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28/12/2020

Os Verdes exigem reactivação do Conselho Municipal do Ambiente de Lisboa


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre o Conselho Municipal do Ambiente de Lisboa.

REQUERIMENTO:

A 18 de Fevereiro de 2020, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, por unanimidade, uma recomendação apresentada pelo Partido Ecologista Os Verdes sobre a reactivação do Conselho Municipal do Ambiente.

O Conselho Municipal do Ambiente é uma estrutura de participação e de debate, representativo das várias entidades do concelho de Lisboa, sobre matérias relacionadas com o desenvolvimento sustentável municipal e, lamentavelmente, nunca chegou a funcionar de forma efectiva desde a sua aprovação em Julho de 2008.

Nessa recomendação aprovada o PEV propôs também que a Câmara Municipal de Lisboa procedesse ao início do processo de revisão e actualização do respectivo regulamento.

O PEV entendeu apresentar este contributo precisamente no ano em que Lisboa foi a Capital Verde Europeia, como complemento às medidas já previstas, com vista a promover o debate e a participação e onde sejam apresentadas medidas e acções concretas para a resolução de problemas relacionados com a mobilidade urbana, os resíduos, a qualidade do ar, a plantação e classificação de árvores, a mitigação e adaptação às alterações climáticas, o amianto, a poluição do ar e sonora, a descontaminação dos solos, os eco-bairros, as coberturas verdes, a erradicação do glifosato, a gestão eficiente do uso da água, a poupança e eficiência energética, entre muitas outros, que ainda persistem na cidade.

Importa frisar que os desafios ambientais são a grande preocupação da humanidade, pelo que as cidades têm de ser cada vez mais sustentáveis e envolver os cidadãos e as organizações de ambiente nas tomadas de decisão, fazendo todo o sentido reactivar o Conselho Municipal do Ambiente com a maior brevidade possível.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos serem facultadas as seguintes informações:

1. Qual a razão para a CML ainda não ter procedido à reactivação do Conselho Municipal do Ambiente, tendo em conta a pertinência deste medida durante o ano de 2020, em que Lisboa foi a Capital Verde Europeia?

2. Qual o ponto de situação do processo de revisão do Regulamento do Conselho Municipal do Ambiente?

3. Para quando prevê a CML a reactivação do Conselho Municipal do Ambiente?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 28 de Dezembro de 2020

05/06/2020

Os Verdes assinalam o Dia Mundial do Ambiente e relançam a Carta Aberta: Por uma Lisboa mais verde, sem solos contaminados



O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes assinala hoje, 5 de Junho, o Dia Mundial do Ambiente, e exige uma Lisboa mais Verde, sem solos contaminados.

Este ano o tema escolhido para assinalar o Dia Mundial do Ambiente é o papel crucial da Biodiversidade, e importa salientar que Portugal não está a aproveitar os apoios para a conservação da natureza, sendo que, a par de atrasos em projectos, podem ficar por usar cerca de 10 milhões de euros.

Os Verdes não podem deixar de realçar que a actual pandemia que todo o planeta atravessa é também uma consequência desta perda de biodiversidade, devendo o momento actual constituir-se como uma oportunidade para repensar os modelos sócio-económicos instalados, aumentar a resiliência dos países e reverter a perda de biodiversidade.

Também as cidades como Lisboa têm um papel fundamental na promoção de um desenvolvimento sustentável e de um uso sustentado de recursos, quer seja ao nível do consumo e eficiência energética, transportes públicos eficazes, poupança de água e reutilização da mesma, promoção de espaços verdes e preservação da biodiversidade.

Lisboa é a Capital Verde Europeia em 2020, distinção que acabou por ser afectada pela pandemia de COVID-19, o que levou a CML a fazer alguns reajustes na programação.

No entendimento do PEV esta distinção deve ser o impulso para fazer mais e melhor e deve representar a mudança de políticas e de comportamentos que se impõem, através do compromisso com a sustentabilidade, o combate às alterações climáticas e a descarbonização. Esta deve ser uma prioridade política não só em 2020, mas nas próximas décadas.

Defendemos igualmente que a Capital Verde Europeia deve representar uma oportunidade para dar corpo a inúmeras propostas que Os Verdes têm apresentado na Assembleia Municipal, nomeadamente a reactivação do Conselho Municipal do Ambiente, órgão que visa promover uma maior participação dos cidadãos e das organizações de ambiente.

Também no que diz respeito à preservação do património arbóreo da cidade, várias têm sido as propostas apresentadas pelo PEV nesse sentido, mas que a autarquia teima em ignorar, pois continuamos a ser confrontados com abates de árvores pela cidade, situação que não se coaduna com a distinção de Capital Verde Europeia.

