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26/01/2020

Sacavém e Prior Velho - Os Verdes Querem a Construção do Lar de Idosos

O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde Recomenda ao Governo que proceda às diligências necessárias com vista à urgente construção de um lar de idosos na freguesia de Sacavém e Prior Velho, concelho de Loures, distrito de Lisboa, em cumprimento com as disposições constitucionais no que se refere à proteção de idosos e apresente a respetiva calendarização prevista para a sua construção.

27/11/2019

Loures - Os Verdes Querem Os Contentores Retirados da Frente Ribeirinha

A Deputada Mariana Silva, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, em que questiona o Governo, através do Ministério das Infraestruturas e da Habitação, sobre a decisão da IP - Infraestruturas de Portugal de adjudicar à MSC Entroncamento a concessão da exploração do Parque Sul do Complexo Ferroviário da Bobadela, no concelho de Loures, com uma duração de cinco anos e a possibilidade de renovação, que para Os Verdes é contrária à defesa da qualidade de vida das populações e como um entrave à necessária reconversão ambiental e urbanística da frente ribeirinha do Tejo.

Pergunta:

Durante anos, a frente ribeirinha do Tejo, em Loures, sofreu um processo de degradação pela instalação e crescimento da atividade logística pesada, o que tem trazido impactos para o território, nomeadamente a nível da qualidade ambiental, da descaracterização paisagística cada vez mais acentuada, da sobrecarga de tráfego rodoviário e da impossibilidade de potenciar a sua capacidade para o desenvolvimento de projetos qualificadores.

Nesse sentido, a população tem vindo a ansiar e a reivindicar o acesso à frente ribeirinha e a possibilidade de uma ligação entre os concelhos de Lisboa e de Vila Franca de Xira, junto ao rio Tejo.

Em 2022, realizar-se-ão as Jornadas Mundiais da Juventude, organizadas pela Igreja Católica, evento que poderia e deveria ser uma oportunidade para resolver este problema ambiental e urbanístico, através da regeneração urbana e da requalificação ambiental da frente ribeirinha, com a sua abertura à fruição pública.

Importa destacar que, ao longo dos anos, foram feitos alguns progressos no sentido de realizar esta aspiração e reivindicação da população, como é o caso da inauguração dos primeiros 740 metros de troço pedonal entre a estação de comboios de Santa Iria de Azóia e o denominado pontão da BP, estando em fase de lançamento de empreitada a construção pela Câmara Municipal de Loures de mais um troço de percurso ciclo/pedonal, com aproximadamente 6 km, que ligará Vila Franca de Xira a Lisboa.

Contudo, a IP - Infraestruturas de Portugal decidiu, no dia 15 de novembro de 2019, adjudicar à MSC Entroncamento a concessão da exploração do Parque Sul do Complexo Ferroviário da Bobadela, com uma duração de cinco anos e a possibilidade de renovação.

Ora, esta decisão apresenta-se como contrária à defesa da qualidade de vida das populações e como um entrave à necessária reconversão ambiental e urbanística da frente ribeirinha do Tejo.

Com a realização das Jornadas Mundiais da Juventude, a Câmara Municipal de Loures, a Câmara Municipal de Lisboa e o Patriarcado encetaram conversações para que o espaço onde se localiza o depósito dos contentores, pertencente à IP - Infraestruturas de Portugal, pudesse ser utilizado para apoio ao evento, o que concretizaria a aspiração da retirada de contentores desta zona que além de transformarem este local num espaço pouco convidativo ao seu usufruto, funcionam também como um entrave ao acesso ao rio Tejo por parte das populações.


Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério das Infraestruturas e da Habitação possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Qual a posição do Governo face às implicações na qualidade de vida das populações decorrentes da decisão da IP – Infraestruturas de Portugal de concessão da exploração do Parque Sul do Complexo Ferroviário da Bobadela?

2.Foram estudadas outras localizações alternativas para os contentores?

2.1. Em caso afirmativo, que locais foram estudados e qual o resultado dos estudos elaborados?

2.2. Em caso negativo, por que não foram equacionadas alternativas?

3.Que ações estão definidas pelo Governo relativamente às operações e projetos de requalificação de toda a orla estuarina do Tejo?

