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30/01/2015

3 de Fevereiro - Prosseguem no Distrito de Lisboa as Jornadas Ecologistas de “Os Verdes”

Prosseguem na próxima terça-feira, dia 3 de Fevereiro, as Jornadas Ecologistas do Distrito de Lisboa, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.

Depois das últimas iniciativas que percorreram diversos concelhos do Distrito, as Jornadas Ecologistas de terça-feira decorrerão nos Concelhos de Loures e Odivelas.  
“Os Verdes” relembram que assinalarão as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre. Mais informam que as iniciativas de dia 3 de Fevereiro contarão com a participação do Deputado José Luís Ferreira.  

Programa  
Terça-feira, 3 de Fevereiro  
  
Loures

10.00h - Colocação de “girassol triste” pela promessa adiada de construção do novo Centro de Saúde de Santa Iria da Azóia

10.30h - Colocação de “girassóis tristes” pela falta de condições no Tribunal de Loures e pela falta de transportes no concelho
11.00h - Colocação de “girassol alegre” e atribuição de certificado à Câmara Municipal de Loures pela oposição à privatização da EGF (instalações da autarquia)

12.00h - Colocação de “girassol alegre” e atribuição de certificado ao Museu do Vinho e da Vinha em Bucelas pela preservação e divulgação da tradição vitivinícola local (nas instalações do Museu)

12.30h - Conferência de imprensa frente ao Museu do Vinho e da Vinha

 Odivelas

15.00h - Parque Maria Lamas - Colocação de “girassol alegre” e atribuição de certificado à Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Odivelas e ao Movimento + Saúde pelo trabalho desenvolvido no concelho

15.30h - Colocação de “girassóis tristes” pela falta de transportes para o Hospital de Loures e pela promessa adiada de construção do Centro Saúde de Odivelas

16.00h - Colocação de “girassol alegre” e atribuição de certificado à Escola Profissional Agrícola D. Dinis - Paiã pelo trabalho desenvolvido, pelas atividades e projetos realizados ao nível da educação, formação e sensibilização na área agrícola.

17.00h - Colocação de “girassol triste” pela falta de limpeza e descontaminação dos terrenos da COMETNA em Famões

17.30h - Conferência de imprensa junto aos terrenos da COMETNA

“Os Verdes” convidam os senhores e senhoras jornalistas a participar nestas ações e a tomar conhecimento, de forma mais aprofundada, das razões apresentadas pelo PEV para atribuição destes “galardões”. Em breve seguirá informação concreta sobre as iniciativas futuras programadas para os outros concelhos do Distrito de Lisboa, no âmbito destas Jornadas Ecologistas.

Pl´O Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista “Os Verdes”,
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 30 de Janeiro de 2015

03/02/2014

“Os Verdes” entregam iniciativa legislativa para criar melhores acessos ao Hospital de Loures



“Os Verdes” entregaram na Assembleia da República um Projeto de Resolução em que recomendam ao Governo a criação urgente de condições de acesso ao Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, para que todos os utentes, sem exceção, possam ver concretizado o seu direito de acesso a cuidados de saúde.

Desde que entrou em funcionamento, em Janeiro de 2012, que têm sido referidos problemas na acessibilidade ao Hospital Beatriz Ângelo. Desde essa altura, a população dos vários concelhos servidos por esta unidade de saúde – Odivelas, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço - tem reivindicado a solução para estes problemas, com a criação de uma rede adequada de transportes públicos.

É urgente colocar um ponto final nestes constrangimentos e dificuldades que causam enorme transtorno aos utentes e que podem constituir um sério impedimento no acesso aos cuidados de saúde e é com esse objetivo que o PEV entrega a iniciativa legislativa em causa, que propõe a criação de carreiras diretas com entrada no recinto hospitalar, a criação de um título de transporte próprio com custos mais acessíveis, o alargamento da coroa do Passe L1 até o hospital e, ainda, a colocação de bancos e abrigos nas paragens das carreiras.

