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16/01/2018

Saudação "135º Aniversário de A Voz do Operário"


A Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário foi fundada a 13 de Fevereiro de 1883 por um grupo de operários tabaqueiros, com o objectivo de fazer face à manutenção do seu jornal - criado em 1879 como resposta à recusa de publicar uma notícia sobre as condições de vida destes operários -, promover a instalação de escolas e lutar pela melhoria das condições dos trabalhadores.

Actualmente, A Voz do Operário mantém diversas actividades disponíveis e serve, além dos cerca de 5.000 sócios, também a população da zona da Área Metropolitana de Lisboa, oferecendo uma extensa actividade cultural e associativa, passando pelo desporto, música, cinema, debates, exposições, incluindo a Marcha Infantil, criada em 1987.

Ao todo, mais de mil crianças e jovens frequentam os espaços educativos de A Voz do Operário, desde a creche ao 6º ano de escolaridade.

Uma outra vertente desta instituição é a resposta a nível da acção social dada a muitos utentes com rendimentos baixos, que encontram aqui o apoio necessário para satisfazer necessidades básicas.

Assim, a Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário comemora este ano o seu 135º Aniversário, com uma história e um trabalho ímpares, cumprindo os desígnios dos seus fundadores.

Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista Os Verdes:

1. Saudar o 135º Aniversário da Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário.

2. Saudar e excelente e reconhecido trabalho de referência que A Voz do Operário tem vindo a prestar ao longo de décadas.

3. Enviar a presente deliberação à Direcção da Sociedade de Instrução e Beneficência A Voz do Operário e à ACCL - Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa.

Assembleia Municipal de Lisboa, 16 de Janeiro de 2018

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes



Cláudia Madeira                                                                    J. L. Sobreda Antunes

19/12/2017

Saudação - Dia Internacional dos Direitos Humanos


Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade

Art. 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos

No passado dia 10 de Dezembro celebrou-se o 69º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, aprovada pela Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas em 10 de Dezembro de 1948.

Esta Declaração foi proclamada como o modelo ideal a atingir por toda a Humanidade, de forma a que todos os povos e nações, tendo-a sempre presente, actuem no sentido de desenvolver o respeito pelos Direitos e as Liberdades dos cidadãos, promovendo o seu reconhecimento e aplicação entre as populações dos próprios Estados Membros da ONU, bem como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.

No entanto, apesar de desde a sua aprovação ter havido progressos notáveis no que concerne a estes Direitos, há ainda muito por alcançar, persistindo violações e negações aos Direitos Humanos, discriminações e situações de desigualdade, injustiça e maus tratos, sendo fundamental alertar e continuar a combater todas as formas de incumprimento desta Declaração Universal.

Assim, considerando que Portugal, enquanto Estado Membro da ONU, se comprometeu a promover, em cooperação com esta organização e outros Estados Membros, o respeito universal e efectivo dos Direitos Humanos e das suas liberdades fundamentais;

Considerando que a Constituição da República Portuguesa consagra, no seu art. 16º, que “os preceitos constitucionais e legais relativos aos direitos fundamentais devem ser interpretados e integrados de harmonia com a Declaração Universal dos Direitos do Homem”;

Considerando que, no passado dia 10 de Dezembro, as Nações Unidas lançaram, em Paris, uma campanha para que durante 2018 se homenageie o documento fundamental de direitos humanos;

Considerando que, como afirmou o secretário-geral da ONU, “os direitos humanos têm sido um dos três pilares das Nações Unidas, junto com a paz e o desenvolvimento”.

Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, por proposta do Partido Ecologista Os Verdes:

1. Saudar o 69º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

2. Exigir o respeito universal e efectivo dos Direitos Humanos e das suas liberdades fundamentais.

3. Pugnar pela igualdade, liberdade, justiça e pela paz no mundo entre os povos.

4. Apelar para que os órgãos do Município de Lisboa se associem, durante 2018, à campanha internacional de homenagem ao documento fundamental de direitos humanos, a promover pela ONU.

Mais delibera ainda:

5. Enviar a presente deliberação ao Presidente da República, à representação das Nações Unidas em Portugal, ao Governo, aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República, à CML e todos os seus vereadores.

