Mostrar mensagens com a etiqueta Amianto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amianto. Mostrar todas as mensagens

24/11/2020

Aprovada proposta do PEV referente ao amianto nos edifícios de habitação municipal


Na reunião de hoje, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, por unanimidade, a proposta do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes para que a CML proceda a um levantamento e posterior avaliação das estruturas com componentes de amianto presentes nos edifícios de habitação municipal, sob a sua responsabilidade, no sentido de dar cumprimento à legislação que obriga à realização de uma listagem dos edifícios públicos com presença desses materiais e, onde houver essa necessidade, criar um plano de encapsulamento e remoção dos mesmos.

Salienta-se que a presença e o desgaste de componentes de fibrocimento e amianto, especialmente nos edifícios em geral e nos equipamentos públicos em particular, representa um problema para o ambiente e cuja inalação acaba por afectar a saúde pública de toda a população.

Por isso, o Partido Ecologista Os Verdes tem insistentemente apresentado iniciativas e diligências de carácter preventivo, tanto a nível nacional como local, com vista à sensibilização e resolução desta questão.

Finalmente, os deputados ecologistas ainda viram ser aprovado, por unanimidade, um voto de pesar pelo falecimento do meteorologista José Manuel Prista que, ao longo de décadas, informou, esclareceu e divulgou esta ciência e o clima, tendo sido uma das caras mais conhecidas e acarinhadas da meteorologia portuguesa, contribuindo para a construção da moderna meteorologia portuguesa.

Leia aqui a Recomendação do PEV e aqui o Voto de Pesar do PEV.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 24 de Novembro de 2020

23/11/2020

PEV preocupado com o amianto nos edifícios de habitação municipal


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de dia 24 de Novembro, irá defender que sejam tomadas as medidas necessárias e adequadas para a remoção de componentes de fibrocimento e amianto nos edifícios de habitação municipal, de acordo com todas as normas de segurança previstas na legislação em vigor.

De acordo com a Fundação Portuguesa do Pulmão, o desgaste de componentes de fibrocimento e amianto dissemina filamentos para o meio ambiente, um pouco por toda a parte, cuja inalação acaba por afectar a saúde pública de toda a população.

O Partido Ecologista Os Verdes tem insistentemente apresentado iniciativas e diligências de carácter preventivo, tanto a nível nacional como local, com vista à resolução desta questão.

Assim, através da presente proposta o PEV recomenda à CML que, no curto prazo, proceda a um levantamento e posterior avaliação das estruturas com componentes de amianto presentes nos edifícios de habitação municipal, sob a sua responsabilidade, no sentido de dar cumprimento à legislação que obriga à realização de uma listagem dos edifícios públicos com presença desses materiais e, onde houver essa necessidade, criar um plano de encapsulamento e remoção dos mesmos.

Nessa reunião, os deputados ecologistas apresentarão ainda um voto de pesar pelo falecimento do meteorologista José Manuel Prista que, ao longo de décadas, informou, esclareceu e divulgou esta ciência e o clima, tendo sido uma das caras mais conhecidas e acarinhadas da meteorologia portuguesa, contribuindo para a construção da moderna meteorologia portuguesa.

Leia aqui a Recomendação do PEV e aqui o Voto de Pesar do PEV.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 23 de Novembro de 2020

11/02/2020

🏫 Escola E. B. 2,3 Mário de Sá Carneiro, #Camarate, Loures

Hoje a Deputada Mariana Silva, com outros ativistas do #PEV esteve em visita a esta escola com o acompanhamento da Direção da Escola e da Associação de Pais de modo a ver 'in loco' a degradação de que esta escola é alvo.

Já em Março de 2019 Os Verdes apresentaram um Projeto de Resolução sobre esta escola, que pode ler aqui:
http://www.osverdes.pt/…/projeto-de-resolucao-nordm-2057xii…





28/06/2019

Loures - O PEV Exige Retirada de Amianto nas Escolas do Concelho

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, questionando o Governo, através do Ministério do Ambiente e da Transição Energética, sobre a existência, no concelho de Loures, de várias escolas que apresentam amianto nas suas coberturas, sem que o Governo tenha, nos últimos anos, conseguido dar qualquer resposta no sentido da resolução deste problema.

