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21/06/2018

Alhandra – Vila Franca de Xira - Verdes Questionam Possível Encerramento do Balcão da CGD

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério das Finanças sobre o possível encerramento do balcão da Caixa Geral de Depósito, em Alhandra, concelho de Vila Franca de Xira.

Pergunta:

O balcão da Caixa Geral de Depósitos (CGD) de Alhandra, no concelho de Vila Franca de Xira, distrito de Lisboa, poderá fazer parte de uma lista de balcões que, o banco público, perspetiva encerrar até ao final deste mês, de acordo com rumores que têm vindo a circular, sobretudo nas redes sociais.

Perante tal cenário de imediato se fez ouvir a voz da população contestando o possível encerramento deste balcão que veio para a rua nos dias 2 e 18 de junho, juntando-se na Praça 7 de março, em protesto por eventual decisão de encerramento de um importante serviço de proximidade.

Também o presidente da União de Freguesias Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz, fez chegar ao Grupo Parlamentar Os Verdes uma carta aberta onde expõe as consequências "negativas de um eventual encerramento".

Lembramos que Alhandra tem cerca de 13.000 habitantes, onde o envelhecimento demográfico emerge e tem especial relevância, cujos idosos ficam sem alternativas viáveis, pelo que teriam de passar a deslocar-se a Vila Franca de Xira ou a Alverca.

Trata-se de um local com significativa dinâmica comercial, social e económica que justifica a existência e manutenção do balcão da CGD. Isso mesmo é referido pela população que considera que “Se a Caixa fechar será mais um golpe que se vai dar no comércio da vila”.
O possível encerramento do referido balcão será motivado, alegadamente, pelo fraco volume de operações que se realizam no balcão. Para Os Verdes não é admissível que um banco público tenha o mesmo comportamento de qualquer outro banco privado, onde as decisões se tomam tendo por base apenas critérios meramente economicistas, não tendo em conta as necessidades das populações, nem o seu dever de promotor da coesão nacional e de dinamização da economia.

Assim, ao abrigo das disposições legais e regimentais aplicáveis, solicitamos ao senhor Presidente da Assembleia da Republica que remeta ao Governo a presente pergunta, para que o Ministério das Finanças preste os seguintes esclarecimentos:

1.Confirma o Ministério das Finanças a intenção de encerramento da agência bancária da Caixa Geral de Depósitos em Alhandra?

2. Que impactos foram avaliados nos setores produtivos e no setor económico, causados pelo possível encerramento de balcão da CGD, em Alhandra?

3. Face ao exposto, que diligências pondera o Governo tomar para garantir a manutenção em funcionamento da agência bancária da Caixa Geral de Depósitos em Alhandra?

12/04/2017

Os Verdes levaram protesto contra intenção do encerramento da CGD no TAGUS PARK ao debate com o Primeiro Ministro

Os Verdes, através da deputada Heloísa Apolónia, colocaram hoje, no debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, o problema do encerramento de alguns balcões da Caixa Geral de Depósitos, que podem prejudicar significativamente as populações e as localidades, não podendo, por isso, ser objeto de indiferença por parte do Governo.

Para ilustrar as dificuldades anunciadas pelo encerramento de agências da CGD, a deputada ecologista deu o exemplo de Almeida, distrito da Guarda e do Tagus Park – Oeiras.


O balcão do Tagus Park serve um parque empresarial com um número muito considerável de empresas, que empregam mais de 800 trabalhadores, tratando-se, ainda da única agência da CGD daquela freguesia. O encerramento deste balcão pode ser bastante prejudicial para a própria CGD, deixando espaço para a instalação de outros bancos, que ganharão novos clientes os quais a CGD perderá. Não seria uma boa estratégia para a CGD e prejudicaria em muito as populações.

O Primeiro-Ministro garantiu que a Administração da CGD vai analisar caso a caso, pelo que o PEV considera que as populações devem protestar, dar voz pública à sua razão, no sentido de pressionar para que a intenção de encerramento de alguns balcões necessários seja rapidamente revertida.