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12/11/2018

17 e 18 de novembro - 14ª Convenção do PEV

O Partido Ecologista Os Verdes (PEV) realiza a sua 14ª Convenção, nos próximos dias 17 e 18 de novembro, na Faculdade de Ciências de Lisboa, sob o lema: Ação Ecologista, Um Compromisso Com O Futuro.

Este será um grande momento na vida de Os Verdes, Partido que conta com mais de 35 anos de existência, com um vasto historial de lutas ecologistas e com uma intervenção permanente e consequente na nossa sociedade. Este será também, sem dúvida, um momento alto da ecologia política no país.


Os trabalhos têm início às 9.00h de sábado, dia 17, e a sessão de encerramento, da Convenção, está agendada para domingo, dia 18, às 13.00h, de acordo com o Programa:

17 de novembro – sábado:

09:00h- Receção dos delegados e convidados

10:30h - Início dos trabalhos e Saudação de Boas Vindas
- Eleição das mesas da Convenção e restantes órgãos da Convenção
- Abertura da eleição dos Órgãos Nacionais

11:00h - Intervenção de Abertura
- Balanço da ação política do PEV, seguido de debate

13:30h - Pausa para almoço

15:00h - Reinício dos trabalhos
- Apresentação e debate das Moções setoriais
17:30h - Pausa para café
17:45h - Continuação do debate e votação das Moções setoriais

19:00h Encerramento da eleição dos Órgãos Nacionais
19:30h - Momento Cultural.
19:45h - Anúncio dos resultados das eleições dos Órgãos Nacionais

20:30h - Jantar e Momento de Convívio

18 de novembro – domingo:

10:00h - Reinício dos trabalhos
- Apresentação, votação debate da(s) Moção(ões) de Ação Eco-Política

12:15h – Pausa para café

12:30h - Sessão de Encerramento
- Breve Momento Cultural
- Anúncio da composição dos novos Órgãos Nacionais do PEV
- Intervenção de encerramento

21/04/2018

Os Verdes reúnem o seu Conselho Nacional em Lisboa e Aprovam o Lema da Sua Convenção

O Conselho Nacional do Partido Ecologista Os Verdes, reunido na sua sede em Lisboa, fez a análise da situação eco-política nacional e internacional e projetou a sua intervenção para os próximos meses. Dos vários assuntos e matérias em análise, destacam-se os seguintes pontos:

1 - Economia Nacional

Os Verdes não podem deixar de salientar, uma vez mais, que a atual solução política permitiu inverter o processo de definhamento e destruição da economia, com os fortes sinais de retoma e indicadores económicos positivos que o país exibe. O que confirma a experiência bastante positiva alcançada com a solução política de Governo atual, da qual não é indissociável o papel que o Partido Ecologista Os Verdes tem tido.

No entanto esta retoma contrasta com a preocupante resistência que o executivo do Partido Socialista tem demonstrado em ir mais longe no investimento público em setores fundamentais e estruturantes do país e com as graves carências, que subsistem dos anteriores governos. Carências ao nível do sistema nacional de saúde, dos transportes públicos, cada vez mais obsoletos e degradados, ao nível do sistema educativo, nomeadamente na requalificação de tantas escolas a necessitarem ou na cultura, pilar fundamental de desenvolvimento e bem estar de uma sociedade.

A par desta falta de investimento, que nalguns casos vai sendo prometida mas que tarda em aparecer, ressurge a uma nova obsessão pelo défice e de cumprimento a todo o custo de um Programa de Estabilidade. Uma obsessão que corta cerca de 800 milhões de euros no investimento público, para baixar o défice de 1,1% para 0,7%. A resolução dos problemas do país não pode ficar refém do défice.

A par do ressurgimento desta obsessão vê-se uma nova intervenção no setor da banca, nomeadamente com o resgate de bancos e a proposta de injeção de 5,8 mil milhões de euros para o Banif, o BES e o Novo Banco. Estas são contradições que Os Verdes não aceitam e exigem a inversão desta lógica. O que assistimos com estas políticas, e de forma preocupante, é a regressão e definhamento do setor público, e mais uma vez o resgate de bancos a sobrepor-se aos direitos e à melhoria das condições de vida das populações.

2 – Acordo PS – PSD

É com grande preocupação que Os Verdes assistem ao entendimento entre Partido Socialista e Partido Social Democrata no quadro de investimentos 2020 – 2030, um entendimento que visa um novo quadro legislativo de descentralização da administração central mas que na prática será mais uma vez adiar a fundamental regionalização do país assim como adiar a reposição das freguesias extintas pelo governo anterior.

No fundo o que estamos a assistir é o reforço da municipalização do país, delegando competências para as quais as autarquias não têm a mínima vocação, capacidade ou enquadramento e uma desresponsabilização da administração central cada vez mais acentuada.

