14/06/2010
07/06/2010
Novo nº da Contacto Verde

26/05/2010
“Os Verdes” questionam a Câmara Municipal de Lisboa sobre a utilização de herbicidas em espaço público

Neste documento, onde “Os Verdes” denunciam a aplicação de produtos químicos bastante prejudiciais para a saúde pública, a CML é também questionada acerca da utilização de métodos alternativos no controlo de vegetação, métodos mais baratos e benéficos para as populações e para o ambiente.
Este requerimento pode ser consultado na íntegra em
http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=370&Itemid=32
24/05/2010
“Os Verdes” questionam a CML sobre o apeadeiro de Marvila

21/05/2010
Grupo Municipal de "Os Verdes" visita condições de acessibilidade na freguesia de Marvila
Novo nº da Contacto Verde

Na entrevista Maria João Dias, membro da Direcção da PATO, uma organização não governamental de ambiente com vasta actividade, dá a conhecer à Contacto Verde as iniciativas desta associação que tem intervido em defesa do Paul de Tornada e da Lagoa de Óbidos.
No Em debate aborda-se a situação da Lagoa de Óbidos e as iniciativas de “Os Verdes” pepla concretização de intervenções necessárias e pela sua classificação.
20/05/2010
19/05/2010
Visita de "Os Verdes" a Marvila
14/05/2010
REACÇÃO DE “OS VERDES” AO PLANO DE AUSTERIDADE: GOVERNO MENTE E ASFIXIA FAMÍLIAS PORTUGUESAS
10/05/2010
"Os Verdes" questionam CML sobre Refeitório de Alcântara e transferência do DOIS
O Grupo Municipal de “Os Verdes”, através da deputada Cláudia Madeira, questionou hoje, na Assembleia Municipal de Lisboa, o Executivo Camarário sobre a falta de água quente no refeitório de Alcântara e sobre o processo de transferência do DOIS, sem que tivessem sido prestados quaisquer esclarecimentos.
Plano de integração de pessoas com deficiência só foi concretizado em 68 por cento

Fonte do Gabinete da secretária de Estado adjunta e da Reabilitação disse hoje que no Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade (PAIPDI), que vigorou entre 2006 e 2009, "de um total de 99 medidas, 68 foram concretizadas durante o prazo estipulado, 12 encontravam-se em fase de execução em Dezembro".
Apesar de o plano já não estar em vigor, "algumas medidas nele inscritas têm continuidade", garantiu. Na opinião do presidente da Associação Portuguesa de Deficientes (APD), Humberto Santos, "o plano ficou muito aquém das necessidades das pessoas com deficiência". "O plano não integrava grande leque de medidas impactantes e inovadoras, não se preocupava com o desenvolvimento dos instrumentos. Não é suficiente criar legislação, é decisivo ter essa legislação implementada", defendeu Humberto Santos. Acessibilidades e informação, educação, qualificação e promoção da inclusão laboral são algumas áreas abrangidas pelas medidas que fonte do Gabinete da secretária de Estado considerou terem tido uma "execução positiva".
Acesso à sociedade de informação
Entre os exemplos avançados está a criação de linhas de financiamento dirigidas às autarquias para construção de espaços acessíveis para todos ou o papel de empresas de transportes colectivos que "souberam criar soluções para os passageiros com necessidades especiais". No que respeita ao acesso à sociedade de informação, "o Governo e a Administração Central impuseram a criação de sítios governamentais e dos serviços públicos acessíveis, de acordo com as normas europeias" e, de 333 sítios informativos, 93 por cento estavam conforme o nível "A" destas directrizes.
O novo sistema de educação especial implicou "a reorganização dos recursos materiais e humanos" e "uma articulação mais eficiente" entre as escolas e as entidades que eram responsáveis por aquele tipo de ensino, passando aquelas a centros de recursos. O presidente da APD defendeu que "em áreas essenciais para vida dos cidadãos com deficiência, como educação, emprego e formação profissional, o plano falha redondamente, o que é grave".
Humberto Santos diz que na área da educação, por exemplo, "há um decreto-lei que vai contra a convenção [das Nações Unidas] sobre os direitos das pessoas com deficiência" quando diz que "as crianças com deficiência devem estar em escolas que tenham a ver com a sua zona de residência". Em Portugal, "ao ter legislado as unidades de referência e desterrado crianças com deficiência para zonas totalmente fora da zona de residência, [o Governo] legisla em sentido contrário, depois de assinar a Convenção", explicou.
"Entre o plano das intenções, a concretização e as reais condições de vida das pessoas com deficiência vão diferenças muito significativas que [devem] ser tão rápido quanto possível suprimidas", salientou o presidente da APD.
Fonte: Lusa - 10-05-2010
08/05/2010
“OS VERDES” QUESTIONAM MINISTÉRIO DA CULTURA SOBRE PRESERVAÇÃO DAS SETE FONTES