Consultar Projeto de Resolução aqui

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”
Lisboa, 3 de Fevereiro de 2014

12/09/2013

Jantar da CDU Loures em São João da Talha - 11 Setembro 2013

O Pavilhão José Augusto Gouveia, em São João da Talha, foi pequeno para tanta gente com vontade de mudar o Concelho de Loures. 

Foram jovens, crianças, reformados, comerciantes, empresários, professores, trabalhadores, dirigentes de associações e colectividades que marcaram presença neste jantar, que juntou mais de 1000 pessoas.







01/04/2013

2 e 5 de Abril – Mafra, Loures e Odivelas - “Os Verdes” em campanha “Contra a Privatização da Água”



O Partido Ecologista «Os Verdes» realiza esta semana um conjunto de ações no âmbito da campanha nacional “Contra a Privatização da Água” que se iniciou no Dia Mundial da Água, dia 22 de Março. Com esta campanha, que percorrerá todo o país, o PEV pretende alertar para os perigos da privatização da água, que o Governo tem vindo a promover através de profundas alterações à legislação e também com a já anunciada reestruturação do Grupo Águas de Portugal (AdP). Para «OsVerdes» a água é um direito humano inalienável, que não pode ser mercantilizado nem sujeito às leis de mercado.

Com a campanha “Contra a Privatização da Água”, “Os Verdes” percorrerão vários concelhos do país – as iniciativas desta semana decorrem nos Concelhos de Mafra, Loures e Odivelas - promovendo a assinatura de um postal, por parte dos cidadãos, que, no final da iniciativa, será simbolicamente entregue ao Primeiro – Ministro. Organizarão ainda um conjunto de tertúlias e debates em diversas localidades.  
   
Programa  
   
3ª feira, 2 de Abril - Mafra 
11.00h – Mafra – Veolia Água, Águas de Mafra e centro da vila
15.00h – Mafra – Ecoparque da Abrunheira

6ª feira, 5 de Abril – Loures e Odivelas
10.00h – Loures – Câmara Municipal e Mercado de Loures
15.00h - Odivelas – Loja do Cidadão e Metro (Estação Sr. Roubado)

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 1 de Abril de 2013

08/02/2013

«Os Verdes» condenam privatização da água no concelho de Odivelas


A Assembleia Municipal de Odivelas aprovou ontem, com os votos do PS e do PSD, a privatização da água e saneamento do concelho.
   
O Colectivo do Distrito Lisboa do Partido Ecologista “Os Verdes” considera que esta decisão é errada, injusta e que vai lesar gravemente o interesse do município, das populações e dos trabalhadores dos SMAS de Loures,responsáveis pelo fornecimento de água em Odivelas.

Está mais do que provado que com a privatização, o tarifário da água deixará de ter em conta o interesse público e as preocupações sociais com as populações, e ficará dependente do objectivo de obter lucros, em detrimento da qualidade dos serviços e dos direitos dos utentes e dos trabalhadores.

De facto, a entrega da água ao sector privado é um verdadeiro desastre do ponto de vista económico, social e ambiental e é fácil ver qual será o resultado: a água vai sofrer aumentos brutais e um número considerável de trabalhadores dos SMAS serão empurrados para o desemprego.

Por todas estas razões, o Colectivo do Distrito de Lisboa do Partido Ecologista “Os Verdes” repudia veementemente esta decisão de privatização, apontando como alternativa um serviço público de qualidade, ao serviço das populações, com as condições técnicas e humanas dos serviços actuais.

Também por estas razões e perante a ofensiva contra a água pública a nível nacional, assume particular importância a campanha nacional contra a privatização da água que o Partido Ecologista «Os Verdes» lançará brevemente.

“Os Verdes” expressam a sua solidariedade para com os trabalhadores pela luta travada em defesa dos seus postos de trabalho, claramente ameaçados com esta decisão da Câmara Municipal de Odivelas, e pela manutenção de um serviço público de qualidade.

O PEV, reiterando que a água é um bem precioso e um direito humano fundamental, que nunca poderá ser gerido como um negócio, continuará a lutar contra a privatização da água e apela à população para que continue a defender os seus direitos.  

