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12/02/2021

PEV pretende saber ponto de situação de projectos anunciados no âmbito da Capital Verde Europeia 2020

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre o ponto de situação de projectos anunciados no âmbito da Capital Verde Europeia 2020.

REQUERIMENTO:

A 21 de Junho de 2018 Lisboa foi distinguida com o galardão de Capital Verde Europeia 2020 e, na apresentação pública da sua programação, foram anunciados para 2020 alguns novos equipamentos, tais como:

- um Eco-centro e Centro de Interpretação de Resíduos e Energia, no Cabeço da Rolas, freguesia do Parque das Nações, em Novembro de 2020, que seria um espaço destinado à promoção da economia circular e à sensibilização na temática dos resíduos e da energia.

- o ReMuseu - Museu da Reciclagem, que abordaria a problemática da gestão dos resíduos e da economia circular, junto à Doca de Santo Amaro, que deveria ter sido aberto em 17 Maio de 2020, e que seria um equipamento temporário, disponível durante um ano.

- um Centro de Interpretação e o Jardim da Água (LIS-Water) no campus do LNEC, com o objectivo de ser um centro de estudo, interpretação e divulgação internacional dedicado à água.

Os desafios ambientais que enfrentamos exigem mudanças urgentes em diversas áreas como a mobilidade, o tratamento dos resíduos, a gestão da água, a produção e consumo de energia, entre muitas outras.

Desta forma, impõem-se políticas com vista à sustentabilidade do desenvolvimento e a informação, a formação e envolvimento dos cidadãos ganham especial relevância neste contexto, devendo ser incentivados os espaços que contribuam para esse objectivo.

Considerando que a situação pandémica que vivemos teve impactos a programação da Capital Verde Europeia no que diz respeito à concretização de vários eventos e projectos, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entende que é importante saber qual é, neste momento, o ponto de situação destes equipamentos.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos serem facultadas as seguintes informações:

1. Qual o ponto de situação do Eco-centro e Centro de Interpretação de Resíduos e Energia no Cabeço da Rolas?

2. Qual o ponto de situação do ReMuseu - Museu da Reciclagem?

3. Qual o ponto de situação do Centro de Interpretação e o Jardim da Água no campus do LNEC?

4. Quais as datas previstas para a inauguração destes equipamentos?

5. Qual é, neste momento, o balanço e o ponto de situação da programação anunciada no âmbito da Capital Verdes Europeia 2020, nomeadamente no que diz respeito aos projectos não concretizados?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 12 de Fevereiro de 2021

30/09/2020

Aprovada proposta do PEV para Audição Pública sobre Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa


A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou ontem, por unanimidade, uma proposta pelo Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes para que seja promovida uma Audição Pública sobre a aplicação do Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa.

Em Julho de 2017, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou o Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa e o processo não foi muito pacífico e consensual. O PEV sempre reconheceu a importância de haver de um regulamento para o arvoredo, mas consideramos que a versão aprovada é incoerente, frágil e permite verdadeiros atentados contra o património arbóreo, o que contraria em absoluto o princípio de qualquer regulamento do arvoredo.

Em 2015, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes propôs que a CML criasse um manual de boas práticas sobre os procedimentos de manutenção, poda, abate e substituição de árvores.

Apesar de Lisboa ser a Capital Verde Europeia 2020, continua a ser confrontada com algumas operações de podas e abates que suscitam apreensão e contestação por parte de cidadãos e associações.

Tendo em conta que decorreram três anos após a entrada em vigor deste Regulamento e que se mantém a discussão em torno da aplicação deste instrumento, havendo aspectos que ainda não estão implementados como o registo georreferenciado do arvoredo, não sendo de descurar uma eventual revisão, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes considera importante promover um espaço de discussão e informação sobre a aplicação do Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa.

Assim, na sequência da presente proposta, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes propôs que a Comissão de Ambiente e Qualidade de Vida possa trabalhar com vista à realização de uma audição pública para avaliar como está a correr a aplicação do Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 30 de Setembro de 2020

Aprovada instituição do Dia Municipal da Sustentabilidade por proposta do PEV


A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, por unanimidade, uma proposta do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes para que a autarquia institua o Dia Municipal da Sustentabilidade, como forma de alertar e mobilizar para a sustentabilidade nas suas variadas vertentes.

