê o Governo proceder ao estabelecido no artº. 2º da Lei 34/2003, de 22 de Agosto, no sentido de definir a representação e a extensão relativa à aplicação do estatuto de parceiro social ao Movimento Associativo Popular?"

06/10/2009

“Os Verdes” visitam Inválidos do Comércio e colectividades

Durante as visitas de sábado, dia 3 de Outubro, parte do dia de campanha do cabeça de lista da CDU à CML, Ruben de Carvalho, de Cláudia Madeira, do Partido Ecologista “Os Verdes” e restantes candidatos à CML, AML e Freguesias da Ameixoeira, Carnide, Charneca e Lumiar, foi passada em visita às diversas colectividades destas freguesias.
Através desses encontros, nos quais a Coligação democrática Unitária foi particularmente muito bem recebida, os candidatos da CDU procuraram fazer um balanço das dificuldades que aquelas associações têm sentido, durante os mandatos de direita na Câmara de Lisboa, desde 2002.


01/06/2009

85º aniversário da Confederação das Colectividades

Decorreram entre os dias 23 e 31 de Maio as comemorações do 85º aniversário da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (CPCCRD) 1, que incluíram um congresso, uma conferência, exposições, jogos tradicionais e outras actividades culturais. No domingo realizou-se, no Mercado de Santa Clara, a sessão de encerramento.

O Movimento Associativo e Popular conta com cerca de 3 milhões de associados, perto de dúzia e meia de milhares de colectividades e associações sem fins lucrativos e para cima de 220 mil dirigentes voluntários.
As colectividades são, em muitos casos e em certas situações, as únicas instituições activas de são convívio e integração social, depois de encerradas escolas, unidades de saúde, indústrias e outras actividades sociais e económicas.
Poderia supor-se que toda esta força associativa e todo este envolvimento de cidadania, significando o verdadeiro pulsar da democracia e da sua representatividade, teria os correspondentes apoios dos poderes instituídos, o que, lamentavelmente, não acontece.
No entanto, apesar das dificuldades que enfrentam, as associações e colectividades continuam a desempenhar um papel insubstituível de carácter social, cultural e desportivo no meio em que estão inseridas, constituindo um espaço de inclusão social, de humanização das populações e de combate ao desenraizamento, à segregação étnica, racial e económica.
Quando apelam à CML e ao Governo para que desenvolvam uma verdadeira política de apoio ao Movimento Associativo e Popular, as suas justas reivindicações ficam sem resposta.
Medidas como requerer a concretização do estatuto de parceiro social, a criação de condições mais favoráveis para as associações ao nível da fiscalidade, apoios à construção e reparação das sedes, à criação de medidas que assegurem benefícios ao movimento associativo, ou à simples revogação da legislação sobre o porte-pago, são liminarmente rejeitadas.

A estes combatentes, “Os Verdes” deixam uma palavra de alento para próximas batalhas e de esperança para que os seus cerca de 3 milhões de associados se consciencializem da força da sua capacidade associativa. Só pela sua participação activa, com carácter unitário e no espírito que Abril abriu, conseguirão forçar as respostas políticas que conduzam à prossecução dos seus fins, à obtenção dos justos apoios a que têm direito e à plena integração dos seus sócios e dirigentes.

