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29/04/2020

Aprovada saudação do PEV ao 25 de Abril e ao 1º de Maio


Por proposta do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes foi aprovada, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de ontem, uma Saudação ao 25 de Abril e ao 1º de Maio.

A Revolução de Abril constitui um dos mais importantes acontecimentos da história de Portugal, num acto de emancipação social e nacional que permitiu conquistas políticas, sociais, ambientais, económicas e culturais que a Constituição da República Portuguesa acolheu e que foram a fonte para um acelerado desenvolvimento do País, com uma marcante e galvanizante participação dos trabalhadores e das populações.

Infelizmente e face ao novo contexto da actual epidemia, têm sido inúmeras as empresas que têm encontrado uma oportunidade para justificar o despedimento de trabalhadores e retirar dividendos das reduções salariais ao abrigo dos processos de lay-off.

Para o PEV, uma das importantes conquistas que o 25 de Abril trouxe foram os serviços públicos, em particular o Serviço Nacional de Saúde (SNS), que representou um enorme passo em termos de civilização, e uma porta que se abriu para os portugueses no acesso aos cuidados de saúde e à qualidade de vida.

Hoje, face ao surto epidémico de COVID-19, mais do que nunca importa valorizar o SNS e todos os seus profissionais, pois têm permitido fazer face a este inimigo invisível, assumindo um papel absolutamente decisivo e insubstituível num combate diário pela defesa e salvaguarda da saúde e da vida dos portugueses.

Também o 1º de Maio vai ser comemorado num contexto de grande complexidade para todos e, particularmente, para os trabalhadores, devendo ser uma grande afirmação da luta pelos direitos, pela saúde, pela protecção dos trabalhadores e pela sua valorização.

Lisboa, 29 de Abril de 2020
O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes​

16/04/2019

16 de abril - intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa

Na reunião de hoje, 16 de abril, da Assembleia Municipal de Lisboa, os eleitos de Os Verdes fizeram um conjunto de intervenções sobre diversos temas:


Sobreda Antunes interveio no Debate sobre o Encerramento das EB de São Sebastião e de Alcântara

“Para Os Verdes, é indispensável que o Município programe com regularidade obras de beneficiação geral nas escolas do 1º ciclo e jardins-de-infância da rede pública e nos espaços escolares, em articulação com os Agrupamentos de Escolas e as Juntas de Freguesia, assegurando a construção de novas escolas, de acordo com as necessidades, e promovendo programas de requalificação dos espaços envolventes.”
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

Cláudia Madeira fez uma intervenção no âmbito das Comemorações do 25 de Abril e 1 de Maio

“O fim da ditadura (…) foi o resultado de décadas de resistência e luta do povo, que com os capitães de Abril, abriu o caminho que levou ao 25 de Abril. Um povo que não aceitou mais inevitabilidades, não baixou os braços e gritou “basta” a um país silenciado e amedrontado durante meio século, alcançando conquistas políticas, económicas, sociais, ambientais e culturais sem paralelo na nossa história. (…) Celebrar o 1º de Maio é recordar a luta dos operários de Chicago, que em 1886 fizeram uma greve geral exigindo jornadas de oito horas de trabalho, de todos os trabalhadores em geral e, especialmente, dos trabalhadores portugueses e das suas organizações representativas, pelo direito ao trabalho, por um trabalho com direitos, contra a precariedade e a exploração.”
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.
Cláudia Madeira interveio no âmbito da Petição sobre a Discussão Pública da Operação Integrada de Entrecampos

“Para Os Verdes, esta operação urbanística justificava uma ampla discussão pública e a possibilidade de serem consideradas outras propostas que respondessem às necessidades das populações e da própria cidade.”
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.
Sobreda Antunes faliu no âmbito da discussão da Petição sobre o Bairro da GNR na Ajuda
“[O PEV] recorda que o arrendamento apoiado não permite a actualização do valor das rendas, para mais quando as habitações se encontram em flagrante mau estado de conservação. (…) Esperemos que, finalmente, o bom senso impere nos serviços competentes da GNR, para bem da qualidade de vida dos moradores do Bairro General Afonso Botelho.”
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

22/04/2018

Os Verdes defendem que Espaços Verdes e Arvoredo voltem a ser competência da CML e a requalificação da Escola Secundária do Lumiar

Na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa que decorrerá dia 24 de Abril, Os Verdes propõem através de uma recomendação que a CML assuma como estruturantes os espaços verdes de grande e média dimensão e todas as árvores de alinhamento de via, de forma a garantir uma gestão integrada e equilibrada. Os Verdes consideram que esta será a solução para os vários problemas que têm surgido com as podas de árvores, resultantes da reorganização administrativa de Lisboa que conferiu às 24 Freguesias do Município competências próprias em diversas áreas, onde se incluem a manutenção e gestão de espaços verdes e de árvores de alinhamento, o que tem resultado numa autentica “manta de retalhos” e que é urgente inverter.

Nesta reunião, o PEV irá também apresentar uma Moção onde se propõe que a CML exorte o Governo, através do Ministério da Educação, para que proceda, com a máxima urgência, à requalificação da Escola Secundária do Lumiar, incluindo a integral remoção, em segurança, das coberturas em fibrocimento, criando as condições necessárias ao bom funcionamento do processo pedagógico e à salvaguarda da saúde e do bem-estar da comunidade escolar.

Por fim, os deputados ecologistas apresentarão ainda uma recomendação pela “Identificação toponímica do 25 de Abril”, uma saudação “Ao 25 de Abril e ao 1º de Maio” e um voto de Condenação referente ao “Massacre de palestinianos pelas autoridades israelitas”.

03/05/2017

Intervenção política na Assembleia Municipal de Lisboa

Cláudia Madeira, deputada municipal de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa, fez uma Declaração Política sobre o 25 de Abril e o 1º de Maio, na sessão que se realizou ontem 2 de Maio. 

