Mostrar mensagens com a etiqueta Águas residuais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Águas residuais. Mostrar todas as mensagens

11/06/2018

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre a reutilização de águas residuais tratadas

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre a reutilização de águas residuais tratadas.

REQUERIMENTO

A Câmara Municipal de Lisboa tem vindo a assumir como objectivo o aproveitamento de águas residuais tratadas (recicladas) para a lavagem de ruas e outros usos não potáveis.

Como se sabe, estas águas, não podendo ser utilizadas para consumo humano, obedecendo a certas normas, como o tratamento terciário e a desinfecção, podem ser reaproveitadas para lavagens, para rega, para utilizações recreativas e ambientais, sistemas de refrigeração e para outros fins, representando, assim, uma poupança deste recurso.


O Plano de Acção para a Energia Sustentável e Clima (PAESC) foi aprovado em reunião de Assembleia Municipal no dia 5 de Junho, através da Proposta nº 332/CM/2018 e, relativamente ao plano de água reciclada, conforme consta neste Plano, a autarquia propõe-se a operacionalizar a rede para a reutilização desta água para rega e lavagem de ruas, de forma a alcançar 25% da rega de espaços verdes até 2030.

Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. Qual o volume de água reciclada na cidade de Lisboa nos últimos três anos?
2. Qual a taxa de reutilização de águas residuais tratadas, nos últimos três anos? E para que fins é reutilizada?
3. Actualmente, a distribuição de água reciclada está alargada a toda a cidade de Lisboa, para fins não potáveis, como a rega de espaços verdes e a lavagem de ruas?

15/04/2014

CDU alerta para impactos da aprovação do Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor


O Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor já foi aprovado em reunião de Câmara e vai ser discutido e votado na Assembleia Municipal de Oeiras, na próxima terça-feira, dia 15 de Abril. A CDU contesta este plano e alerta para os impactos da sua implementação, devido aos inúmeros impactos negativos que acarreta:

- Em primeiro lugar, a CDU discorda da forma como foi efetuado o processo de consulta pública pois ocorreu em pleno mês de Agosto, altura em que muitos munícipes se encontram ausentes. Ora, esta situação contrariou o objetivo da consulta pública, que é auscultar a população. A CDU defende que esta consulta pública deveria ter sida efetuada noutra altura, de forma aberta, transparente e democrática.

- O plano de pormenor apresentado abrange cerca de 60% de terrenos públicos e aproximadamente 40% de terrenos privados, e prevê que os terrenos públicos sejam apropriados para fins privados, situação que suscita a contestação da CDU pois consideramos inadmissível que a Câmara Municipal de Oeiras coloque os interesses privados acima dos interesses públicos, pondo-os em causa.

- O plano de pormenor viola o PDM atualmente em vigor, por não respeitar esta zona como espaço de equilíbrio ambiental, uma vez que os programas a implementar não têm em conta estes princípios.

- A proposta apresentada prevê um projeto imobiliário que consiste num condomínio fechado, constituindo uma barreira que viria a isolar ainda a população da Cruz Quebrada do Tejo, contrariando toda a conceção de requalificação e valorização que a CDU tem vindo a defender para a orla ribeirinha: espaço de equilíbrio ambiental e paisagístico, com o mínimo de betão para os equipamentos a construir, privilegiando os usos recreativos, desportivos e de lazer, e a ser fruído e apropriado pela população.

- Os terrenos onde se prevê edificar para habitação, comércio e escritórios, tiveram durante muito tempo uma utilização destinada a fins industriais, o que nos suscita algumas reservas quanto ao nível de contaminação do solo.
Também os edifícios da Lusa lite têm elevados teores de amianto, o que nos levanta muitas dúvidas e reservas relativamente à descontaminação e precauções a tomar.

- A CDU contesta o facto de a Câmara Municipal de Oeiras querer avançar com um projecto que vai contra o PDM e o PROT AML, pois existem divergências e incongruências entre estes instrumentos e o plano de pormenor.
A zona em causa é classificada como área vital, devendo assumir-se predominantemente como um espaço não edificado e destinado a usos públicos e colectivos de recreio e lazer.
Esta foi uma das razões, entre muitas outras, para a emissão de um parecer desfavorável por parte da CCDR-LVT.