Assembleia Municipal de Lisboa, 19 de Dezembro de 2017

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes



Cláudia Madeira                                                                    J. L. Sobreda Antunes

02/05/2017

Saudação “1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador”


O 1º de Maio - Dia Internacional do Trabalhador está directamente associado à luta histórica de milhares de operários que em 1886, em Chicago, fizeram uma greve geral tendo como objectivo exigir jornadas de oito horas de trabalho, uma reivindicação fundamental na luta contra a exploração, tendo sido impiedosamente reprimidos, nesse dia e nos seguintes, pelas entidades policiais e patronais, acontecimento que acabou por desencadear uma perseguição generalizada contra o movimento operário.

Os amplos reflexos internacionais desta luta e a homenagem aos “mártires de Chicago”, determinaram, em 1889, a proclamação do 1º de Maio como o Dia Internacional do Trabalhador, tendo este dia ficado associado, a partir daí, à luta dos trabalhadores. Desde então, o movimento operário e sindical e a luta dos trabalhadores têm assumido um papel determinante nas conquistas das condições laborais.

            Em Portugal, só a partir de 1974 o 1° de Maio pôde voltar a ser comemorado livremente, com o fim do regime fascista que reprimia a sua celebração. Por isso, celebrar o 1º de Maio representa recordar o significado da luta dos operários de Chicago, de todos os trabalhadores em geral e, especialmente, dos trabalhadores portugueses e das suas organizações representativas, pelo direito ao trabalho, por um trabalho com direitos, contra a precariedade e a exploração, por melhores condições de vida das suas famílias e no apoio a todos aqueles que lutam por esses direitos.

Foi com a luta dos trabalhadores que se alcançaram muitas conquistas, ainda insuficientes, que urge aprofundar e generalizar. É preciso ir mais longe. É fundamental valorizar o trabalho e os trabalhadores, aumentar salários, acabar com o flagelo do desemprego e da precariedade, reduzir e harmonizar horários de acordo com a vida dos trabalhadores e suas famílias e desbloquear e dinamizar a contratação colectiva.

Saudar o Dia Internacional do Trabalhador é uma justa homenagem a todos os que lutaram e lutam por trabalho com direitos e por um país melhor, mais justo e mais desenvolvido.
Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”:

1- Saudar o 1º de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, todos os trabalhadores e trabalhadoras, e as suas organizações sindicais, manifestando a sua solidariedade com a luta por melhores condições de trabalho e por uma vida digna e com direitos.
2- Remeter a presente saudação para o Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Grupos Parlamentares da Assembleia da República, às centrais sindicais CGTP-IN e UGT.


Assembleia Municipal de Lisboa, 2 de Maio de 2017
O Grupo Municipal de “Os Verdes


           Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

Saudação “Ao 43º Aniversário do 25 de Abril”


A Revolução de Abril constitui uma realização histórica ímpar do povo português. O 25 de Abril de 1974 derrubou 48 anos de regime fascista, que submeteu o povo português à miséria, ao atraso, à repressão e à guerra colonial e permitiu transformar profundamente toda a realidade nacional, viabilizando profundas transformações democráticas. Restituiu a liberdade e a democracia aos portugueses, consagrou direitos, impulsionou alterações políticas, económicas, sociais, culturais e ambientais, afirmou a soberania e independência nacionais, consagrando-as na Constituição da República Portuguesa de 1976.

Este ano, comemoramos mais um aniversário de Abril e importa não esquecer os tempos dramáticos que passaram, com um sentimento de responsabilidade, de respeito, de valorização e de aprofundamento dos princípios da Revolução dos Cravos. Importa igualmente não esquecer que muito do que Abril conquistou continua ainda por concretizar e esse é o caminho que tem de ser feito por todos nós, em homenagem aos que lutaram por Abril e como compromisso para com as gerações presentes e futuras.

Comemorar o 25 de Abril é continuar a lutar pelos seus valores e ideais, com vista a um presente e a um futuro pautados pelas conquistas da Revolução dos Cravos, sendo imperioso lutar contra situações que ponham em causa os nossos direitos e a nossa qualidade de vida. É não permitir mais recuos no que se conseguiu alcançar com a Revolução dos Cravos.

Comemorar o 25 de Abril deve constituir um momento para o reforço da convergência e unidade de democratas e patriotas, dos trabalhadores e do povo português, em defesa dos seus valores.

Comemorar Abril é intensificar a luta pela consolidação de novos desenvolvimentos sociais e económicos, do reforço das funções sociais do Estado, na defesa dos serviços públicos e dos direitos dos trabalhadores e das suas famílias, aprofundando um caminho de defesa, reposição e conquista de direitos e rendimentos, de desenvolvimento de políticas para uma mais justa repartição da riqueza, de valorização e efectivação das conquistas que a Revolução inaugurou, invertendo os constrangimentos hoje impostos à nossa plena soberania nacional.