1. Ver
www.confederacaodascolectividades.com

30/03/2009

Renovar a Mouraria

O nome Mouraria remonta a 1170, época de D. Afonso Henriques, quando o monarca deu foral aos mouros de Lisboa e concedeu esta zona aos mouros vencidos.
Pela encosta estende-se um emaranhado de ruas, ruelas, travessas, becos e largos com uma beleza única, um valor histórico e uma diversidade cultural inigualável. Porém, e por incrível que pareça, esta pérola no centro de Lisboa está abandonada, suja, degradada, moralmente abatida, em nada contribuindo para a fotografia do turista que passa…
Bairro com mais de 5.000 habitantes, muitos deles vivendo em condições desumanas, com problemas de salubridade e de recolha de lixos, tráfico e consumo de droga a céu aberto, fraco policiamento, ausência de jardins e espaços infantis, entre outros graves problemas. A Mouraria continua na mesma: sem rei nem roque!
Um vasto património sofre a sua degradação. A questão urbanística é uma das mais prementes. Largas dezenas de prédios a precisar de uma intervenção urgente, dezenas de outros entaipados, obras paradas, são o espelho de um bairro esquecido. Património esquecido é também o fado: o bairro que o viu nascer não tem uma casa que o dignifique.
Os idosos constituem a larga maioria dos habitantes e os jovens vêem-se obrigados a abandonar o bairro por falta de condições.
Pela sua história, localização, beleza e diversidade, a Mouraria apresenta um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar.
Esta situação é inaceitável: afecta a cidade e as pessoas que nela habitam, bem como a imagem da capital do nosso país.
Conscientes de que este pedido se fundamenta no exercício de uma cidadania empenhada e participativa, os signatários esperam de vossas excelências a tomada de medidas para a reabilitação e revitalização da Mouraria, com a urgência que a gravidade da situação justifica 1.
Recorda-se que o Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” efectuou uma visita ao Bairro da Mouraria, tendo contactado com comerciantes e moradores da zona acerca das diversas problemáticas por resolver no bairro 2, na sequência da qual apresentou um Requerimento dirigido à CML indagando sobre os projectos previstos implementar para melhorar a qualidade de vida naquele bairro histórico da capital 3.
Até ao presente, “Os Verdes” ainda não obtiveram qualquer resposta por parte da CML…

03/03/2009

Projecto sustentável de Edifício Verde

A Quercus e o Grupo SGS Portugal estabeleceram um protocolo de colaboração para a certificação da sustentabilidade da construção da futura sede da Associação Nacional de Conservação da Natureza.
Localizada na antiga estação de comboios de Sacavém, a nova sede da Quercus será resultado de um projecto de reabilitação urbana alvo da Certificação Sustentável DomusNatura. A nova sede, designada por Edifício Verde, pretende ser um espaço demonstrativo de construção sustentável através da recuperação dos edifícios da estação de Sacavém.
Na prática, o que se pretende é que o edifício seja uma mais-valia para quem o utiliza e para o meio envolvente, que consuma o mínimo de recursos possíveis e que tenha reduzidos impactos ambientais.
A Quercus destaca como principais metas ambientais para o projecto Edifício Verde: a auto-suficiência em termos energéticos através de uma boa eficiência e aproveitamento de renováveis; a emissão neutra de gases com efeito de estufa; a auto-suficiência em recursos hídricos para utilizações não potáveis, através de uso eficiente, aproveitamento de escorrências pluviais e reciclagem de águas residuais; a reciclagem de 95% dos resíduos produzidos durante a reabilitação e funcionamento; a boa qualidade do ar no interior do edifício; um bom desempenho acústico; e um excelente enquadramento em termos de mobilidade.

Ver
www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=7706

16/03/2008

Grémio sem acordo

Fundado a 26 de Outubro de 1842, o Grémio Lisbonense foi distinguido com o grau de comendador da ordem de benemerência pelo então Presidente da República, no ano em que comemorou o primeiro centenário (1942), e com a medalha de mérito Grau Prata da cidade de Lisboa pelos serviços prestados à comunidade.
O edifício onde estava instalado o Grémio Lisbonense destaca-se pela “varanda da Santa Inquisição”, por cima do Arco do Bandeira, virada para a praça do Rossio, que foi mandada construir pelo Marquês de Pombal, após o terramoto de 1755.
Da história da instituição fazem parte nomes como os de Agostinho da Silva, Sam Levi, Mestre Lagoa Henriques, Mestre Lima de Freitas, Maestro José Atalaia, Ferreira da Silva e do pedagogo João Lopes Soares, que tem uma placa comemorativa da sua passagem pelo Grémio em 1970.
Porém, no dia 8 de Fevereiro, as autoridades selaram as portas da instituição por ordem do tribunal, originando uma manifestação popular de apoio à instituição, onde a polícia foi chamada a intervir.
O Grémio e os herdeiros vinham negociando, desde há algum tempo, a possibilidade de manter a instituição nas instalações que ocupou desde 1842 até dia 8 de Fevereiro de 2008. Porém, os herdeiros do senhorio, que ganharam em todas as instâncias legais a ordem de despejo movida pelo proprietário, enviaram agora uma carta a comunicar “que não pretendem mesmo celebrar novo arrendamento com o Grémio Lisbonense”. Na referida carta os herdeiros do imóvel mencionam ainda que “não existem condições para realizar esse arrendamento perante o controverso historial de mau relacionamento” entre as partes.
O Grémio Lisbonense rejeita todas as acusações, com a direcção da instituição a garantir que “fizeram todos os esforços para chegar a acordo, que apresentaram propostas alternativas para o valor da renda e que o anterior proprietário quis celebrar novo contrato”.
Diversas entidades públicas, incluindo a CML, demonstraram preocupação pela perda do património histórico, cultural e social da instituição, levando mesmo o assunto a órgãos oficiais onde manifestaram o apoio e preocupação pelo problema 1.
Recorda-se que a AML aprovou, em 19 de Fevereiro, uma moção defendendo a manutenção do Grémio Lisbonense nas mesmas instalações, a qual apenas recebeu a abstenção de PS e CDS 2.