4.Que solução prevê o Governo para a deslocação definitiva dos contentores de mercadorias da frente ribeirinha de Loures e em que data se concretizará?

14/07/2019

Os Verdes na Festa do Associativismo em Loures

As candidatas do Partido Ecologista Os Verdes, na lista da CDU, às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Lisboa -  Mariana Silva, Cláudia Madeira, Joana Silva, Beatriz Goulart e Ana Sofia Calado - visitaram a Festa do Associativismo em Loures










12/07/2019

LISBOA - Candidatas de Os Verdes, na Lista da CDU, pelo Círculo eleitoral de Lisboa, em Ações no Distrito

As candidatas do PEV na Lista da CDU, pelo Círculo Eleitoral de Lisboa, Mariana Silva, Cláudia Madeira, Joana Silva, Beatriz Goulart, Ana Sofia Calado, autarcas e outros ativistas realizarão, ao longo da semana, com início no domingo, ações em diferentes localidades do Distrito de Lisboa.

Da agenda fazem parte temas como o Associativismo, Mobilidade, Linha Circular do Metro e Plásticos, de acordo com o seguinte programa:

PROGRAMA

14 julho - Domingo 
18h30 - Loures - Pavilhão Paz e Amizade 
Visita à Festa do Associativismo 

16 julho - 3ª feira 
9:00h - Odivelas - Estação do Metro 
Contacto com a população sobre os impactos da linha circular e propostas do PEV 

18 julho - 5ª feira 
9:00h - Oeiras – Passeio marítimo (Paço d’Arcos até Santo Amaro de Oeiras) 
Contacto com população sobre necessidade de reduzir o uso dos plásticos, seus impactos e propostas do PEV.

05/07/2019

Os Verdes querem expansão da rede do metro até Loures

Para Os Verdes, a previsão de uma linha circular entre o cais do Sodré e o Campo Grande é um erro por esquecer a zona ocidental de Lisboa, por adiar a ligação de Loures à rede de metro e porque os utentes de Odivelas e da zona norte de Lisboa deixam de ter ligação direta ao centro da cidade. A posição do PEV é clara: a expansão do metro deve ser feita para as zonas mais carenciadas de transportes, como para loures - uma exigência mais que justa e necessária, tendo em conta o direito à mobilidade, os impactos sociais e ambientais e a qualidade de vida das populações. Ainda, Os Verdes rejeitam o fim da Linha Amarela e rejeitam a linha circular que apenas quer servir o desenvolvimento do turismo – esta linha vai, afinal, servir quem? Para finalizar, o plano de expansão deve ser repensado para que seja participado, vá ao encontro das necessidades das populações e da mobilidade sustentável.

28/06/2019

Loures - O PEV Exige Retirada de Amianto nas Escolas do Concelho

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, questionando o Governo, através do Ministério do Ambiente e da Transição Energética, sobre a existência, no concelho de Loures, de várias escolas que apresentam amianto nas suas coberturas, sem que o Governo tenha, nos últimos anos, conseguido dar qualquer resposta no sentido da resolução deste problema.

Pergunta:

O amianto é uma substância tóxica, com efeitos nocivos para a saúde pública e o ambiente, razão pela qual o Partido Ecologista Os Verdes tem dado grande relevância a esta matéria ao longo dos anos, com vista à resolução deste problema que ainda se verifica em muitos edifícios e equipamentos, particularmente em escolas.

Nesse sentido, a Lei n.º 2/2011, de 9 de fevereiro, estabelece a remoção de amianto em edifícios, instalações e equipamentos públicos, e no Artigo 5.º, relativo à calendarização da monitorização e das ações corretivas, determina que «Compete ao Governo estabelecer e regulamentar a aplicação de um plano calendarizado quanto à monitorização regular a efetuar e às ações corretivas a aplicar, incluindo a remoção dos materiais que contêm fibras de amianto presente nos edifícios, instalações e equipamentos públicos que integram a listagem referida no artigo anterior, bem como a sua substituição, quando for caso disso, por outros materiais não nocivos à saúde pública e ao ambiente».