Outra das preocupações que o PEV tem levado à discussão e exigido acção por parte da autarquia tem sido a questão dos solos contaminados, que representa riscos para a saúde pública e o ambiente. Entendemos que devido à pandemia pode haver dificuldades acrescidas, mas isso não pode ser desculpa para o ambiente ser negligenciado, e não podemos esquecer de que a autarquia em relação à contaminação dos solos, tem responsabilidades de fiscalização.

Assim, Os Verdes relançam no Dia Mundial do Ambiente a Carta Aberta: Por uma Lisboa mais Verde, sem Solos Contaminados, que visa exigir medidas efectivas por parte da Câmara Municipal de Lisboa, nomeadamente que esta proceda ao mapeamento das áreas contaminadas em Lisboa e divulgue-o, bem como os processos de descontaminação em curso.

Também neste Dia Mundial do Ambiente, Os Verdes não podiam deixar de referir o Parque Florestal de Monsanto, um espaço verde de excelência da cidade de Lisboa, e de extrema importância para toda a Área Metropolitana, devendo, por estas e muitas outras razões, ser preservado e protegido, cabendo à autarquia essa responsabilidade.

Por fim, o PEV reitera que apesar da crise pandémica mundial actual, os problemas ambientais, como as alterações climáticas, ou a perda de biodiversidade, se mantêm, sendo fundamental, mais do que nunca, promover a protecção do ambiente e a qualidade de vida das populações.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 5 de Junho de 2020

20/02/2020

Conselho Municipal de Ambiente vai ser reactivado por proposta do Partido Ecologista Os Verdes


A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, por unanimidade, uma recomendação, proposta pelo PEV, referente à “Reactivação do Conselho Municipal de Ambiente” por ser uma estrutura de participação e debate sobre matérias relacionadas com o desenvolvimento sustentável municipal, a qual nunca chegou a funcionar efectivamente desde a sua aprovação em Julho de 2008. Os Verdes pretendem ainda que a CML proceda ao início do processo de revisão e actualização do respectivo regulamento.

18/02/2020

Os Verdes Querem a Suspensão das Obras de Expansão do Aeroporto de Lisboa

O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde Recomenda ao Governo que proceda à suspensão do projeto de expansão do Aeroporto Humberto Delgado, realize uma Avaliação Ambiental Estratégica à Expansão Aeroportuária, diligencie no sentido da instalação de um sistema de monitorização do ruído e das emissões atmosféricas provenientes do Aeroporto Humberto Delgado e proceda à realização de um amplo debate público sobre os impactos atuais e futuros da infraestrutura aeroportuária de Lisboa.

Leia aqui o Projeto de Os Verdes.

Os Verdes Preocupados com Expansão do Aeródromo de Cascais Questionam o Governo

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, em que questiona o Governo, através do o Ministério das Infraestruturas e Habitação sobre a transformação do Aeródromo Municipal de Cascais, situado em Tires, em aeroporto.
Para além da expansão do Aeródromo de Cascais, está também previsto um Plano de Urbanização da Área do Aeroporto de Cascais e sua Envolvente (PUACE), aprovado em dezembro de 2019 em reunião de Câmara, desconhecendo-se eventuais estudos de impacto ambiental, de ruído e de segurança, à semelhança do que está a suceder com a expansão do Aeroporto Humberto Delgado.



Pergunta:

O Partido Ecologista Os Verdes tem vindo a desenvolver várias iniciativas relacionadas com a decisão de construção de um novo aeroporto no Montijo e com a expansão do Aeroporto Humberto Delgado, nomeadamente através da apresentação dos projetos de resolução N.º 54/XIV/1.ª – Abandono do processo relativo à construção do aeroporto do Montijo e realização de uma Avaliação Ambiental Estratégica para aferir das melhores opções ao nível aeroportuário e N.º 249/XIV/1ª – Suspensão da expansão do Aeroporto Humberto Delgado.

Face aos impactos ambientais, de saúde pública e de segurança, as decisões e os procedimentos que têm vindo a ser desenvolvidos no que diz respeito à expansão do sistema aeroportuário de Lisboa são inaceitáveis. Contudo, e como se não bastasse, o Aeródromo Municipal de Cascais, situado em Tires, tem vindo a ser transformado em aeroporto.

Recorde-se que o próprio presidente da Câmara Municipal de Cascais afirmou que o aeródromo se está a preparar para receber a totalidade da aviação executiva até 2021, como alternativa ao Aeroporto Humberto Delgado e, de acordo com os dados da autarquia, atualmente, é a quarta infraestrutura com maior movimento, depois de Lisboa, Porto e Faro.