Comemorar Abril é cumprir Abril! É garantir direitos e condições dignas de bem-estar a todos os cidadãos.

Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”:

1 - Saudar o 43º aniversário da Revolução dos Cravos.
2 - Manifestar o seu reconhecimento a todos os homens e mulheres que se opuseram e lutaram contra o regime fascista, que construíram o 25 de Abril e a todos e todas que continuam a lutar e a defender a concretização dos valores de Abril.
3- Remeter a presente saudação para o Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro-Ministro, Grupos Parlamentares da Assembleia da República, Associação 25 de Abril e Associação Conquistas da Revolução.


Assembleia Municipal de Lisboa, 2 de Maio de 2017
O Grupo Municipal de “Os Verdes



Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

11/04/2017

Saudação “85º Aniversário da Maternidade Alfredo da Costa”


A Maternidade Alfredo da Costa (MAC) era um sonho do Prof. Alfredo da Costa, que durante toda a sua carreira lutou para que a Enfermaria de Santa Bárbara, no Hospital de São José, onde era director, se transformasse numa maternidade autónoma. No entanto, não chegou a ver esse sonho realizado, pois faleceu antes da sua inauguração, que acabou por finalmente ocorrer a 31 de Maio de 1932.

Ao longo destes 85 anos de funcionamento, a Maternidade Alfredo da Costa foi sempre reconhecida e distinguida pelo seu nível de diferenciação e excelência, o que resulta de uma equipa multidisciplinar altamente especializada.

Integrando actualmente o Centro Hospitalar Lisboa Central, é a maior unidade do país de assistência médica perinatal e de saúde da mulher, tendo desenvolvido importantes especializações e valências. É uma referência nos planos nacional e internacional, constituindo um precioso contributo para os excelentes e notáveis padrões que Portugal atingiu nesta área.

A MAC é a unidade onde é assistido o maior número de bebés prematuros e de grávidas de risco, onde existe o maior centro público de Medicina Reprodutiva de Lisboa, onde existe um inovador banco de leite humano, e tem um papel na formação de novos profissionais de saúde.

Além disso, tem desenvolvido inúmeros projectos de investigação científica e uma significativa produção de trabalhos científicos apresentados em congressos nacionais e internacionais, tendo obtido também classificação máxima em termos de excelência clínica nas áreas de obstetrícia e de cuidados neonatais, segundo uma avaliação feita pela Entidade Reguladora da Saúde.

Considerando que a Maternidade Alfredo da Costa é uma instituição de confiança para a população, não só de Lisboa, mas também para todo o país, e que comemora a sua inauguração e os seus 85 anos de existência como unidade de excelência, no próximo dia 31 de Maio de 2017.

Neste contexto, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”, saudar:

1 - O 85.º aniversário da inauguração da Maternidade Alfredo da Costa.

2 - O excelente e reconhecido trabalho de referência que a Maternidade Alfredo da Costa tem vindo a prestar ao longo de décadas na área da saúde materno-infantil, como unidade autónoma de referência, ao serviço do interesse público e das populações.

Mais delibera ainda:

3 - Defender a manutenção e continuidade da Maternidade Alfredo da Costa como uma maternidade pública de referência para a cidade de Lisboa e para o País.

4 - Que a presente saudação seja enviada à direcção da Maternidade Dr. Alfredo da Costa, ao Ministério da Saúde, ao Presidente da Assembleia da República, a todos os Grupos Parlamentares, à Comissão de Saúde da Assembleia da República, à direcção do Centro Hospitalar de Lisboa Central, EPE, ao Bastonário da Ordem dos Médicos, ao Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e à Plataforma em Defesa da Maternidade Alfredo da Costa.

Assembleia Municipal de Lisboa, 11 de Abril de 2017

O Grupo Municipal de “Os Verdes
                     

                         
Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

Saudação “Projecto SOS Azulejo”


O Projecto ‘SOS Azulejo’ é coordenado pelo Museu de Polícia Judiciária, contando com a parceria da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Direcção Geral do Património Cultural, Guarda Nacional Republicana, Polícia de Segurança Pública, Universidade de Aveiro, Instituto de História de Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Instituto Politécnico de Tomar.

