31/10/2009

Nalguns lugares da Terra a água já não existe


Sudão

Dois sudaneses bebem água do pântano com tubos de plástico, especialmente concebidos para este fim, com um filtro para filtrar as larvas flutuantes responsáveis pela enfermidade da lombriga da Guiné.

Quénia

Habitantes da ilha de Coronilla cavam poços profundos em busca do precioso líquido, a apenas 300 metros do mar. A água é salobra.

França

Água suja em torneiras residenciais.

Nigéria

As águas do delta do rio Niger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e despejar o lixo.

Áustria

Os glaciares que abastecem a Europa de água potável perderam mais de metade do seu volume no século passado. Na foto, trabalhadores da estação de ski do glaciar de Pitztal, na Áustria, cobrem o glaciar com uma manta especial para proteger a neve e retardar o seu derretimento durante os meses de verão...

Índia

Só querem um pouco de água...

Cazaquistão, Mar Aral

Aquele que foi o quarto maior lago do mundo,agora é um cemitério poeirento de embarcações que nunca mais zarparão...

29/10/2009

Verdes querem mais espaços naturistas

O PEV pede que se reconheça os espaços onde o naturismo é praticado apesar de não estar licenciado

O Partido Ecologista "Os Verdes" defende a livre prática do naturismo nos espaços em que esse hábito está implementado, tendo ontem entregue um diploma que visa materializar este princípio.

José Luís Ferreira, do PEV, referiu que com este diploma a sua bancada segue "uma estrutura e o essencial da filosofia da lei actual, mas procura remover algumas limitações que entendem não fazer sentido hoje em dia".

O deputado frisou que o PEV quer que "para além da prática do naturismo - que é permitida agora pela via do licenciamento - e se reconheça que a prática seja livre em espaços em que o hábito se haja implementado".

Por outro lado, o diploma quer que a prática do naturismo passe a ser viabilizada a 500 metros dos centros urbanos, e não nos actuais 1500 metros.

in Diário de Notícias, 29/10/2009, Pág. 11

27/10/2009

'Flor de laranjeira' que vai fazer renascer o lince em Portugal


Chegou ontem a Portugal 'Azahar', primeira fêmea de lince-ibérico no País desde que esta espécie desapareceu nos anos 80. No centro da serra da Malcata está localizado um centro onde se espera que os animais se reproduzam, como aconteceu em Espanha. Pelo bem da biodiversidade e de uma espécie que é um símbolo da península e única em todo o mundo.
Foi um primeiro passo em solo nacional bastante nervoso. Ontem, mal se abriu a porta da jaula, Azahar desatou a correr e a saltar pelos 800 m2 que lhe foram destinados no Centro Nacional de Reprodução em Cativeiro para o Lince-Ibérico (CNRCLI), sem esconder a ansiedade e estranheza pelo espaço de 800 m2 que lhe foi dado. As crias de Azahar vão ser a nova esperança para o ressurgimento do lince-ibérico em Portugal, desde que esta espécie se extinguiu nos anos 80.
A história desta "flor de laranjeira" (tradução portuguesa do nome árabe Azahar) começou em Janeiro de 2006 quando foi capturada na serra Morena, na Andaluzia. "Estava muito magra e tinha uma vértebra fracturada", conta Iñigo Sanchez, conservador do Zoobotânico. Foi tratada e escolhida para recuperar os linces-ibéricos em Portugal. Espera-se que consiga engravidar, pois até agora estava num meio urbano e stressante que se pensa que impediu a procriação.
Os mais de 350 quilómetros que Azahar percorreu desde o Zoobotânico de Jerez de La Frontera (Espanha) até à Barragem de Odelouca (perto de São Bartolomeu de Messines) decorreram calmos e lentamente - para não assustar a lince e para permitir uma monitorização a cada 10 minutos - , com direito até a batedores da polícia. Portugueses e espanhóis levam "o passeio" muito a sério.
"O lince-ibérico desapareceu há 30 anos em Portugal. Agora vamos reintroduzi-lo na serra da Malcata, local histórico onde se avistaram os últimos espécimes portugueses", explicou Tito Rosa, presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB).
A partida de Jerez de La Frontera foi cuidadosa. Apenas foi permitido um vislumbre muito rápido de Azahar, que logo começou a mostrar-se inquieta com a presença humana. Maria José Coca, sua tratadora nestes três anos teve tempo para soltar umas lágrimas de saudade antes de a lince partir para a serra da Malcata, primeiro local onde o lince vai ser introduzido. "No futuro, a área de introdução vai desde a Beira Alta até ao Algarve", explicou Rodrigo Serra, director do CNRCLI.
O CNRCI está localizado em pleno coração da serra da Malcata. Um caminho longo e sinuoso leva a um local que impede olhares curiosos. O ruído é nulo, apenas incomodado pelos trinar das aves da zona que cortam o céu. Vai-se aumentar o número de coelhos-bravos, alimento preferencial dos linces-ibéricos.
Azahar vai viver como se estivesse num Big Brother: vigiada por câmaras de filmar, com o mínimo de contacto com os tratadores. Tudo para que o animal viva como se estivesse em estado selvagem e para permitir a procriação com os machos que vão chegar mais tarde - dez machos e seis fêmeas vão entrar no CNRCLI três de cada vez até ao dia 1 de Dezembro.
"Trabalhamos há dez anos a criar habitats, a criar coelhos-bravos, tudo para trazer de volta o lince a Portugal", acrescenta o presidente do ICNB. No país vizinho foram 50 as crias que nasceram em cativeiro e espera-se semelhante sucesso para os animais que chegam a Portugal.
Dependendo da adaptação e das condições naturais, espera-se que dentro de dois a três anos os linces estejam reintegrados no meio natural. Só nessa altura será possível ver o lince-ibérico, porque até lá não há visitas.