Além da expansão da infraestrutura, está igualmente previsto um plano de urbanização, através do Plano de Urbanização da Área do Aeroporto de Cascais e sua Envolvente (PUACE), aprovado em dezembro de 2019 em reunião de Câmara, desconhecendo-se eventuais estudos de impacto ambiental, de ruído e de segurança, à semelhança do que está a suceder com a expansão do Aeroporto Humberto Delgado.

Neste contexto, é de salientar que o Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio, que aprova a revisão do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 380/99, de 22 de setembro, determina no Artigo 78.º, relativo a avaliação ambiental, que “Os planos de urbanização e os planos de pormenor só são objeto de avaliação ambiental no caso de se determinar que são suscetíveis de ter efeitos significativos no ambiente ou nos casos em que constituam o enquadramento para a aprovação de projetos sujeitos a avaliação de impacto ambiental ou a avaliação de incidências ambientais” e que ”Tendo sido deliberada a elaboração de plano de urbanização ou de plano de pormenor, a câmara municipal solicita parecer sobre o âmbito da avaliação ambiental e sobre o alcance da informação a incluir no relatório ambiental”.

Acresce ainda o facto de o PUACE, na alínea f) referir que “conclui-se que o plano é suscetível de ter efeitos significativos no ambiente, carecendo, consequentemente, de ser objeto de avaliação ambiental”.

Considerando ainda que esta transformação significará mais tráfego aéreo e rodoviário e mais construção, o que agravará os impactos já hoje existentes decorrente da existência do aeródromo de Cascais.

Saliente-se igualmente que, Portugal assumiu um conjunto de compromissos, a nível nacional e internacional, com vista à redução das emissões de gases com efeito estufa, de forma a mitigar os efeitos das alterações climáticas, o que entra em contradição com as decisões tomadas.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério das Infraestruturas e Habitação possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Qual o acompanhamento que o Governo tem dado a esta situação?

2. O PUACE é ou foi objeto de uma Avaliação Ambiental Estratégica?

3. A Autoridade Nacional de Aviação Civil, emitiu algum parecer sobre a transformação do Aeródromo de Cascais em Aeroporto?

3.1. Em caso afirmativo, em que consiste esse parecer?

3.2. Em caso negativo, qual a razão para não existir esse parecer?

4. Que avaliação é feita sobre o funcionamento do Aeródromo de Cascais, nomeadamente em relação à poluição do ar, contaminação de solos e águas subterrâneas, risco de acidente aéreo na sua área de influência e saúde pública?

5. Que medidas prevê o Governo tomar no sentido de clarificar esta situação e garantir que todos os procedimentos são devidamente acautelados, não permitindo agravar os riscos decorrentes do funcionamento do Aeródromo de Cascais e da sua transformação em Aeroporto?

Os Verdes querem a reactivação do Conselho Municipal de Ambiente



Hoje na sessão da Assembleia Municipal de Lisboa, o PEV propõe a reactivação do Conselho Municipal do Ambiente no ano em que a cidade de Lisboa é capital verde europeia, por ser um órgão importante que nunca chegou a funcionar efectivamente desde a sua aprovação em Julho de 2008.

Os Verdes recomendam ainda à CML que inicie os procedimentos necessários para a revisão e actualização do Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa e promova o aumento do número de passadeiras com sinalização sonora nos semáforos.

Ver comunicado completo

11/11/2019

Os Verdes querem mais eco-bairros na cidade de Lisboa

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes apresentará, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de dia 12 de Novembro, uma recomendação que pretende a "Implementação de eco-bairros na cidade de Lisboa", onde se propõe que a CML tome as diligências necessárias com vista à continuidade do processo de implementação de eco-bairros na cidade, tendo em conta os benefícios que representam a nível do desenvolvimento sustentável.

A implementação de eco-bairros é uma forma de, em harmonia com os ecossistemas existentes, salvaguardar a cidade, o seu património, melhorar a qualidade de vida de todos, ao mesmo tempo que se garante a preservação do meio ambiente para as gerações presentes e futuras.

O PEV apresenta ainda os seguintes documentos:

Uma recomendação "Pela melhoria das condições de trabalho no Complexo Municipal da Boavista", onde se propõe que a CML esclareça se a transferência do Departamento para os Direitos Sociais e da Direcção Municipal de Cultura para o Complexo Municipal da Boavista tem carácter temporário ou permanente e ainda que proceda à resolução dos vários problemas e necessidades identificados para a adequação dos edifícios do Complexo Municipal da Boavista, com vista a garantir as devidas condições de trabalho e de prestação dos serviços.