27/02/2008

Reunião da Ecolojovem - "Os Verdes"


Políticas de Juventude e Associativismo
Conclusões da reunião de 23 Fevereiro de 2008 - Santarém

Pelo seu importante papel na sociedade, os jovens devem estar dotados de mecanismos para que lhes seja possível uma intervenção social e cívica em prol de uma sociedade mais equilibrada e consequentemente mais activa.

Após a reunião do passado dia 23 de Fevereiro, a Ecolojovem - "Os Verdes" concluiu que as políticas que se têm vindo a praticar não têm tido em conta as necessidades e dificuldades específicas da juventude, reflectem tão-somente a orientação política geral não se encontrando, por isso, adequadas à sociedade actual, existindo uma barreira específica que tem de ser contornada, com mais apoios, incentivos e legislação que não nos "feche a porta".

Não temos em Portugal uma política de juventude que defenda os direitos, os interesses e necessidades das camadas mais jovens mas sim uma política que visa uma desresponsabilização crescente do Estado das suas obrigações para com a população em geral e, mais concretamente, para com a juventude ignorando o futuro da Nação. A dita política de juventude surgiu numa tentativa de calar a contestação.

Não é possível termos uma boa política de juventude dentro de uma política geral contrária aos interesses dos jovens e demais população.
Os sucessivos governos têm pretendido fazer dos jovens uma geração fragilizada com os mais variados ataques aos nossos direitos, sejam eles políticos, sociais ou económicos e sem direito à sua opinião, constituindo um retrocesso relativamente às conquistas de Abril.

A privatização de serviços, os ataques ao ensino e à educação, a falta de apoios à habitação, o desemprego e a precariedade do emprego juvenil têm como objectivo fazer da juventude uma geração sem direitos, insegura e sem qualidade de vida.

Por tudo isto, a Ecolojovem - "Os Verdes" tem-se vindo frequentemente a manifestar contra as medidas dos sucessivos governos que prejudicam os jovens.

Manifestámo-nos contra a extinção do IAJ e sua substituição pelo Porta 65 Jovem por considerarmos que este programa fica muito aquém das reais necessidades dos jovens, discordámos das alterações introduzidas pelo Processo de Bolonha, do aumento de propinas e do encerramento de cursos; assim como temos vindo a assumir uma posição crítica sobre as todas as medidas que, a nosso ver, não defendem os interesses e as necessidades da juventude, do nosso futuro!
O associativismo juvenil é uma forma privilegiada de intervenção social e política dos jovens. É uma forma de interlocução na definição das políticas de juventude.

O Estado tem o dever e a obrigação de apoiar as actividades promovidas por associações juvenis e dinamizar e apoiar estas associações, através do Instituto Português de Juventude (IPJ), entidade responsável pela implementação das políticas do governo na área da juventude.

Não tem sido prioridade do Governo apoiar o associativismo juvenil.
O Estado deve realizar um aumento efectivo dos apoios e o pagamento das verbas dentro dos prazos de modo a possibilitar o pleno funcionamento das associações em prol dos jovens, sendo que muitas associações se encontram descredibilizadas por sucessivas lacunas do governo.

Tanto o IPJ como a Secretaria de Estado da Juventude privilegiam as suas actividades e interesses, em detrimento do apoio directo ao movimento associativo, demonstrando um total desrespeito por uma das maiores formas de apoio aos jovens.