Cláudia Madeira - “Com o 25 de Abril de 1974, Portugal venceu o fascismo, abriu a porta da esperança para uma vida melhor, da liberdade, da democracia, da paz, da justiça social e da igualdade de direitos, da saúde e da educação para todos, do progresso. Foram alcançadas conquistas políticas, económicas, sociais, ambientais e culturais sem paralelo na nossa história. Abril abriu portas a uma nova vida. (…) O momento é também de saudação ao 1º de Maio, dia que juntou ontem milhares de trabalhadores, em defesa de melhores condições de trabalho e de uma vida digna. E juntaram-se também desempregados e reformados, jovens que ainda não são trabalhadores. Todos se uniram para dar voz às justas reivindicações e às aspirações de um futuro melhor.”


Leia aqui o texto completo desta intervenção.

02/05/2017

Saudação “1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador”


O 1º de Maio - Dia Internacional do Trabalhador está directamente associado à luta histórica de milhares de operários que em 1886, em Chicago, fizeram uma greve geral tendo como objectivo exigir jornadas de oito horas de trabalho, uma reivindicação fundamental na luta contra a exploração, tendo sido impiedosamente reprimidos, nesse dia e nos seguintes, pelas entidades policiais e patronais, acontecimento que acabou por desencadear uma perseguição generalizada contra o movimento operário.

Os amplos reflexos internacionais desta luta e a homenagem aos “mártires de Chicago”, determinaram, em 1889, a proclamação do 1º de Maio como o Dia Internacional do Trabalhador, tendo este dia ficado associado, a partir daí, à luta dos trabalhadores. Desde então, o movimento operário e sindical e a luta dos trabalhadores têm assumido um papel determinante nas conquistas das condições laborais.

            Em Portugal, só a partir de 1974 o 1° de Maio pôde voltar a ser comemorado livremente, com o fim do regime fascista que reprimia a sua celebração. Por isso, celebrar o 1º de Maio representa recordar o significado da luta dos operários de Chicago, de todos os trabalhadores em geral e, especialmente, dos trabalhadores portugueses e das suas organizações representativas, pelo direito ao trabalho, por um trabalho com direitos, contra a precariedade e a exploração, por melhores condições de vida das suas famílias e no apoio a todos aqueles que lutam por esses direitos.

Foi com a luta dos trabalhadores que se alcançaram muitas conquistas, ainda insuficientes, que urge aprofundar e generalizar. É preciso ir mais longe. É fundamental valorizar o trabalho e os trabalhadores, aumentar salários, acabar com o flagelo do desemprego e da precariedade, reduzir e harmonizar horários de acordo com a vida dos trabalhadores e suas famílias e desbloquear e dinamizar a contratação colectiva.

Saudar o Dia Internacional do Trabalhador é uma justa homenagem a todos os que lutaram e lutam por trabalho com direitos e por um país melhor, mais justo e mais desenvolvido.
Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”:

1- Saudar o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, todos os trabalhadores e trabalhadoras, e as suas organizações sindicais, manifestando a sua solidariedade com a luta por melhores condições de trabalho e por uma vida digna e com direitos.
2- Remeter a presente saudação para o Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Grupos Parlamentares da Assembleia da República, às centrais sindicais CGTP-IN e UGT.


Assembleia Municipal de Lisboa, 2 de Maio de 2017
O Grupo Municipal de “Os Verdes


           Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

21/04/2016

PS rejeita proposta de Os Verdes de embargar as obras da empreitada do hotel até à estabilização da encosta da Vila Martel


 
Ontem, dia 19 de Abril, a Assembleia Municipal discutiu, por proposta do Partido Ecologista Os Verdes, uma Recomendação referente à “Vila Martel” onde foi aprovada por unanimidade a realização de uma vistoria a todos os prédios da Vila Martel para averiguar as condições de habitabilidade e a origem dos problemas de infiltrações existentes nos edifícios, bem como a notificação do promotor da obra de construção do hotel vizinho para realizar as prementes obras de estabilização da encosta, que representa um perigo eminente de segurança pública.

Contudo, o PS rejeitou embargar as obras da empreitada do hotel até à estabilização da encosta envolvente à Vila Martel e indeferir o Pedido de Informação Prévia (PIP), apesar do parecer desfavorável da Direcção-Geral do Património Cultural e de violar as normas definidas no regulamento do Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona Envolvente (PUALZE).

Nesta mesma reunião foram ainda aprovados os seguintes documentos apresentados pelo PEV, uma Saudação ao “42º Aniversário do 25 de Abril e ao 1º de Maio, homenageando todos os homens e mulheres que construíram o 25 de Abril e todos os que continuam a lutar e a defender os valores de Abril; outra Recomendação sobre “Produtos nacionais em refeitórios e cantinas municipais, sugerindo-se que a CML reconheça as vantagens económicas e culturais de apoiar o consumo de produtos alimentares saudáveis de origem nacional através do consumo desses produtos nos refeitórios municipais e ainda uma Recomendação referente ao Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico para que a CML promova as diligências imprescindíveis à elaboração do Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico.

 

Lisboa, 20 de Abril de 2016
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de Os Verdes

19/04/2016

Saudação “Ao 42º Aniversário do 25 de Abril e ao 1º de Maio”


 
Comemoramos este ano o 42º aniversário do 25 de Abril de 1974, que pôs fim à ditadura fascista que submeteu o povo português à miséria, ao atraso, à repressão e à guerra colonial, trazendo aos portugueses a liberdade, a democracia e a esperança num país melhor.

A Revolução dos Cravos trouxe-nos importantes conquistas e direitos fundamentais para uma vida digna e livre. Foi também um importante passo para a Constituição da República Portuguesa, que este ano comemora o seu 40º aniversário, e os direitos nela consagrados, como o acesso universal ao trabalho, à saúde, à educação, ao ambiente e ao poder local democrático, entre muitos outros, que garantiram uma considerável melhoria na vida das pessoas, concretizando o espírito e os ideais de Abril.

Hoje, ao celebrar mais um aniversário de Abril, importa não esquecer os tempos dramáticos que passaram, com um sentimento de responsabilidade, de respeito, de valorização e de aprofundamento dos princípios da Revolução dos Cravos. Importa igualmente não esquecer que muito do que Abril conquistou continua ainda por concretizar.

Celebrar o 25 de Abril é continuar a lutar pelos seus valores e ideais, com vista a um presente e a um futuro pautados pelas conquistas da Revolução dos Cravos, sendo imperioso lutar contra situações que ponham em causa os nossos direitos e a nossa qualidade de vida, como a pobreza, o desemprego, a precariedade e a privatização de bens e serviços.

O 1º de Maio é outra data cuja comemoração assume especial importância.

O Dia Internacional do Trabalhador está directamente associado à luta histórica de milhares de operários que em 1886, em Chicago, fizeram uma greve geral tendo como objectivo exigir jornadas de oito horas de trabalho, uma reivindicação fundamental na luta contra a exploração, tendo sido impiedosamente reprimidos pelas entidades policiais e patronais, acontecimento que acabou por desencadear uma perseguição generalizada contra o movimento operário.

Os amplos reflexos internacionais desta luta e a homenagem aos “mártires de Chicago”, determinaram, em 1889, a proclamação do 1º de Maio como Dia Internacional do Trabalhador, tendo este dia ficado associado, a partir daí, à luta dos trabalhadores.

Em Portugal, só a partir de 1974 o 1° de Maio pôde voltar a ser comemorado livremente, com o fim do regime fascista que reprimia a sua celebração.

Exaltar o 1° de Maio é recordar o significado da luta dos operários de Chicago e de todos os trabalhadores e dos seus representantes, é pugnar por trabalho com direitos e é também demonstrar um forte apoio a todos os que lutam por esses direitos.

Saudar Abril e Maio significa continuar a lutar por um país melhor, mais equilibrado, justo e sustentável, com melhores condições de vida para todos, sem excepção.

Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista Os Verdes:

1 - Saudar o 42º Aniversário da Revolução dos Cravos e homenagear todos os homens e mulheres que construíram o 25 de Abril e todos os que continuam a lutar e a defender os valores de Abril.

2 - Saudar o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, todos os trabalhadores, e as suas organizações sindicais, manifestando a sua solidariedade com a luta por melhores condições de trabalho e por uma vida digna e com direitos.

3 - Exortar a população da cidade de Lisboa a participar nas comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio, datas tão importantes para a democracia, a liberdade, a justiça social e para um país mais desenvolvido.

4 - Remeter a presente saudação para o Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Grupos Parlamentares da Assembleia da República, Associação 25 de Abril, Associação Conquistas da Revolução, CGTP-IN e UGT.

Assembleia Municipal de Lisboa, 19 de Abril de 2016

O Grupo Municipal de “Os Verdes
 

Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

Intervenção no PAOD da Assembleia Municipal de Lisboa, de 19 de Abril de 2016


 
Os Verdes” apresentam hoje uma Saudação ao “42º Aniversário do 25 de Abril e ao 1º de Maio”, apelando a que se homenageie todos os homens e mulheres que construíram o 25 de Abril e todos os que continuam a lutar e a defender os valores de Abril, bem como os trabalhadores e as suas organizações sindicais, manifestando a sua solidariedade com a luta por melhores condições de trabalho e por uma vida digna e com direitos.
Apresentamos, ainda três recomendações. Uma sobre o “Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico”, que propõe que a CML promova a sua preparação, apresentando a esta AML o ponto de situação das diligências por si efectuadas. Com efeito, há até recomendações já aprovadas nesta AML, e não apenas a CML há anos se comprometeu a apresentá-lo, como é a própria legislação quem determina a sua elaboração.
Uma outra sobre os “Produtos nacionais em refeitórios e cantinas municipais” para que o Município, com base na celebração do Dia da Produção Nacional anualmente celebrado a 26 de Abril, divulgue as vantagens económicas e culturais de produtos alimentares saudáveis de origem nacional, incrementando o seu consumo nos refeitórios e cantinas municipais, como forma de apoio à economia portuguesa, bem como promova acções de sensibilização, em conjunto com as associações do sector, junto dos consumidores e do universo escolar.
E uma 3ª referente à “Vila Martel”, fundada em 1883, que foi local de trabalho de pintores e escultores de relevo, designadamente, Columbano, que ali viveu durante 20 anos, José Malhoa, Carlos Reis, Eduardo Viana, Jorge Colaço, José Campas que aí tiveram os seus ateliers. Por ali passaram Antero de Quental e o escultor Francisco Franco, Sá Nogueira e Bartolomeu Cid dos Santos e, entre 1956 e 2015, Nikias Skapinakis. Recomenda-se que sejam averiguadas as razões da instabilidade da encosta envolvente, que comprometem as condições de habitabilidade e a segurança dos moradores ali residentes, bem como a preservação e reabilitação do actual conjunto edificado, mantendo a sua traça original.
E porquê? Acontece que, na sequência de uma visita aí realizada na semana passada por Os Verdes”, o GM pôde constatar que, pelas últimas chuvadas aliadas às obras em curso no logradouro da unidade hoteleira no topo da encosta, ocorreu um deslizamento de terras sobre aquele conjunto habitacional que veio colocar em causa a segurança física dos prédios da Vila Martel, que se apresentam hoje com manifestos problemas de infiltrações nas suas coberturas. Requer-se que seja cumprido o PDM e o regulamento do PUALZE em vigor, que o destaca como (citamos) um “bem com valor arquitectónico e ambiental cuja preservação se pretende assegurar” e onde “qualquer intervenção deve visar a preservação das características arquitectónicas do edifício”, sendo apenas permitidas “obras de reabilitação e de ampliação, desde que aceites pela estrutura consultiva”. E, ainda, que este tema seja devidamente acompanhado pelas Comissões desta AML.
Agora umas breves notas sobre Moções de outros GMs.
Recomendação nº 5. Nós sabemos que a TerraCycle pretende ser líder mundial na recolha e reconversão material e funcional dos resíduos resultantes do consumo. Em parceria com outros grupos privados, criou brigadas de recolha de embalagens de biscoitos, de café, esferográficas, luvas, etc. No Brasil criou um sistema de recolha, para reciclagem, de esponjas de limpeza de uso doméstico. Mas porque terá o Município de Lisboa de contactar esta empresa sedeada em New Jersey e não outras? Requeremos a votação em separado da alínea 2.
Recomendação nº 9. Também “Os Verdes” já aqui apresentaram, numa sessão de declarações políticas, uma moção e uma recomendação sobre o mesmo tema. E na semana passada entregámos um requerimento para saber qual é, efectivamente, a posição da CML sobre o TTIP, uma vez que o processo continua muito pouco transparente havendo diversas restrições à consulta do texto por parte dos deputados da AR.
Finalmente, quanto à Recomendação nº 10, a alínea b) inadvertidamente desvirtua a função sociocultural dos objectivos das Bibliotecas Itinerantes, que se destinava, originalmente, a cidadãos e a bairros com dificuldades de acesso à documentação. Passo a citar: “o público a quem o serviço se dirigia era principalmente o de menor acesso à educação e cultura, habitando nas regiões mais desfavorecidas”. Duvidamos que as renovadas praças em zonas centrais sejam as prioritárias e preencham tal objectivo.