- A CDU considera que o Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor não promove a requalificação desta zona, não assegura a continuidade do Complexo Desportivo do Jamor até ao rio nem representa uma melhoria da qualidade de vida dos munícipes.

- O projeto prevê a construção de cinco torres de betão para habitação, comércio e serviços, no troço final do rio, o que representa alterações da paisagem ao optar-se por esse tipo de construção entre o rio e uma zona verde, sendo a envolvente caracterizada por prédios de altura reduzida. Também o facto destas torres poderem vir a ser construídas perto do rio é problemático devido à zona se caracterizar por elevados riscos naturais, como o risco de cheia, de inundações e a erosão costeira, entre outros.
A própria Autoridade Nacional de Proteção Civil deu parecer desfavorável a este plano.
Outra questão que não está salvaguardada é o facto de ser uma zona onde as aves, incluindo algumas espécies protegidas, nidificam.

- Outro aspeto que merece a discordância por parte da CDU é este projeto prever a construção nova de um número considerável de fogos, em detrimento da reabilitação urbana, sabendo-se que o município de Oeiras tem inúmeros prédios devolutos.

- O Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor contempla a construção de uma marina, o que implica a destruição da Praia da Cruz Quebrada, um bem público e de livre acesso, utilizado pela população daquela zona e protegido por lei.
A CDU nunca poderia concordar com esta destruição que viola a lei e que vai impedir a população de usufruir de um espaço que é público.

- Este plano vai implicar também alguns impedimentos a nível de acessibilidade pois prevê cortar um dos principais acessos à Cruz Quebrada e ao Estádio Nacional, aumentando o fluxo de trânsito que já é elevado. Além disso, prevê ainda construir um viaduto com capacidade para tráfego pesado, por cima do cruzamento entre o Estádio e a Marginal, o que aumentaria o ruído numa zona onde já ultrapassa os valores estipulados por lei. Assim, este plano não apresenta opções viáveis e sustentáveis de forma a melhorara qualidade de vida da população nem em termos ambientais nem de mobilidade.

Perante tudo isto, a CDU considera que este plano tem de ser imediatamente travado porque vai destruir esta zona e vai deteriorar a qualidade de vida das populações afetadas, devendo, por isso este plano de pormenor ser rejeitado na reunião da Assembleia Municipal e procurar-se soluções que vão ao encontro dos direitos e do bem-estar dos munícipes.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769

Lisboa, 15 de Abril  de 2014

23/09/2013

Com a Deputada Heloísa Apolónia -Visita a Problemas Ambientais na Freguesia de S. Domingos de Rana - Cascais

Ontem, dia 22 de Setembro, a CDU realizou um grande Comício Festa no Teatro Gil Vicente, em Cascais, que contou com a intervenção de Clemente Alves, Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Cascais, Heloísa Apolónia, Deputada à AR e Dirigente Nacional do PEV, Francisco Lopes, Membro do Secretariado do CC do PCP.
Este comício foi antecedido de uma visita aos problemas ambientais com que se debatem as populações da freguesia de S. Domingos de Rana, nomeadamente, na zona envolvente à Tratolixo, Ribeira da Lage e ao abandono das ruínas da Vila Romana de Freiria. Contou com a participação da Deputada Heloísa Apolónia de “Os Verdes”, Paulo Pinheiro, Candidato à Presidência da Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana, Associação de Moradores (AMUCA) e com a população local. No final desta visita, a Deputada Ecologista referiu que “Cascais tem absolutas assimetrias regionais no seu Concelho, que são impulsionadoras de desigualdade. Estes espaços naturais, se fossem verdadeiramente valorizados, promoveriam uma maior qualidade de vida das populações e no seu bem-estar, revitalizando a economia local e a promoção de postos de trabalho”. 