Este acordo vem fazer ressurgir o bloco central e uma linha política que levou o país à situação de rutura dos anos de austeridade, antecipando um retorno em força à subjugação aos interesses económicos e financeiros, em detrimento do bem coletivo, e continuar da delapidação do estado e dos serviços públicos e à desestabilização económica e social do país.

Ao mesmo tempo assiste-se à nacionalização da poluição, nomeadamente com a despoluição do Tejo a ser assegurada financeiramente pelo Estado e ao mesmo tempo os poluidores ficaram impunes com uma simples reprimenda. Esta situação é inaceitável para Os Verdes.

Da mesma forma o PEV não aceita que as urgentes e necessárias obras de conservação e manutenção da ponte 25 de Abril sejam suportadas pela Infraestrturas de Portugal, empresa pública, num investimento de 18 milhões de euros, enquanto a Lusoponte, presidida pelo ex ministro da obras públicas de cavaco Silva, Ferreira do Amaral, distribui os lucros anuais pelos seus acionistas.

3 – Situação Internacional

Síria – Os Verdes condenam veementemente os bombardeamentos e ataques militares que os Estados Unidos da América, com o apoio da França e do Reino Unido, têm infligido à Síria,nomeadamente nas últimas semanas, à revelia do direito internacional e sem qualquer aval das Nações Unidas, provocando milhares de mortos, feridos e desalojados, destruindo um país estratégico na região. Uma intervenção militar que mais não visa o domínio da região e dos seus recursos naturais e à semelhança do que foi a intervenção militar no Iraque, sob o pretexto de falsos pressupostos da existência de ameaçadoras armas de destruição maciça que nunca chegaram a aparecer.

Brasil - Os Verdes estão solidários com a defesa da democracia no Brasil e condenam o processo de Golpe de Estado que afastou Dilma Rouseff da presidência e que recusa o recurso da sentença e o habeas corpus a Lula da Silva materializando a sua prisão e afastando-o assim da corrida eleitoral.

Palestina - Os Verdes reiteram a urgência do reconhecimento do Estado da Palestina, condenando o massacre a que o povo Palestino tem sido sujeito. Não aceitamos a banalização da violência diáriainfligida e a forma como sistematicamente se procura esconder o real sofrimento induzido pelas autoridades israelitas.

4 – Ação futura e iniciativas

No plano das ações e iniciativas Os Verdes têm continuado assinalar o seu 35º aniversário com várias tertúlias e exposição fotográfica associada, por diversas cidades do país, iniciativas que irão continuar durante o mês de abril e de maio.

No âmbito dos trabalhos preparatórios da 14ª Convenção do PEV, a decorrer nos dias 10 e 11 de novembro em Lisboa, o Conselho Nacional do PEV definiu como lema da sua reunião magna “Ação Ecologista, Um Compromisso Com o Futuro”.

No âmbito das campanhas que o PEV tem desenvolvido em torno da Central Nuclear de Almaraz, Os Verdes irão entregar cerca de 5 mil postais assinados e dirigidos ao Governo de Espanha apelando ao encerramento desta central. Esta ação terá lugar na próxima segunda feira, 23 de abril, às 11h, na embaixada de Espanha, na rua do Salitre, 1, em Lisboa.

Ainda no campo das iniciativas e ações o Conselho Nacional de Os Verdes decidiu lançar uma forte campanha nacional no dia 5 de junho, em torno do problema das alterações climáticas e suas consequências.

Os Verdes participarão nas comemorações populares do 25 de Abril em diversos pontos do país com especial destaque para os desfiles de Lisboa e Porto, apelando à participação de todos os democratas. Da mesma forma irão estar presentes nos desfiles do 1º de Maio.

04/06/2015

Os Verdes realizam Convenção e elegem nova direção


Decorreu nos passados 29 e 30 de maio, no Fórum Lisboa, a 13ª Convenção do Partido Ecologista Os Verdes, este que é o órgão máximo dos Ecologistas, onde se fez uma profunda análise da ação e atividade, debateu-se estratégia e elegeram-se os novos órgão dirigentes do Partido.

Os cerca de 200 delegados, reunidos entre sexta à noite e sábado o dia todo, apresentaram moções, fizeram balanços e trouxeram as suas realidades para um congresso dinâmico e fortemente participado.

Manuela Cunha, na intervenção de abertura, fez uma exaustiva análise da atividade do Partido, nas suas várias vertentes, desde a última convenção:

“Fizemos uma forte oposição, denunciando e condenando, mas também defendendo e apresentando medidas e propostas alternativas. Foram apresentados cerca de duas centenas de Projetos de Lei, de Deliberação e de Resolução, sobre temas, laborais, sociais, ambientais (o Tua, o amianto, os OGM’s, entre outros), culturais (destaco a Resolução, aprovada por unanimidade sobre Classificação das levadas da Madeira) e ainda relativos a matérias relacionadas com aspirações dos cidadãos como, por exemplo, o direito de adoção por casais homossexuais;

Um trabalho exaustivo ao qual os nossos dois companheiros deputados dão expressão, com muita dedicação e generosidade pessoal. Um trabalho que, é verdade, nunca seria tão rico, tão completo e diversificado, tão conhecedor das realidades locais, se não fosse a colaboração, a ligação que é feita no terreno às populações e aos problemas, pelos ativistas e dirigentes de Os Verdes.”

A atividade dos coletivos regionais do PEV foi intensa, com a realização de diversas campanhas e ações diretas de contacto com as populações e os seus problemas, onde as Jornadas Ecologistas e os 5 atos eleitorais que ocorreram desde 2012, tiveram lugar de destaque.

No debate em torno da Moção Global de Acção Política, Heloísa Apolónia vincou bem a estratégia política do Partido, a forte crítica às políticas de austeridade e a urgente necessidade de encontrar respostas ecologistas:

“Prosseguiremos numa busca incansável de soluções justas e viáveis e na apresentação competente e responsável de respostas ecologistas para o país, para a Europa e para o mundo, num compromisso com a Natureza, base de todas as formas de vida e das atividades humanas, e sempre com lealdade ao povo.”

Foram apresentadas pelos delegados mais de 2 dezenas de moções sectoriais que enriqueceram não só o debate como a estratégia de ação política complementar à Moção estratégica.

Por sufrágio secreto elegeu-se o novo Conselho Nacional, com uma renovação de 30% e com 46% de mulheres.

Antes da intervenção de encerramento, a cargo do dirigente e deputado José Luís Ferreira, teve lugar uma digna e emocionante homenagem ao Cante Alentejano, onde atuaram os jovens do grupo de coral Os Mainantes, de Pias.

No encerramento, José Luís Ferreira valorizou fortemente o empenho dos Verdes em constituir a alternativa e a forte necessidade de “…interromper este ciclo de políticas que ao longo de quase quatro décadas têm vindo a comandar os nossos destinos coletivos e cujos resultados são hoje, mais do que nunca, visíveis…”

“Ficou (…) bem visível a natureza alternativa do Partido Ecologista “Os Verdes”, um projeto de intervenção e de transformação da sociedade e absolutamente fundamental para as soluções que o País e os portugueses precisam”.

Um projeto democrático, construído pela participação e envolvimento dos seus membros e dos seus coletivos, com um propósito comum: a procura incansável de estabelecer uma relação de harmonia entre o Homem e a natureza, o que só é possível, sabemo-lo, com justiça social.”

A Convenção contou com a presença de inúmeros convidados abrangendo diferentes partidos políticos, dos movimentos sociais e de utentes, dos movimentos sindicais, incluindo o Secretário-geral da CGTP-in e de diversos representantes da sociedade.

A 13ª Convenção contou também com a presença de uma delegação do partido verde de Espanha, Equo. Ainda, a presença da Secretária Geral do Partido Verde Europeu, Mar Garcia, que acompanhou todos os trabalhos constituiu, indubitavelmente, uma grande honra e contribuiu para valorizar e dignificar ainda mais este grande evento da vida dos Verdes e dos Ecologistas em Portugal.

O Partido Ecologista Os Verdes
O contato do Gabinete de Imprensa de Os Verdes
(T:213960308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com) - www.osverdes.pt
Lisboa, 4 de junho de 2015







11/05/2015

Conclusões da Reunião do Coletivo Regional de Lisboa de «Os Verdes»




O Coletivo Regional de Lisboa do  Partido Ecologista «Os Verdes» reuniu no passado Sábado, dia 9 de Maio, no concelho de Lisboa, para analisar a situação política no país e, especificamente, no distrito de Lisboa. Desta reunião destacam-se as seguintes considerações: 
   
1. Situação Económica  
As sucessivas e cada vez mais gravosas políticas de austeridade impostas pelo Governo PSD/CDS-PP, com a conivência do PS, têm conduzido a região de Lisboa a condições de grande precariedade, fragilidade e instabilidade. Estas medidas têm levado ao encerramento e desmantelamento de serviços públicos fundamentais às populações, como é o caso da área da saúde e dos transportes, e ao empobrecimento das famílias.  
O PEV considera absolutamente necessário e urgente renegociar a dívida, para que seja possível o país criar riqueza, condição fundamental para se conseguir pagar a dívida que, da forma como nos está a ser imposta, é insustentável e impossível de pagar.  
«Os Verdes» denunciam ainda o facto de estes partidos adotarem estas políticas, não por necessidade ou por falta de alternativas, mas por questões ideológicas, sendo notório que durante estes anos de austeridade e com todos os sacrifícios impostos, a generalidade dos portugueses não sente nenhuma melhoria na sua qualidade de vida, pois os esforços realizados foram canalizados para pagar a dívida e para a banca e os grandes grupos económicos.

2. Saúde
A situação que se vive atualmente na área da saúde – tempos de espera infindáveis nas urgências e para consultas e cirurgias, a falta de médicos de família, o encerramento e perda de valências de hospitais e de outros equipamentos de saúde – é reflexo do brutal desinvestimento a que o Governo votou o Serviço Nacional de Saúde.
Enquanto o governo destrói o SNS, favorece os grupos privados de saúde, empurrando os utentes para o privado porque lhes fecha a porta a um serviço de saúde público e de qualidade.
As várias situações que se veem pelo país demonstram bem que o acesso à saúde está em causa, sendo urgente inverter esta orientação e investir num serviço de saúde acessível a todos.

2. Privatizações
«Os Verdes» consideram totalmente inaceitável e insustentável a vaga de privatizações levada a cabo por este governo à qual nada escapa – transportes, CP Carga, EMEF, Oceanário, etc.
Até no sector da água, um bem público e essencial à vida, o governo avançou com uma reestruturação que deixa a porta completamente aberta à privatização, sendo mais do que certo que haverá um aumento das tarifas.
O PEV relembra que apresentou, na Assembleia da República, uma proposta para que a Lei-quadro da água incluísse o princípio da não privatização e que essa proposta foi chumbada pelo PSD, CDS e PS.

3. Mobilidade e Transportes
O sector dos transportes na região de Lisboa tem sido um dos alvos de claro desinvestimento por parte do Governo, com os cortes nos passes sociais, nos passes escolares, com os aumentos brutais dos tarifários e com supressões e encurtamentos de carreiras das várias empresas de transporte de carreiras que operam no distrito, estando cada vez mais longe o direito à mobilidade.
Esta situação tem contribuído para uma diminuição da qualidade do serviço prestado às populações com graves prejuízos para a região de Lisboa.
«Os Verdes» consideram extremamente grave este retrocesso na prestação do serviço público de transportes, pondo em causa um direito tão fundamental como é a mobilidade.
É cada vez mais urgente defender uma verdadeira política de transportes públicos que defenda direito à mobilidade das populações, a preços socialmente justos e que promova a qualidade de vida das pessoas.

4. Municipalização da Educação
Ao longo dos últimos anos os sucessivos governos têm vindo a agravar os ataques à Escola Pública, com o objetivo de desvalorizar a oferta pública de educação, ao mesmo tempo que se beneficia e favorece os privados.
A municipalização da educação é um processo pouco claro e que vai permitir negócios ainda menos claros, pondo em causa a universalidade da educação que a Constituição da República consagra.
Esta municipalização será desastrosa para a qualidade do ensino, será mais uma porta aberta para a futura privatização da escola pública e vai dificultar a gestão autárquica.
«Os Verdes» defendem o investimento público, o reforço das condições materiais e humanas das escolas e o alargamento da rede pública de escolas, pois só assim todos terão acesso à Educação. 

5. 13ª Convenção Nacional do Partido Ecologista «Os Verdes» 
Na reunião do coletivo foi debatida também a 13ª Convenção Nacional do Partido sob o lema, “Respostas Ecologistas, Juntos Conseguimos!”, que o PEV vai realizar em Lisboa, no Fórum Lisboa, nos dias 29 e 30 de Maio.

6. Marcha Nacional da CDU
«Os Verdes» destacam ainda a realização da Marcha da CDU “A Força do Povo” no dia 6 de Junho, em Lisboa, que será um grande momento de afirmação da CDU. 

O Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista «Os Verdes»,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
Lisboa, 11 de Maio de 2015

06/05/2015

9 de Maio - Lisboa - Reúne o Coletivo Regional do PEV

No próximo Sábado,  dia 9 de Maio, pelas 15 horas,  "Os Verdes" vão realizar uma reunião do Coletivo Regional de Lisboa, onde se pretende analisar a situação Eco política no distrito de Lisboa, fazer um balanço sobre as iniciativas que “Os Verdes” têm levado a cabo nos diversos concelhos e debater os principais problemas que os afetam. 
   
Este encontro tem também como objetivo preparar a 13ª Convenção do Partido Ecologista “Os Verdes”, a realizar nos dias 29 e 30 de Maio, em Lisboa.  
   
A reunião terá lugar na sede de "Os Verdes”,  sita na Av. Dom Carlos I, Nº 146, 1º Dto. Lisboa, onde, pelas 17 horas, “Os Verdes” prestarão declarações à imprensa para apresentar as conclusões da referida reunião.
 
Pl’O Coletivo Regional de Lisboa de "Os Verdes"
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 6 de Maio de 2013

11/06/2012

Encontro Concelhio da CDU de Sintra - Intervenção de Rogério Cassona

Caros companheiros
Caros amigos da coligação
Caros amigos em geral
Se me permitem, não posso deixar de começar por manifestar o meu agradecimento, com um cumprimento muito especial, ao Baptista Alves, e, em nome do PEV manifestar-lhe a nossa gratidão pelo seu excelente, esforçado e dignificante trabalho enquanto Presidente dos SMAS de Sintra.
Dignificou o seu partido, dignificou a CDU, mas sobretudo dignificou o Poder Local Democrático.
Além de tudo o mais, demonstrou que é possível exercer um cargo público com a transparência, com o rigor e com a eficiência que se devia exigir a todo e qualquer eleito que se digna representar o seu povo.
Embora ele não esteja aqui presente, fisicamente claro, está connosco e permitam-me que lhe diga :
Contamos contigo para todas as lutas!

Começo então exactamente por falar da água, até porque foi uma das mais relevantes, entre muitas outras matérias claro, que mereceram particular destaque na XII Convenção do PEV realizada no passado mês de Maio.
A água é um recurso escasso, essencial à vida e é insubstituível. O acesso á água limpa e ao saneamento básico é um direito fundamental, recentemente, e felizmente, aprovado na Assembleia Geral das Nações Unidas, direito esse que, hoje no nosso país, corre um sério risco de não ser cumprido, caso não consigamos travar o processo de privatizações que este Governo se prepara para concretizar.
Os portugueses concordam com o seguinte :
A água é de todos
O abastecimento de água é um serviço público essencial
E também concordam que as pessoas com menores rendimentos não podem deixar de ter acesso á água.
Não se trata de uma opinião minha, aliás, não se trata de uma opinião só minha. Trata-se da opinião generalizada dos portugueses, porque uma sondagem ( elas valem o que valem, é certo ) mas, dizia eu, uma sondagem realizada no ano passado revela que cerca de 70% dos portugueses comungam destas ideias.
Mas, se por um lado há que assegurar a utilização sustentável e o consumo racional deste recurso fundamental que é a água, há também que assegurar a sua qualidade. E por isso mesmo, não podemos deixar de assinalar que a qualidade da água fornecida pelos SMAS de Sintra tem evoluído muito positivamente nos últimos anos, de tal forma que a nossa água é, neste momento, uma das que apresenta melhor qualidade em todo o país.
E já que falo em qualidade da água, isto leva-me a ter que falar do malfadado “Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico”, outra das matérias com particular destaque na nossa Convenção, Programa este que, a concretizar-se, terá severas implicações no que respeita à degradação da qualidade da água dos nossos rios e, consequentemente, e de uma forma geral, da qualidade da água que consumimos.
Efectivamente, o grande investimento energético a fazer, e aquele que maior retorno devolve não é em barragens, é, seguramente, na poupança de energia. A poupança é um investimento seguro, sustentável, e é, incomparavelmente, o menos oneroso de todos. E aqui mais uma palavra de justo reconhecimento, agora para a AMES ( Agência Municipal de energia de Sintra ), pelo meritório trabalho que tem sido desenvolvido na área da energia e sobretudo pela forte aposta na vertente da poupança.

E a energia, ou melhor dizendo, a sua poupança, remete-nos para um outro assunto relevante: Os transportes públicos. Melhor dizendo, os transportes que hoje ainda podemos chamar de públicos, e que assumem no nosso Concelho uma particular relevância como garante do direito à mobilidade. Se pensarmos por exemplo nos comboios da linha de Sintra, a verdade é que, com os exorbitantes aumentos do preço dos bilhetes, é um transporte que já não é acessível a todos, como sabemos, retirando assim a alguns sintrenses, por exemplo, o único meio de transporte de acesso a Lisboa, ou à escoa, ou até ao emprego.
A redução de horários, as obras nas estações que teimam em prolongar-se, a falta de condições de segurança, tudo isto são formas de degradar o serviço prestado, visando um único objectivo muito concreto e que todos nós conhecemos: a privatização da Linha de Sintra.
Mas, as nossas preocupações não se resumem naturalmente às questões ambientais e energéticas e, ainda sobre as conclusões da nossa convenção, não posso deixar de referir, por exemplo, a nossa preocupação para com o ataque continuado e sistemático ao Serviço Nacional de Saúde, agora potenciado pelo cumprimento da famigerada “Lei dos Compromissos”.
São encerramentos diários, são estudos que sugerem e apontam para mais encerramentos, de serviços, de extensões de saúde, de centros de saúde, de hospitais. Aqui, mais uma vez e sempre, é a meta da privatização no horizonte de todas as políticas. São políticas que degradam de forma generalizada a prestação dos cuidados de saúde, e assim se vai negando e sonegando o direito constitucional dos portugueses a essa mesma saúde.

Igual preocupação nos merece a educação.
Nós entendemos que a escola, constituindo o espaço privilegiado de transmissão de conhecimentos formais, não pode deixar de ser, paralelamente, um agente de socialização e de formação para a cidadania.
Exigimos uma escola pública de qualidade que é um pressuposto fundamental para a constituição de uma sociedade mais justa e igualitária; uma sociedade mais crítica, com cidadãos conscientes e resolvidos a lutar para provocar as mudanças de que o país precisa.
Exigimos uma educação com iguais oportunidades de acesso e de sucesso para todos, independentemente da sua condição social ou económica.
Não aceitamos a realidade que hoje constitui o abandono escolar apenas e só por manifesta insuficiência económica das famílias.

Mas, voltando um pouco atrás, há que dizer que existe de facto uma matéria na qual Portugal se assume como cumpridor. Vejamos, Portugal vai cumprir o protocolo de Quioto no que respeita às emissões de CO2.
Sabem porquê ? Pelas piores razões : é o reflexo da destruição avassaladora de todo o nosso aparelho produtivo.
Falando então de produção, dizer o seguinte :

À mesa com a produção portuguesa é o título de uma campanha muito recentemente promovida pelo PEV com o objectivo de instalar o debate sobre os problemas da produção alimentar nacional, sensibilizando os portugueses para a necessidade de se assumir esta questão como uma prioridade para o país. O facto de o nosso défice alimentar se ter acentuado significativamente nas 3 últimas décadas é o resultado, entre outras malfeitorias, de políticas e de acordos no âmbito da Política Agrícola Comum que, sobretudo com subsídios à nossa produção, lá foram de uma forma programada, destruindo e enterrando a nossa agricultura.
Claro que nos preocupa que o nosso défice externo actual ronde cerca de 70% no que respeita ao consumo de produtos alimentares. E também será claro para todos de que se trata de uma questão de soberania nacional.
De uma forma geral, deixar aqui, naturalmente, e principalmente claro, a expressão da nossa extrema preocupação para com o estado actual do nosso país, resultado de políticas neoliberais, apoiadas num modelo sustentado pelo domínio dos mercados e do poder financeiro.
A nossa preocupação por uma política centrada numa austeridade sem limites e por um ataque feroz a todos os direitos dos portugueses, empurrando muitos deles para uma situação de pobreza extrema a que já nem escapam aqueles que maior formação possuem, sejam eles jovens ou menos jovens, sejam eles mais ou menos qualificados.
Uma política que no fundo é uma continuação da política dos PECs e que está a hipotecar por largos anos o futuro de todos os portugueses, com o empobrecimento programado dos trabalhadores que deixaram de ter direitos e deveres e passaram hoje a ter apenas regalias, mas que, há que reduzir.
Nós reafirmamos : é urgente renegociarmos a nossa dívida externa, tal como é urgente redinamizar a nossa economia, tal como é urgente fomentar e recriar a actividade produtiva do país. Não há outro caminho. Não vale a pena falar de medidas para criar emprego se não se tiver em conta estes pressupostos.

Não me vou alongar muito mais.
E porque o lema da nossa convenção foi “Da indignação à acção, Os Verdes – uma força de esperança, uma força de mudança, permitam-me, para terminar, uma palavra sobre o trabalho da CDU em Sintra.
É verdade que a nossa luta é uma luta permanente, que todos os dias travamos batalhas, isto já para não falar da enorme guerra travada contra a Reforma Administrativa Autárquica, batalhas, dizia eu, nas assembleias de freguesia, na assembleia municipal, na camara municipal, mas, as eleições autárquicas, isto sem esquecer naturalmente as eleições Regionais nos Açores, as eleições autárquicas dizia eu, são já amanhã, e exigem de todos e de cada um de nós, toda a atenção, toda a mobilização, toda a sagacidade para denunciar injustiças e más práticas, toda a disponibilidade para um trabalho que como bem sabemos nunca podemos dar por terminado.
Os que aqui estão hão-de estar a pensar : mas que raio de conversa é esta, é claro que estamos sempre mobilizados. É verdade, eu sei, só falta mesmo mobilizar muitos outros.
E por falar em terminado, fico-me mesmo por aqui, não sem antes dizer bem alto,

Viva o Poder Local Democrático !
Viva a CDU de Sintra !
Viva a CDU !