J. L. Sobreda Antunes
Grupo Municipal de “Os Verdes

15/04/2016

Os Verdes propõem a elaboração do Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico e a urgente estabilização da encosta envolvente à Vila Martel


 
Na próxima 3ª feira, dia 19 de Abril, a Assembleia Municipal vai discutir, por proposta do Partido Ecologista Os Verdes, os seguintes documentos:

Uma Saudação ao “42º Aniversário do 25 de Abril e ao 1º de Maio” homenageando todos os homens e mulheres que construíram o 25 de Abril e todos os que continuam a lutar e a defender os valores de Abril, bem como todos os trabalhadores, e as suas organizações sindicais, manifestando a sua solidariedade com a luta por melhores condições de trabalho e por uma vida digna e com direitos.

Uma Recomendação sobre “Produtos nacionais em refeitórios e cantinas municipais” para que a Câmara Municipal de Lisboa reconheça as vantagens económicas e culturais de apoiar o consumo de produtos alimentares saudáveis de origem nacional, promovendo o consumo desses produtos nos refeitórios e cantinas municipais, particularmente pela sua utilização na confecção das refeições, e ainda que promova acções de sensibilização, em conjunto com as associações do sector, junto dos consumidores e do universo escolar.

Uma Recomendação referente à “Vila Martel”, propondo que sejam averiguadas as razões da instabilidade da encosta envolvente que comprometem as condições de habitabilidade e a segurança dos moradores residentes nesta vila operária lisboeta, bem como a preservação e reabilitação do actual conjunto edificado da Vila Martel, mantendo a sua traça original, e inviabilizando a sua demolição.

Por fim, uma Moção “Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico para que a CML promova as diligências imprescindíveis à elaboração do Plano de Pormenor de Salvaguarda do Jardim Botânico e, num prazo de três meses, apresente à Assembleia Municipal as diligências efectuadas e o ponto de situação.
 

Lisboa, 15 de Abril de 2016
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de Os Verdes

16/04/2014

“Os Verdes” exigem ao Ministério da Educação e da Ciência que proceda à “Reabilitação do Conservatório Nacional de Lisboa”


A sessão da Assembleia Municipal de Lisboa de ontem, dia 15 de Abril, aprovou, por Unanimidade de todos os Grupos Municipais, uma Recomendação apresentada pelo Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes”(PEV) sobre a reabilitação da Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa (EMCN).

A Assembleia Municipal de Lisboa reconheceu mesmo a urgente necessidade de intervenção na EMCN, considerando que a Escola não sofre obras de beneficiação desde 1946!

Com efeito, quase 7 décadas passadas de constante utilização para concertos, audições e aulas deixaram as suas marcas de degradação estrutural do edifício, encontrando-se o Salão Nobre com um dos balcões laterais suportado por varões de ferro para não cair, um número considerável de cadeiras danificadas, tectos com buracos, salas de aula com fissuras e onde entra chuva, camarins em precárias condições, sistema eléctrico deteriorado, algumas telhas partidas, barrotes com bicho, queda de tectos nas próprias salas de aulas, etc.

Em 15 de Dezembro de 2005, a Direcção Regional de Educação de Lisboa ainda lançou no Diário da República um concurso que tinha por objectivo, numa 1ª fase, a recuperação do Salão Nobre da EMCN, a reparação da galeria de público esquerda, a remodelação do palco, e obras no subpalco, salas de apoio e cobertura do edifício. Porém, o Ministério da Educação acabaria por nunca entrar na fase da adjudicação.

Mais recentemente, em 2011, um Relatório da autoria da Inspecção-Geral de Educação, reportava que “o edifício ainda não foi sujeito a obras de requalificação, o que dificulta a prática pedagógica, nomeadamente devido à implementação do regime integrado no ensino básico que exigiu a adaptação de espaços específicos e de salas para as disciplinas da formação geral”, reconhecendo que “o Salão Nobre não é utilizado na sua plenitude, nomeadamente, porque parte da galeria está a ceder, sendo suportada por três pilares de ferro, o que pode pôr em causa a segurança”.