A Ecolojovem - "Os Verdes" considera que estes organismos se devem virar mais para as associações e não para si mesmos e para as suas próprias actividades.

Relativamente ao Conselho Consultivo de Juventude, ao não estarmos de acordo com determinadas medidas governamentais, consideramos que neste espaço deve ficar clara a posição da juventude e dar-se a conhecer alternativas a estas medidas, não obstante o facto de não haver votações e, consequentemente não haver aprovação de documentos governamentais.

Os Conselhos Municipais de Juventude devem assumir-se como verdadeiros fóruns de discussão e de proposta das associações juvenis e não como veículos para promover a acção dos executivos camarários.
Por estarmos conscientes e acreditarmos na capacidade participativa e de intervenção dos jovens, e por trabalharmos por uma sociedade justa passando a sua construção pela forte participação dos jovens a vários níveis, a Ecolojovem - "Os Verdes" :

- considera urgente e necessária a efectiva implementação de uma política de juventude, onde os jovens vejam os seus interesses, necessidades e direitos defendidos;
- considera que a juventude portuguesa deve participar activamente na definição e desenvolvimento destas políticas a nível local, regional e nacional;
- considera necessário o aumento de apoios à actividade de associações juvenis;
- defende a transparência na constituição e legalização de Associações de Estudantes;
- defende a não ingerência dos organismos estatais na constituição e funcionamento das associações ;
- defende a criação de mecanismos e estruturas que apoiem as associações juvenis não formais, tendo em conta a sua importância para o movimento juvenil.

12/02/2008

Os 125 anos da Voz

A Voz do Operário (Voz) vai comemorar 125 anos, com uma campanha sob o lema “solidariedade com a Voz do Operário”, para consciencializar a sociedade e o Ministério da Educação (ME) da acção e problemas desta sociedade beneficiente.
As comemorações dos 125 anos iniciam-se amanhã, 4ª fª dia 13 de Fevereiro às 10h, com a venda de jornais com informações relativas à história, à associação e à sua actividade educativa, social e cultural. Pelas 18h30, segue-se uma homenagem à Fundação Calouste Gulbenkian, pela acção fundamental e insubstituível que desenvolve em Portugal e pelo apoio que tem concedido à Voz.
De seguida, serão apresentadas as iniciativas a realizar na sede da Voz durante o ano de 2008, e em diversos espaços culturais e sociais da cidade, como, e que incluem a estreia de uma peça do “Novo Grupo/Teatro Aberto”. Será ainda assinado um protocolo para a construção de um elevador na Voz, uma aspiração há muito desejada.
As festividades continuam no sábado dia 16 de Fevereiro, com um jantar de “amizade e solidariedade” às 20h e um convívio musical onde a vida da Voz é representada pelos vários alunos das escolas desta associação, Uma vez que o ME suspendeu o contrato, com a Voz, de apoio às crianças e jovens com mais dificuldades financeiras, tal facto “está a conduzir a uma situação de asfixia financeira”.
Esta sociedade de instrução e beneficência, que conta uma história e património inigualáveis, tem actualmente uma população estudantil de 457 crianças e jovens nas escolas do 1º, 2º e 3º ciclos, creches e jardins de infância, desenvolvendo ainda uma valiosa acção social, cultural, desportiva e associativa 1.
Na conferência de imprensa de apresentação do programa das comemorações, o presidente da direcção começou por lembrar que o ME, por “questões burocráticas e administrativas”, suspendeu em 2003 os apoios às despesas de ensino das famílias carenciadas, provocando um prejuízo de oitocentos mil euros para a associação.
A Voz tem tentado reformular os contratos com o ME, mas a “resposta é nula”, o que poderá levar à “anulação das actividades da Voz nalgumas áreas de trabalho”. “O ME está numa atitude de cegueira que conduz à asfixia da Voz do Operário”.
A campanha de solidariedade visa por isso arrecadar quinhentos mil euros para remodelar e modernizar as infra-estruturas da associação. Não se trata de “pedir esmola” mas sim de captar a “atenção e a solidariedade” da sociedade para vencer a falta de apoios do ME 2.

1. Ver
http://jornal.vozoperario.pt/content/view/475/2/
2. Ver Lusa doc. nº 7977440, 07/02/2008 - 20:37