Encontro Concelhio da CDU de Sintra - 9 de Junho de 2012

28/05/2012

XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes" - Intervenção sobre a Reforma Administrativa Local



Caras companheiras, caros companheiros, amigas e amigos, ilustres convidados que nos honram com a vossa presença.
Já aqui falámos de poder local mas permitam-me que aborde, ainda que de forma breve, um tema relevante e muito actual : A extinção compulsiva de freguesias.
A dita Reforma Administrativa Territorial Autárquica cuja lei o Governo fez aprovar recentemente na Assembleia da República não é de facto uma reforma. É, isso sim, um infame atentado ao Poder Local Democrático que é consabidamente uma das grandes conquistas do 25 Abril de 74.
É uma lei que extingue mais de um milhar de freguesias em todos os concelhos do país e que, dizem-nos, resulta de acordos celebrados com a famigerada troica, acordos ruinosos para o país que, como sabemos, foram subscritos pelo Partido Socialista, então no poder, recorde-se, mas também pelo PSD e pelo CDS.
A lei impõe a redução de 35% das freguesias rurais e de 55% das freguesias urbanas, em todo e qualquer concelho do país, independentemente da realidade actual, naturalmente diversa de município para município. Para termos uma ideia da aberração que esta lei encerra basta dizer que, em alguns municípios, não é sequer possível compatibilizar a regra da referida redução com a regra que estabelece o limite de 50.000 habitantes por freguesia. 
Em todo o processo, o Governo, para além de não ter dado voz, retirou todo e qualquer poder de decisão, àqueles que são efectivamente os protagonistas da reforma e que são as freguesias, através dos seus eleitos e, particularmente e em primeira instância, dos seus próprios fregueses.
As freguesias são o orgão de poder mais próximo do cidadão e essa proximidade só pode  ser reforçada e nunca menosprezada . São, incontestavelmente, os eleitos das freguesias aqueles que melhor conhecem a realidade social e que sentem os verdadeiros problemas, hoje sobremaneira agravados, e angustiantes, dos fregueses, das colectividades, dos clubes, dos bombeiros, enfim de todo um diverso conjunto de pessoas e de organismos associativos que a eles se dirigem.
Não fosse o facto de serem as autarquias ( as Juntas de Freguesia e as Camaras Municipais ) os orgãos de poder que melhor gerem os dinheiros públicos e não seria tão grave o facto de as verbas que o Estado transfere para o poder local  terem vindo a sofrer sucessivas reduções desde o ano de 2002.
É oportuno dizer que as transferências do Estado para as Juntas de Freguesia representam hoje 0,098% do Orçamento de Estado. Repito 0,098%, isto é uma parte em 10.000 partes, digo assim para que melhor se perceba este número.
Mas, como se não bastasse o facto de esta ser uma reforma imposta de cima, ao arrepio da vontade dos verdadeiramente interessados, ela encerra uma singularidade que a torna particularmente perversa. É que o ónus da extinção das freguesias é transferido para as Assembleias Municipais que se devem pronunciar mas sem carácter vinculativo.
Diz a lei que qualquer deliberação das Assembleias Municipais que não promova a agregação de freguesias nos termos da lei é equiparada, para todos os efeitos legais, a ausência de pronúncia.
Isto é, consegue-se com uma lei forçar as Assembleias Municipais a assumirem o papel de cangalheiro e coveiro do poder local. É uma ignomínia inqualificável deste Governo.
Em democracia as opções políticas devem, melhor, só deviam poder, resultar de uma ampla discussão em que os interessados, neste caso as populações, fossem ouvidas. Mais, não é por acaso que hoje, no nosso país, a desertificação atinge cerca de 80% do território nacional, com natural impacto na coesão social e económica do país, é também por opções políticas que não priviligiam o poder local.
Cabe-nos a nós, “Verdes” a responsabilidade de alertar e esclarecer os eleitores, denunciando aquilo que, com título de reforma, configura um ataque sem precedentes ao poder local democrático e que afasta ainda mais os cidadãos dos orgãos do poder.
Mais, cabe-nos, por tudo isto, exigir a suspensão imediata da lei  sobre a Reorganização Administrativa Territorial Autárquica.
Uma lei irracional, que não serve os interesses das populações e que impõe uma reforma que não tem em conta as realidades identitárias que estão na base da constituição de toda e cada uma das nossas freguesias. Além de tudo o mais, e do merecido respeito pelo inestimável serviço público que prestam, as freguesias têm uma história e têm uma identidade cultural que não pode ser simplesmente omitida.
Nenhuma reforma pode ser implementada sem a participação efectiva daqueles a quem se dirige.
Para terminar, resta-me dizer :
Viva o poder local democrático !
Viva a XII Convenção Nacional do nosso Partido !
Viva o Partido Ecologista “Os Verdes” !