Tratando-se de um equipamento cultural indispensável para as actividades de ensino especializado do Conservatório Nacional, mas também como pólo dinamizador, não só do Bairro Alto, mas de toda a cidade de Lisboa, a AML, por proposta do Grupo Municipal do PEV, acabaria por deliberar pedir esclarecimentos ao Ministério da Educação e Ciência e pedir a urgente calendarização da reabilitação do edifício da EMCN de Lisboa. Esta reabilitação deverá garantir, no mais curto prazo possível, as condições mínimas de segurança indispensáveis não apenas à leccionação e formação musical, bem como à normal realização de concertos e ao funcionamento em geral da Escola. Mais se deliberou que a CML deva proceder ao acompanhamento deste processo.

Finalmente, “Os Verdes” congratulam-se também com a aprovação de duas Saudações aprovadas ontem na Assembleia Municipal de Lisboa, uma sobre o “40º Aniversário do 25 de Abril” e outra sobre o “1º de Maio Dia Internacional do Trabalhador”, apelando, desde já, à participação dos trabalhadores, trabalhadoras e população em geral nas comemorações e manifestações populares do 40º Aniversário do 25 de Abril e do dia 1º de Maio.

Solicita-se aos srs e srªs jornalistas a divulgação do presente comunicado.
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de “Os Verdes”.
Lisboa, 16 de Abril de 2014

“Os Verdes” instigam a CML a proceder à “Requalificação do Edifício Panorâmico de Monsanto”


A sessão da Assembleia Municipal de Lisboa de ontem, dia 15 de Abril, aprovou, por Unanimidade de todos os Grupos Municipais, uma Recomendação apresentada pelo Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV) sobre a urgente requalificação do Edifício Panorâmico de Monsanto.

Nesta Recomendação, os deputados do PEV requerem que o executivo municipal desenvolva esforços no sentido de procurar uma solução integrada para o Panorâmico de Monsanto, que viabilize e preserve aquele espaço, respeitando ao mesmo tempo o Plano de Ordenamento e Revitalização de Monsanto (PORM), bem como o Plano de Gestão Florestal de Monsanto, pugnando sempre pela defesa deste espaço verde da cidade de Lisboa.

Como consta no texto aprovado, o imponente edifício, projectado pelo arquitecto Chaves da Costa, representa uma obra arquitectónica de referência, com sete mil metros quadrados, que integra várias obras de arte - painéis e altos-relevos - de artistas como Querubim Lapa, e azulejos de Manuela Madureira, sendo na época de inauguração considerado como um dos mais luxuosos de Lisboa.

O edifício, que está classificado como de valor concelhio, foi para além de restaurante, escritório de uma empresa de filmagens, discoteca, bingo e armazém de materiais de construção civil, mas hoje o executivo camarário deixou-o completamente ao abandono, degradado, vandalizado e em ruínas que, apesar dos vidros partidos e do lixo acumulado, mantém ainda todo o seu charme e beleza.

Na Recomendação agora aprovada, o Grupo Municipal de “Os Verdes” defende que a solução a adoptar pela CML para o edifício não venha adulterar, tanto em termos arquitectónicos, como decorativos ou de volumetria, o referido conjunto, ou a adulterar o projecto original que consta do próprio Arquivo Municipal.

“Os Verdes” congratulam-se também com a aprovação de duas Saudações aprovadas ontem na Assembleia Municipal de Lisboa, uma sobre o “40º Aniversário do 25 de Abril” e outra sobre o “1º de Maio Dia Internacional do Trabalhador”, apelando, desde já, à participação dos trabalhadores, trabalhadoras e população em geral nas comemorações e manifestações populares do 40º Aniversário do 25 de Abril e do dia 1º de Maio.

Solicita-se aos srs e srªs jornalistas a divulgação do presente comunicado.
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de “Os Verdes”.
Lisboa, 16 de Abril de 2014

15/04/2014

Intervenção da deputada municipal do PEV, Cláudia Madeira, sobre as saudações e recomendações apresentadas na Assembleia Municipal de Lisboa


«Os Verdes» apresentam neste PAOD uma saudação ao 40º aniversário do 25 de Abril de 1974 e uma saudação ao 1º de Maio.

A Revolução dos Cravos pôs fim ao regime fascista que dominou Portugal durante 48 anos e trouxe-nos a Constituição da República Portuguesa e os direitos nela consagrados, que garantiram uma melhoria significativa na vida das pessoas.

Porém, depois de tudo por aquilo que o povo português passou, têm surgido muitos ataques aos direitos conquistados.

Hoje, comemorar Abril é também defender os 38 anos da Constituição da República Portuguesa, mas é também importante para continuarmos a lutar pela concretização dos seus ideais e valores, por uma sociedade mais justa, garantindo que não se perde mais nada do que foi conquistado e que, além disso, se reafirma e reforça cada conquista e cada direito.

O 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, invoca a luta histórica dos operários de Chicago que, em 1886, reivindicaram a jornada de oito horas de trabalho, e mantém nos dias de hoje todo o seu significado e importância.

Assim, pretendemos recordar o significado deste dia, mas também saudar todos os trabalhadores e as suas organizações sindicais, tendo presente que a luta por melhores condições de trabalho assume especial importância numa altura em que as medidas de austeridade se traduzem na redução de salários e pensões, no aumento do custo de vida, dos horários de trabalho, do desemprego e da precariedade.

Ainda no âmbito do 1º de Maio, «Os Verdes» através de uma recomendação, propõem que a CML tome as diligências necessárias no sentido do encerramento dos estabelecimentos comerciais neste dia, para que as trabalhadoras e os trabalhadores da cidade de Lisboa possam comemorar, na plenitude dos seus direitos, o Dia do Trabalhador.

