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22/04/2019

Amanhã em Lisboa - Mariana Silva reúne com Associações de Ambiente e estará em ações de contato em Alvalade

A candidata do PEV na lista da CDU ao Parlamento Europeu, Mariana Silva, vai estar amanhã, 23, a partir das 11.30h, em ações de contacto com a população e com comerciantes em Alvalade, na Av. da Igreja. Os Verdes apresentarão os compromissos do PEV para as eleições para o Parlamento Europeu.

Tendo em conta as próximas eleições para o Parlamento Europeu e as implicações que a União Europeia e as suas instituições têm para o País, o PEV irá realizar uma reunião de trabalho, para a qual convidou Organizações Não Governamentais de Ambiente, a fim de ouvir e debater as suas preocupações, nomeadamente na área do ambiente e da conservação da Natureza, numa altura em que muitos e complexos desafios se colocam à humanidade, Mariana Silva, reúne com as referidas organizações, amanhã, dia 23 de abril, 3ª feira, pelas 18h, no número 19 da Avenida Álvares Cabral, junto ao Rato, em Lisboa.

No final da reunião, previsto para as 20:00h, serão prestadas declarações à Comunicação Social.

18/04/2019

Hoje - Os Verdes contatam utentes dos transportes públicos

Mariana Silva, candidata do PEV na lista da CDU ao Parlamento Europeu, juntamente com militantes e ativistas, realizou hoje, dia 18, uma viagem através de vários meios de transporte na Área Metropolitana de Lisboa, com passagem pelos concelhos de Lisboa, Almada, Cascais e Sintra.
Nesta ação foi possível contactar os utentes dos transportes e valorizar a redução do preço dos passes e o seu alargamento a toda a Área Metropolitana de Lisboa, algo que contou com o forte contributo de Os Verdes.
Os Verdes reafirmaram também a necessidade de uma aposta séria na mobilidade coletiva e numa boa rede de transportes, que dê resposta às necessidades das populações, designadamente nos movimentos pendulares, com horários adequados, sendo fundamental contrariar a degradação e o subfinanciamento dos vários meios de transporte.







12/04/2019

HOJE – Vila Franca de Xira e Azambuja - Verdes com Poluição na Agenda

Hoje, dia 12 de abril, uma delegação do PEV, que integra a 1.ª candidata do PEV na lista da CDU, ao Parlamento Europeu, Mariana Silva e o deputado José Luís Ferreira, irá visitar locais fustigados pela poluição, nomeadamente sentida em Vila Nova da Rainha, onde exalam vapores de ácido, gases, e odores que incomodam e preocupam a população. Consta também do programa uma visita ao Rio Grande da Pipa, na localidade da Vala do Carregado, onde é possível observar o efeito da descarga da ETAR de Arruda, seguido de observação das instalações abandonadas da antiga fábrica de placas de fibrocimento, Cimianto, onde é possível verificar as escórias, a céu aberto, que foram deixadas ao abandono nas instalações, de acordo com o programa abaixo:

Programa:

15:15h – Azambuja – Frente à Exide Technologies Recycling - Centro de reciclagem em Vila Nova da Rainha;

16:00h - Castanheira do Ribatejo – deslocação à vala do carregado para observação dos efeitos das descargas da ETAR de Arruda dos Vinhos, no rio Grande da Pipa, acompanhados do Presidente da União de Freguesias de Castanheira e Cachoeiras – Encontro junto à sede da Junta de Freguesia;

17:00h - Alhandra - Frente às antigas Instalações da Cimianto - Declarações à Comunicação Social.







06/06/2017

Amanhã - apresentação da candidata da CDU à Assembleia Municipal de Lisboa

A CDU Lisboa realiza amanhã, 7 de Junho, pelas 11h00, no Jardim de São Pedro de Alcântara, a apresentação da primeira candidata da CDU à Assembleia Municipal de Lisboa, a jornalista e escritora Ana Margarida de Carvalho.

Será também apresentado o mandatário da CDU ao município de Lisboa, Carlos Silva Santos, médico e actual eleito na Assembleia Municipal de Lisboa.

Contamos contigo!


22/05/2017

CDU Oeiras em Carnaxide, Paço de Arcos e Linda-a-Velha

Heloísa Apolónia, candidata à presidência da Câmara Municipal de Oeiras, esteve em Carnaxide e, dos contatos feitos, resultaram muitas preocupações com matérias relacionadas com o trânsito e com a fragilização do comércio local.


A deputada ecologista e Daniel Branco, cabeça de lista à Assembleia Municipal, estiveram também em Linda-a-Velha, onde decorreu uma ação da campanha de Os Verdes “É urgente fechar Almaraz”., juntamente com outros amigos e companheiros do PCP.



Durante o fim-de-semana, a passagem foi, ainda, por Paço de Arcos, para ouvir e escutar as populações sobre as suas inquietações.


Mais informações em CDU Oeiras.

24/04/2017

Heloísa Apolónia é a candidata da CDU a Oeiras

Heloísa Apolónia, deputada ecologista, é a candidata da CDU à Câmara Municipal de Oeiras nas próximas eleições autárquicas.


A apresentação pública de Heloísa Apolónia e do cabeça de lista à Assembleia Municipal de Oeiras, Daniel Branco, realiza-se na próxima quinta-feira, dia 27 de abril, às 18.30h, no Auditório Municipal da Biblioteca de Oeiras.


23/10/2015

Amanhã, 24 de Outubro, reúne o Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista Os Verdes


O Coletivo Regional de Lisboa de Os Verdes reunirá amanhã, sábado, dia 24 de Outubro. Da agenda desta reunião consta a análise da atual situação eco política, com destaque para as eleições legislativas e o novo quadro político e, ainda, a preparação da ação futura do PEV na região de Lisboa. 

Às 12.30h está prevista a realização de uma conferência de imprensa para apresentação das conclusões da reunião.  

Às 15 horas o PEV participará no desfile “Sim à Paz! Não aos Exercícios Militares da NATO!”, com início na Rua do Carmo até à Praça Luís de Camões.  
Conferência de imprensa24 de Outubro – 12.30hSede nacional do Partido Ecologista Os Verdes(Av. D. Carlos I, nº146, 1º Dtº - Lisboa)  
  
O Partido Ecologista “Os Verdes”
O contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” 
(T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 -  imprensa.verdes@osverdes.pt) 
www.osverdes.pt 
23 de Outubro de 2015

24/08/2015

Distribuição do Jornal "A Força do Povo" e Contacto com as Populações das Freguesias de Alcântara e Ajuda




 
As candidatas do PEV pelo círculo eleitoral de Lisboa, Cláudia Madeira e Beatriz Goulart estiveram presentes na acção de campanha que ocorreu no passado dia 24 de Agosto nas freguesias de Alcântara e Ajuda onde entregaram o jornal "A Força do Povo".

21/03/2015

Intervenção de Cláudia Madeira no Encontro CDU Lisboa, Voz do Operário


Boa tarde Amigos e Companheiros
Em nome do Partido Ecologista «Os Verdes» quero, em primeiro lugar, saudar os nossos parceiros na CDU, o Partido Comunista Português, a Intervenção Democrática, e todos os independentes. Todos os que dignificam este grande projecto, sem esquecer a Juventude CDU e a força e capacidade dos jovens que reforçam a nossa Coligação Democrática Unitária.

Este nosso encontro ocorre numa altura difícil para a generalidade dos portugueses, numa altura em que pelas previsões do Governo, já estaríamos melhor. Mas não estamos!

Temos um país marcado pela pobreza, pela emigração forçada, pelo desemprego e por uma dívida impossível de pagar da forma como nos está a ser imposta. É absolutamente necessário começarmos a produzir, para criarmos riqueza e podermos pagar a dívida, renegociada nos seus montantes, prazos e juros. Quem não produz, não consegue pagar rigorosamente nada e é por isso que estamos cada vez mais empobrecidos e cada vez mais endividados.

E como é que chegámos aqui? Quem nos colocou nesta situação?
PS, PSD e CDS, alternados há 40 anos no Governo, têm essa responsabilidade, e não tenhamos dúvidas: quem provocou isto não tem interesse em resolver os problemas criados e entretanto agravados.

E como o Partido Socialista, no essencial, é mais um braço do que PSD e CDS fazem no Governo, Lisboa é duplamente penalizada: sofre as consequências das políticas destrutivas do Governo e António Costa na Câmara dá continuidade a estas mesmas políticas.

E desengane-se quem ainda tiver uma réstia de esperança no Partido Socialista, porque António Costa, pelo que tem feito na cidade, já deixou bem claro, o que vai querer fazer no país, se o permitirem.

