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17/05/2009
23/01/2009
Manifestação de solidariedade com o Povo Palestiniano
Sábado dia 24 às 15h00, no Largo de Camões, em Lisboa
O brutal ataque que o governo de Israel desencadeou sobre a população da Faixa de Gaza a 27 de Dezembro, traduziu-se num criminoso massacre, numa destruição e numa catástrofe humanitária sem precedentes. Mais de 1300 palestinianos foram mortos, entre os quais 417 crianças e 107 mulheres cobardemente assassinados. Exigimos o fim dos massacres que há mais de 60 anos são perpetrados contra o povo palestiniano.
Os bombardeamentos e a invasão foram mais um exemplo da política de terrorismo de Estado de Israel numa guerra desigual contra o povo da Palestina e contra o seu inalienável direito a construir o seu Estado independente e soberano em solo da Palestina. As bombas deixaram de cair na Faixa de Gaza mas a actual situação de cessar-fogo é frágil.
As declarações e discursos políticos de Israel não dão qualquer garantia de que novos massacres não voltem a acontecer. O espectro da reocupação de Gaza permanece actual, o criminoso bloqueio ao território mantém-se, tal como permanece a ocupação da Palestina, a construção dos colonatos, o muro de separação e o autêntico genocídio do povo palestiniano. As bombas deixaram de cair mas a Paz não chegou ao Médio Oriente. Essa só terá lugar com o reconhecimento dos direitos nacionais do povo palestiniano, com o estabelecimento do Estado da Palestina nas fronteiras anteriores à guerra de ocupação de 1967, com capital em Jerusalém Leste.
A luta continua por uma Palestina livre e independente!
As organizações promotoras da Manifestação que tem lugar em Lisboa, no Largo Camões, no dia 24 de Janeiro, às 15 horas, apelam a todos os homens e mulheres de paz que unam as suas vozes em solidariedade com o povo palestiniano que resiste e luta: Pelo Fim dos massacres do Povo Palestiniano! Pela investigação e processamento dos responsáveis israelitas pelos crimes de guerra e contra a Humanidade!
Pelo Fim ao Bloqueio a Gaza! Pelo Fim à Ocupação da Palestina! Por uma Paz Justa e duradoura no Médio Oriente!
05/01/2009
Concentração contra o Massacre na Faixa de Gaza
26/09/2008
Porque a Paz é possível
Os afectos, a solidariedade, a fraternidade, a tolerância e a generosidade são dimensões universais do comportamento humano, que como tal se encontram não só adquiridas como valores em muitos seres humanos, como também estatuídas como princípios em muitas sociedades.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição da Republica Portuguesa, cada uma no seu âmbito próprio, reconhecem e proclamam esses e outros princípios.
Não está demonstrado, mas é nosso dever demonstrar, que o desejo de coexistência fraternal e pacífica é um instinto, adquirido como inclinação inata do ser humano, uma adaptação evolutiva, causa e efeito de um contexto cultural em que se desenvolve e consolida, por conferir acrescida capacidade de sobrevivência e de expansão ao ser humano, nos planos individual e comunitário, material e espiritual.
A Paz é um objectivo possível a atingir.
Extracto da intervenção do prof. Rui Namorado Rosa, Presidente do Conselho Português para a Paz e a Cooperação, lida na Casa do Alentejo em Lisboa, no dia 20 de Setembro de 2008.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Constituição da Republica Portuguesa, cada uma no seu âmbito próprio, reconhecem e proclamam esses e outros princípios.
Não está demonstrado, mas é nosso dever demonstrar, que o desejo de coexistência fraternal e pacífica é um instinto, adquirido como inclinação inata do ser humano, uma adaptação evolutiva, causa e efeito de um contexto cultural em que se desenvolve e consolida, por conferir acrescida capacidade de sobrevivência e de expansão ao ser humano, nos planos individual e comunitário, material e espiritual.
A Paz é um objectivo possível a atingir.
Extracto da intervenção do prof. Rui Namorado Rosa, Presidente do Conselho Português para a Paz e a Cooperação, lida na Casa do Alentejo em Lisboa, no dia 20 de Setembro de 2008.
Ler na íntegra em www.cppc.pt/imagens/Intervencao_do_Presidente_do_CPPC.pdf
22/09/2008
"Os Verdes" no Jantar pela Paz
"Os Verdes" estiveram presentes no Jantar Comemorativo do Dia Internacional da Paz promovido pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação - CPPC -, realizado no dia 20 de Setembro, na Casa do Alentejo, em Lisboa.
Este evento contou com as intervenções do Prof. Rui Namorado Rosa, Presidente da Direcção do CPPC, e da Dra. Ana Mafalda Tello do Centro Regional de Informação das Nações Unidas.
Ecolojovem assinala Dia Internacional da Paz
Assinala-se a 21 de Setembro o Dia Internacional da Paz.
Hoje, este dia é marcado por um mundo cada vez mais militarizado e violento, onde a violência continua a colher vidas inocentes, havendo conflitos em várias regiões.
Os massacres que afectam milhões de pessoas são gerados por interesses político-económicos e são baseados em mentiras, quando o único objectivo é o interesse pelo poder, pelo domínio e exploração dos povos e dos recursos naturais.
A Ecolojovem - “Os Verdes” aposta na construção de um mundo equilibrado onde prevalece a paz e a justiça, manifestando-se contra a violência e a agressão a que são submetidos vários povos.
O mundo precisa de uma nova realidade política e de soluções pacíficas para a resolução de conflitos, tal como inscrito na Carta das Nações Unidas.
Temos de continuar a lutar por um sistema capaz de assegurar a paz, a justiça e os direitos dos povos.
A guerra não é o meio para resolver os conflitos. A cooperação entre os povos e o respeito são as maiores armas para manter a Paz.
A Ecolojovem - “Os Verdes” apela à intervenção e mobilização de todos contra a guerra, acreditando que é possível um Mundo de Paz.
Lutamos pela paz, pela independência, pela autodeterminação dos povos, pela democracia e pela segurança.
Exigimos o respeito e a defesa dos direitos humanos e democráticos, exigimos justiça social!
A Ecolojovem – “Os Verdes”
21 de Setembro de 2008
Hoje, este dia é marcado por um mundo cada vez mais militarizado e violento, onde a violência continua a colher vidas inocentes, havendo conflitos em várias regiões.
Os massacres que afectam milhões de pessoas são gerados por interesses político-económicos e são baseados em mentiras, quando o único objectivo é o interesse pelo poder, pelo domínio e exploração dos povos e dos recursos naturais.
A Ecolojovem - “Os Verdes” aposta na construção de um mundo equilibrado onde prevalece a paz e a justiça, manifestando-se contra a violência e a agressão a que são submetidos vários povos.
O mundo precisa de uma nova realidade política e de soluções pacíficas para a resolução de conflitos, tal como inscrito na Carta das Nações Unidas.
Temos de continuar a lutar por um sistema capaz de assegurar a paz, a justiça e os direitos dos povos.
A guerra não é o meio para resolver os conflitos. A cooperação entre os povos e o respeito são as maiores armas para manter a Paz.
A Ecolojovem - “Os Verdes” apela à intervenção e mobilização de todos contra a guerra, acreditando que é possível um Mundo de Paz.
Lutamos pela paz, pela independência, pela autodeterminação dos povos, pela democracia e pela segurança.
Exigimos o respeito e a defesa dos direitos humanos e democráticos, exigimos justiça social!
A Ecolojovem – “Os Verdes”
21 de Setembro de 2008
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