Os seus objectivos prioritários centram-se no fomento de acções de protecção e valorização do património azulejar português, procurando contribuir para a segurança, a conservação e um restauro certificados, bem como no estudo e divulgação adequados do património azulejar de origem nacional.

No passado dia 4 de Abril, o ‘SOS Azulejo’ comemorou o seu 10º aniversário, tendo inaugurado a exposição comemorativa “Projecto SOS Azulejo 2007/2017 - 10 anos a proteger e valorizar o património azulejar português”. Recentemente, a Assembleia da República aprovou, por unanimidade, Projectos de Lei e de Resolução a favor da protecção e valorização do património azulejar português, consagrando o dia 6 de Maio como o Dia Nacional do Azulejo. E já em 23/2/2016 a AML havia aprovado, também por unanimidade, uma recomendação para a criação do ‘Dia Municipal do Azulejo’.

Neste contexto, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista “Os Verdes”, saudar:

1 - O 10º aniversário do Projecto ‘SOS Azulejo’.

2 - As diversificadas iniciativas do Projecto ‘SOS Azulejo’ tendentes à promoção da valorização do património azulejar de origem ou tradição portuguesas.

Mais delibera ainda:
- Enviar a presente deliberação aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República, ao Museu de Polícia Judiciária e restantes parceiros do Projecto ‘SOS Azulejo’.

Assembleia Municipal de Lisboa, 11 de Abril de 2017
O Grupo Municipal de “Os Verdes
                                
              

Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

22/11/2016

Os Verdes congratulam-se com a aprovação de todas as suas propostas na AML



 
Na Assembleia Municipal de Lisboa de hoje, dia 22 de Novembro, o Partido Ecologista Os Verdes apresentou uma Recomendação relativamente ao “Estacionamento no Castelo de São Jorge”, que foi aprovada por maioria. Com esta proposta, Os Verdes pretendem que o executivo camarário procure alternativas ao estacionamento no interior da área museológica e classificada do Castelo de São Jorge, por não ser a situação mais adequada, defendendo o PEV a pertinência de se proceder à requalificação daquele espaço através da expansão do núcleo museológico e da criação de uma nova zona para actividades culturais ou de uma área de lazer e de estadia de apoio aos visitantes, o que permitirá valorizar cultural e turisticamente este equipamento classificado como Monumento Nacional.

Nesta mesma reunião foram ainda aprovados por unanimidade os restantes três documento apresentados pelo PEV, nomeadamente, uma Saudação “Aos trabalhadores da Administração Pública”, uma Recomendação sobre as “Escolas de Jardinagem e Calceteiros” e uma Recomendação relativamente à construção de um “Jardim na Urbanização de Alvalade”.
 

Lisboa, 22 de Novembro de 2016         

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de “Os Verdes

Saudação “Aos trabalhadores da Administração Pública”

 

No dia 18 de Novembro realizou-se uma manifestação nacional convocada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública – FCSAP.

            Esta manifestação procurou dar força às reivindicações dos trabalhadores da administração pública, numa altura em que decorrem as negociações com o Governo sobre o Orçamento do Estado para 2017, que se encontra em discussão na especialidade.

            Algumas das reivindicações foram o aumento do subsídio de almoço, uma vez que o Governo previa apenas um aumento de 25 cêntimos diários, o que era manifestamente insuficiente, os aumentos salariais, o descongelamento de carreiras e a identificação e regulamentação das carreiras de desgaste rápido, entre outras.

            Considerando que os trabalhadores da Administração Pública são fundamentais para o desenvolvimento do nosso país e que, mesmo perante um conjunto de dificuldades, têm garantido o funcionamento de serviços de educação, saúde, recolha de resíduos e limpeza urbana e de abastecimento e tratamento de águas, entre muitos outros.

            Considerando também que com a acção dos trabalhadores já foi possível reverter algumas das medidas gravosas que os penalizavam, como por exemplo, a reposição do horário semanal para as 35 horas, apesar de ainda não ser aplicado a todos os trabalhadores, e o fim da limitação à abertura de concursos para admissão de pessoal na administração pública.

            Considerando, por fim, que há ainda um conjunto de situações que importa que sejam resolvidas e que o Orçamento do Estado deve dar resposta aos direitos e interesses dos trabalhadores, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida.

Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista Os Verdes:

1 - Saudar os trabalhadores da Administração Pública e a Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública – FCSAP, manifestando a sua solidariedade com a luta por melhores condições de trabalho e por uma vida digna e com direitos.