Pergunta:

O amianto é uma substância tóxica, com efeitos nocivos para a saúde pública e o ambiente, razão pela qual o Partido Ecologista Os Verdes tem dado grande relevância a esta matéria ao longo dos anos, com vista à resolução deste problema que ainda se verifica em muitos edifícios e equipamentos, particularmente em escolas.

Nesse sentido, a Lei n.º 2/2011, de 9 de fevereiro, estabelece a remoção de amianto em edifícios, instalações e equipamentos públicos, e no Artigo 5.º, relativo à calendarização da monitorização e das ações corretivas, determina que «Compete ao Governo estabelecer e regulamentar a aplicação de um plano calendarizado quanto à monitorização regular a efetuar e às ações corretivas a aplicar, incluindo a remoção dos materiais que contêm fibras de amianto presente nos edifícios, instalações e equipamentos públicos que integram a listagem referida no artigo anterior, bem como a sua substituição, quando for caso disso, por outros materiais não nocivos à saúde pública e ao ambiente».

Para tal, esse plano calendarizado «deve ser elaborado pelo Governo no prazo de 90 dias contados da apresentação da proposta da ACT».

Sucede que essa calendarização nunca foi tornada pública e são ainda muitas as situações em que se verifica a existência de amianto em edifícios públicos.

Recentemente, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes reuniu com o Movimento Escolas de Loures sem Amianto, que integra pais, professores, diretores, encarregados de educação e antigos alunos de vários agrupamentos de escolas, e que transmitiu a sua preocupação com a presença de fibrocimento com amianto degradado nos estabelecimentos escolares, frequentados diariamente por milhares de alunos, professores e funcionários.

No concelho de Loures, são várias as escolas que apresentam amianto nas suas coberturas, sem que o Governo tenha, nos últimos anos, conseguido dar qualquer resposta no sentido da resolução deste problema.

Tendo em conta que termina agora mais um ano letivo e que o período de férias poderia ser aproveitado para se proceder à remoção do amianto em segurança, permitindo que o próximo ano se iniciasse já com esta situação resolvida ou, pelo menos, minimizada, caso o Governo não tome as diligências necessárias com vista a essa intervenção, estaremos novamente perante mais uma oportunidade perdida.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Educação possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Tem o Governo conhecimento da situação de existência de amianto nas escolas do concelho de Loures?

2. Que diligências já tomou ou vai tomar o Governo no sentido da resolução deste problema?

3. Pondera o Governo diligenciar no sentido de permitir que a intervenção de remoção de amianto seja iniciada durante o período de férias que agora se inicia?

4. Caso não pondere essa possibilidade, qual a razão e qual a data para o início e o fim das intervenções nas várias escolas do concelho de Loures?

5. Em que ponto de situação se encontra o plano calendarizado relativo à remoção de amianto em edifícios, instalações e equipamentos públicos, conforme determina a legislação em vigor?

06/06/2019

O PEV quer a Urgente Remoção de Coberturas Com Amianto na Escola Secundária de Azambuja

O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde Recomenda ao Governo que Proceda à urgente remoção das coberturas de fibrocimento com amianto existentes na Escola Secundária de Azambuja e tome as medidas necessárias com vista à realização das obras de reabilitação da Escola Secundária de Azambuja, indispensáveis para garantir as devidas condições de segurança e bem-estar, apresentando a calendarização das intervenções a realizar e envolvendo a comunidade educativa neste processo.



Leia aqui o Projeto de Os Verdes.