Por fim, os deputados ecologistas apresentam uma saudação ao "Dia Europeu da Igualdade Salarial", onde saúdam a persistente luta das mulheres pela igualdade de género, na sociedade, nos locais de trabalho e na família.

19/09/2019

HOJE – 19 de setembro - Oeiras - Os Verdes organizam debate “Alterações climáticas, biodiversidade e espaços verdes: desafios no distrito de Lisboa”

No quadro da CDU e das eleições legislativas de outubro, Os Verdes organizam um debate sobre “Alterações Climáticas, biodiversidade e espaços verdes: desafios no distrito de Lisboa”, que se realiza HOJE, 19 de setembro, às 19.00h, no Salão Nobre da União das Freguesias de Carnaxide e Queijas (Centro Cívico de Carnaxide), em Oeiras.

São oradores convidados Luís Filipe Mendes, Geógrafo do IGOT-UL (Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa) e ativista no movimento Morar em Lisboa e Rui Lopo, dirigente do PEV e Vereador na Câmara Municipal do Barreiro.

Participam ainda Mariana Silva, candidata de Os Verdes na lista da CDU por Lisboa, e Nuno Boavida, candidato do PCP e Vereador na Câmara Municipal de Oeiras, que abordarão os compromissos CDU para o Distrito de Lisboa e ao nível nacional.


06/08/2019

Amanhã, 7 de agosto – Lourinhã e Torres Vedras - Campanha de Os Verdes “ TRANSFORMAR O DESCARTÁVEL EM REUTILIZÁVEL” chega às praias do distrito de Lisboa

O Partido Ecologista Os Verdes continua a levar às praias do país a sua campanha "Transformar o Descartável em Reutilizável" que alerta para a necessidade de redução dos plásticos e apresenta as propostas do PEV nesta área.

Amanhã, quarta-feira, 7 de agosto, Cláudia Madeira e Beatriz Goulart, candidatas do PEV na lista da CDU por Lisboa, juntamente com outros ativistas de Os Verdes, vão estar na Lourinhã e em Torres Vedras com uma exposição de plásticos descartáveis e com a distribuição de um documento sobre o tema.

Programa – 7 de agosto

11h – Lourinhã – Praia da Areia Branca
16h – Torres Vedras – Praia do Centro (Santa Cruz)


05/08/2019

Texto de opinião "Ama(zónia)"

Cláudia Madeira, membro da Comissão Executiva de Os Verdes e eleita, pelo PEV, na Assembleia Municipal de Lisboa, publicou um texto no Jornal Económico:

Ama(zónia)

O desenvolvimento deve ser compatível com a biodiversidade e os direitos humanos, impondo-se, por isso, uma resposta global para a preservação da Amazónia.

O pulmão do mundo está sob constante pressão e deve ser uma preocupação de todos nós, não só de quem está do outro lado do Atlântico. Arrisco dizer que esta é uma daquelas situações em que a teoria do efeito borboleta se aplica na perfeição.

Partilho, assim, alguns números na esperança que ajudem a sensibilizar e a entender este problema que, ocorrendo numa região do planeta, tem consequências globais.

A Amazónia é a maior floresta tropical do mundo, tem perto de sete milhões de quilómetros quadrados, atravessa oito países e uma possessão estrangeira, a Guiana Francesa, e ocupa 50% do continente sul-americano.

Representa mais de metade da floresta tropical existente no mundo, é o habitat de milhões de espécies – fauna e flora – e alberga mais de metade de todas as formas de vida do planeta. Além de ser vital para o equilíbrio ambiental, ao absorver toneladas de carbono da atmosfera, assume ainda outras funções ecológicas.

Não será por acaso que o Complexo de Conservação da Amazónia Central foi reconhecido como Património Mundial pela UNESCO. É também o lar de milhares de habitantes, como os povos indígenas e várias comunidades tradicionais. A título de exemplo, em 1500 era habitada por 6 a 9 milhões de pessoas.

Hoje, tudo isto está a ser ameaçado, e por todo o mundo surgem alertas em defesa deste património.

Ao longo das últimas décadas, a mão humana tem contribuído fortemente para a sua desflorestação, nomeadamente através do negócio da madeira, da pecuária, da agricultura, dos incêndios, da mineração e da exploração de petróleo e de gás.

Nos últimos 50 anos, a desflorestação da Amazónia atingiu cerca de 17% da sua vegetação, tendo aumentado 60% só em Junho deste ano face ao período homólogo.