O Colectivo do Distrito de Lisboa do
Partido Ecologista “Os Verdes”

Lisboa, 8 de Fevereiro de 2013



31/01/2013

Conclusões da Reunião do Colectivo Regional de Lisboa de «Os Verdes»


O Colectivo Regional de Lisboa do  Partido Ecologista «Os Verdes» reuniu no passado Sábado, dia 26 de Janeiro, no concelho de Lisboa, procedendo a um amplo debate sobre a situação eco-política no distrito de Lisboa, e quais os impactos nos diversos concelhos. Desta reunião destacam-se as seguintes considerações:

1. Situação Económica

As sucessivas e cada vez mais gravosas políticas de austeridade impostas pelo actual Governo PSD/CDS-PP têm tido impactos gravíssimos na região de Lisboa, aumentando as situações de pobreza, desemprego, precariedade e instabilidade. Estas medidas têm levado ao encerramento e desmantelamento de serviços públicos fundamentais às populações, como é o caso da área da saúde e dos transportes.
Relativamente ao facto de o Governo pedir a extensão do prazo de pagamento do empréstimo à troika, o PEV considera que essa decisão peca por tardia e é insuficiente.  Esta inversão na posição do Governo, que mostra o rotundo falhanço das políticas do Governo para ultrapassar a crise que assola o País, é apesar de tudo insuficiente.  “Os Verdes” continuam a considerar que a única forma de pagar a divida passa necessariamente pela renegociação, para além dos prazos, também dos juros e dos montantes.
Quanto à execução orçamental de 2012, que o Governo diz ter cumprido, “Os Verdes” consideram que os números desmentem essa afirmação do Governo, uma vez que as receitas fiscais ficaram muito aquém  das previsões do Governo, 3 mil milhões de euros abaixo das previsões iniciais do Governo e 600 milhões abaixo das últimas revisões que o Governo fez em Outubro do ano passado.
O PEV considera ainda que é vergonhosa a ilusão que o Governo quer criar dizendo que vai devolver os subsídios roubados aos trabalhadores em duodécimos, através de uma tentativa de atenuar o brutal corte salarial que os tiveram, a par dos aumentos dos preços de bens essenciais.

2. Privatizações

Este Governo tem seguido um programa de privatizações em diversas áreas: água, transportes, RTP, TAP e ANA, entre muitas outras, baseando na ideia de que só o privado gere com eficácia e sob o falso pretexto de combate à dívida pública.
Na realidade, o que se tem verificado, é que se privatiza, a qualidade dos serviços diminui e os consumidores pagam mais.  É preciso acabar com esta política ruinosa de beneficiação de um certo sector privado, que sempre tem vivido à sombra do Estado, à custa do sector público e dos negócios ruinosos que este tem feito, das privatizações e das PPP. A destruição do aparelho produtivo nacional, industrial e agrícola, continua a fazer-se por força ainda da privatização de áreas que são vitais para a soberania económica do Estado e para a própria vitalidade e sobrevivência da economia e competitividade do nosso tecido produtivo como a água, a energia e os transportes.

3. Reorganização Administrativa

Perante a aprovação, na generalidade, do diploma que determina a extinção de cerca de 1200 freguesias por todo o país, o PEV volta a lamentar todo este processo que vai contra tudo e contra todos, sendo uma machadada no poder local participado, plural e democrático. Esta reforma não melhora o serviço público, não responde às necessidades e às aspirações das populações, e não traz sequer poupanças financeiras como foi já assumido pelo PSD e pelo CDS.
“Os Verdes” manifestaram ainda grande preocupação face às pretensões do Governo relativamente à  proposta para as Finanças Locais cuja discussão e votação na AR está para breve e que representa mais uma facada no Poder Local Democrático e que contará com a firme oposição dos Verdes.