12/04/2019

HOJE – Vila Franca de Xira e Azambuja - Verdes com Poluição na Agenda

Hoje, dia 12 de abril, uma delegação do PEV, que integra a 1.ª candidata do PEV na lista da CDU, ao Parlamento Europeu, Mariana Silva e o deputado José Luís Ferreira, irá visitar locais fustigados pela poluição, nomeadamente sentida em Vila Nova da Rainha, onde exalam vapores de ácido, gases, e odores que incomodam e preocupam a população. Consta também do programa uma visita ao Rio Grande da Pipa, na localidade da Vala do Carregado, onde é possível observar o efeito da descarga da ETAR de Arruda, seguido de observação das instalações abandonadas da antiga fábrica de placas de fibrocimento, Cimianto, onde é possível verificar as escórias, a céu aberto, que foram deixadas ao abandono nas instalações, de acordo com o programa abaixo:

Programa:

15:15h – Azambuja – Frente à Exide Technologies Recycling - Centro de reciclagem em Vila Nova da Rainha;

16:00h - Castanheira do Ribatejo – deslocação à vala do carregado para observação dos efeitos das descargas da ETAR de Arruda dos Vinhos, no rio Grande da Pipa, acompanhados do Presidente da União de Freguesias de Castanheira e Cachoeiras – Encontro junto à sede da Junta de Freguesia;

17:00h - Alhandra - Frente às antigas Instalações da Cimianto - Declarações à Comunicação Social.







23/03/2019

LOURES - O PEV Exige a Remoção das Placas Contendo Amianto e a Requalificação da Escola Básica 2,3 Mário de Sá Carneiro

O Partido Ecologista Os Verdes entregou na Assembleia da República um Projeto de Resolução onde Recomenda ao Governo que proceda à urgente remoção das coberturas de fibrocimento com amianto existentes na Escola EB 2,3 Mário de Sá Carneiro, no concelho de Loures e tome as medidas necessárias com vista à realização das obras de requalificação indispensáveis para garantir as devidas condições de segurança e bem-estar, apresentando a calendarização das intervenções a realizar e envolvendo a comunidade educativa neste processo.

01/02/2018

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre as obras em curso no Palácio de Santa Helena em Alfama

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre as obras em curso no Palácio de Santa Helena em Alfama.

REQUERIMENTO

O Palácio de Santa Helena, situado dentro da muralha Fernandina em Alfama, é um imóvel do século XVII e foi, durante quatro séculos, a residência familiar dos Condes de São Martinho. Depois de deixar de ter funções habitacionais, albergou ainda a Escola Superior de Educação Almeida Garrett durante cerca de 20 anos.

O Palácio encontra-se actualmente a ser alvo de uma intervenção que prevê a construção de 20 apartamentos de luxo, da responsabilidade de uma imobiliária que possui neste momento cerca de 25 projectos na cidade de Lisboa.

Esta obra tem sido, desde o início, alvo de contestação por parte dos moradores e também da Associação do Património e População de Alfama (APPA) que, em conjunto, interpuseram uma providência cautelar para impedir a continuação da obra, por considerarem que, entre outras questões, terá um enorme impacto urbanístico naquela área, com redução do espaço público, aumento do índice de impermeabilização, retirada de privacidade, luminosidade e vistas aos prédios contíguos e descaracterização do bairro.

No passado mês de Dezembro foram demolidas as fachadas do Palácio e retirados os azulejos de elevado valor histórico que lá se encontravam, tendo sido ainda encontrados, em Maio, 20 esqueletos datados do período islâmico, no pátio da antiga Escola Superior de Educação Almeida Garrett, e os silos do Rei D. Dinis do século XIV. As fachadas do Palácio de Santa Helena datadas do século XIX vão ser substituídas por fachadas do século XXI, não havendo desta forma qualquer preservação do património histórico e característico do bairro de Alfama, que até por ser o mais antigo da cidade, deveria ser o mais preservado.