O PS em Lisboa não tem conseguido resolver os problemas das pessoas, porque não está próximo delas e porque outros interesses falam mais alto. Não se pode governar apenas para quem visita a cidade, desprezando quem cá vive todos os dias.

E que têm feito António Costa e os seus vereadores nos últimos anos e muito concretamente neste último ano e meio?

– Fazem descentralizações, transferências e reestruturações sem a mínima preocupação com os munícipes e com trabalhadores, porque independentemente do que lhe chamem, estamos perante uma destruição dos serviços e dos postos de trabalho com direitos. Esvazia-se a Câmara e depois são os dinheiros públicos a pagar a terceiros o que esta podia e devia fazer.

 – Continuam a destruição do Parque Florestal de Monsanto, como se de um banco de terrenos se tratasse. Há lugar para tudo menos para a sua preservação. A proposta mais recente é para unidades hoteleiras e de restauração, vedando o espaço que é de todos nós para ser usado só por alguns. E tudo isto, com o maior secretismo e sem passar pela Assembleia Municipal.

- Encerram serviços essenciais para a cidade e o PS nada diz ou reivindica, permitindo que o Governo continue a delapidar a cidade.

- Não nos podemos esquecer que também foi António Costa que iniciou o trágico processo de extinção de freguesias e que permitiu ao Governo privatizar a TAP.

- O PS continua a favorecer a especulação imobiliária, como se em vez de Presidente da Câmara fosse um agente imobiliário.

- Lembrou-se agora de chamar a si a Carris e o Metro, quando, durante anos nunca quis saber do estado dos transportes e da destruição deste serviço público essencial.
Então, mas para quê? É que até hoje, ainda não foi capaz de explicar para que quer gerir os transportes e já não convence ninguém que seja para travar a privatização.

Companheiros,
sobre estes assuntos e muitos outros, sobre tudo o que tem afectado a vida das pessoas, «Os Verdes» têm apresentado propostas e defendido o que é melhor para os lisboetas.
«Os Verdes» e a CDU têm denunciado situações, questionado o executivo, apresentado propostas, temos feito tudo o que está ao nosso alcance para melhorar a qualidade de vida em Lisboa.

Aliás, este Encontro vem confirmar o vasto e notável património construído pela CDU e o nosso compromisso colectivo com a cidade e com o país. Vem comprovar que é aqui que residem as soluções para uma vida melhor.

Na cidade e no país é preciso dar mais força à CDU!

E, por isso mesmo, retomamos a CDU para as próximas eleições legislativas e este é um bom momento para relembrar o que significa a CDU:

A CDU é a confirmação da capacidade de união de esforços e de convergência da verdadeira esquerda. Da esquerda que tem valores de grande solidariedade, de justiça social, de dedicação e de empenho no desenvolvimento do país.

E é por isso que defendemos para Lisboa e para o país, dignidade de vida para todos e o desenvolvimento da sociedade assente em valores sociais, ambientais e económicos.

Todos reconhecem, até os nossos adversários, mas é importante reforçar que não dizemos uma coisa no plano autárquico e outra, por exemplo, na Assembleia da República. Connosco nunca verão o que se vê noutras forças políticas: defender um projecto a nível local e depois votar contra ele no Parlamento.

O país e Lisboa não precisam de autarcas que desistam de lutar, que sejam insensíveis a tudo o que se passa à nossa volta, ou que estejam claramente colados aos interesses dos privados e da troika.

Lisboa precisa de autarcas que sejam porta-vozes das consequências desastrosas destas políticas e que se empenhem na luta contra estas opções.

De autarcas que se oponham à privatização da água e da EGF, ao encerramento de serviços públicos, que se oponham ao aumento do IVA, que se oponham à lei dos despejos e à destruição dos transportes públicos colectivos.

De quem seja transparente e coerente, que lute pela justiça, de quem não aceite fazer enriquecer os grandes grupos económicos a troco do empobrecimento dos portugueses. Estes são os autarcas da CDU, sem dúvida!

Companheiros,
Os Verdes estão, como sempre estiveram, empenhados em contribuir para uma sociedade mais justa, mais desenvolvida, humanizada e sustentável.

Sabemos das dificuldades que nos esperam mas isso não nos desanima, dá-nos força para congregar esforços na luta contra estas políticas desastrosas que estão a arruinar o país porque cada um de nós é importante nesta luta. As eleições legislativas deste ano ganham especial importância exactamente por isso. Porque é uma oportunidade de dar mais voz à CDU e de rasgar com este caminho de austeridade, abrindo um novo caminho de esperança e de mudança. Porque, em Lisboa como no país, o tempo é de alternativa e não de alternâncias.