07/05/2010
“OS VERDES” QUESTIONAM GOVERNO SOBRE APOIOS FINANCEIROS PARA AS ONGA'S

Desde 2007 que o Estado suspendeu o apoio financeiro às ONGA o que tem levado diversas destas organizações a denunciar a sua situação de dificuldade de execução dos seus planos o que leva “Os Verdes” a solicitar esclarecimentos quanto ao cumprimento do Regulamento do Apoio Financeiro às ONGA.
PERGUNTA:
As mais de 100 ONGA, e outras equiparadas, têm desempenhado um papel público muito reconhecido na promoção e defesa de valores ambientais, na própria fiscalização dos poderes públicos e da sociedade em geral, na exigência de salvaguarda do património natural ou na educação ambiental.
A valorização do movimento associativo ambientalista é também reflexo da importância que os decisores políticos dão, não apenas à participação cívica de movimentos de cidadãos, mas também à integração das componentes ambientais no desenvolvimento e no âmago da nossa vida colectiva.
É justamente nessa lógica que o Estado tem a obrigação e interesse próprio na garantia de capacidade de intervenção das ONGA (Organizações Não Governamentais de Ambiente), através, designadamente, do apoio financeiro, o qual se encontra regulamentado pelo Despacho nº 24208/2002, de 13 de Novembro.
Ora, ocorre que em 2007, exclusivamente por razões de contributo da despesa para o défice, o Governo suspendeu o apoio financeiro às ONGA, ou, pelo menos, a sua componente fundamental, o que tem levado, desde então, várias ONGA a denunciar a sua situação de dificuldade de execução dos seus planos de acção.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exa O Presidente da Assembleia da República, que remeta ao Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território a presente Pergunta, de modo a que me possam ser prestados os seguintes esclarecimentos:
1. Que cumprimento tem sido dado ao Regulamento do Apoio Financeiro às ONGA, desde 2007, inclusive?
06/05/2010
Contacto Verde Nº 85

Na entrevista, Francisco Madeira Lopes, membro da Comissão Executiva do PEV, aborda o centenário da implantação da República, a Constituição da República Portuguesa e os direitos assegurados pelo 25 de Abril.
No Em debate Pedro Laranjeira escreve sobre o turismo naturista.
04/05/2010
Visita de "Os Verdes" ao Lumiar

Dia 5 de Maio
às 11h frente ao Mercado do Lumiar
03/05/2010
Tempo de Antena de "Os Verdes"
“OS VERDES” QUEREM ESCLARECIMENTOS SOBRE DESCARGAS SUINÍCOLAS NA RIBEIRA DOS MILAGRES

“Os Verdes” querem saber se têm sido efectuadas acções de fiscalização relativamente às descargas na Ribeira dos Milagres e em que data entrará em funcionamento a ETES – Estação de Tratamento de Efluentes de Suinicultura. O PEV quer ainda saber que soluções, provisórias, estão a ser ponderadas para resolução deste problema, até que a ETES entre em funcionamento.
PERGUNTA:
As descargas de efluentes suinícolas na Ribeira dos Milagres, situada na bacia hidrográfica do Rio Lis, ocorrem há largos anos e continuam sem solução.
De acordo com dados divulgados na comunicação social, estão em causa efluentes de 400 suiniculturas, com 250 mil porcos, espalhadas por Leiria, Batalha e Porto de Mós.
Há uma década que foi assinado um protocolo entre os Ministérios do Ambiente e da Agricultura e as associações de suinicultores (que constituíram a RECILIS), no sentido de ser disponibilizado 30% do total do investimento necessário para a construção de uma ETES - Estação de Tratamento de Efluentes de Suinicultura, com vista à resolução do problema das descargas poluentes na Ribeira dos Milagres.
Contudo, foi necessário encontrar uma solução até que a ETES fosse construída e entrasse em funcionamento. A solução encontrada passou pela autorização dada, em 2004, à RECILIS para efectuar o espalhamento dos efluentes das suiniculturas aderentes, sendo ainda uma parte destes destinados à ETAR – Estação de Tratamento de Águas Residuais Norte, de Leiria, da SIMLIS.
Há, também, suiniculturas que armazenam os efluentes em lagoas de retenção, mas aparentemente estas não têm capacidade para mais de dois a três meses. O problema, de acordo com a Quercus que tem acompanhado a situação, é que esses espalhamentos são muito frequentes, levando a concentrações muito elevadas nos solos. Não há fiscalização eficaz nem tão pouco são feitas análises.
Recentemente, a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Centro retirou a licença de espalhamento nos solos agrícolas.
A outra solução possível, disponibilizada pela Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) Norte de Leiria, da SIMLIS, que tem alguma capacidade para tratar destes efluentes, tem sido pouco utilizada. De acordo com a Quercus, a capacidade de recepção da ETAR não é a melhor, e os suinicultores têm que esperar em longas filas para descarregar os seus camiões.
Deste modo, é a ribeira dos Milagres que continua a ser alvo de descargas. A poluição é considerada bastante grave, por causa da elevada carga orgânica lançada para as águas. Toda a biodiversidade da ribeira, incluindo peixes e invertebrados, tem sido afectada.
Entretanto a ETES destinada a tratar a maioria dos efluentes suinícolas, cerca de 1500 m3/dia, planeada e aprovada, ainda não começou a ser construída.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte Pergunta, para que o Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território me possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1. Que fiscalização tem sido realizada às descargas de suiniculturas na Ribeira dos Milagres?
2. De que infracções cometidas pelas suiniculturas tem o Ministério conhecimento?
3. Que acompanhamento e fiscalização tem sido feito ao projecto de implementação da
ETES?
ETES para os efluentes suinícolas?
Ao Ministério da Agricultura foram enviadas as seguintes questões:
1. Quantos novos projectos de instalação de suiniculturas foram licenciados desde 2000?