Em Portugal, o 1º de Maio só é feriado desde 1974, altura em que passou a ser comemorado livremente pois, antes disso,era reprimido pelo fascismo.

Porém, este feriado tem sido desrespeitado por inúmeras empresas, nomeadamente pelas grandes superfícies que, sob o pretexto da crise, procuram o aumento dos seus lucros, não respeitando os direitos dos seus trabalhadores, consignados nos contratos colectivos de trabalho.

«Os Verdes» consideram que retirar este feriado aos trabalhadores é desconsiderar tudo o que ele representa.

Através da recomendação “Pela requalificação do Edifício Panorâmico de Monsanto” pretendemos que a CML desenvolva esforços no sentido de procurar uma solução integrada para este edifício, que viabilize e preserve aquele espaço, respeitando ao mesmo tempo o Plano de Ordenamento e Revitalização de Monsanto, bem como o Plano de Gestão Florestal de Monsanto, pugnando sempre pela defesa deste espaço verde da cidade de Lisboa.

Relembramos que o Restaurante Panorâmico de Monsanto, que hoje está completamente ao abandono, foi construído em 1968, se encontra num imponente edifício, representando uma obra arquitectónica de referência,com sete mil metros quadrados, que integra várias obras de arte,sendo na época de inauguração considerado como um dos mais luxuosos de Lisboa, e está classificado como valor concelhio.

Este edifício é considerado uma das obras maiores do período moderno em Portugal, possui uma localização e vista privilegiadas sobre a cidade de Lisboa, sendo uma peça do património municipal e histórico que importa preservar, contrariando a sua actual situação de abandono e de futuro incerto.

Por fim, apresentamos uma recomendação sobre a “Reabilitação do Conservatório Nacional de Lisboa”, uma vez que a Escola de Música do Conservatório Nacional, instalada no antigo Convento dos Caetanos desde 1837, não sofre obras de beneficiação desde 1946, altura em que foi sujeita a amplas obras de remodelação.

Em 2013, estudavam na EMCN 940 alunos, dos quais 170 no regime integrado.
Este edifício tem em cada sala pelo menos 10 mil euros de valor patrimonial, que é o valor de um piano, já para não referir outros instrumentos raros, ou quadros, candelabros e mobiliário histórico existente nos corredores.

As marcas de degradação estrutural são visíveis, encontrando-se actualmente o Salão Nobre com um dos balcões laterais suportado por varões de ferro para não cair, cadeiras danificadas, tectos com buracos, salas de aula com fissuras e onde entra chuva, camarins em precárias condições, sistema eléctrico deteriorado, algumas telhas partidas, entre outros problemas.

Desta forma, é evidente que não estão garantidas as condições mínimas de segurança para a prática pedagógica e as salas de aula não poderão aguentar muito mais tempo sem obras de requalificação.A Direcção Regional de Educação de Lisboa chegou a abrir em 2005 um concurso para a contratação de obras para o edifício da EMCN, que acabaria por não ser adjudicado, até hoje.

É nesse sentido que propomos que a AML reconheça a necessidade de reabilitação da Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa; que se peça esclarecimentos ao Ministério da Educação e Ciência sobre a urgente calendarização da necessária reabilitação e que o município proceda ao acompanhamento deste processo.

Assembleia Municipal de Lisboa, 15 de Abril de 2014

14/04/2014

Propostas do Partido Ecologista “Os Verdes” para discussão na Assembleia Municipal de Lisboa, na reunião de 15 de Abril


O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” entregou os seguintes documentos na Assembleia Municipal de Lisboa para serem discutidos e votados na reunião de amanhã, dia 15 de Abril: 

- Recomendação “Encerramento de estabelecimentos comerciais no 1º de Maio” 
- Recomendação “Pela requalificação do Edifício Panorâmico de Monsanto” 
- Recomendação “Reabilitação do Conservatório Nacional de Lisboa” 
- Saudação “1º de Maio Dia Internacional do Trabalhador” 
- Saudação “40º Aniversário do 25 de Abril”

O Grupo Municipal de «Os Verdes» apresenta a Recomendação “Encerramento de estabelecimentos comerciais no 1º de Maio”, pretendendo que a Câmara Municipal de Lisboa tome as diligências necessárias no sentido da não abertura dos estabelecimentos comerciais no dia 1 de Maio, para que as trabalhadoras e os trabalhadores da cidade de Lisboa possam comemorar este dia na plenitude dos seus direitos.

Com a Recomendação “Pela requalificação do Edifício Panorâmico de Monsanto”, o PEV pretende que a autarquia desenvolva esforços no sentido de procurar uma solução integrada para o Panorâmico de Monsanto, que viabilize e preserve aquele espaço, respeitando ao mesmo tempo o Plano de Ordenamento e Revitalização de Monsanto (PORM), bem como o Plano de Gestão Florestal de Monsanto, pugnando sempre pela defesa deste espaço verde da cidade de Lisboa e ainda que a solução encontrada para o edifício não venha adulterar em termos arquitectónicos, decorativos ou de volumetria o referido conjunto, indo de encontro ao projecto original que consta do Arquivo Municipal.

Na Recomendação “Reabilitação do Conservatório Nacional de Lisboa”, propõe-se que a Assembleia Municipal de Lisboa reconheça a necessidade de reabilitação da Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa, no sentido de garantir as condições de segurança indispensáveis à leccionação, à formação musical, à normal realização de concertos e ao seu funcionamento em geral; alerte o Ministério da Educação e Ciência, pedindo esclarecimentos sobre a eventual calendarização da urgente necessidade de reabilitação do edifício da Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa e solicite à CML para proceder ao acompanhamento deste processo.