23/10/2009

Reacção do Partido Ecologista "Os Verdes" ao novo Governo

“Os Verdes” consideram pertinente lembrar as palavras do Secretário-Geral do PS, em campanha eleitoral, quando referiu que a propósito da formação de um futuro Governo, entendia que “Novo Governo, novos Ministros”. Contudo, vem-se agora a verificar que José Sócrates mantém metade dos Ministros da anterior legislatura, renovando apenas a outra metade. Sócrates quis mostrar uma ilusão de mudança durante a campanha eleitoral, que não manteve na formação do Governo.
Entende, todavia, o PEV que os nomes dos ministros não são a questão mais determinante para se compreender se este executivo está ou não disposto a mudar de políticas. As medidas e as propostas concretas apresentadas e tomadas pelo Governo é que determinarão esse sentido de mudança ou de continuidade, e dessas teremos o primeiro anúncio com a apresentação do Programa do Governo à Assembleia da República.
“Os Verdes” entendem útil fazer uma referência particular à nova Ministra do Ambiente, Eng.ª Dulce Pássaro. Primeiro realçando que o anterior Ministro do Ambiente, Nunes Correia, contribuiu, porque essa era uma opção do executivo, para menorizar a política de ambiente do país, secundarizando essa pasta e submetendo-a a outros interesses que não os do ambiente e do ordenamento do território em particular. Foi um Ministro apagado com vista a apagar a política ambiental, que pouco ou nada contou dentro do Governo. A Eng.ª Dulce Pássaro é uma pessoa que tem estado integrada no IRAR e, anteriormente, no instituto de resíduos, e que não deixou de ser conivente com aspectos gravosos das políticas na área do ambiente, como a má localização de alguns aterros ou como a co-incineração de resíduos industriais perigosos. A expectativa do PEV não é grande.

22/10/2009

Contacto Verde Nº 73

Nova economia, melhor sustentabilidade

Nesta edição da Contacto Verde, o destaque vai para as iniciativas de “Os Verdes” no âmbito da soberania alimentar, do produzir nacional e consumir local.

Em entrevista José Miguel Pacheco Gonçalves, engenheiro Agro-Pecuário que tem exercido actividade profissional na CNA - Confederação Nacional da Agricultura e é membro da Comissão Executiva de "Os Verdes" detalha à Contacto Verde a importância de produzir e consumir local e avalia as actuais tendências nas políticas internacionais e nacionais neste campo.

No Em debate, dão-se a conhecer as conclusões da reunião do Conselho Nacional de “Os Verdes”, na sequência das últimas eleições autárquicas e legislativas.

20/10/2009

HOJE: “OS VERDES” APRESENTAM INICIATIVAS LEGISLATIVAS NO PARLAMENTO

O Partido Ecologista “Os Verdes” apresenta hoje o seu primeiro pacote de iniciativas legislativas da XI Legislatura.
Deste pacote constam os Projectos de Lei apresentados, na passada legislatura, pelo Grupo Parlamentar "Os Verdes" que foram chumbados apenas com o voto contra do PS e que, portanto, nesta legislatura, estão em condições de ser aprovados, dado que o PS não conta com maioria absoluta. O PEV anunciará, ainda, dois novos Projectos de Lei que se prendem com questões ambientais relevantes.


CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Apresentação de iniciativas legislativas
20 DE OUTUBRO – 14.30H
SALA DE IMPRENSA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Conclusões do Conselho Nacional do PEV


Conselho Nacional de “Os Verdes” analisa resultados eleitorais e define prioridades de intervenção para o futuro

O Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”, reuniu no dia17 de Outubro de 2009, em Lisboa.
Como conclusões da reunião, o Conselho Nacional destaca os seguintes pontos:
1. Análise dos resultados eleitorais
1.1 – Eleições Legislativas
O Conselho Nacional considera os resultados eleitorais da CDU positivos, não só porque atingiu os objectivos a que se tinha proposto, mais votos, mais percentagem e mais mandatos, como também contribuiu para retirar a maioria absoluta ao Partido Socialista, com todas as consequências positivas que, no plano politico, esta nova realidade pode trazer para a generalidade dos Portugueses.“Os Verdes” mantém o seu Grupo Parlamentar, com dois deputados, e assumirá uma postura de grande responsabilidade no Parlamento, votando a favor de todas as propostas que no seu entendimento possam contribuir para a melhoria das condições de vida dos Portugueses e em prol de um desenvolvimento sustentável e apresentarão iniciativas legislativas que procurem dar corpo ao seu manifesto eleitoral.
1.2 – Eleições Autárquicas
Reconhecendo a natureza insatisfatória destes resultados face aos objectivos propostos, o Conselho Nacional sublinha como factos positivos, a consolidação da CDU, como a grande força de esquerda imprescindível à democracia portuguesa, resistindo com solidez à tentativa de bipolarização da vida autárquica do país, bem como as novas Câmaras conquistadas nestas eleições. Acresce ainda o facto da CDU consolidar a sua posição em muitos municípios onde já era maioria, designadamente no distrito de Setúbal, confirmando-se como primeira força politica na área Metropolitana de Lisboa, e conseguir manter lugares importantes na oposição que nos permitirão agir como garantes da transparência e voz activa da esquerda na defesa dos interesses das populações, nomeadamente nas Câmaras de Lisboa e Porto.Importa ainda reafirmar que independentemente de estarmos em maioria ou em minoria, os eleitos de “Os Verdes” nas autarquias serão sempre parte activa na resolução dos problemas ambientais e sociais das populações e uma voz permanente na proposta e na defesa de soluções para uma vida melhor dos cidadãos.
2 - Prioridades de intervenção
O Partido Ecologista "Os Verdes" vai reforçar a sua intervenção e acções a nivel local, dando prioridade às questõess dos transportes públicos e do consumir local.Relativamente às prioridades de intervenção ao nível do Grupo Parlamentar, para o início desta legislatura, "Os Verdes" vão apresentar iniciativas legislativas relativas os transportes, alterações climáticas, a defesa da água pública, a produção e consumo local e a classificação a Património Mundial do Parque Natural da Arrábida."Os Verdes" vão ainda apresentar propostas legislativas no sentido de remover obstáculos ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O Conselho Nacional do Partido Ecologista "Os Verdes"
Lisboa,17 de Outubro de 2009

15/10/2009

Grupo Parlamentar “Os Verdes” - Tomada de posse na Assembleia da República

Tomam hoje posse na Assembleia da República os dois Deputados que constituem o Grupo Parlamentar “Os Verdes”: Heloísa Apolónia, eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal, que assumirá a liderança da bancada, e José Luís Ferreira, eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa.

Heloísa Apolónia, 40 anos, jurista, eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal, assumirá a liderança da bancada parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes”. É membro da Comissão Executiva e do Conselho Nacional de “Os Verdes”.






José Luís Ferreira, 47 anos, jurista, eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa. É eleito na Assembleia Municipal de Lisboa e na Assembleia Metropolitana de Lisboa. É membro da Comissão Executiva e do Conselho Nacional de “Os Verdes”.




O Grupo Parlamentar “Os Verdes” (composto por um homem e uma mulher) reafirma o seu total empenho em garantir soluções ambientais e de estabilidade económica e social do país através do seu trabalho parlamentar.