29/07/2013

“Os Verdes” questionam Governo sobre poluição na Freguesia de São Domingos de Rana, Cascais (15.07.2013)

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República 3 perguntas em que questiona o Governo, através do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, do Ministério da Economia e do Emprego e também a Secretaria de Estado da Cultura sobre a contaminação e poluição de solos e da qualidade do ar, na Freguesia de São Domingos de Rana, Concelho de Cascais

Consulte aqui







Delegação da CDU visita Ribeira da Lage - São Domingos de Rana

CDU CASCAIS - FACEBOOK

Decorreu na manhã do passado domingo, dia 8 de Junho, uma visita da CDU aos caminhos e à área envolvente da Ribeira da Lage e da Villa Romana de Freiria, que contou com a presença de Clemente Alves, candidato da CDU à Presidência da Câmara Municipal de Cascais, Paulo Pinheiro, candidato da CDU à Presidência da Junta de Freguesia de São Domingos de Rana, Paula Costa, dirigente do Partido Ecologista «Os Verdes» e Nuno Rosado, candidato da CDU à Assembleia Municipal de Cascais. Para além da beleza extraordinária da paisagem e das espécies arbóreas e animais que ali vivem, os candidatos da CDU depararam-se com situações que constituem autênticos crimes ambientais e contra a vida das populações, conforme ilustram as fotos que se publicam. Na visita, registou-se os amontoados de lixo e de poluição existentes nesta zona que têm contaminado a Ribeira da Lage, os solos e toda a área envolvente. A deposição sistemática e prolongada, ao longo das margens da Ribeira, de todo o tipo de resíduos urbanos e industriais dá bem conta do profundo desprezo a que o Ambiente e a vida das populações têm sido votados pelas sucessivas gestões autárquicas do PSD/CDS e do PS. Também, a Villa romana de Freiria encontra-se cada vez mais degradada por clara negligência da autarquia que deixou ao abandono este importante polo histórico do Concelho. A inclusão nas listas da CDU, tanto para a Freguesia de S.D.Rana como para a Câmara, de pessoas que são profundamente conhecedoras destes problemas e que desde sempre se vêm batendo pela sua resolução, dão-nos a certeza de que com a CDU a defesa do Ambiente, a limpeza e requalificação das nossas Ribeiras se fará, pondo-as em condições de serem desfrutadas em recreio e em lazer pelas populações, acrescentando qualidade de vida a todo o Concelho.

16/05/2013

«Os Verdes» questionam a CML em relação aos esgotos não tratados da Lx Factory que desaguam em pleno rio Tejo, em Alcântara


O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes”, através da deputada municipal Cláudia Madeira, entregou na Assembleia Municipal de Lisboa um requerimento em que questiona a autarquia em relação aos esgotos não tratados da Lx Factory que desaguam em pleno rio Tejo, em Alcântara.

Este recinto industrial, propriedade do grupo Mainside, tem cerca de 150 empresas de diversos ramos de actividade, entre restaurantes, agências de publicidade, ateliers de moda, editoras, galerias de arte e discotecas, em que o seu colector pluvial e de águas residuais é um afluente do caneiro de Alcântara.

Por outro lado, a Simtejo concluiu, em 2011, os trabalhos que permitiram o encaminhamento de esgotos da zona ribeirinha, abrangendo cerca de 100 mil pessoas, para a ETAR de Alcântara.

Assim, através deste requerimento, “Os Verdes” pretendem saber a razão de o colector pluvial e de águas residuais da Lx Factory não ter sido ligado ao colector construído pela Simtejo que encaminha os esgotos da zona ribeirinha para tratamento na ETAR de Alcântara e quais as diligências efectuadas pela autarquia para resolver esta situação.

REQUERIMENTO

As águas residuais da Lx Factory não são objecto de qualquer tratamento e vão desaguar em pleno rio Tejo, junto à Doca de Santo Amaro, em Alcântara.

Este recinto industrial, propriedade do grupo Mainside, tem cerca de 150 empresas de diversos ramos de actividade, entre restaurantes, agências de publicidade, ateliers de moda, editoras, galerias de arte e discotecas, em que o seu colector pluvial e de águas residuais é um afluente do caneiro de Alcântara.