Para tal, esse plano calendarizado «deve ser elaborado pelo Governo no prazo de 90 dias contados da apresentação da proposta da ACT».

Sucede que essa calendarização nunca foi tornada pública e são ainda muitas as situações em que se verifica a existência de amianto em edifícios públicos.

Recentemente, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes reuniu com o Movimento Escolas de Loures sem Amianto, que integra pais, professores, diretores, encarregados de educação e antigos alunos de vários agrupamentos de escolas, e que transmitiu a sua preocupação com a presença de fibrocimento com amianto degradado nos estabelecimentos escolares, frequentados diariamente por milhares de alunos, professores e funcionários.

No concelho de Loures, são várias as escolas que apresentam amianto nas suas coberturas, sem que o Governo tenha, nos últimos anos, conseguido dar qualquer resposta no sentido da resolução deste problema.

Tendo em conta que termina agora mais um ano letivo e que o período de férias poderia ser aproveitado para se proceder à remoção do amianto em segurança, permitindo que o próximo ano se iniciasse já com esta situação resolvida ou, pelo menos, minimizada, caso o Governo não tome as diligências necessárias com vista a essa intervenção, estaremos novamente perante mais uma oportunidade perdida.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Educação possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Tem o Governo conhecimento da situação de existência de amianto nas escolas do concelho de Loures?

2. Que diligências já tomou ou vai tomar o Governo no sentido da resolução deste problema?

3. Pondera o Governo diligenciar no sentido de permitir que a intervenção de remoção de amianto seja iniciada durante o período de férias que agora se inicia?

4. Caso não pondere essa possibilidade, qual a razão e qual a data para o início e o fim das intervenções nas várias escolas do concelho de Loures?

5. Em que ponto de situação se encontra o plano calendarizado relativo à remoção de amianto em edifícios, instalações e equipamentos públicos, conforme determina a legislação em vigor?

15/06/2019

Loures - O PEV Exige a Preservação do Sifão do Canal do Alviela

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente e da Transição Energética, sobre o estado de abandono, em que se encontra o Sifão do Canal do Alviela, ou Arco do Canal do Alviela, que atravessa o Rio Trancão, em Sacavém, construído em 1880, obra notável de engenharia civil que desempenhou um importante papel no fornecimento de água potável a Lisboa e aos concelhos limítrofes, cuja situação importa reverter, salvaguardando a sua necessária manutenção e valorização.

Pergunta:

O Sifão do Canal do Alviela, ou Arco do Canal do Alviela, atravessa o Rio Trancão, em Sacavém, construído em 1880, é um elemento simbólico central desta cidade e uma obra notável de engenharia civil que desempenhou um importante papel no fornecimento de água potável a Lisboa e aos concelhos limítrofes.

A Empresa Portuguesa das Águas Livres (EPAL) é a entidade responsável por esta infraestrutura que se encontra em estado de abandono, situação que importa reverter, salvaguardando a sua necessária manutenção e valorização.

De facto, o Sifão do Canal do Alviela apresenta um aspeto decadente e tem fissurações superficiais, o que poderá levar à sua rutura, cenário para o qual a Associação de Defesa do Ambiente de Loures (ADAL) tem vindo a alertar.

Importa, assim, ter conhecimento do que tem sido feito para valorizar e preservar o Sifão do Canal do Alviela, não permitindo que se perca este elemento do património histórico de abastecimento de água e ex-libris de Sacavém.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente e da Transição Energética possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1.De que informações dispõe o Governo relativamente ao estado de conservação do Sifão do Canal do Alviela?

2.Que diligências já tomou e tomará o Governo com vista a garantir a sua valorização e preservação?

3.Que ações e investimento estão previstos por parte da EPAL para a preservação do Sifão do Canal do Alviela?

12/06/2019

Loures - O PEV Quer a Construção Urgente de Lar de Idosos na Freguesia de Sacavém e Prior Velho


O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde Recomenda ao Governo que proceda às diligências necessárias com vista à construção de um lar de idosos na freguesia de Sacavém e Prior Velho, concelho de Loures, distrito de Lisboa, em cumprimento com as disposições constitucionais no que se refere à proteção de idosos.

Acompanhe aqui a evolução deste Projeto.

23/03/2019

LOURES - O PEV Exige a Remoção das Placas Contendo Amianto e a Requalificação da Escola Básica 2,3 Mário de Sá Carneiro

O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde Recomenda ao Governo que proceda à urgente remoção das coberturas de fibrocimento com amianto existentes na Escola EB 2,3 Mário de Sá Carneiro, no concelho de Loures e tome as medidas necessárias com vista à realização das obras de requalificação indispensáveis para garantir as devidas condições de segurança e bem-estar, apresentando a calendarização das intervenções a realizar e envolvendo a comunidade educativa neste processo.

19/02/2019

O PEV Exige a Preservação do Aqueduto de Santo Antão do Tojal - Loures

O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde recomenda ao Governo que desenvolva as diligências necessárias com vista à preservação e requalificação do Aqueduto de Santo Antão do Tojal, no concelho de Loures, e apresente a calendarização prevista para as obras de preservação e requalificação deste monumento, notável exemplar da arquitetura barroca.

Leia aqui o Projeto de Resolução do PEV, com nota explicativa completa.



07/01/2019

Loures - O PEV Contesta o Possível Encerramento da Farmácia do Hospital Beatriz Ângelo

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, em que questiona o Governo, através do Ministério da Saúde, sobre o agendado encerramento da farmácia do Hospital Beatriz Ângelo, o que a concretizar-se representará uma perda de qualidade do serviço prestado pelo hospital e criará constrangimentos e dificuldades a milhares de utentes que, em muitas situações, poderão vir a atrasar o início do tratamento prescrito.

Pergunta:

O Decreto-Lei nº 235/2006, de 6 de dezembro, entretanto revogado pelo Decreto-Lei nº 241/2009, de 16 de setembro, estabeleceu o regime de instalação, abertura e funcionamento de farmácia de dispensa de medicamentos ao público nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde e as condições da respetiva concessão por concurso público.

Ao abrigo desta legislação, foram assinados vários contratos com vista à exploração de farmácias em meio hospitalar, entre eles, o da farmácia do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, que abriu ao público em 2014.

As restantes farmácias, entretanto, acabaram por encerrar por não apresentarem viabilidade financeira, devido aos moldes dos contratos celebrados, mantendo-se apenas em funcionamento, até hoje, a farmácia do Hospital Beatriz Ângelo.

Esta farmácia tem dado uma resposta importante às populações, não só de Loures, como também de outros concelhos abrangidos pelo hospital.


Efetivamente, esta farmácia está aberta 24 horas por dia, 365 dias por ano, atende em média cerca de 500 utentes por dia, dos quais 120 são atendimentos noturnos, e tem 13 trabalhadores.

A verdade é que o Hospital Beatriz Ângelo se localiza numa zona de difícil acesso e afastada de aglomerados urbanos, assumindo esta farmácia uma importância e uma utilidade acrescidas para os utentes, principalmente para os que não dispõem de meio de transporte próprio.

Além disso, desenvolve um trabalho em complementaridade com o hospital e os seus profissionais, agilizando a resolução de qualquer situação que surja, quer se trate de dúvidas ou da falta de algum medicamento.

No entanto, o Governo aprovou o Decreto-Lei n.º 75/2016, de 8 de novembro, que procede à sétima alteração ao Decreto-Lei n.º 307/2007, de 31 de agosto, que estabelece o regime jurídico das farmácias de oficina e revoga o Decreto-Lei n.º 241/2009, de 16 de setembro, ou seja, determina o fim das farmácias nos hospitais do SNS.

De acordo com este diploma, a farmácia do Hospital Beatriz Ângelo terá que encerrar a 2 de abril de 2019, o que representará uma perda de qualidade do serviço prestado pelo hospital e criará constrangimentos e dificuldades a milhares de utentes que, em muitas situações, poderão vir a atrasar o início do tratamento prescrito.

Na sequência desta intenção, 23.700 cidadãos subscreveram a Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela manutenção e abertura de farmácias nas instalações dos hospitais do SNS, e também já quatro autarquias - Loures, Odivelas, Mafra, Sobral de Monte Agraço - manifestaram formalmente o seu apoio a esta iniciativa que solicita à Assembleia da República que legisle no sentido de manter em funcionamento a farmácia do Hospital Beatriz Ângelo.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Saúde possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1.         Perante a situação acima descrita, mantém o Governo a intenção de encerrar a farmácia do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures?

2.         Em caso afirmativo, qual a razão que justifica esse encerramento, tendo em conta que representará inúmeros constrangimentos e dificuldades a milhares de utentes?

16/04/2018

Loures - Verdes Exigem a recuperação do Aqueduto de Santo Antão do Tojal

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Cultura, sobre o Aqueduto setecentista de Santo Antão do Tojal, em Loures, que se encontra destruído nalguns troços e perdeu a sua ligação à nascente, necessitando urgentemente de ser intervencionado de modo a garantir a sua valorização, preservação e requalificação.

Pergunta:

O Aqueduto de Santo Antão do Tojal, no concelho de Loures, foi construído em 1728, pelo arquiteto italiano Antonio Canevari, a pedido do primeiro patriarca de Lisboa, D. Tomás de Almeida.

A sua construção visou principalmente alimentar a Fonte Palácio, mas também fornecer água à Quinta do Patriarca e à população de Santo Antão do Tojal, daí ter sido uma obra extremamente importante para o desenvolvimento desta localidade.

Este monumento tem uma extensão de cerca de dois quilómetros, assente em mais de 90 arcos e é um exemplar importante da arquitetura barroca de Santo Antão do Tojal.

Reúne em si vários pontos de interesse, está classificado como Imóvel de Interesse Público e incorpora um conjunto de outros edifícios também já classificados, como a Praça Monumental, espaço que engloba o Palácio da Mitra, a Fonte Palácio, a Igreja Matriz, dois Chafarizes, o Portão de entrada e toda a área murada da antiga Quinta do Patriarca.


No passado, o Aqueduto de Santo Antão do Tojal sofreu algumas intervenções de restauro, nomeadamente em 1690 e 1978, tendo sido restaurados apenas cinco arcos. Só em 1991, seria objeto de um restauro de maior envergadura, pela então Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, num processo que seria dividido em cinco fases, entre 1992 e 2000.

No entanto, esse processo nunca foi concluído. Em 2002, chegou a haver uma verba no Orçamento do Estado, através do PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central), destinada a essa requalificação, mas que acabou por ser congelada.

Até ao dia de hoje, nada mais foi feito no sentido da preservação e restauro do Aqueduto, apesar de se encontrar destruído nalguns troços e de se ter perdido a sua ligação à nascente.

Desta forma, perante o valor que o Aqueduto setecentista de Santo Antão do Tojal representa, importa garantir a sua valorização, preservação e requalificação.


Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Cultura possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Quais os motivos que levaram ao congelamento da verba prevista para as obras de conservação e recuperação do Aqueduto de Santo Antão do Tojal?

2. Que diligências foram desenvolvidas no sentido da requalificação deste monumento e área envolvente, como prevê a classificação?

3. Quando prevê o Governo que seja retomada a intervenção de requalificação de todo o conjunto classificado?

4. Qual o tempo previsto para essa requalificação?

05/03/2018

Acções de Os Verdes em Lisboa e Loures - 5 de março

Já estão em curso as iniciativas de Os Verdes programadas para hoje em Lisboa: uma visita à Escola Secundária do Restelo e reunião com a Direção e a Associação de Pais para conhecer, in loco, as necessidades de requalificação deste estabelecimento de ensino; uma reunião com a Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Lisboa, por forma a ouvir as dificuldades que, atualmente, os utentes enfrentam.







Os problemas na Escola Secundária de Camões, uma visita à Escola de Calceteiros e uma deslocação ao Aqueduto de Santo Antão do Tojal e ao Paul das Caniceiras, em Loures, foram as ações levadas a cabo pela delegação de OsVerdes no período da tarde nos concelhos de Lisboa e Loures – Educação, valorização profissional e proteção do ambiente foram os temas em destaque.











03/03/2018

Lisboa e Loures - Os Verdes Visitam Escolas e Reúnem com Utentes de Transportes

Segunda Feira, dia 5 de março, o Deputado José Luís Ferreira desloca-se à Escola Secundária do Restelo e à Escola Secundária de Camões para conhecer no terreno os problemas destas escolas que necessitam urgentemente de ser requalificadas.

A delegação do PEV continuará com visita à Escola de Calceteiros, criada para que não se perdessem os conhecimentos sobre calcetar. Lembramos que relativamente a esta matéria o PEV apresentou um Projeto de Resolução sobre a preservação da calçada, da valorização da profissão de calceteiro e do apoio à candidatura da calçada a património mundial.

Após reunião com a Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Lisboa, Os Verdes terminarão o dia com uma Visita ao Aqueduto de Santo Antão do Tojal e ao Paul das Caniceiras, de acordo com o programa abaixo:

Programa – 5 de março

10h - Reunião/Visita com Direção e Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária do Restelo - R. Antão Gonçalves,

11h30 - Reunião com Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Lisboa - sede do PEV, sita na Av. D. Carlos I- n. º146 – 1.ºDt. º;

14h00 - Reunião/Visita com Direção e Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária de Camões - Praça José Fontana,

15h30 - Visita à Escola de Calceteiros - Quinta Conde dos Arcos - Av. Dr. Francisco Luís Gomes;

17h00 - Visita com a ADAL (Associação de Defesa do Ambiente de Loures) ao Aqueduto de Santo Antão do Tojal e ao Paul das Caniceiras - Ponto de encontro na entrada da Junta de Freguesia de santo Antão do Tojal;

18h00 - Declarações à comunicação social no final da visita

31/07/2017

Verdes querem Centro de Emprego de Sacavém aberto diariamente

O Deputado de Os Verdes, José Luís Ferreira, entregou no Parlamento uma pergunta em que questiona o Governo sobre o Centro de Emprego em Sacavém, Loures. Leia o texto completo da pergunta do Deputado ecologista:

O Centro de Emprego de Sacavém, no concelho de Loures, foi encerrado em 2015 por decisão do anterior Governo PSD/CDS-PP, o que representou graves consequências para os cidadãos, pondo em causa o seu direito a uma boa acessibilidade aos serviços públicos.

Na sequência desta decisão, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes apresentou um Projeto de Resolução no sentido da reabertura do referido Centro de Emprego, dotado dos meios humanos e materiais necessários ao seu pleno funcionamento de forma a responder às necessidades da população.

Entretanto, o Centro de Emprego de Sacavém reabriu no início do mês de julho, em instalações cedidas pela Câmara Municipal de Loures, situadas na Quinta do Património.

No entanto, funciona apenas dois dias por semana, o que é manifestamente insuficiente para um serviço que tem cerca de cinco mil utentes inscritos e que, além de Sacavém, abrange também as localidades de Camarate, Prior Velho, Moscavide, Portela, Bobadela, São João da Talha e Santa Iria da Azóia, com uma população residente de cerca de 130 mil cidadãos.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Qual a razão para o Centro de Emprego de Sacavém apenas funcionar dois dias por semana?

2- Que diligências tomou ou prevê o Governo tomar no sentido do referido Centro de Emprego passar a funcionar todos os dias úteis da semana?

3- Para quando se prevê que essa medida seja implementada?

15/03/2017

Moscavide e Algés - É urgente fechar Almaraz - campanha do PEV estará amanhá, dia 16 de março, nos concelhos de Loures e Oeiras


O Partido Ecologista Os Verdes lançou, no passado dia 9 de março, uma grande campanha para encerrar a Central Nuclear de Almaraz! Esta iniciativa visa dar oportunidade aos portugueses, nomeadamente à população que em caso de acidente seria a mais atingida, isto é a população dos concelhos fronteiriços e ribeirinhos do Tejo, de afirmar a sua vontade de que a Central Nuclear de Almaraz seja encerrada, subscrevendo um apelo nesse sentido.