A CDU é a alternativa!
Viva Lisboa!
Viva a CDU!

Intervenção de Rogério Cassona no Encontro da CDU em Loures


Caros companheiros, caros amigo parceiros da coligação CDU, caros amigos em geral.
Estando nós numa autarquia CDU, não posso deixar de começar por referir e relembrar os sucessivos ataques ao Poder Local Democrático que este Governo tem levado a cabo continuadamente e que  põem em causa os valores de Abril.
Tivemos uma Lei dos Compromissos, tivemos a extinção de freguesias, tivemos o sucessivo incumprimento da Lei das Finanças Locais e hoje vemo-nos confrontados com uma chamada Delegação de Competências mas que poderia muito bem apelidar-se de Pacote de Privatizações Antecipadas, porque é efectivamente disso que se trata. 
É claro que quando um Governo estabelece condições ou princípios a que depois os municípios aderem ou não, certamente que não estamos a falar de uma descentralização de competências da Administração Central para a Administração Local.
A Escola Pública, tal como o direito à protecção da saúde têm de ser naturalmente garantidas de igual forma em todo o país, independentemente da opção política de cada autarquia e independentemente da sua saúde financeira.
Mas a voracidade privatizadora deste Governo não tem limites.
À privatização, primeiro da EGF, e agora da Valorsul, malgrado a luta que continua e todo o empenho dos municípios envolvidos com particular e justa referência ao município de Loures, segue-se agora uma tentativa de fundir sistemas e aumentos de preço da água para depois facilitar a privatização deste sector. Aliás, PSD, CDS e PS votaram ontem contra os Projectos de Lei, quer o do PEV, quer o do PCP, que propunham a introdução do princípio da não privatização da água, o que demonstra bem a vontade destes partidos de continuarem a abrir portas rumo à privatização.  
E isto num momento em que por toda a Europa, e depois do reconhecido falhanço da privatização, se assiste, ao invés, a uma renacionalização e a uma remunicipalização do sector do abastecimento de água e do saneamento. 
Companheiros e amigos, a água só pode ser mesmo pública porque o seu acesso tem de ser garantido e tem de ser universal.
Mas a ânsia de privatizar atinge também um outro sector não menos apetecível e que é o sector dos transportes. A proposta de Lei 287/XII que está em discussão, cria um novo Regime Jurídico do Serviço Público de Transportes de Passageiros que remete para um modelo de financiamento municipal, suportado em novos encargos que são sacados à população.
É a tudo isto que este Governo chama de Delegação de Competências.

Companheiros e amigos,
Portugal vive actualmente, e inquestionavelmente, um dos períodos mais difíceis da sua história e, caso não se inverta este rumo, a tendência será a de piorar a cada dia que passa, com graves prejuízos para o país e para o povo.
O Governo PSD/CDS-PP prossegue as suas políticas de ataque aos direitos da população e de defesa dos interesses dos grandes grupos económicos e financeiros, gerando cada vez mais desigualdades, mais injustiças, maior retrocesso social e mais pobreza.
E o PS, que não pode fugir das suas responsabilidades enquanto esteve no Governo, tem sido muitas vezes cúmplice do Governo PSD/CDS. Também por parte do Presidente da República há, como bem sabemos, um grande comprometimento com esta política de recessão e de devastação do país.
Uma política que compromete a nossa soberania, a qualidade de vida e os direitos dos portugueses.
Estamos perante o resultado de anos e anos de exploração, de destruição da produção nacional e de serviços públicos, e de favorecimento dos grandes grupos económicos. Ora é claro que nada disto se deve ao pagamento devido de salários e pensões, nem à existência de serviços públicos que são imprescindíveis ao desenvolvimento do país.
Procuram convencer-nos de que os nossos direitos são privilégios e regalias, e que o caminho que nos estão a impor vai levar-nos ao fim da crise, quando está mais do que provado que este modelo não nos leva a lado nenhum.

Cortes de salários, de pensões e de reformas que continuam a ser dos mais baixos da União Europeia, emigração forçada, encerramento de empresas e destruição e privatização de serviços públicos, são estes os resultados das políticas deste e, não nos esqueçamos, dos anteriores governos. Tudo isto em claro confronto com a Constituição da República Portuguesa e com os valores da Revolução de Abril.