O caneiro de Alcântara é o principal colector pluvial e de águas residuais da cidade de Lisboa, estendendo-se desde a Damaia até Santo Amaro, onde desagua no rio Tejo, sendo que a Simtejo, empresa responsável pelo saneamento e tratamento de águas residuais dos rios Tejo e Trancão, possui uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR), a montante do troço final do Caneiro de Alcântara, na Avenida de Ceuta.

Considerando que a ETAR de Alcântara foi re-inaugurada pela Simtejo, em 2011, para permitir efectuar tratamento secundário aos esgotos de cerca 800 mil habitantes da região;

Considerando que a Simtejo concluiu, em 2011, os trabalhos que permitiram o encaminhamento de esgotos da zona ribeirinha, abrangendo cerca de 100 mil pessoas, para a ETAR de Alcântara;

Considerando que nos processos de licenciamento de obras e actividades devem existir projectos de especialidade relativa às redes prediais ou aos ramais de ligação pública de saneamento.

Assim, ao abrigo da al. j) do artº. 12º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, venho por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de me ser facultada a seguinte informação:

1.      Qual a razão de o colector pluvial e de águas residuais da Lx Factory não ter sido ligado ao colector construído pela Simtejo que encaminha os esgotos da zona ribeirinha para tratamento na ETAR de Alcântara?
2.      Quais as diligências efectuadas pela autarquia para resolver esta situação?

O Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de “Os Verdes” em Lisboa.
Lisboa, 16 de Maio de 2013

30/04/2013

Campanha Contra a Privatização da Água passa pelas escolas da Lourinhã

No quadro da campanha do Partido Ecologista “Os Verdes” “Contra a privatização da água”, lançada em Lisboa no passado dia 22 de Março, Dia Mundial da Água, e que tem percorrido o país desde então, o PEV realizou 3 sessões sobre o tema em dois estabelecimentos de ensino da Lourinhã. Estas iniciativas contaram com a presença do Deputado ecologista, José Luís Ferreira


27/04/2013

29 de Abril - “Os Verdes” levam campanha “Contra a Privatização da Água” à Lourinhã



No quadro da campanha do Partido Ecologista “Os Verdes” “Contra a privatização da água”, lançada em Lisboa no passado dia 22 de Março, Dia Mundial da Água, e que tem percorrido o país desde então, o PEV realiza 3 sessões sobre o tema em dois estabelecimentos de ensino da Lourinhã, conforme o programa abaixo. Estas iniciativas contarão com a presença do Deputado ecologista, José Luís Ferreira.

Programa

Segunda-feira, 29 de Abril – Lourinhã
10.00h – Escola D. Afonso Rodrigues Pereira
14.30h e 19.30h – Escola João Manuel da Costa Delgado

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 26 de Abril de 2013

23/04/2013

Oeiras - “Os Verdes” promovem debate sobre sustentabilidade urbana

No quadro das iniciativas comemorativas dos 30 anos do Partido Ecologista “Os Verdes”, que decorrem sob o lema “30 anos de Lutas Ecologistas”, realizou-se na passada sexta-feira, dia 19 de Abril, em Oeiras, um debate promovido pelo PEV sobre sustentabilidade urbana, onde foram discutidas questões relacionadas com os transportes públicos, privatização do setor da água e a reforma administrativa.
Esta iniciativa decorreu no Auditório César Batalha (Galerias Alto da Barra), e contou com a participação da Deputada ecologista Heloísa Apolónia e com o cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal de Oeiras, nas próximas eleições autárquicas, Daniel Branco.







19/04/2013

Campanha do PEV “Contra a Privatização da Água” chega amanhã a Sintra



A campanha nacional do Partido Ecologista «Os Verdes», “Contra a Privatização da Água”, estará amanhã, dia 20 de Abril, em Sintra – Montelavar e Pêro Pinheiro -  para a realização de mais uma ação de rua, onde serão feitos contactos com a população e distribuição de documentação sobre o tema em causa.