4. Mobilidade e Transportes

Na região de Lisboa o sector dos transportes tem sofrido um claro desinvestimento por parte do Governo, com os cortes nos passes sociais e escolares, com os aumentos brutais dos tarifários e com supressões e encurtamentos das carreiras das várias empresas de transporte de carreiras que operam no distrito.
Esta situação tem contribuído para uma diminuição da qualidade do serviço prestado às populações com graves prejuízos para a região de Lisboa, acompanhados de despedimentos ou alegadas rescisões de mútuo acordo de funcionários das empresas.
“Os Verdes” consideram que estamos perante um sério retrocesso na prestação do serviço público de transportes, pondo em causa um direito tão fundamental como é a mobilidade das pessoas. Por isso, defendem uma verdadeira política de transportes públicos que defenda o direito à mobilidade das populações, a preços socialmente justos e promovendo desta forma a qualidade de vida das pessoas.

Nesta reunião do Colectivo Regional de Lisboa, «Os Verdes» delinearam ainda um conjunto de iniciativas das quais destacamos as tertúlias a realizar no  âmbito da comemoração do 30º aniversário do PEV, estando já uma tertúlia marcada para 23 de Fevereiro em Sintra, alguma acções de contacto com a população em defesa do direito à educação e, a partir de Fevereiro, «Os Verdes» estarão na rua com uma campanha contra a privatização da água.

O Colectivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista «Os Verdes»

18/07/2012

Loures: “Os Verdes” questionam Ministério da Economia sobre empresa Mirandela - Artes Gráficas




O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Economia e do Emprego, sobre a empresaMirandela – Artes Gráficas, empresa de Loures com laboração suspensa que deixou mais de 100 trabalhadores com salários em atraso.

PERGUNTA:

A empresa Mirandela – Artes Gráficas, SA, está com a laboração suspensa, por iniciativa do Administrador de insolvência. Dos 110 trabalhadores, 90 suspenderam o contrato individual de trabalho por falta de pagamento dos salários e os restantes por decisão do Administrador de insolvência. Os trabalhadores têm cinco anos de atraso nos pagamentos de subsídios de natal e férias e mais de três meses e meio de salários em atraso. Os trabalhadores tudo fizeram para manter os seus postos de trabalho e para tornar a empresa viável, o exemplo é que durante cinco anos não receberam os subsídios de natal e férias a que tinham direito, mas devido provavelmente à gestão que tem vindo a ser feita, a empresa contraiu um passivo incompreensível.

Os trabalhadores cansados de mentiras iniciaram uma greve em 08 de Maio que se manteve até à suspensão da atividade da empresa. As dívidas da Mirandela – Artes Gráficas, SA, estão estimadas em 50 milhões de euros, sendo o estado o maior credor com cerca de 22 milhões de euros (16 milhões de dividas fiscais e 6 milhões à Segurança Social).

Esta empresa está dotada com a maior rotativa para jornais, onde foram impressos jornais como o Público, A Bola, Expresso, o Diário Económico, entre outros, e está preparada para a impressão e acabamento de livros de todo o tipo. Segundo os trabalhadores a empresa tem todos os ingredientes para ser rentável e não compreendem como se chegou a esta situação.

Um dos exemplos menos claros dos atos de gestão foi a venda do património da empresa em Alcântara e que não foi sentido na sua tesouraria, segundo os trabalhadores. Estes trabalhadores abnegados estão hoje a viver momentos difíceis, com graves situações individuais e familiares e muitos já tiveram que entregar a sua casa ao banco. Os trabalhadores da Mirandela acreditam, que com outra administração, será possível manter os seus postos de trabalho, revitalizar a empresa e não irem engrossar a lista de desempregados em Portugal.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Economia e do Emprego possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1 – Como foi possível que a Mirandela – Artes Gráficas, SA atingisse o valor de 22 milhões de dívidas ao Estado e que o mesmo não atuasse?
2 – Qual vai ser a posição do Estado na assembleia de credores marcada para 25 de Julho?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

Lisboa, 17 de Julho de 2012

19/01/2012

HOSPITAL DE LOURES DEIXA 100 MIL DE FORA - “OS VERDES” QUESTIONAM MINISTÉRIO DA SAÚDE

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Saúde, sobre o Hospital de Loures, que entrou hoje em Funcionamento, e a falta de atendimento a cerca de 100 mil utentes do concelho.