2 - Remeter a presente saudação para o Senhor Presidente da República, o Senhor Presidente da Assembleia da República, o Senhor Primeiro-Ministro, os Grupos Parlamentares da Assembleia da República e a Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública – FCSAP.

Assembleia Municipal de Lisboa, 22 de Novembro de 2016
 

O Grupo Municipal de “Os Verdes

 

Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes


 

18/10/2016

Intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa de 18 de Outubro


Sobreda Antunes, dirigente do PEV, apresenta as propostas do PEV na reunião de 18 de Outubro da Assembleia Municipal de Lisboa e afirma:

"a cortiça constitui uma matéria de origem natural que pode ser transformada e reutilizada em inúmeros produtos, desde a construção ao vestuário, entre muitas outras aplicações. Devido ao seu vasto potencial, seria irracional e insensato deitar para o lixo, por exemplo, rolhas de cortiça, uma vez que a sua reciclagem permite contribuir para a preservação do sobreiro e da floresta autóctone portuguesa."
 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.
 
 
 
Cláudia Madeira, dirigente do PEV, fez uma intervenção sobre a Petição nº 7/2016 - Mudança de Instalações de Serviços Camarários para o Edifício Entreposto e afirma: 
 
"Tirar trabalhadores de um local para outro que, tal como estava projectado, não reunia as devidas condições, e ter que pagar a terceiros por isso, parece-nos, no mínimo, irracional. Esta petição remete-nos para um conjunto de preocupações por parte dos trabalhadores, no âmbito desta transferência, e apresenta dois objectivos principais: a audiência prévia aos trabalhadores e a correcção do projecto para o Edifício Entreposto"

 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.
 
 
 
Também Sobreda Antunes pronunciou-se sobre a Petição nº 10/2016 - Pelo fim imediato da utilização de herbicidas/glifosato no espaço público de Lisboa e afirmou:
 
"A solução para estes herbicidas terá de passar pela que se tomou sobre o DDT: serem proibidos por causa dos enormes riscos e consequências para o ambiente e a saúde humana, ainda para mais porque as autarquias já têm ao seu dispor a possibilidade de aplicação de métodos alternativos, tanto mecânicos como biológicos"
 
 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV
 
 
 
 
Cláudia Madeira fez uma intervenção sobre a Adesão de Lisboa ao Pacto de Milão - Política Alimentar Urbana, tendo afirmado:

"Do ponto de vista ambiental, são esbanjados recursos naturais para produzir bens alimentares que depois acabam no lixo. Há degradação do solo, saturação de recursos hídricos, perda de biodiversidade, produção de resíduos, gasto de energia, emissão de gases com efeito de estufa, e tudo isto poderia ser significativamente reduzido se não houvesse níveis tão elevados de desperdício."
 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.
 
 
 
 
Cláudia Madeira, numa outra intervenção, pronunciou-se sobre o Parque Vale Grande e afirmou:
 
"Os Verdes concordam com as recomendações da Comissão à Câmara Municipal, nomeadamente para que a autarquia “apresente um plano que inclua o aumento de equipamentos no Parque Vale Grande”, “verifique o funcionamento dos sistemas de rega automática”, “salvaguarde a segurança no acesso aos lagos”, “fomente a utilização do parque através da programação de eventos” e “seja tomado o máximo partido da potencialidade dos lagos"

 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.
 
 
 
 
Sobreda Antunes fez uma intervenção sobre a Proposta nº 424/2016 - Adesão do Município de Lisboa às Associações Internacionais EIT Health e.V. e EIT Health InnoStars, tendo afirmado:
 
"É sabido que a maior parte dos idosos, para além de sofrer de isolamento, padece de excesso de peso, e a partir de um estudo muito recente desenvolvido pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, perto de 70% apresentam um elevado défice vitamínico, e onde “apenas 8% estão com níveis considerados normais”. Se o diagnóstico está feito, o que se espera para actuar proactivamente?"
 
 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV
 
 
Finalmente, Cláudia Madeira pronunciou-se sobre o Sistema de Protecção Civil e Segurança em Lisboa e afirmou:
 
"Os Verdes consideram fundamental resolver, com urgência, as situações que deixam o RSB numa situação frágil e precária, onde muitas vezes se torna difícil responder com a eficácia, a eficiência e a segurança necessárias, podendo mesmo colocar em causa o serviço de socorro prestado à população. "
 
 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV