13/11/2019
Aprovada proposta de Os Verdes para a criação de mais eco-bairros na cidade de Lisboa
11/11/2019
Os Verdes querem mais eco-bairros na cidade de Lisboa
A implementação de eco-bairros é uma forma de, em harmonia com os ecossistemas existentes, salvaguardar a cidade, o seu património, melhorar a qualidade de vida de todos, ao mesmo tempo que se garante a preservação do meio ambiente para as gerações presentes e futuras.
O PEV apresenta ainda os seguintes documentos:
Uma recomendação "Pela melhoria das condições de trabalho no Complexo Municipal da Boavista", onde se propõe que a CML esclareça se a transferência do Departamento para os Direitos Sociais e da Direcção Municipal de Cultura para o Complexo Municipal da Boavista tem carácter temporário ou permanente e ainda que proceda à resolução dos vários problemas e necessidades identificados para a adequação dos edifícios do Complexo Municipal da Boavista, com vista a garantir as devidas condições de trabalho e de prestação dos serviços.
Por fim, os deputados ecologistas apresentam uma saudação ao "Dia Europeu da Igualdade Salarial", onde saúdam a persistente luta das mulheres pela igualdade de género, na sociedade, nos locais de trabalho e na família.
05/07/2019
"45 anos depois do 25 de Abril - os direitos das mulheres no mundo do trabalho"
04/07/2019
4 de julho - intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa
27/06/2019
27 de junho - intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa
28/02/2019
28 de fevereiro - intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa
26/02/2019
Aprovada proposta de Os Verdes para a edificação do Memorial às vítimas das guerras coloniais
25/02/2019
Os Verdes propõem a revogação do SIADAP e a edificação do Memorial às vítimas das guerras coloniais

20/02/2019
Violência doméstica: Os Verdes querem mais respostas por parte da CML
Foram aprovadas várias medidas propostas pelo Partido Ecologista Os Verdes com vista à prevenção e combate à violência, flagelo social que urge erradicar.19/02/2019
19 de fevereiro - intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa
11/02/2019
Os Verdes propõem medidas para uma maior prevenção e combate à violência doméstica

27/02/2018
Saudação sobre o 8 de Março - Dia Internacional da Mulher
06/03/2017
Lisboa: Os Verdes propõem o Selo Escola Amiga da Nutrição e Alimentação nas Escolas de Lisboa, o fim da desresponsabilização do Estado e da municipalização do ensino e uma Saudação ao Dia Internacional da Mulher
Uma Recomendação propondo qua a CML assuma a iniciativa de atribuição de um Selo Escola Amiga da Nutrição e Alimentação para as escolas de Lisboa, uma vez que a alimentação tem efeitos directos na saúde e no bem-estar.
As escolas, onde as crianças passam uma parte significativa do dia, são um local privilegiado e decisivo para a promoção da saúde e de estilos de vida saudáveis, tendo, assim, a responsabilidade de fomentar uma alimentação saudável, o que deverá passar pelos conteúdos dos currículos escolares, mas também pelo próprio fornecimento de refeições equilibradas.
Uma Recomendação “Pelo fim da desresponsabilização do Estado e da municipalização do ensino”, como forma de manifestar a preocupação do PEV relativamente a esta matéria.
Para Os Verdes, a municipalização da educação pode colocar em causa a autonomia das escolas, podendo ainda comprometer a educação pública universal e, até, nalguns casos, o seu carácter democrático.
Por fim, uma Saudação ao “8 de Março - Dia Internacional da Mulher” onde saúda todas as mulheres portuguesas e em particular as trabalhadoras do Município de Lisboa.
Apesar de muitas e significativas melhorias na vida das mulheres e do reconhecimento da igualdade na lei, um pouco por todo o mundo, são vários os motivos que ainda hoje nos levam a assinalar esta data, pois persistem muitos factores de discriminação, de retrocesso e de ameaça a direitos conquistados.
Leia abaixoo texto completo das recomendações e do voto apresentados:
Recomendação 04/134 (PEV) - Selo Escola Amiga da Nutrição e Alimentação nas Escolas de Lisboa
Recomendação 03/134 (PEV) - Pelo fim da desresponsabilização do Estado e da municipalização do ensino
Voto 04/134 (PEV) – 8 de Março Dia Internacional da Mulher
20/04/2015
08/04/2015
Abril também é o mês da Mulher!