Esta campanha, lançada pelo PEV no Dia Mundial da Água, dia 22 de Março, pretende alertar para os perigos da privatização da água, que o Governo tem vindo a promover através de profundas alterações à legislação. Para «Os Verdes» a água é um direito humano inalienável, que não pode ser mercantilizado nem sujeito às leis de mercado. “Os Verdes” percorrerão vários concelhos do país, promovendo a assinatura de um postal, por parte dos cidadãos, que, no final da iniciativa, será simbolicamente entregue ao Primeiro – Ministro.

Programa

Amanhã - Sábado, 20 de Abril – Sintra
09.30h – Montelavar, Largo do Coreto
10.30h – Pêro Pinheiro, Largo do Canteiro

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 19 de Abril de 2013

18/04/2013

Amanhã em Oeiras - “Os Verdes” promovem debate sobre sustentabilidade urbana



No quadro das iniciativas comemorativas dos 30 anos do Partido Ecologista “Os Verdes”, que decorrem sob o lema “30 anos de Lutas Ecologistas”, realiza-se amanhã, sexta-feira, dia 19 de Abril, em Oeiras, um debate promovido pelo PEV sobre sustentabilidade urbana, onde serão discutidas questões relacionadas com os transportes públicos, privatização do setor da água e a reforma administrativa.

Esta iniciativa, que decorrerá na Auditório César Batalha (Galerias Alto da Barra), pelas 18.30h, contará com a participação da Deputada ecologista Heloísa Apolónia e com o cabeça de lista da CDU à Câmara Municipal de Oeiras, nas próximas eleições autárquicas, Daniel Branco.

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 18 de Abril de 2013

Oeiras - “Os Verdes” em campanha “Contra a Privatização da Água”

Campanha do PEV - Contra a Privatização da Água
O colectivo regional do PEV de Oeiras, esteve na estação da CP a alertar a população para os perigos da privatização da Água - 16 de Abril





16/04/2013

Hoje - 16 de Abril – Oeiras - “Os Verdes” em campanha “Contra a Privatização da Água”



A campanha nacional do Partido Ecologista «Os Verdes», “Contra a Privatização da Água”, estará esta semana no Distrito de Lisboa com a realização de uma iniciativa, hoje, dia 16 de Abril, no concelho de Oeiras.

Esta campanha, lançada pelo PEV no Dia Mundial da Água, dia 22 de Março, pretende alertar para os perigos da privatização da água, que o Governo tem vindo a promover através de profundas alterações à legislação. Para «Os Verdes» a água é um direito humano inalienável, que não pode ser mercantilizado nem sujeito às leis de mercado. “Os Verdes” percorrerão vários concelhos do país, promovendo a assinatura de um postal, por parte dos cidadãos, que, no final da iniciativa, será simbolicamente entregue ao Primeiro – Ministro.

Programa

Hoje - 3ª feira, 16 de Abril – Oeiras
17.00h - Junto à estação da CP de Oeiras

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 16 de Abril de 2013

01/04/2013

Amanhã em Mafra - “Os Verdes” visitam a Tratolixo


Uma delegação do Partido Ecologista “Os Verdes”, que inclui o Deputado José Luís Ferreira e dirigentes e membros do coletivo regional de Mafra do PEV, assim como dois representantes da CDU de Mafra, desloca-se amanhã, dia 2 de abril, pelas 15.00h, a Mafra, para uma reunião e uma visita à Tratolixo, empresa intermunicipal de tratamento de resíduos das populações dos Concelhos de Cascais, Sintra, Oeiras e Mafra. 
   
“Os Verdes” querem conhecer a situação em que se encontra a central de digestão anaeróbia da Abrunheira, em Mafra, cuja conclusão se encontra em risco por falta de financiamento.  
   
“Os Verdes” aproveitam ainda este dia para realizar uma ação de rua integrada na sua campanha“Contra a Privatização da Água”, lançada em Lisboa no passado dia 22 de Março. Esta iniciativa terá lugar junto à Veolia Água, Águas de Mafra pelas 11.00h, seguida de distribuição de documentação pela vila de Mafra.