De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, nos últimos 12 meses a perda da vegetação atingiu os 5.879 quilómetros quadrados, valor bastante superior ao registado nos 12 meses anteriores, onde se tinham perdido cerca de 4.000 quilómetros quadrados.

Pode ler aqui o texto completo deste artigo.

05/06/2019

5 de junho - DIA MUNDIAL DO AMBIENTE - Os Verdes assinalam o Dia com uma Interpelação ao Governo e Ação de Rua

Para assinalar o dia Mundial do Ambiente, o Partido Ecologista Os Verdes leva a efeito iniciativas no Parlamento e na Rua.

O PEV escolheu para tema da Interpelação ao Governo, que marcou 5 de junho, Dia Mundial do Ambiente, "Combate às Alterações Climáticas: a Importância do Setor dos Transportes", cujo debate terá início a partir das 15horas.

No Saldanha, junto à saída de Metro ao lado do Dolce Vita Monumental, em Lisboa, entre as 8h e as 15h, dirigentes e ativistas do PEV estarão a promover uma ação sobre Alterações climáticas, através de uma exposição de cartoons intitulada” O clima está a mudar! Toca a mudar também!", da autoria do arquiteto Telmo Quadros, e da distribuição de sementes de alface.












22/04/2019

Amanhã em Lisboa - Mariana Silva reúne com Associações de Ambiente e estará em ações de contato em Alvalade

A candidata do PEV na lista da CDU ao Parlamento Europeu, Mariana Silva, vai estar amanhã, 23, a partir das 11.30h, em ações de contacto com a população e com comerciantes em Alvalade, na Av. da Igreja. Os Verdes apresentarão os compromissos do PEV para as eleições para o Parlamento Europeu.

Tendo em conta as próximas eleições para o Parlamento Europeu e as implicações que a União Europeia e as suas instituições têm para o País, o PEV irá realizar uma reunião de trabalho, para a qual convidou Organizações Não Governamentais de Ambiente, a fim de ouvir e debater as suas preocupações, nomeadamente na área do ambiente e da conservação da Natureza, numa altura em que muitos e complexos desafios se colocam à humanidade, Mariana Silva, reúne com as referidas organizações, amanhã, dia 23 de abril, 3ª feira, pelas 18h, no número 19 da Avenida Álvares Cabral, junto ao Rato, em Lisboa.

No final da reunião, previsto para as 20:00h, serão prestadas declarações à Comunicação Social.

11/04/2019

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre a utilização de herbicidas na cidade de Lisboa

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre a utilização de herbicidas na cidade de Lisboa.

REQUERIMENTO:

No passado dia 3 de Abril, o município de Mafra e as 11 Juntas/Uniões de Freguesias do concelho celebraram um Memorando de Entendimento, onde assumiram o compromisso da não utilização de produtos fitofarmacêuticos cuja base seja o glifosato e outros herbicidas sintéticos, optando por utilizar alternativas ecológicas para o controlo de vegetação infestante em zonas urbanas, de lazer e junto a vias de comunicação. 

Decidiram ainda aderir ao programa “Autarquias sem Glifosato/Herbicida”, promovido pela Quercus – ANCN, cuja adesão pressupõe que o concelho de Mafra não só deixa de utilizar produtos fitofarmacêuticos à base de glifosato e outros herbicidas, como também se compromete a reforçar o pessoal e a dar prioridade à utilização de meios mecânicos nas limpezas. 

Com esta importante medida, Mafra junta-se assim a mais 12 municípios que, de acordo com o site da Quercus, já aderiram à campanha “Autarquias sem Glifosato”, sendo o primeiro no distrito de Lisboa.

Também recentemente foi divulgado um estudo não científico, promovido pela Plataforma Transgénicos Fora e iniciado em 2018, onde a urina de 62 voluntários foi analisada. Segundo a Plataforma, os resultados obtidos revelam uma exposição recorrente ao glifosato, apontando ainda para uma contaminação generalizada por glifosato em Portugal.

Importa referir que esta iniciativa da Plataforma Transgénicos Fora não foi validada cientificamente, pois não foi feita por uma equipa de investigação independente, nem publicada numa revista científica e não foi sujeita ao escrutínio de outros cientistas. Mas face à conhecida classificação que desde 2015 a Organização Mundial de Saúde (OMS), por intermédio da sua Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro, atribui ao glifosato como sendo «carcinogéneo provável para o ser humano», é fundamental que o princípio da precaução seja aqui prioritariamente aplicado, até porque o glifosato é o pesticida mais usado em Portugal, tendo-se observado uma tendência crescente no seu uso, nos últimos anos.