A procura de opções baseadas na sustentabilidade deve estar presente no nosso dia-a-dia e nas actividades do município e, como forma de valorizar e reconhecer estes princípios imprescindíveis para as gerações presentes e futuras, a cidade de Lisboa pode e deve dar o exemplo e tornar-se uma cidade mais sustentável e resiliente, procurando opções mais sustentáveis.

Ora, o PEV entende que a instituição deste Dia Municipal da Sustentabilidade é, assim, uma forma de reforçar a responsabilidade colectiva para que os Objectivos para o Desenvolvimento Sustentável e a Agenda Global até 2030, estabelecidos pela Assembleia Geral das Nações Unidas, sejam mesmo uma realidade nas suas mais diversas áreas, permitindo a concretização da sustentabilidade que se impõe nos dias de hoje, não só na vertente ambiental, mas também económica e social.

O PEV considera igualmente que importa dar continuidade às actividades e acções desenvolvidas pela Plataforma Municipal para o Desenvolvimento Sustentável, sendo fundamental que a CML dê passos nesse sentido.

Assim, na sequência da presente proposta, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes propôs que a CML institua o Dia Municipal da Sustentabilidade, como forma de valorizar e mobilizar em prol da sustentabilidade nas suas variadas vertentes, e que promova as diligências necessárias com vista à prossecução da Plataforma Municipal para o Desenvolvimento Sustentável, ou outra similar, assegurando a programação regular de um conjunto de actividades e acções.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 30 de Setembro de 2020

23/09/2020

Aprovada proposta do PEV referente a coberturas verdes nos postos de abrigo das paragens de autocarro e rede complementar de papeleiras inteligentes em Lisboa


Na reunião de ontem, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, por maioria, a proposta do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes para que a autarquia estude a possibilidade de criar coberturas verdes nos postos de abrigo das paragens de autocarro por desempenharem um papel fundamental como resposta de adaptação às alterações climáticas devido às suas funções ecológicas, contribuindo ainda para a requalificação dos espaços públicos.

A Assembleia Municipal de Lisboa também aprovou, por maioria, uma outra proposta do PEV para que a CML estude a implementação de uma rede complementar de papeleiras inteligentes na cidade de Lisboa, medida essa que já foi executada noutras localidades por garantir um processo de recolha de lixo mais eficiente.

Finalmente, os deputados ecologistas ainda viram ser aprovada, por unanimidade, uma saudação referente ao “41º aniversário do Serviço Nacional de Saúde”, saudando as lutas dos profissionais da área da Saúde pela dignificação das suas profissões, em defesa do SNS e das populações que a ele recorrem, bem como as lutas das populações na defesa do direito constitucional à protecção na Saúde.

Por esta razão, o Partido Ecologista Os Verdes congratula-se com aprovação destas suas propostas que visam a melhoria substancial dos padrões ambientais e da qualidade de vida em Lisboa que é a Capital Verde Europeia no presente ano.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 23 de Setembro de 2020

18/09/2020

PEV propõe coberturas verdes nos postos de abrigo das paragens de autocarro e rede complementar de papeleiras inteligentes em Lisboa

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes apresentará, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de dia 22 de Setembro, as seguintes propostas:

Uma recomendação onde propõe que a CML estude a possibilidade de implementar "Coberturas verdes nos postos de abrigo das paragens de autocarro”, salientando que a cidade de Lisboa é a Capital Verde Europeia no presente ano, pelo que seria importante proceder ao início desse processo.

O exemplo mais emblemático de implementação desta medida ocorreu na cidade de Utrecht, localizada nos Países Baixos, onde as coberturas dos postos de abrigo das paragens de autocarro, num total de 316, foram remodeladas e cobertas de espécies vegetais, principalmente composta por plantas de sedum ou suculentas, que é um tipo de planta conhecida por armazenar a água da chuva, capturar partículas de poeira do ar e refrescar o ambiente.

Uma recomendação para que a CML desenvolva as diligências necessárias com vista ao estudo para a “Implementação de rede complementar de papeleiras inteligentes em Lisboa”, promovendo a sua localização em espaços preferencialmente pedonais, e devendo ainda apresentar uma proposta de calendarização referente à concretização desta medida e os locais escolhidos na Assembleia Municipal.