13/10/2009

Avião movido a energia solar faz hoje “escala” em Lisboa

O Solar Impulse, primeiro avião capaz de voar dia e noite sem combustível e movido apenas a energia solar, é hoje apresentado em Lisboa, num evento promovido pela Solvay, parceira tecnológica deste projecto.
O avião é uma iniciativa do suíço Bertrand Piccard que, em 1999, completou a volta ao mundo num balão de ar quente. Motivado pela ambição de “dar a volta ao mundo sem utilizar combustível”, Bertrand Piccard quer repetir o feito com o Solar Impulse em 2011. A viagem está marcada para 2011 e será feita por etapas, estando prevista uma escala em cada continente para trocar de piloto, avançou à Lusa o director de comunicação da Solvay Portugal, Mário Branco. Construído com materiais resistentes e leves, capazes de suportar pressões a grandes altitudes, este aparelho foi apresentado na Suíça em Junho e começou a ser testado no ano passado. Hoje, em Lisboa, será apresentada uma maqueta do avião, num evento promovido pela Solvay, empresa que está a desenvolver produtos que serão aplicados no aparelho.

12/10/2009

“Os Verdes” analisam resultados eleitorais

A Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”, reunida hoje, apreciou os resultados das eleições autárquicas que tiveram lugar ontem, dia 11 de Outubro, por todo o país elegendo democraticamente os membros dos órgãos do poder local que tão importante papel desempenham na Democracia portuguesa, sobretudo pela proximidade que têm à vida e interesses das populações.

Como factos positivos para a CDU, coligação que “Os Verdes” integram, registamos, desde logo, a manutenção da CDU como 3ª força política nacional a nível autárquico e como a grande força de esquerda imprescindível à Democracia portuguesa, bem como as três novas Câmaras conquistadas nestas eleições: Alpiarça, Alvito e Crato.

A CDU viu ainda consolidada a sua posição em muitos municípios onde já era maioria, designadamente no distrito de Setúbal, confirmando-se como primeira força politica na Área Metropolitana de Lisboa, e conseguiu manter lugares importantes na oposição que nos permitirão agir como garantes da transparência e voz activa da esquerda na defesa dos interesses das populações, nomeadamente nas Câmaras de Lisboa e Porto.

Como factos negativos registamos naturalmente a perda de eleitos, assim como a presidência em algumas Câmaras, embora nem sempre de forma democraticamente leal, como foi, aparentemente, o caso do município de Beja.
Contudo, neste momento, importa reafirmar que, independentemente de estarmos em maioria ou em minoria, os eleitos de “Os Verdes” nas autarquias serão sempre parte activa na resolução dos problemas ambientais e sociais das populações e uma voz permanente na proposta e na defesa de soluções para uma vida melhor.

A Comissão Executiva Nacional saúda vivamente todos os candidatos, militantes e activistas do Partido Ecologista “Os Verdes”, bem como do Partido Comunista Português, da Intervenção Democrática e os muitos independentes que, por todo o país, tiveram a seu cargo, com o sacrifício do seu tempo pessoal e familiar, fazer da campanha da CDU uma realidade sólida, levando as propostas de cada lista e os princípios do trabalho, da honestidade e da competência até aos eleitores.

Lisboa, 12 de Outubro de 2009
Comissão Executiva Nacional do PEV

11/10/2009

'Os Verdes' defendem as melhores 'Soluções para Lisboa'