Acresce a esta situação o facto de existir um prédio contíguo ao portão do Palácio que, desde Junho de 2016, se sabe estar em risco de ruir. A Unidade de Intervenção Territorial realizou uma fiscalização ao prédio, confirmando a falta de segurança da infra-estrutura, de que resultou um auto de vistoria, que aguarda licenciamento da autarquia para iniciar as obras de estabilização.

O Grupo Municipal do PEV tem recebido também queixas dos moradores relativamente às operações em curso de remoção de amianto da cobertura do Palácio de Santa Helena. Os moradores têm relatado que têm sentido sintomas de irritação dos olhos e das vias respiratórias, fruto dessas operações.

Considerando que o projecto em causa, com um forte impacto num bairro histórico e consolidado como é Alfama, foi aprovado por despacho, sem ser discutido com os moradores e, por conseguinte, sem qualquer discussão pública a vários níveis, nem em reunião pública de CML.

Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1 – Tendo em conta o enorme impacto urbanístico e histórico que a referida obra tem num bairro como Alfama, não considera a autarquia que a mesma deveria ter sido debatida com a população do bairro e alvo de um amplo debate público?

2 – Que destino será dado aos azulejos retirados da fachada do Palácio de Santa Helena e aos achados arqueológicos encontrados durante as escavações da obra?

3 – Quando prevê a Câmara emitir o licenciamento para se iniciarem as obras de estabilização do prédio contíguo ao portão do Palácio de Santa Helena, dando desta forma cumprimento ao auto de vistoria emitido pela Unidade de Intervenção Territorial?

4 – Durante as operações de remoção das placas de amianto foram tomadas e acauteladas as devidas medidas de precaução previstas para esta operação? Que monitorização tem sido feita sobre eventuais libertações de partículas?

Requer-se ainda, nos termos regimentais aplicáveis, que nos sejam igualmente facultados os seguintes documentos:

- Relatório e inventário do património azulejar e arqueológico encontrado no decorrer da obra no Palácio de Santa Helena.
- Relatório de avaliação do estado das coberturas que contêm amianto retiradas do Palácio de Santa Helena.

22/11/2017

Lisboa: Propostas de Os Verdes nas áreas da Educação e do Ambiente aprovadas

Ontem, dia 21 de Novembro, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou as 3 Recomendações apresentadas pelo Partido Ecologistas Os Verdes relacionadas com a Educação e o Ambiente. 

A Escola Básica do 1º ciclo O Leão de Arroios apresenta alguns problemas que o PEV constatou durante uma visita a este estabelecimento de ensino, e cuja resolução constava na sua Recomendação, nomeadamente que a CML diligencie junto do Governo para a contratação de assistentes operacionais, que proceda à substituição do pavimento do recreio no sentido de torná-lo mais seguro e adequado para as crianças e ainda a urgência da elaboração e aprovação do Plano de Evacuação e Emergência.

Na área ambiental, a Assembleia Municipal aprovou a recomendação do PEV para tornar o Fórum Lisboa uma referência ao nível da eficiência ambiental em Lisboa, através da implementação de painéis solares e substituição das chapas que contêm amianto na cobertura deste edifico. Foi igualmente aprovada a recomendação pela promoção de espécies autóctones, através da qual Os Verdes propunham a produção destas espécies nos viveiros municipais e a sua plantação prioritária nos novos espaços verdes da cidade, tal como nos já existentes onde se inclui o Parque Florestal de Monsanto.

Veja, abaixo, a intervenção da deputada municipal Cláudia Madeira, na reunião de ontem da Assembleia Municipal de Lisboa:



21/11/2017

Recomendação - Fórum Lisboa: Uma referência ao nível da eficiência ambiental em Lisboa


O Fórum Lisboa, edifício onde outrora funcionou o antigo Cinema Roma, foi adquirido pela autarquia em 1997 e é actualmente a sede da Assembleia Municipal. Este espaço está também aberto a actividades cívicas, culturais e sociais das mais diversas entidades, estando ao serviço da sociedade, sendo uma verdadeira Casa da Cidadania.