Por fim, os deputados ecologistas apresentam ainda uma saudação ao “41º aniversário do Serviço Nacional de Saúde”, saudando as lutas dos profissionais da área da Saúde pela dignificação das suas profissões, em defesa do SNS e das populações que a ele recorrem, bem como as lutas das populações na defesa do direito constitucional à protecção na Saúde.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 18 de Setembro de 2020




28/08/2020

Os Verdes propõem a realização de audição pública sobre a aplicação do Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes vai propor na sessão de Setembro da Assembleia Municipal de Lisboa, a realização de uma audição pública sobre a aplicação do Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa.

Em Julho de 2017 a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou o Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa, anexo à Proposta n.º 799/2015, envolto nalguma polémica.

O PEV não só reconhece a importância de um regulamento, como até propôs, em 2015, através da Recomendação «Procedimentos de manutenção e substituição de arvoredo em Lisboa», entre outros aspectos, que a CML criasse um manual de boas práticas sobre os procedimentos de manutenção, poda, abate e substituição de árvores.

Em Março de 2018, através da Recomendação do PEV «Pela valorização e preservação das árvores da cidade» foi aprovado, entre outros pontos, que a CML apresentasse à AML o ponto de situação relativamente à implementação do Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa.

Importa referir que o Artigo 26.º do Regulamento Municipal do Arvoredo, determina que «O acompanhamento do presente Regulamento compete à CML e às Juntas de Freguesia, na sua aplicação, adequação e eventuais propostas de revisão».

Considerando que Lisboa é a Capital Verde Europeia 2020 e continua a ser confrontada com algumas operações de podas e abates que suscitam apreensão e contestação por parte de cidadãos e associações.

Tendo em conta que decorreram três anos após a entrada em vigor deste Regulamento e que se mantém a discussão em torno da aplicação deste instrumento, não sendo de descurar uma eventual revisão, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes considera importante promover um espaço de discussão e informação sobre a aplicação do Regulamento Municipal do Arvoredo de Lisboa, ainda no decorrer do ano de 2020.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 28 de Agosto de 2020

05/06/2020

Os Verdes assinalam o Dia Mundial do Ambiente e relançam a Carta Aberta: Por uma Lisboa mais verde, sem solos contaminados



O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes assinala hoje, 5 de Junho, o Dia Mundial do Ambiente, e exige uma Lisboa mais Verde, sem solos contaminados.

Este ano o tema escolhido para assinalar o Dia Mundial do Ambiente é o papel crucial da Biodiversidade, e importa salientar que Portugal não está a aproveitar os apoios para a conservação da natureza, sendo que, a par de atrasos em projectos, podem ficar por usar cerca de 10 milhões de euros.

Os Verdes não podem deixar de realçar que a actual pandemia que todo o planeta atravessa é também uma consequência desta perda de biodiversidade, devendo o momento actual constituir-se como uma oportunidade para repensar os modelos sócio-económicos instalados, aumentar a resiliência dos países e reverter a perda de biodiversidade.

Também as cidades como Lisboa têm um papel fundamental na promoção de um desenvolvimento sustentável e de um uso sustentado de recursos, quer seja ao nível do consumo e eficiência energética, transportes públicos eficazes, poupança de água e reutilização da mesma, promoção de espaços verdes e preservação da biodiversidade.

Lisboa é a Capital Verde Europeia em 2020, distinção que acabou por ser afectada pela pandemia de COVID-19, o que levou a CML a fazer alguns reajustes na programação.

No entendimento do PEV esta distinção deve ser o impulso para fazer mais e melhor e deve representar a mudança de políticas e de comportamentos que se impõem, através do compromisso com a sustentabilidade, o combate às alterações climáticas e a descarbonização. Esta deve ser uma prioridade política não só em 2020, mas nas próximas décadas.

Defendemos igualmente que a Capital Verde Europeia deve representar uma oportunidade para dar corpo a inúmeras propostas que Os Verdes têm apresentado na Assembleia Municipal, nomeadamente a reactivação do Conselho Municipal do Ambiente, órgão que visa promover uma maior participação dos cidadãos e das organizações de ambiente.

Também no que diz respeito à preservação do património arbóreo da cidade, várias têm sido as propostas apresentadas pelo PEV nesse sentido, mas que a autarquia teima em ignorar, pois continuamos a ser confrontados com abates de árvores pela cidade, situação que não se coaduna com a distinção de Capital Verde Europeia.

Outra das preocupações que o PEV tem levado à discussão e exigido acção por parte da autarquia tem sido a questão dos solos contaminados, que representa riscos para a saúde pública e o ambiente. Entendemos que devido à pandemia pode haver dificuldades acrescidas, mas isso não pode ser desculpa para o ambiente ser negligenciado, e não podemos esquecer de que a autarquia em relação à contaminação dos solos, tem responsabilidades de fiscalização.

Assim, Os Verdes relançam no Dia Mundial do Ambiente a Carta Aberta: Por uma Lisboa mais Verde, sem Solos Contaminados, que visa exigir medidas efectivas por parte da Câmara Municipal de Lisboa, nomeadamente que esta proceda ao mapeamento das áreas contaminadas em Lisboa e divulgue-o, bem como os processos de descontaminação em curso.

Também neste Dia Mundial do Ambiente, Os Verdes não podiam deixar de referir o Parque Florestal de Monsanto, um espaço verde de excelência da cidade de Lisboa, e de extrema importância para toda a Área Metropolitana, devendo, por estas e muitas outras razões, ser preservado e protegido, cabendo à autarquia essa responsabilidade.

Por fim, o PEV reitera que apesar da crise pandémica mundial actual, os problemas ambientais, como as alterações climáticas, ou a perda de biodiversidade, se mantêm, sendo fundamental, mais do que nunca, promover a protecção do ambiente e a qualidade de vida das populações.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 5 de Junho de 2020

22/04/2020

COVID-19: Lisboa Capital Verde Europeia 2020


Lisboa é a Capital Verde Europeia em 2020, distinção que acabou por ser afectada pela pandemia de COVID-19, o que levou a CML a anunciar o seu relançamento com a apresentação de nova programação, no dia 5 de Junho, Dia do Ambiente.
Para Os Verdes a Capital Verde deve ser o impulso para fazer mais e melhor e deve representar a mudança de políticas e de comportamentos que se impõem, através do compromisso com a sustentabilidade, o combate às alterações climáticas e a descarbonização. Esta deve ser uma prioridade política não só em 2020, mas nas próximas décadas.
Os Verdes recordam que já em 2010 apresentaram a recomendação “Lisboa – Capital Verde da Europa” para que a CML implementasse medidas concretas que permitissem esta distinção.
Os Verdes consideram que, apesar do cenário condicionado pela pandemia, os objectivos da Capital Verde devem ser prosseguidos dentro do possível, salvaguardando sempre as devidas condições de protecção e segurança. Apesar de lidarmos agora com outro desafio, o ambiente não pode ser descurado, pois é também de qualidade de vida e de saúde que falamos.
Após os contratempos que a Capital Verde sofreu, será necessário recuperar e avançar com determinação e de forma responsável para que esta distinção não seja apenas mais um prémio e possa fazer a diferença na cidade.
Os tempos que actualmente vivemos vieram alertar para a necessidade de se apostar na produção e no consumo nacional e local, algo que os Verdes defendem há anos através de propostas concretas. Este é um desígnio fundamental de sustentabilidade ambiental, em defesa dos modos de produção amigos do ambiente, das economias locais e regionais e da soberania agrícola e alimentar.
Por outro lado, lamentavelmente a cidade tem sido confrontada com a intenção de abater árvores, e a sua concretização como em Alvalade e na Praça de Espanha, devendo sempre tentar-se outras vias que permitam manter e recuperar os espécimes. Os Verdes recordam que são inúmeras as propostas apresentadas nesse sentido, que a CML teima em ignorar.
Para o PEV as matérias ambientais nunca foram uma moda e sempre defendemos que é preciso concretizar políticas ambientais através de medidas e acções que a cidade realmente necessita, e continuaremos a dar os nossos contributos para melhorar os padrões ambientais e qualidade de vida na cidade, para que Lisboa seja mais verde.
O Grupo Municipal do PEV assinala ainda o Dia Mundial da Terra que se comemora hoje, lembrando que, apesar da crise mundial actual, os problemas ambientais, nomeadamente as alterações climáticas, se mantêm, sendo fundamental, mais do que nunca, promover a protecção do ambiente e a qualidade de vida das populações.
Lisboa, 22 de Abril de 2020
O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

21/04/2020

PEV denuncia atentado ambiental na Praça de Espanha




O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML relativamente ao abate de árvores na Praça de Espanha.

REQUERIMENTO:

Foi anunciada publicamente, pelo Município de Lisboa, a decisão de proceder à requalificação da Praça de Espanha, o que implicaria o reordenamento da circulação rodoviária e a criação de um parque urbano, com um investimento estimado em cerca de 15 milhões de euros.

Em 20 de Março de 2018, o Partido Ecologista Os Verdes havia apresentado a Recomendação nº 15/07 – “Pela valorização e preservação das árvores da cidade” que contemplava, no ponto 2 da parte deliberativa, que a CML devia pugnar “para que os novos projectos urbanísticos integrem e respeitem o património arbóreo existente, não permitindo qualquer abate indiscriminado”, tendo sido aprovada por unanimidade pela Assembleia Municipal.

No dia 23 de Janeiro de 2020, o Grupo Municipal do PEV apresentou um requerimento (Requerimento nº 05/PEV/2020) dirigido ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa a pedir esclarecimentos referentes ao abate de 40 árvores na área de intervenção das obras de requalificação da Praça de Espanha que incluía várias espécies, nomeadamente Choupos, Plátanos, Freixos e Palmeiras, entre outras; não tendo ainda obtido qualquer resposta do executivo camarário.

Ontem, o PEV teve conhecimento da intenção da CML de proceder ao abate de 20 árvores adultas e saudáveis (ver fotografias em anexo), ainda mais em plena época de nidificação, na área compreendida entre as bilheteiras e paragens de autocarros dos TST na Praça de Espanha, no âmbito da 2ª fase da empreitada das obras de requalificação em curso.

Sucede que estes abates estão previstos virem a ocorrer numa zona que irá integrar o novo parque urbano no local, com cerca de 5 hectares, onde se prevê vir a ser possível contemplar e usufruir de árvores frondosas (ver planta em anexo), daí ser incompreensível os pré-avisos que foram afixados nas árvores, mas que não se encontram disponibilizados no site da CML, assim como qualquer estudo fitossanitário respectivo na área referente a intervenções no arvoredo.

Periodicamente, a cidade é confrontada com abates de árvores, sendo que o procedimento de abate deve ser o último recurso na gestão do património arbóreo, devendo sempre que possível procurar-se outras formas para salvar e recuperar os espécimes.

Ora, numa altura em que Lisboa é a Capital Verde Europeia, tendo vindo a CML a salientar a importância do património arbóreo, é algo contraditório depararmo-nos com situações desta natureza.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. Tem a CML conhecimento que estes abates não estavam previstos no projeto de reabilitação urbana da Praça de Espanha ou o mesmo terá sofrido alterações face à sua versão inicial?

2. A CML autorizou e fundamentou o abate destas árvores na Praça de Espanha com base em que estudo fitossanitário?

3. Será que o executivo camarário pondera proceder de imediato à suspensão da intenção de abater estas 20 árvores adultas e saudáveis, respeitando a versão inicial do projecto de reabilitação urbana da Praça de Espanha?

4. Quando pondera a CML vir a responder aos pedidos de esclarecimentos que constam no Requerimento nº 05/PEV/2020, datado de 23 de Janeiro de 2020, referente ao abate de 40 árvores na área de intervenção das obras de requalificação da Praça de Espanha?

Requer-se ainda, nos termos regimentais aplicáveis, que nos sejam igualmente facultados:

- Os pareceres fitossanitários das 20 árvores existentes na área envolvente às bilheteiras e paragens de autocarros dos TST na Praça de Espanha.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 21 de Abril de 2020

20/02/2020

Conselho Municipal de Ambiente vai ser reactivado por proposta do Partido Ecologista Os Verdes


A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, por unanimidade, uma recomendação, proposta pelo PEV, referente à “Reactivação do Conselho Municipal de Ambiente” por ser uma estrutura de participação e debate sobre matérias relacionadas com o desenvolvimento sustentável municipal, a qual nunca chegou a funcionar efectivamente desde a sua aprovação em Julho de 2008. Os Verdes pretendem ainda que a CML proceda ao início do processo de revisão e actualização do respectivo regulamento.