Foi, assim, declarado um efeito perigoso do glifosato para a saúde humana, estabelecendo-se designadamente uma relação entre este herbicida e um cancro do sangue - o Linfoma não Hodgkin. Esta relação não se faz de ânimo leve, e ao contrário da recente experiência da Plataforma Transgénicos Fora, esta relação é feita com base na existência e no reconhecimento de provas científicas credíveis e suficientes. Curiosamente, ou não, em Portugal todos os anos surgem cerca de 1700 novos casos deste tipo de cancro, apresentando uma taxa de mortalidade superior à média da União Europeia.

Considerando que o município de Mafra em conjunto com as 11 freguesias foi o primeiro município do distrito de Lisboa a aderir ao programa “Autarquias sem Glifosato/Herbicida”, promovido pela Quercus – ANCN, e que face a isto, a cidade de Lisboa perdeu aqui uma oportunidade de se constituir pioneira nesta medida, face ao uso do glifosato no seu território.

Tendo em conta que a cidade de Lisboa venceu a candidatura a Capital Verde da Europa em 2020 e que várias juntas de freguesia da cidade têm vindo a optar por meios alternativos e mais ecológicos para o controlo de vegetação infestante, em zonas urbanas, de lazer e junto a vias de comunicação, em vez de produtos fitofarmacêuticos e herbicidas à base de glifosato, assegurando assim o bem-estar da população.

Considerando ainda que a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, em Dezembro de 2017, uma recomendação do Grupo Municipal do PEV que entre outras questões, solicitava que a Câmara Municipal de Lisboa pugnasse pelo bem-estar e a saúde pública dos munícipes, através da erradicação progressiva do uso do glifosato na cidade de Lisboa, seguindo o exemplo de outros Municípios e Juntas de Freguesia que já o fizeram, e adira à iniciativa de âmbito nacional "Autarquias sem Glifosato".

Considerando por último, que a grande maioria das autarquias tem vindo a reconhecer que os produtos à base de glifosato têm trazido consequências gravosas para a saúde e para o ambiente, face ao perigo de serem arrastados para as linhas de água e serem absorvidos das mais diversas formas pelas pessoas e pelos animais.

Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. Tendo em conta a candidatura a Capital Verde da Europa, que diligências tem a autarquia promovido para dar seguimento à recomendação do PEV aprovada em Dezembro de 2017, relativamente à erradicação do uso de herbicidas à base de glifosato na cidade de Lisboa?

2. Para quando a adesão do Município de Lisboa à iniciativa de âmbito nacional “Autarquias sem Glifosato”, tal como aprovado na referida recomendação do PEV? 

3. Qual o número de Juntas de Freguesia que ainda se encontram a aplicar nos seus territórios herbicidas à base de glifosato?

4. Qual o número de Juntas de Freguesia que já procederam à total erradicação do uso de herbicidas à base de glifosato nos seus territórios?

5. Que acções de sensibilização tem a autarquia promovido no sentido da promoção de uma campanha pelo não uso de herbicidas e orientada para a adopção de alternativas e de boas práticas ambientais, dando prioridade à utilização de meios mecânicos?

10/04/2019

Assembleia Municipal defende uma gestão integrada e sustentável da água na cidade de Lisboa, por proposta de Os Verdes

Foi aprovada por unanimidade, na Assembleia Municipal de Lisboa, uma recomendação do Partido Ecologista Os Verdes por uma gestão integrada e sustentável da água na cidade de Lisboa, tendo em conta a situação de seca que o país está a atravessar.

Para o PEV é preciso mais medidas para optimizar o uso da água na cidade e uma visão estratégica a longo prazo para pôr fim ao desperdício e às formas irracionais de consumo.

Os Verdes entendem ser inadmissível que, em pleno século XXI, certos usos de água, que podem ser satisfeitos com água reaproveitada, como a rega de jardins ou a limpeza de áreas públicas, continuem a ser feitos com água potável da rede de abastecimento e muitas vezes nas horas de maior calor.

Ora, a escassez de água impõe-nos uma responsabilidade colectiva e políticas de poupança deste recurso, e foi com esse objectivo que o PEV propôs a adopção de práticas mais sustentáveis, assim como o reforço das campanhas de sensibilização, para que não aconteçam apenas quando chegamos ao Verão e se torna mais evidente a falta de água.

Foi também aprovado o voto de condenação, apresentado pelo PEV, relativamente à repressão sobre a população da palestina pelas autoridades israelitas, que ocorreu no Dia da Terra Palestina, onde as forças israelitas reprimiram brutalmente os protestos da Grande Marcha do Retorno, ao longo da vedação que isola a Faixa de Gaza, provocando a morte de mais de 260 palestinianos e ferindo mais de 30 mil.

Por fim, os deputados ecologistas viram ainda ser aprovado por unanimidade um voto de saudação ao 90º aniversário da Associação Inválidos do Comércio, que tem desempenhado um papel essencial na política social da cidade.

02/04/2019

Alterações climáticas - voto de saudação na Assembleia Municipal de Lisboa

Os jovens mobilizaram-se, uniram-se e, juntos, manifestaram-se contra as alterações climáticas, exigindo respostas governamentais para a crise ambiental que vivemos, através de medidas urgentes para alterar o rumo do aquecimento global.
No dia 15 de março, #OsVerdes associaram-se e apoiaram esta iniciativa que mobilizou milhares de jovens em todo o país.
Hoje, 2 de abril, apresentam na Assembleia Municipal de Lisboa um #votodesaudação pela Luta das novas gerações pela resolução dos problemas ambientais.

Leia aqui o texto completo deste voto de saudação que sublinha a importância da participação e envolvimento dos jovens em causas justas e necessárias, estando conscientes do seu papel na transformação da sociedade e de que o desafio das alterações climáticas exige um compromisso sério e concertado.




06/08/2018

8 de agosto – Praia das Maçãs - Campanha “O Clima está em mudança! Toca a Mudar Também!” chega ao concelho de Sintra

No dia Mundial do Clima, o PEV lançou uma Campanha dedicada a um dos maiores desafios que se coloca à Humanidade e à vida no Planeta, as Alterações Climáticas, denominada “O Clima está em mudança! – Toca a Mudar Também!".

Esta campanha, que percorrerá todo o país com uma exposição de cartoons da autoria do arquiteto Telmo Quadros, estará na próxima quarta-feira, dia 8 de Agosto, na Praia das Maçãs – Sintra – no passeio em frente ao final da linha do eléctrico – das 12h às 20h - onde estarão também os dirigentes e ativistas de Os Verdes, em contacto com a população.






25/03/2018

20 de março - intervenções do PEV na Assembleia Municipal de Lisboa

Na reunião de 20 de março da Assembleia Municipal de Lisboa, os eleitos de Os Verdes fizeram duas intervenções que podem ser vistas abaixo:

Sobreda Antunes fez uma intervenção sobre a petição relativa ao Teatro Maria Matos:
“Acontece que em Agosto de 2004 a CML dera início a uma profunda reabilitação deste espaço cultural, conferindo-lhe uma nova identidade e dotando-o de melhores condições. O projecto incluiu a remodelação da sala e dos bastidores, a melhoria da acústica, da iluminação, da climatização, o reforço da segurança e a eliminação das barreiras arquitectónicas, tendo o Maria Matos reaberto em 27 de Março de 2006. (…) Lamenta-se que as recomendações finais da 7ª Comissão não respondam ao cerne da interpelação dos peticionários. Lamenta-se que a CML tenha anunciado qualquer decisão antes de ser conhecido qualquer estudo ou sequer terem previamente sido ouvidos os trabalhadores e os agentes culturais. Lamenta-se que mais uma vez o superavit municipal se imponha aos interesses culturais da cidade e dos seus munícipes.”

Leia aqui a intervenção de Os Verdes.

Cláudia Madeira fez uma declaração política com o título "Árvores na Cidade de Lisboa":

“São constantes as denúncias e pedidos de ajuda que Os Verdes recebem para que as árvores não sejam abatidas. Podemos dar o exemplo do abate de árvores no Bairro da Boavista, em pleno Parque Florestal de Monsanto, para construir mais um campo de rugby, do abate de árvores no Jardim do Príncipe Real ou ainda dos freixos da Guerra Junqueiro que depois de terem conseguido sobreviver a uma intervenção mal efectuada, foram salvos do abate mas, ainda ontem, recebemos nova denúncia de que afinal são para abater, desta vez a conta-gotas, eventualmente na tentativa deste delito passar despercebido. (…) É caso para dizer que a gestão do arvoredo e dos espaços verdes de Lisboa tem-se degradado significativamente nos últimos anos, como resultado da reorganização administrativa, que instalou a confusão, aumentou as intervenções desordenadas e os critérios de podas e abates tornaram-se pouco claros. (…) Ainda a propósito da plantação de árvores, importa saber de onde vêm as espécies plantadas, quanto paga o executivo por elas e qual a taxa de sobrevivência destas novas plantações. (…) É preciso reactivar a escola de jardinagem, dinamizar os viveiros, contratar jardineiros e travar os abates indiscriminados e as intervenções mal feitas e feitas fora de época que continuam impunes.”