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 1 de Abril de 2013

28/03/2013

2 de Abril - Mafra - “Os Verdes” visitam a Tratolixo


Uma delegação do Partido Ecologista “Os Verdes”, que inclui o Deputado José Luís Ferreira e dirigentes e membros do coletivo regional de Mafra do PEV, assim como dois representantes da CDU de Mafra, desloca-se na próxima terça-feira, dia 2 de abril, pelas 15.00h, a Mafra, para uma reunião e uma visita à Tratolixo, empresa intermunicipal de tratamento de resíduos das populações dos Concelhos de Cascais, Sintra, Oeiras e Mafra.
    
“Os Verdes” querem conhecer a situação em que se encontra a central de digestão anaeróbia da Abrunheira, em Mafra, cuja conclusão se encontra em risco por falta de financiamento.  
   
“Os Verdes” aproveitam ainda este dia para realizar uma ação de rua integrada na sua campanha “Contra a Privatização da Água”, lançada em Lisboa no passado dia 22 de Março. Esta iniciativa terá lugar junto à Veolia Água, Águas de Mafra pelas 11.00h, seguida de distribuição de documentação pela vila de Mafra.

O Partido Ecologista “Os Verdes”,
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 28 de Março de 2013

29/11/2009

Recursos: Hoje precisamos de um planeta e meio para manter gasto



Estudo alerta para o perigo de que se está a gastar de mais em todo o mundo. Sobre Portugal, peritos avisam que seriam precisos quatro países iguais ao nosso para não faltarem recursos.

Imagine que tem um frigorífico em casa com comida para uma semana. Só que em vez de ir poupando para se alimentar nos sete dias, come tudo nos primeiros três. Nos restantes vai ficar cheio de fome e arrepender-se do que fez. Agora é só trocar "comida" por "recursos" e "frigorífico" por "planeta Terra" e chegará à conclusão do mais recente estudo da Global Footprint Network (GFN): estamos a gastar mais recursos do que aqueles que temos. Trocando por números, precisaríamos de um planeta e meio para chegar ao fim do ano "sem fome", indicam os investigadores.

"Estamos a usar mais recursos do que aqueles que temos e isto não vai durar muito tempo", contou ao DN Willy De Backer, da GFN, que todos os anos calcula a pegada ecológica de mais de 100 países e também de toda a humanidade em conjunto. A pegada ecológica é um conceito que se tornou uma ferramenta de análise ambiental. "Os países já lhe dão uma importância ao nível do produto interno bruto", acrescenta o belga da GFN.

Os cálculos da associação incluem, obviamente, Portugal. Segundo a GFN, serão precisos quatro países iguais ao nosso para que nunca nos faltem recursos para consumir. Isto num país que tem como mais-valias apenas as pastagens e florestas, segundo o estudo.

Este problema não passa ao lado dos ecologistas portugue- ses, que se mostram preocupa- dos pelo rumo do nosso planeta. "Este ultrapassar da pegada ecológica já acontece desde o fim dos anos 80. O planeta não consegue repor recursos e absorver os resíduos", explica Hélder Spínola, da associação ambientalista Quercus.

O estudo afirma: "Os dados mostram que consumimos recursos naturais e geramos resíduos, como o CO2, a um ritmo que é 44 por cento mais rápido do que a natureza demora a regenerar e absorver". Dito de outro modo, a Terra precisa de 18 meses para recuperar-se do esforço que lhe exigimos todos os anos. Segundo o relatório, "as urgentes ameaças que enfrentamos hoje, como as alterações climáticas, mas também a perda de biodiversidade, a diminuição das florestas, o esgotamento dos stocks pesqueiros e a perda de recursos hídricos, são sintomas desta alarmante tendência" de consumo em excesso.

"Muitas pessoas pensam que não precisam de se preocupar porque quando os recursos acabarem elas já cá não estão. Mas é preciso lembrar que não são só os recurso das gerações futuras que estamos a consumir. São já os desta geração", alerta o ecologista português.

Os piores casos apontados no estudo são os Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos da América. São estes os campeões do consumo. Fazendo as contas, se todos no mundo consumissem como estes dois países, seriam preciso cinco planetas Terra para não haver défice de recursos. Caso o exemplo viesse da Europa, seriam precisos "apenas" dois planetas e meio.