18/02/2020

Os Verdes querem a reactivação do Conselho Municipal de Ambiente



Hoje na sessão da Assembleia Municipal de Lisboa, o PEV propõe a reactivação do Conselho Municipal do Ambiente no ano em que a cidade de Lisboa é capital verde europeia, por ser um órgão importante que nunca chegou a funcionar efectivamente desde a sua aprovação em Julho de 2008.

Os Verdes recomendam ainda à CML que inicie os procedimentos necessários para a revisão e actualização do Plano de Acessibilidade Pedonal de Lisboa e promova o aumento do número de passadeiras com sinalização sonora nos semáforos.

Ver comunicado completo

10/12/2019

10 de dezembro - intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa


O eleito de Os Verdes na AML, Sobreda Antunes, interveio sobre o tema da Reabilitação dos chafarizes e mais bebedouros em Lisboa:


“Em 2016, o PEV apresentou neste plenário duas recomendações à CML, uma para instalação de “Bebedouros públicos em espaços de jogo, recreio e prática desportiva” e outra pela “Preservação e valorização dos chafarizes, fontanários, fontes e lagos da cidade de Lisboa”. Todas elas foram aprovadas por unanimidade. Portanto, se há alguém que desde há vários mandatos aqui vem defendendo a gestão sustentável da água, como um bem público, tem sido, sem qualquer dúvida, o Partido Ecologista Os Verdes.” - Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.


 A eleita de Os Verdes, Cláudia Madeira, fez uma Declaração Política sobre Lisboa Capital Verde Europeia 2020:

“Os Verdes nunca deixaram de apresentar propostas que incidem em melhorias ambientais na cidade, desde a mobilidade, aos resíduos, à qualidade do ar, aos espaços verdes, à plantação e classificação de árvores, à mitigação e adaptação às alterações climáticas, ao amianto, à descontaminação dos solos, aos eco-bairros, às coberturas verdes, à erradicação do glifosato, à gestão eficiente do uso da água, à poupança e eficiência energética, à medição da pegada ecológica, à preservação dos logradouros, entre muitas outras, sem esquecer as propostas para que o Fórum Lisboa ou a Casa dos Animais fossem uma referência ao nível da eficiência ambiental. Algumas, entretanto, avançaram, outras tardam em ser concretizadas, mas continuaremos a batalhar até que sejam uma realidade, porque acreditamos que serão uma mais-valia para a cidade e para elevar os seus padrões ambientais.” - Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.


22/10/2019

22 de outubro - intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa


Sobreda Antunes, eleito de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa, interveio no âmbito do Debate sobre o Estado da Cidade:


“O executivo ainda não conseguiu alcançar uma política integrada de mobilidade assente na redução do número de viaturas a circular na capital, com o aumento da frequência dos transportes públicos e, em paralelo, com a oferta de parques dissuasores junto a interfaces nos limítrofes da cidade. (…) O executivo vem também adiando uma solução condigna para o Arquivo Municipal de Lisboa, que passe por transferir os fundos documentais, não para um espaço de habitação, mas antes para um edifício que siga não apenas as recomendações internacionais para a construção de edifícios de arquivo, como a própria promessa da vereação de que estaria à procura de um espaço unificado.”
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.



Cláudia Madeira, deputada eleita pelo PEV na Assembleia Municipal de Lisboa, também fez uma intervenção no âmbito do mesmo debate:



“[Para Os Verdes] são preocupantes as tendências de segregação habitacional, nomeadamente resultantes da expulsão da população com menores rendimentos da cidade de Lisboa para os concelhos periféricos. (…) Lisboa vai ser Capital Verde mas também é a sexta cidade europeia mais poluída pelos navios de cruzeiro e em que a qualidade do ar piora. Também os solos contaminados e o amianto continuam a ser graves problemas por resolver. (…) Por parte do PEV, continuaremos a apresentar propostas que ajudem a criar uma cidade mais sustentável, ecologicamente equilibrada, mais humanizada e para todos.” - Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.