E neste quadro, o que é que nós “Verdes” queremos e defendemos?
Nós queremos um país que seja do povo e para o povo e não um país que seja dos mercados e para os mercados.
Queremos que se pugne por aqueles que são efectivamente os verdadeiros valores da humanidade, designadamente, a solidariedade e a justiça social.
Mas a realidade é que assistimos hoje, e infelizmente, a um cada vez maior alargamento do fosso entre cidadãos ricos e cidadãos pobres.

Mas para que haja mais justiça social, precisamos de criar riqueza. E como é que se cria riqueza? Produzindo, naturalmente. Mas, para que se produza é necessário investimento público de qualidade, um investimento capaz de criar postos de trabalho e de dinamizar a economia. 
No entanto, o Governo diz que não há dinheiro para investimento porque o que há é para pagar juros. Então, dizemos nós, renegoceie-se uma dívida que não é pagável nos moldes assumidos pelo Governo, para podermos canalizar recursos para a produção. Investir na produção. Esta é efectivamente a única saída possível.
Mas, os entraves à produção não são só obra deste Governo, porque, convenhamos, também a União Europeia tem definido políticas que representam verdadeiros atentados quer ao ambiente quer aos direitos dos povos, como é o caso da Política Agrícola Comum e da Política Comum de Pescas, que só têm contribuído para a delapidação dos nossos recursos naturais.
Quer a Política Agrícola Comum quer a Política Comum de Pescas, não estão adaptadas às especificidades de cada Estado e não são sustentáveis, pois inserem-se não num processo de cooperação e de convergência, mas sim num processo de domínio económico e de assimetrias de desenvolvimento.
A última reforma da PAC, no final de 2013, veio aprofundar o rumo de liberalização dos mercados, o que levará ao desaparecimento de mais pequenos e médios agricultores e da agricultura familiar.
Também a reforma da Política Comum de Pescas veio aprofundar o desmantelamento e a degradação deste sector, com a sua crescente liberalização, com a liberalização do acesso às águas nacionais, do abate da frota pesqueira e da destruição de postos de trabalho.

Quais são então as alternativas ?
As alternativas são as seguintes :

- Um maior apoio e protecção aos pequenos e médios agricultores, à agricultura biológica e ao comércio justo, mais adaptados às especificidades do clima e solos do país, com vantagens ambientais e geradoras de riqueza para a economia local;
- Que as grandes cadeias de supermercados ou de distribuição sejam impedidas de baixar os preços da produção abaixo dos níveis sustentáveis; 
- Um país livre de OGM’s;
- O acesso justo e sem restrições às sementes, pois rejeitamos a patente de animais e plantas e a inclusão de novas regras de privatizações de sementes;
- A soberania portuguesa sobre as águas marítimas nacionais e o apoio às artes de pesca tradicionais, menos nefastas para os ecossistemas marinhos;
- Um afastamento da produção animal industrial e do uso intensivo de antibióticos;

Caros companheiros e amigos,
Os programas de recuperação e defesa da biodiversidade no país e na Europa, não passam hoje de operações pontuais e avulsas de marketing, sendo cada vez menos consequentes na defesa e protecção das espécies e seus habitats, em equilíbrio com a actividade humana e o desenvolvimento.
A conservação da natureza tem estado dependente da existência ou não de parceiros privados para o seu financiamento. Em Portugal, nesta área tem havido sucessivos e drásticos cortes orçamentais do instituto que a tutela, o que tem resultado na perda de habitats e de biodiversidade, estando a natureza subjugada à lógica de exploração e espoliação do património natural.

Também as alterações climáticas representam uma ameaça para as sociedades em todo o mundo e o combate a este fenómeno tem sido relegado para segundo plano mas a situação está a tornar-se cada vez mais grave, com o iminente colapso dos ecossistemas, o que colocará o nosso modo de vida em risco.
O consumo dos recursos naturais é feito a um nível superior àquele em que são renovados, há cada vez mais poluição do ar, dos solos e da água.

É por isso que nós Verdes defendemos:

- Que o ambiente deve constituir um objectivo e uma prioridade de todas as orientações políticas;
- A promoção da protecção ambiental, da biodiversidade, do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida das populações;
- Um acordo mundial vinculativo na próxima cimeira do clima da ONU em Paris, em 2015 (COP 21);
- Que a União Europeia e os seus Estados-Membros desempenhem um papel de liderança nas negociações nesta cimeira, para que se consigam compromissos formais de todos os envolvidos;
- A produção de produtos que possam ser reutilizados, reparados ou reciclados, em vez de se produzir para utilizar e deitar fora;
- A rejeição da mercantilização do ambiente e a rejeição do mercado de carbono.