Por sua vez, na Saudação “1º de Maio Dia Internacional do Trabalhador”, o PEV pretende que a Assembleia Municipal de Lisboa saúde todos os trabalhadores e as suas organizações sindicais, manifestando a sua solidariedade com a luta por melhores condições de trabalho e por uma vida digna e com direitos e apele à participação dos trabalhadores, trabalhadoras e população em geral nas comemorações e manifestações do 1º de Maio em Lisboa.

Finalmente, «Os Verdes» apresentam uma Saudação sobre o “40º Aniversário do 25 de Abril” para que aAssembleia Municipal de Lisboa saúde o 40º Aniversário da Revolução dos Cravos e homenageie todos os homens e mulheres que construíram o 25 de Abril e todos os homens, mulheres e jovens que continuam a lutar pelos valores de Abril.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de “Os Verdes”.
Lisboa, 14 de Abril de 2014

02/05/2013

Comunicado sobre as votações das propostas do PEV na Assembleia Municipal de Lisboa, no dia 30 de Abril


O Grupo Municipal de “Os Verdes” apresentou, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de ontem, uma Saudação ao “39º Aniversário do 25 de Abril”, uma Saudação ao “1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador”, uma Recomendação sobre os “Acidentes de Trabalho dos Trabalhadores do Município” e, por último, uma Moção “Pelo não encerramento da Maternidade Alfredo da Costa”, tendo todos estes documentos sido aprovados.

Nessa mesma reunião, “Os Verdes” apresentaram uma Recomendação sobre o “Encerramento de Estabelecimentos Comerciais no 1º de Maio que foi rejeitada, com os votos contra do PSD, CDS e a abstenção do PS,que pretendia que a Câmara Municipal de Lisboa tomasse as diligências necessárias no sentido do encerramento dos estabelecimentos comerciais no 1º de Maio, para que as trabalhadoras e os trabalhadores da cidade de Lisboa pudessem comemorar, na plenitude dos seus direitos, este dia, que mantém todo o seu significado e actualidade. Retirar este feriado aos trabalhadores é desrespeitar tudo o que representa este dia de luta e de conquistas laborais.

O PEV congratula-se com todos os documentos aprovados e aguarda agora que o executivo proceda à concretização destas deliberações, que versam sobre matérias importantes para a cidade e que mereceram a aprovação da Assembleia Municipal.

O Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de “Os Verdes” em Lisboa.
Lisboa, 02 de Maio de 2013

29/04/2013

Propostas do Partido Ecologista “Os Verdes” para discussão na Assembleia Municipal de Lisboa, na reunião de 30 de Abril



O Grupo Municipal de “Os Verdes” entregou os seguintes documentos na Assembleia Municipal de Lisboa para serem discutidos e votados na reunião de amanhã, dia 30 de Abril:
- Saudação ao “39º Aniversário do 25 de Abril”
- Saudação ao “1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador”
- Moção “Pelo não encerramento da Maternidade Alfredo da Costa”
- Recomendação sobre o “Encerramento de estabelecimentos comerciais no 1º de Maio”
- Recomendação sobre os “Acidentes de Trabalho dos Trabalhadores do Município”

Ao apresentar uma Saudação ao “39º Aniversário do 25 de Abril”, o Grupo Municipal de “Os Verdes” pretende que a Assembleia Municipal de Lisboa saúde o 39º Aniversário do 25 de Abril e que homenageie todos os portugueses que construíram o 25 de Abril e todos os que continuam a lutar pelos valores de Abril.

Com a Saudação ao “1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador”, “Os Verdes” propõem que a Assembleia Municipal saúde todos os trabalhadores que, através do seu esforço, defendem melhores condições de trabalho e que exigem ter uma vida digna e com direitos, apele à participação dos trabalhadores e da população em geral nas comemorações e manifestações do 1º de Maio.

Tendo em conta a desagregação e destruição de que a Maternidade Alfredo da Costa tem sido alvo, “Os Verdes”apresentam uma Moção “Pelo não encerramento da Maternidade Alfredo da Costa, pretendendo que a Câmara Municipal de Lisboa encete todos os esforços no sentido de salvaguardar a Maternidade Alfredo da Costa, por forma a garantir o não encerramento desta instituição, permitindo a continuidade do seu excelente e reconhecido trabalho, nas devidas condições, a nível de equipamentos e de recursos humanos, salvaguardando a unidade autónoma de referência na saúde materno-infantil e acautelando o interesse público e das populações.

Na Recomendação sobre o “Encerramento de estabelecimentos comerciais no 1º de Maio”, o Partido Ecologista “Os Verdes” propõe que a Câmara Municipal de Lisboa tome as diligências necessárias no sentido do encerramento dos estabelecimentos comerciais no 1º de Maio, para que as trabalhadoras e os trabalhadores da cidade de Lisboa possam comemorar, na plenitude dos seus direitos, este dia, que mantém hoje todo o seu significado e actualidade. Retirar este feriado aos trabalhadores é desrespeitar tudo o que representa este dia de luta e de conquistas laborais.

Por sua vez, na Recomendação “sobre os “Acidentes de Trabalho dos Trabalhadores do Município”, o PEVteve conhecimento que os trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa que sofrem acidentes de trabalho têm sido tratados, nas últimas semanas, como se sofressem de doenças profissionais, através do aconselhamento da entrega de documentos no Centro Nacional de Protecção contra os Riscos Profissionais – CNPCRP, numa estratégia que pretende manipular os índices de sinistros. Perante este facto, esta recomendação pretende que o responsável pelos recursos humanos reúna com carácter de urgência com o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa – STML –, no sentido de resolver esta situação; sejam prestados esclarecimentos à Assembleia Municipal sobre estes casos e que a CML tome as diligências necessárias para que estas situações não se voltem a repetir, fazendo a autarquia o acompanhamento adequado dos trabalhadores que sofreram acidentes de trabalho, e revendo as situações em que os sinistros foram tratados como doenças profissionais.

O Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de “Os Verdes” em Lisboa.
Lisboa, 29 de Abril de 2013

24/04/2012

Intervenção da Deputada Municipal do PEV, Cláudia Madeira, sobre as saudações e as moções apresentadas na reunião da AML de 24 de Abril de 2012.



Sr.ª Presidente, Sr. Presidente, Srs. Vereadores, Srs. Deputados e Estimado Público

O Grupo Municipal de “Os Verdes” apresenta hoje uma saudação ao 38º Aniversário do 25 de Abril, que se comemora amanhã. Além de recordar e comemorar esta data, devemos garantir e reforçar o que foi alcançado. O 25 de Abril trouxe direitos fundamentais para uma vida livre e digna, mas esses mesmos direitos são hoje atacados e postos em causa.

Apresentamos também uma saudação ao 1º de Maio, Dia do Trabalhador. Dia que celebra a luta dos trabalhadores por condições de trabalho mais justas, dignas e democráticas. Numa altura em que as dificuldades e problemas dos portugueses não param de crescer, com o desemprego, a precariedade, a pobreza e a exclusão social aumentarem de forma galopante, é necessário reafirmar a luta pelo direito ao trabalho digno. As medidas que têm sido implementadas e as alterações à legislação laboral têm posto em causa direitos fundamentais.

O 25 de Abril e o 1º de Maio deste ano ocorrem num quadro de grandes dificuldades impostas às pessoas, marcado por graves ataques e ofensivas a direitos fundamentais. Por isso, “Os Verdes” apresentam estas saudações a estas duas importantes datas, considerando que mais do que assinalar, devemos garantir e reforçar os direitos que foram conquistados por muitos homens e mulheres que, com a sua vida, coragem e determinação, lutaram pela democracia e por melhores condições de vida.

Votaremos naturalmente a favor dos restantes documentos sobre o 25 de Abril e o 1º de Maio que defendem estes princípios, valores e garantias.

Relativamente às moções, apresentamos uma moção contra o encerramento da Maternidade Dr. Alfredo da Costa. A Maternidade Dr. Alfredo da Costa, é uma instituição com 80 anos de funcionamento, e onde já nasceram cerca de 800.000 bebés.

É, sem sombra de dúvida, uma instituição pública distinguida pelo seu nível de diferenciação e excelência, resultado de uma equipa multidisciplinar altamente especializada, sendo uma referência no plano nacional e internacional. É aqui que se realiza o maior número de partos do país, onde é assistido o maior número de bebés prematuros e de grávidas de risco, onde existe o maior centro público de Medicina Reprodutiva de Lisboa. Além disso, é também um local de aprendizagem e de formação de profissionais nesta área da saúde.

No entanto, e passando por cima de todas estas referências, o Governo anunciou o encerramento da Maternidade Alfredo da Costa. Esta decisão revela um total desprezo por todo o extenso serviço de excelência prestado. Esta decisão é mais um ataque ao acesso a cuidados de saúde e a centenas de postos de trabalho.

Não é fundamentada do ponto de vista técnico, e o Governo não foi ainda capaz de apresentar um argumento válido, apenas serve os interesses de grupos privados, é um grande golpe imobiliário, enquadra-se claramente na linha de destruição do Serviço Nacional de Saúde – SNS –, coloca em causa o acesso a cuidados de saúde e mostra total desprezo e desrespeito pelos trabalhadores e pela população.

Segundo dados do Serviço de Obstetrícia e Medicina Materno-Fetal, a MAC realizou, em 2011, 5.583 partos, tendo havido um aumento do número nascimentos ocorridos nesta unidade nos últimos anos, e realizou ainda mais de 73 mil consultas, 6073 cirurgias e 13637 internamentos.
Ou seja, claramente, o argumento apresentado pelo Ministro da Saúde sobre a redução do número de partos, cai automaticamente por terra.

O encerramento da MAC, a acontecer, vai trazer graves consequências para a cidade de Lisboa e para o país, para os profissionais desta unidade, para os utentes, e para o acesso a cuidados de saúde.

Perante isto, a Câmara Municipal de Lisboa não pode aceitar esta decisão inaceitável e deve tomar uma posição clara e firme em defesa da Maternidade Dr. Alfredo da Costa. E é precisamente isso que propomos na moção que apresentamos.

Dizer também que votaremos favoravelmente os documentos de outros grupos municipais que vão no mesmo sentido.

Apresentamos, por fim, uma moção contra o encerramento de esquadras em Lisboa, pois tem-se verificado um aumento da criminalidade, a falta de agentes de segurança em Lisboa, a deficiente distribuição de efectivos da PSP pela cidade e viaturas inoperacionais por falta de manutenção, entre outros problemas.
O actual Governo diz que elegeu o reforço da capacidade operacional como uma das prioridades na área da segurança pública.

Mas depois, faz tudo ao contrário e as medidas implementadas não representam melhorias nem na segurança das pessoas, nem das condições de trabalho dos agentes. Encerram Esquadras em Lisboa e criam Super Esquadras em vez de manterem a Esquadras de Bairro na cidade.

Esta política de desinvestimento já mostrou os seus resultados na cidade de Lisboa. Em 2011, houve um aumento dos roubos por esticão e dos furtos por carteiristas, também aumentou o número de furtos em residências, originando um maior sentimento de insegurança.

Defendendo as Esquadras de Bairro e um policiamento de proximidade, “Os Verdes” apresentam esta moção no sentido de a Câmara Municipal de Lisboa manifestar a sua discordância face ao encerramento de esquadras na cidade de Lisboa e de assumir uma posição mais reivindicativa junto do Governo, exigindo mais agentes policiais e de todos os meios indispensáveis para o efectivo exercício de uma função policial de proximidade nas esquadras existentes na cidade.


A Deputada Municipal do PEV
Cláudia Madeira