Com a participação de Manuela Cunha do PEV, Sandra Benfica do MDM, Sónia Reis da APAV.
17 de Abril, 6ª feira, às 18 horas, na sede do PEV em Lisboa (Av. Dom Carlos I, Nº 146, 1º Dto)
24/03/2015
Intervenção do PEV no Debate Temático: “Erradicação da violência contra as mulheres – Monitorização e conclusões”
10/03/2015
Debate temático “A violência contra as mulheres - 2ª sessão: Prevenção e protecção”
03/03/2015
Intervenção da Deputada do PEV Cláudia Madeira no Debate Temático: Erradicação da violência contra as mulheres, A Convenção de Istambul e o Direito Português
16/09/2010
AMANHÃ - QUOTAS DE EMPREGO PARA VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA – INICIATIVA LEGISLATIVA DE “OS VERDES” EM DISCUSSÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Discute-se amanhã, dia 17 de Setembro, na Assembleia da República, o Projecto de Lei de “Os Verdes” que estabelece um princípio de quotas de emprego, nos serviços e organismos da administração central e local, para mulheres que sejam comprovadamente vítimas de violência doméstica.“Os Verdes” consideram que o Estado deve dar um exemplo na rejeição da indiferença perante mulheres que precisam de respostas céleres e seguras e, nesse sentido, o PEV propõe nesta iniciativa legislativa, que no emprego público exista uma quota de empregabilidade para vítimas de violência doméstica. Pretende-se assim, que em todos os concursos externos de ingresso na função pública, um em cada 5 lugares do concurso seja destinado a uma vítima de violência doméstica, de modo a garantir um mecanismo de atribuição de uma prioridade para estas pessoas.
Para o PEV, o combate à violência doméstica passa por várias frentes e também pela implementação de respostas imediatas no sentido de alavancar responsabilidades e soluções integradas.
08/04/2010
A pobreza no feminino. Como conciliar família e emprego?
Mulheres sozinhas com os filhos ou idosas enfrentam riscos acrescidos. Medidas que conciliem trabalho e família, e programas locais de apoios sociais podem ser decisivos.
Não será de mais recordar que a taxa de pobreza para as famílias monoparentais portuguesas - e 90% são encabeçadas por mulheres - é de 39%; e que para as mulheres com 65 anos ou mais é de 24%, mais cinco pontos percentuais que nos homens.
Uma mulher com filhos pequenos ou grávida, por exemplo, dificilmente arranja emprego. Basicamente, não é possível falar de pobreza no feminino sem perceber que as possibilidades de entrada no mercado de trabalho são determinadas pelos modelos de vida familiar. Se à mulher cabe o trabalho doméstico e a tarefa de cuidar, não terá tanta disponibilidade laboral. Mas tudo isto poderia ser contornado.
"Devem ser criados mecanismos de conciliação da vida familiar com o emprego. As empresas poderiam adoptar um sistema de banco de horas. A mulher teria que trabalhar um certo número de horas por semana, mas poderia gerir esse tempo como bem entendesse, por forma a poder assistir à família. Ou, então, adoptar-se um regime compensatório: a mulher ausenta-se sempre que preciso, mas compensa em outra altura, não prejudicando nem a família, nem o trabalho", avançou o economista Luís Bento.
Importante seria também que as empresas tivessem creches, "geridas pelas juntas de freguesia e pelas associações de empresas", defendeu. "As associações patronais continuam alheias a isto. A Associação de Jovens Empresários deveria dar o exemplo", acrescentou. Por fim, relativamente, ainda, às mulheres mais novas, "deveria ser crime público despedir uma grávida", sugeriu.
Relativamente às mais idosas, em que o risco de pobreza é profundo, "as autarquias deveriam investir em programas de apoio social. Era menos meia dúzia de rotundas. Há autarquias que apoiam bastante os mais desfavorecidos. Deveria generalizar-se", concluiu.
Fonte: LEONOR PAIVA WATSON, Jornal Notícias, 2010-03-08