22/05/2012

XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes" - Intervenção sobre o trabalho realizado na Assembleia Municipal de Lisboa


Boa noite,
Companheiros e Amigos,
Caros delegados e estimados convidados:

“Os Verdes” em Lisboa têm afirmado os valores e princípios ecologistas, apresentando propostas que contribuem para um verdadeiro desenvolvimento sustentável. Temos questionado opções e decisões, temos votado contra as propostas que vão contra quem vive, estuda ou trabalha em Lisboa. Temos confrontado sistematicamente o executivo municipal que, muitas vezes não consegue dar resposta aos problemas levantados. Temos alertado, informado e denunciado políticas injustas, combatendo medidas que penalizam as pessoas.

No fundo, todas as nossas propostas e posições vão ao encontro do programa que apresentámos aos lisboetas. E a intervenção de “Os Verdes” tem sido reconhecida, havendo uma relação cada vez mais próxima entre o Grupo Municipal e os munícipes, e o próprio colectivo.

De 2009 até hoje, apresentámos na Assembleia Municipal de Lisboa, cerca de 100 deliberações sob a forma de moções, recomendações e saudações, frequentemente aprovadas por unanimidade e que, a concretizarem-se, representariam uma considerável melhoria no ambiente e na qualidade de vida da população. Mas, lamentavelmente, o executivo não as tem considerado nem concretizado devidamente. Perante isto, temos confrontado o executivo sobre a forma como desrespeita a assembleia municipal e desconsidera assuntos de grande importância para a vida das populações.

Estas propostas são, na sua maioria, sobre ambiente, espaço público, espaços verdes, transportes e mobilidade, emprego e condições de trabalho, mas também sobre saúde, juventude, desporto e cultura, e outras de carácter mais geral.

Temos tomado posição sobre temas de grande importância, como é o caso da Maternidade Alfredo da Costa, do Hospital de Dona Estefânia, da Reorganização Administrativa, da Reestruturação dos Serviços Municipais, e do Parque Florestal de Monsanto, entre muitos outros. Muitos deles com impactos não só na cidade de Lisboa, mas em todo o país.

A nível de requerimentos, só no ano passado, apresentámos cerca de 50 requerimentos sobre os mais diversos assuntos. Muitos deles continuam, ainda, à espera de resposta, apesar da nossa insistência junto do executivo. E vamos continuar a insistir até termos respostas.

Para além desta actividade que decorre da própria agenda da Assembleia Municipal, temos desenvolvido um trabalho de contacto e auscultação junto dos munícipes e de entidades, e temos visitado e contactado com a população de diversas freguesias da cidade.

Companheiros e Amigos,

importa dizer que este trabalho só é possível devido às sugestões, denúncias e contributos de pessoas que, cada vez mais, nos contactam neste sentido. Porque só com este diálogo, com este cumprimento do compromisso que assumimos perante a cidade e as pessoas, conseguimos contribuir para um desenvolvimento sustentável no plano local.

Apesar de, no presente mandato, termos apenas um eleito na Assembleia Municipal, “Os Verdes” têm procurado envolver os restantes candidatos não eleitos e o colectivo, de forma a que participem e contribuam para o reforço deste projecto.

Continuamos a utilizar a página na internet de que dispomos, para divulgarmos as nossas actividades, iniciativas, tomadas de posição, propostas, reuniões e visitas.

E continuamos também a utilizar o blogue “Os Verdes em Lisboa”, com notícias, divulgações e comentários sobre a actividade dos Verdes na cidade e no distrito.

Fica desde já o convite aos companheiros que ainda não tiveram oportunidade de o fazer, para visitar e interagir com este blogue, assim como os blogues de outros colectivos, sendo esta também uma forma de estender os valores e a actividade ecologista a um maior número de pessoas e de localidades.

A nossa intervenção na Assembleia Municipal de Lisboa demonstra que “Os Verdes” têm prestado um importante contributo para a sociedade, a nível local, mas também nacional, porque as autarquias são um espaço de intervenção privilegiado para concretizarmos o princípio ecologista “Pensar Global, Agir Local”.

O objectivo e o nosso compromisso é continuarmos a fazer mais e melhor, de forma a tornar Lisboa na cidade que queremos. Continuaremos firmes na luta por soluções para a cidade e continuaremos a ser uma força com que a população pode sempre contar.

Somos e continuaremos a ser uma força de esperança e uma força de mudança.

Viva “Os Verdes”!
Viva a 12ª Convenção do Partido Ecologista “Os Verdes”!

11/04/2012

XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes" - 18 e 19 de Maio, Lisboa

XII Convenção do Partido Ecologista "Os Verdes"
18 e 19 de Maio, no ISEG, em Lisboa

DA INDIGNAÇÃO À ACÇÃO.
OS VERDES,
UMA FORÇA DE ESPERANÇA,
UMA FORÇA DE MUDANÇA.