Entendemos, naturalmente, que o património natural não pode estar sujeito à lógica do mercado que se norteia por uma filosofia de lucro à custa da qualidade de vida e da sustentabilidade ambiental e social do país.

E um dos principais custos destas políticas neoliberais é inquestionavelmente o desemprego.
Desemprego que é o pior flagelo social que nos atinge, a par do aumento da precariedade e do trabalho sem direitos, da pobreza e da exclusão social.
Tem-se acentuado a liberalização das relações laborais, da precariedade, da desregulamentação, o aumento do horário de trabalho e o aumento da idade de reforma.

Não haverá alternativa como dizem os defensores das políticas neoliberais?
Claro que há alternativa!

Como alternativa, Os Verdes defendem:

- A criação e promoção de emprego com direitos, combatendo a precariedade, os falsos recibos verdes e os estágios precários;
- A igualdade de salários entre homens e mulheres 
- Melhores salários, com a reposição dos roubos que têm sido impostos aos trabalhadores e a recuperação do seu poder de compra.

Caros companheiros e amigos,
É neste quadro que se vão desenrolar as próximas eleições legislativas nacionais, isto sem esquecer de referir as eleições legislativas regionais na Madeira que acontecem já no próximo fim de semana, e é naturalmente com grande empenho e determinação que pretendemos dar continuidade ao crescimento dos Verdes e da CDU que se tem registado nos últimos actos eleitorais.

A convergência de forças que significa a CDU é uma convergência de forças distintas, mas com capacidade de respeitar as diferenças de cada projecto e que elege a luta contra o domínio do poder económico sobre as pessoas e sobre os recursos como um objectivo comum.

É incontestável de que a força e a solidez do projecto CDU resulta do nosso efectivo envolvimento com as populações, porque ouvimos e discutimos soluções, sempre com o importante contributo das forças vivas locais. Este é o caminho e esta é a forma privilegiada de encararmos qualquer acto eleitoral. E a grande verdade é que a CDU trabalha mas também presta contas aos portugueses.

Nas próximas eleições legislativas, eleger mais deputados da CDU é fundamental para defender um país soberano e desenvolvido, para lutar contra a austeridade e também para colocar como prioridades da agenda política, entre outras, questões como os direitos sociais e a defesa dos sectores produtivos que se querem e exigem sustentáveis.

Reforçar a CDU pode e deve constituir-se como muito importante para a mudança necessária por que todos os portugueses anseiam. 

 Concluindo então :
As eleições legislativas são uma oportunidade para dar voz a todos os que defendem uma efectiva mudança, aos jovens e aos menos jovens, aos trabalhadores e aos desempregados, aos estudantes e aos reformados, e são também uma oportunidade para penalizar aqueles que insistem em manter Portugal agarrado a políticas de austeridade.
E porque os portugueses podem contar sempre com Os Verdes tal como podem contar sempre com a CDU, é caso para concluir dizendo :

Viva o Partido Ecologista Os Verdes !
Viva a CDU!

14/05/2014

Amanhã – 15 de Maio - Susana Silva, candidata do PEV nas listas da CDU, em Lisboa e Sesimbra

Susana Silva, candidata ecologista, nas listas da CDU, ao Parlamento Europeu, juntamente com outros ativistas de “Os Verdes” e da CDU, vai estar amanhã, dia 15 de Maio, em Lisboa e Sesimbra (Quinta do Conde), para participar nas seguintes iniciativas: 
   
Programa  
   
15 de Maio – Quinta-feira  
11.30h – Contacto com estudantes no refeitório do Instituto Superior Técnico, em Lisboa – sobre emigração forçada, decorrente as políticas do Governo, e os seus impactos no país e nas famílias portuguesas
16.00h – Visita ao Parque da Ribeira e Hortas Solidárias, na Quinta do Conde (Sesimbra)

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769
Lisboa, 14 de Maio de 2014

12/05/2014

Amanhã – 13 de Maio - Susana Silva, candidata do PEV nas listas da CDU, visita escolas de Oeiras

Susana Silva, candidata ecologista, nas listas da CDU, ao Parlamento Europeu, juntamente com outros dirigentes e ativistas de “Os Verdes” e eleitos locais da CDU, entre os quais o Vereador Daniel Branco, assim como membros da Associação de Pais e Encarregados de Educação, vai estar amanhã, dia 13 de Maio, em Oeiras, para participar numa ação sobre educação e ensino, nomeadamente sobre o encerramento de estabelecimentos de ensino, a criação de mega agrupamentos e as condições de funcionamento dos mesmos. 
   