Este apelo dirigido ao 1.º Ministro Português e ao Presidente do Governo Espanhol é expressado através da assinatura de dois postais que se anexa, conta já com cerca de 2 milhares de assinaturas. 

Os Verdes percorrerão agora vários concelhos dos distritos acima referidos para continuar a recolher assinaturas e, nesse sentido, estarão amanhã, 16 de março, em Moscavide e Algés, concelhos de Loures e Oeiras, respetivamente, de acordo com o seguinte programa:

09h30h - Loures (Moscavide) - Av. de Moscavide, junto à igreja
17.00h - Oeiras (Algés) - Terminal de autocarros em Algés

Apareça e participe subscrevendo os postais que apelam ao encerramento da Central Nuclear de Almaraz, um perigo à nossa porta. 

Nuclear? Não, obrigado!


16/11/2016

Loures e Sintra - Continua a campanha de Os Verdes sobre a Constituição da República Portuguesa

A campanha de Os Verdes que assinala os 40 anos da Constituição da República Portuguesa -"A" de Ambiente na Constituição da República Portuguesa  - e pretende dar a conhecer aos jovens o direito ao ambiente expresso na Lei Mãe da Democracia Portuguesa desde a sua 1.ª versão de 1976, continua amanhã e depois, dias 17 e 18 de novembro, em Loures e em Rio de Mouro, Concelho de Sintra.

Quinta- feira, 17 de Novembro, 8.30h 
Escola Secundária José Afonso
Rua da República - Loures

Sexta- feira, 18 de Novembro, 13.00h
Escola Secundária Leal da Câmara
Av. Pedro Nunes, nº1 - Rio de Mouro


13/10/2016

Transportes - O PEV defende preços socialmente justos

O PEV opõe-se frontalmente a qualquer tentativa de privatização dos transportes, defende preços socialmente justos e o alargamento dos passes sociais a toda a Área Metropolitana de Lisboa.

Aqui ficam as imagens de mais uma iniciativa que se realizou hoje de manhã, em Loures, em defesa de mais e melhores transportes públicos e em defesa da mobilidade das populações.

Relembramos que ontem, 12 de outubro, conforme agendado, se realizou uma iniciativa semelhante frente à estação do Rossio, na cidade de Lisboa.







08/04/2016

Os Verdes alertaram para dificuldades de mobilidade no Concelho de Loures através de viagem em transportes coletivos




Ontem, dia 7 de Abril, uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes, que incluiu o deputado José Luís Ferreira, e dirigentes nacionais, promoveu uma ação de contacto com a população do Concelho de Loures sobre os transportes. 

Os Verdes fizeram uma viagem em transportes coletivos, de Santa Iria de Azóia até Loures, de forma a denunciar as carências a nível de mobilidade em transportes coletivos dentro do Concelho de Loures, defendendo mais e melhores serviços públicos de transporte.

A população do Concelho de Loures é muito prejudicada em matéria de transportes, pois os transportes que servem o Concelho são caros e os seus percursos e horários não respondem às necessidades das pessoas.

Na ação realizada ontem, Os Verdes tiveram oportunidade de contactar com a população que apresentou as suas queixas sobre a falta de transportes, a desarticulação de horários, a dificuldade de mobilidade entre as várias freguesias e os elevados preços.

Os Verdes defendem melhores transportes, com horários e percursos que sirvam realmente as pessoas que precisam de se deslocar dentro do Concelho de Loures, passes intermodais e a preços socialmente justos, com tarifas incentivadoras da utilização do transporte coletivo.
Para o PEV  só assim se aumentará o número de passageiros, a qualidade ambiental e a qualidade de vida das pessoas.

Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 910 836 123 -  imprensa.verdes@osverdes.pt)
www.osverdes.pt
8 de abril de 2016