Leia aqui a intervenção de Os Verdes.

05/03/2018

Acções de Os Verdes em Lisboa e Loures - 5 de março

Já estão em curso as iniciativas de Os Verdes programadas para hoje em Lisboa: uma visita à Escola Secundária do Restelo e reunião com a Direção e a Associação de Pais para conhecer, in loco, as necessidades de requalificação deste estabelecimento de ensino; uma reunião com a Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Lisboa, por forma a ouvir as dificuldades que, atualmente, os utentes enfrentam.







Os problemas na Escola Secundária de Camões, uma visita à Escola de Calceteiros e uma deslocação ao Aqueduto de Santo Antão do Tojal e ao Paul das Caniceiras, em Loures, foram as ações levadas a cabo pela delegação de OsVerdes no período da tarde nos concelhos de Lisboa e Loures – Educação, valorização profissional e proteção do ambiente foram os temas em destaque.











03/03/2018

Lisboa e Loures - Os Verdes Visitam Escolas e Reúnem com Utentes de Transportes

Segunda Feira, dia 5 de março, o Deputado José Luís Ferreira desloca-se à Escola Secundária do Restelo e à Escola Secundária de Camões para conhecer no terreno os problemas destas escolas que necessitam urgentemente de ser requalificadas.

A delegação do PEV continuará com visita à Escola de Calceteiros, criada para que não se perdessem os conhecimentos sobre calcetar. Lembramos que relativamente a esta matéria o PEV apresentou um Projeto de Resolução sobre a preservação da calçada, da valorização da profissão de calceteiro e do apoio à candidatura da calçada a património mundial.

Após reunião com a Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Lisboa, Os Verdes terminarão o dia com uma Visita ao Aqueduto de Santo Antão do Tojal e ao Paul das Caniceiras, de acordo com o programa abaixo:

Programa – 5 de março

10h - Reunião/Visita com Direção e Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária do Restelo - R. Antão Gonçalves,

11h30 - Reunião com Comissão de Utentes dos Transportes Públicos de Lisboa - sede do PEV, sita na Av. D. Carlos I- n. º146 – 1.ºDt. º;

14h00 - Reunião/Visita com Direção e Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Secundária de Camões - Praça José Fontana,

15h30 - Visita à Escola de Calceteiros - Quinta Conde dos Arcos - Av. Dr. Francisco Luís Gomes;

17h00 - Visita com a ADAL (Associação de Defesa do Ambiente de Loures) ao Aqueduto de Santo Antão do Tojal e ao Paul das Caniceiras - Ponto de encontro na entrada da Junta de Freguesia de santo Antão do Tojal;

18h00 - Declarações à comunicação social no final da visita

16/02/2018

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre as obras no Monte das Perdizes - Antigo Campo de Tiro a Chumbo

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre as obras no Monte das Perdizes - Antigo Campo de Tiro a Chumbo.

REQUERIMENTO:
No passado dia 12 de Fevereiro, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes efectuou uma visita ao Parque Florestal de Monsanto (PFM), tendo constatado que estavam a decorrer obras autorizadas pelo Município de Lisboa no Monte das Perdizes, local anteriormente designado por Campo de Tiro de Monsanto.
Na área envolvente do edifício principal encontravam-se quatro contentores de apoio aos trabalhadores, sendo que na porta de entrada estava fixada uma ‘Comunicação Prévia de Início de Trabalhos - Obra Privada’.
Considerando que foi aprovada por unanimidade e aclamação uma Recomendação, no âmbito do Debate Temático sobre o Parque Florestal de Monsanto, que previa que os investimentos realizados no parque fossem alvo de discussão e apreciação públicas, tendo como premissa base o interesse público, a recuperação de património municipal e beneficiassem o acesso e usufruto públicos ao PFM.
Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:
1 - Que tipo de intervenção está a decorrer no Monte das Perdizes, para que finalidade e quais os custos envolvidos?
2 - Qual a calendarização prevista para a intervenção em curso?
3 - Qual a razão para não ter havido uma comunicação e consulta pública do projecto aprovado pela CML para aquele local?
4 - Já foi realizada a descontaminação total do chumbo que existia nos solos do antigo Campo de Tiro?
Requer-se ainda, nos termos regimentais aplicáveis, que nos seja igualmente facultado:
- Projecto com a memória descritiva da intervenção em curso no Monte das Perdizes;
- Relatório de Avaliação da contaminação de chumbo existente em subsolo.
- Projecto de descontaminação de chumbo existente no terreno do antigo Campo de Tiro em Monsanto.
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 16 de Fevereiro de 2018