Programa  

13 de Maio - terça-feira
10.00h - Visita à Escola EB João Freitas Branco (Laveiras), Caxias (escola que será encerrada no próximo ano letivo)
De seguida - Visita à Escola EB1 Samuel Johnson (Murganhal, Caxias) e reunião com a Direcção do Agrupamento de Escolas de São Bruno e com a Associação de Pais e Encarregados de Educação
14.00h - Visita à Escola EB1/JI Porto Salvo e reunião com a Direcção do Agrupamento de Escolas Aquilino Ribeiro
15.30h - Declarações à imprensa junto à entrada da EB1/JI Porto Salvo.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769
Lisboa, 12 de Maio de 2014

08/05/2014

Lisboa - Os Verdes apresentam manifesto ecologista

“Para uma outra Europa”

O Partido Ecologista Os Verdes apresentou hoje as linhas do seu "Manifesto Pelo Fim À Austeridade, Desenvolver Portugal Numa Outra Europa" para as eleições ao Parlamento Europeu.

Os Verdes e as suas candidatas, integradas na lista da Coligação Democrática Unitária (CDU) – Manuela Cunha, Susana Silva e Mariana Silva - reafirmam a alternativa sustentável de esquerda e apresentam as suas propostas para fazer face à crise que a União Europeia e Portugal atravessam. Propostas estas que surgem também da colaboração com os Verdes Europeus, família à qual o PEV pertence.

A apresentação do Manifesto Verde teve lugar no Jardim Amália Rodrigues, ao cimo do Parque Eduardo VII, em Lisboa.





28/04/2014

Intervenção de Susana Silva no Almoço da CDU Mafra no âmbito das Comemorações dos 40 anos do 25 de Abril





27 de Abril de 2014

Columbófila, Ericeira  

Companheiros e Amigos,

Quero desde já, e em nome do Partido Ecologista «Os Verdes» dirigir uma saudação especial ao Partido Comunista Português, à Intervenção Democrática, a todos os homens e mulheres activistas da CDU, e a todos os independentes que fazem deste projecto, um projecto único e verdadeiro.

Celebramos os 40 anos do 25 de Abril. Não só hoje, todos os dias devemos falar, escutar e exigir Abril. Eu já nasci em Liberdade, e por isso, muito devo aos Capitães de Abril e aos homens e mulheres que lutaram por um país livre, capaz de promover a paz e a justiça social, e que aqui saúdo em meu nome e em nome do Partido Ecologista “Os Verdes”.

Capitães de Abril que, com uma determinação singular e de forma absolutamente elevada, foram capazes de dar corpo ao sentir de um povo inteiro, e de tantos homens e mulheres resistentes, inconformados e corajosos que, partilhando causas e valores que consideravam justos, lutaram durante anos por esse dia de sol e de esperança, de chuva de cravos e de sonhos, por esse dia de Liberdade, de Democracia e de Paz.

Hoje e sempre devemos reafirmar as conquistas de Abril. As Portas que Abril abriu, que foram simbolizadas pela conquista de direitos sociais, culturais, laborais, políticos e económicos, têm percorrido um longo caminho, de vitórias e derrotas, com repercussões sérias nas nossas vidas. O Poder Local Democrático, também ele uma conquista de Abril, apesar dos sucessivos ataques que tem sofrido, representa ainda um factor de desenvolvimento e um instrumento fundamental que contribui para a melhoria da qualidade de vida das populações.

Porque Abril é o dia de que é preciso falar, todos os meses, todos os dias, mas hoje mais do que nunca.

O direito à Saúde, à Segurança Social, à Educação, à liberdade de expressão, à greve, ao emprego com direitos, são algumas das conquistas de Abril, na construção de uma sociedade livre, equitativa, democrática e desenvolvida, e consagradas na Constituição da República Portuguesa. O combate ao analfabetismo e os progressos na construção de uma escola pública, gratuita, inclusiva, de qualidade e democrática, a base elementar da democracia e o garante do direito à educação para todos. O mesmo para o desporto e cultura.