PERGUNTA:

O Hospital de Loures, designado Hospital Beatriz Ângelo, entra em funcionamento hoje, dia 19 de Janeiro, e os serviços vão arrancar gradualmente, prevendo-se que no final do mês de Fevereiro esteja a trabalhar em pleno, abrangendo 272 mil utentes de Loures, Mafra, Odivelas e Sobral de Monte Agraço.

Contudo, cerca de 100 mil pessoas do concelho de Loures não terão acesso ao atendimento na nova unidade, uma vez que estava previsto que passassem para o Hospital Oriental de Lisboa que, até ao momento, não se sabe se vai ou não avançar. Estes utentes, provenientes de Moscavide, Sacavém, Prior Velho, Portela, São João da Talha e Santa Iria, estão actualmente a ser seguidos no Hospital de São José, depois das urgências do Hospital Curry Cabral, que servia os habitantes da zona Oriental de Loures, terem encerrado.

Considerando que a cedência do terreno pela autarquia de Loures para a construção do Hospital, em 2003, previa que a nova unidade servisse toda a população de Loures, pois apenas posteriormente o Governo decidiu a construção do Hospital Oriental de Lisboa, que ficaria mais próximo para estes utentes.

Ora, não tendo ainda avançado, e não se sabendo se vai avançar o Hospital Oriental de Lisboa, não faz sentido nenhum que estes 100 mil utentes não possam ser atendidos na nova unidade hospitalar de Loures, principalmente quando, segundo a administração, se encontra a aproximadamente 70% da sua capacidade.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Saúde me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

  1. Qual a posição do Ministério da Saúde relativamente ao projecto do Hospital Oriental de Lisboa?
  2. Estando actualmente o Hospital de São José a receber os utentes da zona oriental de Loures, quais as consequências desta situação?
  3. Pondera o Governo tomar as diligências necessárias no sentido de permitir o atendimento destes 100 mil utentes no Hospital de Loures?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”

(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)

www.osverdes.pt

Lisboa, 19 de Janeiro de 2012

23/03/2010

CDU - LOURES E ODIVELAS: VENDER OS SMAS? NÃO!

CDU - ODIVELAS E LOURES DENUNCIAM:


Os Municípios de Loures e Odivelas, liderados pelo PS, entregarem a entidades exteriores, as redes de água, saneamento e recolha de resíduos sólidos urbanos.

Em conferência de imprensa, realizada no passado dia 10 de Março, em que participaram os vereadores da CDU dos dois municípios, ficou claro que é preciso informar e esclarecer a população, visando a defesa dos SMAS como prestadores de um serviço público de qualidade, sob a alçada directa e gestão dos municípios.

Os Eleitos da CDU denunciam:

- Que a partilha dos Serviços Municipalizados de Loures (SMAS) entre os municípios de Odivelas e de Loures, é um processo que se arrasta há uma década, sem solução. A responsabilidade desta situação cabe por inteiro ao Partido Socialista que é quem tem gerido as duas Câmaras Municipais, os SMAS e o Governo.
- Os dois municípios têm, ano após ano, descapitalizado os SMAS ao não transferirem para esta entidade, de forma deliberada, as verbas que lhe eram devidas e que foram cobradas pelas Câmaras através das taxas de infra-estruturas (das novas urbanizações) e da derrama.
- Só entre os anos de 2002 e 2008 o valor acumulado das verbas não transferidas é de 52.000.000 Euros. Essas quantias foram utilizadas noutros objectivos e desviadas dos investimentos necessários na manutenção e reforço das redes de abastecimento de água, recolha de esgotos e resíduos sólidos urbanos.
- Política esta que tem traduzido gravíssimos prejuízos para a população de Loures e Odivelas, agravados com a crescente degradação do serviço prestado pelos SMAS em todos os domínios da sua actividade.
- As interrupções no abastecimento de água tornaram-se frequentes e chegam a durar uma semana nalgumas zonas das freguesias de Caneças, Odivelas e Famões do concelho de Odivelas. No concelho de Loures, a falta de pressão e as roturas na rede são um problema recorrente em várias zonas. Com esta má gestão e incúria, as perdas de água na rede atingiram, em 2008, a espantosa percentagem de 37%.
- Na recolha de lixo, há anos que a frota municipal não é renovada, os suportes de recolha não se modernizaram. O resultado são ruas mais sujas e com muito lixo espalhado junto aos velhos contentores. Já há Juntas de Freguesia a contratar empresas privadas, a expensas próprias, para efectuarem recolhas suplementares de lixo. Tem crescido o número de circuitos de recolha entregues a empresas privadas.
- Em oito anos da gestão PS nos SMAS e Municípios de Loures e Odivelas, acentua-se a degradação do serviço prestado aos consumidores, a par dos aumentos consecutivos das tarifas suportadas pelos munícipes dos dois concelhos que não param de subir.

Em recente entrevista da Presidente da C.M de Odivelas a um órgão de comunicação social, cujas afirmações foram posteriormente confirmadas nas suas linhas essenciais pelo Presidente da Câmara de Loures, puseram finalmente a nu o verdadeiro objectivo que o PS pretende atingir:
- Entregar a entidades exteriores aos municípios, as redes de água, saneamento e recolha de resíduos sólidos urbanos.

- Os eleitos da CDU nas Câmaras Municipais de Loures e Odivelas alertam desde já a população que a entrega das redes de água, saneamento e recolha de resíduos sólidos só interessam a terceiros, visando o lucro, lucro este que será sempre pago pelo consumidor!

Comprometendo-se e alertando para os seguintes pontos:

- A consumar-se, esta operação abre o caminho a futuras privatizações, nomeadamente da água, como há muito é intenção do governo do Partido Socialista, seguindo-se um aumento dos tarifários e à redução do número de postos de trabalho associados aos serviços prestados pelos SMAS.
- Os eleitos da CDU nas Câmaras Municipais de Loures e Odivelas entendem ser seu dever denunciar esta situação, alertar a população dos dois concelhos e os trabalhadores dos SMAS, para as suas consequências.

Discordam frontalmente com esta política e comprometem-se a fazer tudo o que estiver aos seus alcance de forma a denunciar esta situação e esclarendo os consumidores dos dois Concelhos.

Recusam este caminho afirmando que há outra alternativa, capaz de defender eficazmente os interesses da população dos concelhos de Loures e de Odivelas e dos trabalhadores dos SMAS.

Reafirmam que os SMAS são economicamente viáveis e defendem a sua manutenção sob a tutela directa dos municípios através de uma gestão conjunta.

Por último ficou claro na conferência de imprensa que iniciou a acção de esclarecimento da população visando a defesa dos SMAS como prestadores de um serviço público de qualidade, sob a alçada directa e gestão dos municípios.

Odivelas, 10 de Março de 2010

Vereadores da CDU na Câmara Municipal de Loures

ATENDIMENTO AO PÚBLICO

Os cidadãos que habitam, trabalham ou, simplesmente, se interessam pelo Concelho de Loures e que queiram colocar questões, apresentar problemas ou sugestões, e que desejem ser recebidos pelos Vereadores da CDU na Câmara Municipal de Loures, deverão utilizar os seguintes contactos:


Gabinete de Apoio aos Vereadores da CDU
Largo do Mercado (antigo Tribunal do Trabalho), R/C
2670 – Loures


Telefone: 21 982 06 24
Fax: 21 983 25 08
Email: gabcduloures@iol.pt


Importante: Os vereadores da CDU não têm pelouros, nem estão a tempo inteiro na Câmara. Assim os atendimentos decorrerão em data e horário previamente combinados entre o Gabinete de Apoio aos Vereadores e os requerentes.


http://cduloures.org/Atendimento_vereadores.html