Os autores lembram por fim que ao mesmo tempo que cresce a pressão sobre os ecossistemas, a capacidade que estes têm para satisfazer as nossas necessidades mantém-se igual ou decresce. Algo fácil de entender: as florestas já cortadas ou os stocks pesqueiros esgotados não podem ser reutilizados no ano seguinte.

Fonte: Diário Notícias por Bruno Abreu

27/05/2008

Tratamento de caudais pluviais poluentes

A SimTejo é a empresa multimunicipal de tratamento de águas residuais urbanas, concessionária do sistema de saneamento e despoluição dos recursos hídricos das bacias hidrográficas e dos meios receptores do Estuário do Tejo, das bacias hidrográficas do rio Trancão, das pequenas ribeiras afluentes da margem direita do rio Tejo, situadas entre Vila Franca de Xira e Algés, das ribeiras do Oeste do Município de Mafra e da respectiva frente atlântica, servindo uma população de 1,5 milhões de habitantes 1.
Como parte significativa do sistema de saneamento da cidade de Lisboa funciona com redes que juntam águas residuais domésticas e águas pluviais, o que coloca problemas agravados quando as chuvas mais fortes provocam alterações radicais dos caudais, esta empresa vai investir 1,6 milhões de euros para melhorar o tratamento de caudais pluviais com grande carga de poluentes, resultantes desses dias de maior precipitação.
“Nessas alturas, os caudais podem ser 20 ou 30 vezes superiores aos caudais em época de estio”, explicou o presidente da comissão executiva do conselho de administração da empresa. Por isso, o sistema de Beirolas vai ser alvo de uma intervenção que visa “assegurar que os caudais pluviais com maior carga poluente (que) chegam à ETAR [Estação de Tratamento de Águas Residuais] não serão descarregados no rio sem tratamento”.
Isto porque, quando a precipitação é muito intensa, a capacidade dos colectores esgota-se e os caudais pluviais, anormalmente elevados, chegam a pôr em causa alguns órgãos da rede de saneamento que estão sujeitos a paragens.
“A intervenção visa, sobretudo, melhorar as condições ambientais no rio Tejo em épocas de fortes chuvadas”, sendo que estes caudais excepcionais ocorrem apenas 20 dias por ano. A obra deve ser adjudicada em Junho, prevendo-se a sua conclusão até ao fim deste ano 2.

25/10/2007

Junta de Freguesia de Alcântara diz que Câmara não resolve o problema das inundações

"A Junta de Freguesia de Alcântara acusa a Câmara de Lisboa de não tomar medidas para impedir as frequentes inundações causadas pela chuva, apesar de estarem «identificados os sítios» problemáticos.
(...) Quanto a possíveis soluções, refere que a CML realizou estudos para resolver os problemas existentes, mas afirma que a junta de freguesia, até agora, não foi informada de «absolutamente nada»." (Destak/Lusa)

Um problema a precisar, efectivamente, de uma breve solução.

04/04/2007

Comissão Europeia, infracções e ETAR de Alcântara

"A Comissão vai intentar uma acção contra Portugal no Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias por aplicação inadequada de uma directiva comunitária relativa ao tratamento das águas residuais urbanas, no que concerne à recolha e tratamento secundário (biológico) obrigatórios, antes da descarga no mar ou em água doce, das águas residuais das aglomerações com mais de 15 000 equivalentes de população. As medidas em causa deveriam ter sido tomadas até ao final de 2000.
Todavia, em 29 zonas urbanas abrangidas pela directiva, ainda não estão operacionais os sistemas colectores e/ou de tratamento necessários. Em Lisboa, por exemplo, a ETAR de Alcântara não está a funcionar. Em Matosinhos, na região do Porto, só está operacional o tratamento primário (básico). Na Costa de Aveiro, 60 % da carga poluente aí gerada não é recolhida e 65 % não é tratada. Na Póvoa de Varzim e em Vila do Conde, 60 % da carga poluente não é recolhida e desconhece-se qual é o nível de tratamento." (Press Releases, Bruxelas, 22 de Março de 2007)


A questão da ETAR de Alcântara é um assunto que "Os Verdes" têm levado à AML mas que se arrasta até hoje...