Hoje, mais do que nunca devemos exigir Abril de novo. Hoje assistimos ao mais completo e perigoso ataque aos direitos conquistados com o 25 de Abril. Direitos conquistados e consagrados na Constituição da República Portuguesa.

Hoje assistimos a uma clara desforra ao 25 de Abril.

Hoje, a política de austeridade do PSD/CDS com o apoio do PS, cega por um défice e por um pagamento de dívida impossível e insustentável, rouba direitos, reduz o Estado Social, o Serviço Nacional de Saúde, saqueia a Escola Pública, despoja o futuro de todos nós.
PSD/CDS e PS que ao longo dos últimos 38 anos, têm fomentado políticas apenas comprometidas com o grande capital e submissas aos grandes grupos económicos, e que em completa submissão aos mandamentos desta União Europeia, destruíram a nossa agricultura, abateram os nossos barcos de pesca, destruíram a nossa economia e deixaram o nosso país à mercê de uma troika estrangeira a quem esta troika nacional tudo faz para agradar. Agora vem o cínico apelo de nos virar-nos para a agricultura e para o mar estratégico à nossa espera, mas aquando da nossa entrada na UE, foi-nos exigido o abate de oliveiras e de barcos de pesca.

O acerto de contas com o 25 de Abril, e com os direitos que Abril conquistou está à nossa vista, mas também nas nossas mãos contrariar e reverter.

O número de desempregados atinge valores nunca vistos, e metade destas pessoas não tem acesso a qualquer apoio social.
Aliado ao brutal aumento de impostos, corta-se nos salários, nas pensões, e nas prestações sociais.
A justiça é só para alguns, e a saúde e os medicamentos passaram a ser um luxo acessível apenas a quem os pode pagar.
O investimento na escola pública é cada vez mais residual, e no ensino privado cresce de ano para ano, levando a um ensino elitista e de classe.
Os jovens licenciados, geração com formação de excelência, são empurrados para uma emigração forçada.
As empresas do estado que são financeiramente sustentáveis e que dão lucro, são vendidas ao privado através de negócios extremamente lesivos para o Estado, transformando os cidadãos com direitos em clientes com necessidades que se satisfazem no mercado.
A falta de investimento do Estado na protecção da nossa orla costeira, levou à destruição ao longo do nosso litoral, de várias estruturas de apoio à pesca e praias.
Com a anunciada privatização do sector dos resíduos sólidos urbanos, prevê-se que a privatização do direito humano fundamental, a Água, não esteja muito longe.
A extinção de freguesias, que mais não foi que um ajuste e retirada de autonomia do Poder Local Democrático e de Abril.
O aumento do fosso entre os mais ricos e os mais pobres é indicativo da política ao serviço dos grandes grupos económicos, e companheiros e amigos, os números não enganam, os milionários, apenas num ano, aumentaram as suas fortunas em 17%, por outro lado e como consequência do desemprego, dos salários baixos, da carga fiscal e dos cortes nas pensões, dois milhões e meio de portugueses estão em risco de pobreza.

Companheiros e Amigos,
Muitos mais exemplos do que tem sido este ajuste de contas com o 25 de Abril, poderia enumerar. Mas hoje estamos aqui para celebrar Abril, com convicção, com vontade de luta, com vontade de conquistar a necessária mudança de política, a mudança que coloque o nosso país a produzir, para nos podermos desamarrar desta dívida imposta à força e sem que a tivéssemos pedido.

Com Abril, ganhámos o direito a sonhar com um futuro melhor. A sonhar e exigir um país livre, com justiça social, pautado por um desenvolvimento sustentável e de preservação dos recursos naturais.

Com Abril, ganhámos o direito a dizer basta. Chega de austeridade imposta, basta de empobrecimento, basta deste colonialismo financeiro, basta de servilismo aos mercados e ao sistema financeiro.

No próximo dia 25 de Maio, terão lugar as eleições para o Parlamento Europeu. Votar na Coligação Democrática Unitária é votar em deputados comprometidos apenas e só com os interesses do povo português e do país. É votar na defesa dos direitos de Abril e do Povo. É acima de tudo penalizar PSD, CDS e PS pela actual situação em que o país se encontra.

Companheiros e amigos,
A melhor forma de comemorar os 40 anos de Abril é trazer de volta à sociedade portuguesa os valores de Abril. Lutar contra estas políticas da Troika e do Governo é fazer renascer os valores de Abril e a esperança de uma sociedade mais justa.

Viva o 25 de Abril!
Viva a CDU!