Consulte regularmente www.osverdes.pt

Quando o ‘verde’ se transforma num estilo sustentável de vida comunitária

Quem não gostaria de viver numa cidade onde ambiente, educação e saúde são as principais bandeiras do governo local? E onde os novos edifícios, feitos na sua maioria em madeira, são aquecidos por biomassa, e as energias renováveis representam a maioria do consumo total de energia?
Pois é assim em Vaxjo, uma cidade do Sul da Suécia, cujo município decidiu, em 1996, tornar-se a primeira cidade livre de combustíveis fósseis, a nível mundial. Desde 2007, Vaxjo é reconhecida como a cidade ‘mais verde’ da Europa 3.
Uma cidade que venceu, em 2007, o ‘Sustainable Energy for Europe Campaign Award’ 1.
Tudo começou com um problema ambiental! ‘Vaxjo’ significa ‘o lago onde as estradas se encontram’. Na década de 70, os lagos da cidade de Vaxjo estavam muito poluídos Tiveram então de avançar com um plano de recuperação das águas. Essa foi a primeira medida. Depois perceberam que o facto de estarem rodeados de floresta poderia trazer muitas vantagens. Foi então, a partir dos anos 80 que começaram a usar a biomassa florestal para produção de energia.
Transformaram os resíduos florestais tanto para produção de energia eléctrica, como para o aquecimento das casas. Complementando com outras fontes de energia renováveis, como eólica ou solar, neste momento cerca de 58% da energia que a cidade consome vem de fontes renováveis Em 1995, antes ainda da assinatura do Protocolo de Quioto, tomaram a decisão de tornar a cidade livre de combustíveis fosseis 2.
Já em 1896, a Suécia estava um passo à frente no estudo das alterações climáticas. Nesse ano, o químico Svante Arrhenius (que foi Prémio Nobel da Química em 1903) publicava os primeiros cálculos sobre o efeito de estufa e as suas implicações na mudança da temperatura. Hoje, esta é a questão que move políticos e especialistas em torno de metas e objectivos cada vez mais exigentes.
No caso de Vaxjo, essas metas foram estabelecidas em 1996: reduzir as emissões de CO2 em 50% per capita até 2010, em relação aos valores de 1993. Até ao momento, a redução foi de 33%, mas o presidente da câmara local acredita num futuro ainda mais verde, até porque esse é o espírito que anima toda a comunidade.
“Os banhos são aquecidos por biogás, feito a partir de resíduos orgânicos, que o município recolhe junto dos habitantes. O Governo dá apoios financeiros a quem adquirir carros ecológicos e quem os compra estaciona gratuitamente em quase toda a Suécia”.
O lema “Pensar globalmente e Agir localmente” ganha assim forma em Vaxjo, onde até as empresas “são muito ambiciosas no que toca à protecção do clima”. “Economia e ecologia são dois lados da mesma moeda”, pois “não é possível ter uma economia saudável se não estiver bem relacionada com a ecologia”.
O segredo para o sucesso de uma política ambiental com 30 anos reside no “consenso político”, e na “coragem” dos governantes para estabelecer objectivos e lutar por eles. Afinal, “é muito fácil”, assevera o edil 3.

10/10/2009

Programas Eleitorais da CDU nas Freguesias de Lisboa

Encontram-se disponíveis para consulta as listas dos candidatos da CDU à Câmara e Assembleia Municipais, bem como todos os Programas da CDU para as Freguesias de Lisboa.

CDU nas autarquias

Ciclo Cinema & Ambiente

A Fundação Calouste Gulbenkian, em colaboração com a Cinemateca Portuguesa, apresenta o ciclo Cinema & Ambiente, de 15 de Setembro de 2009 a 13 de Julho de 2010.
No final de cada filme, uma personalidade pública será convidada a comentar a obra. As sessões são de entrada livre e realizam-se mensalmente na Cinemateca, às 21h30.
“O objectivo deste ciclo de cinema é motivar uma discussão alargada com o público sobre a temática ambiental”, explicam os organizadores.
Calendário:

15 de Setembro: "Seguro" (Safe), de Todd Haynes. Comentado por Teresa Patrício Gouveia.
13 de Outubro: "A Nuvem" (Die Wolke), de Gregor Schnitzler. Comentado por Inês Pedrosa.
10 de Novembro: "Os Últimos Dias do Paraíso" (Medicine Man), de John McTiernan. Comentado por Susana Fonseca.
15 de Dezembro: "Efeitos na Escuridão" (The Trigger Effect), de David Koepp. Convidado a anunciar.
12 de Janeiro: "Five", de Arch Oboler. Convidado a anunciar.
9 de Fevereiro: "À Beira do Fim" (Soylent Green), de Richard Fleischer. Convidado a anunciar.
9 de Março: "O Lado Selvagem" (Into the Wild), de Sean Penn. Comentado por Paula Moura Pinheiro.
13 de Abril: "Os Respigadores e a Respigadora" (Les Glaneurs et la Glaneuse), de Agnès Varda. Comentado por Helena Roseta.
11 de Maio: "A Floresta Interdita" (Wind across the Everglades), de Nicholas Ray. Convidado a anunciar.
8 de Junho: "O Mundo do Silêncio" (Le Monde du Silence), de Jacques-Yves Cousteau e Louis Malle. Convidado a anunciar.
13 de Julho: "O Acontecimento" (The Happening), de M. Night Shyamalan. Comentado por Viriato Soromenho-Marques.
Todas as sessões têm entrada gratuita, no limite dos lugares disponíveis. Será necessário bilhete de ingresso. Dirija-se à bilheteira da Cinemateca no próprio dia de sessão, das 14h30 às 15h30 e das 18h00 às 21h30.