Tendo em conta que as alterações climáticas são o grande desafio que a humanidade tem pela frente e que urge combater e em que ninguém pode continuar à margem das mudanças urgentes e necessárias, é fundamental transformarmos este edifício num exemplo de sustentabilidade ambiental.

A verdade é que hoje é por demais reconhecida a inevitabilidade das consequências das alterações climáticas, sendo prioritário adoptar medidas de mitigação e de adaptação que tornem os territórios resilientes e sustentáveis.

Importa referir que Lisboa apresenta potencialidades para a captação de energia solar, como poucas cidades no quadro europeu, com cerca de 3.300 horas anuais de exposição solar.

Não obstante a aposta da CML nas energias renováveis, é desejável que também o edifício onde funciona a Assembleia Municipal seja um espaço de promoção de boas práticas ambientais.

Considerando que a utilização de fontes de energia renováveis na geração de energia eléctrica, para consumo das próprias edificações ou venda à rede nacional, nomeadamente através de painéis fotovoltaicos, deverá continuar a ser uma medida estratégica a considerar nos edifícios públicos municipais, incluindo o edifício da Assembleia Municipal, pois contribuirá para a redução dos consumos energéticos e das emissões de gases com efeito de estufa;

Considerando que perante o desafio ambiental que se nos coloca há ainda um longo caminho a percorrer, havendo um conjunto de transformações e de melhorias que podemos e devemos fazer, tanto individual como colectivamente;

Considerando ainda estar também na mão de cada um de nós fazer a diferença e que poderá a Assembleia Municipal dar o exemplo de sustentabilidade, implementando um conjunto de medidas que beneficiarão de forma significativa o ambiente e qualidade de vida na cidade, tornando-se uma referência ao nível da eficiência ambiental em Lisboa.

Assim, o Partido Ecologista Os Verdes, mantendo a coerência e empenho que o caracterizam na defesa da qualidade e vida e do ambiente em Portugal, apresenta esta recomendação no sentido de que a Assembleia Municipal de Lisboa seja líder na transformação que visa assegurar uma sociedade mais sustentável, contribuindo para combater os efeitos das alterações climáticas de origem humana, constituindo-se, para tal, como uma referência da sustentabilidade ambiental em Lisboa e no País.

Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista Os Verdes, recomendar à Câmara Municipal de Lisboa que:

1. Implemente painéis solares no edifício do Fórum Lisboa.

2. Diligencie no sentido de se proceder à substituição das chapas de cobertura do telheiro do Fórum Lisboa que contêm amianto e ao correcto acondicionamento, transporte, armazenagem e deposição dos materiais de fibrocimento retirados, de acordo com as normas de segurança ambiental.

Mais delibera ainda:

3. Continuar a apostar na desmaterialização documental, na utilização de papel reciclado, assim como na utilização de frente e verso das folhas e na reutilização de folhas de rascunho.

4. Adoptar medidas no sentido da redução de desperdícios, de poupança e de eficiência energética, no que diz respeito principalmente à utilização da luz e da água.

5. Promover acções de sensibilização e formação, assim como, o desenvolvimento de grupos de auscultação para identificação de problemas e discussão de melhorias, envolvendo todos os trabalhadores e eleitos.

6. Incentivar e sensibilizar, em todo o espaço do edifício do Fórum Lisboa, para boas práticas ambientais, nomeadamente no que diz respeito à separação de resíduos, à poupança energética e a modos de vida sustentáveis.

7. Dar periodicamente conhecimento aos deputados municipais dos trabalhos desenvolvidos no sentido de tornar o edifício do Fórum Lisboa mais sustentável e amigo do ambiente.

8. Enviar a presente deliberação aos Grupos Parlamentares na Assembleia da República, ao Ministério do Ambiente e às Associações de Defesa do Ambiente.

Assembleia Municipal de Lisboa, 21 de Novembro de 2017

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes


Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

08/03/2017

Lisboa - Verdes querem esclarecimentos sobre falhas graves na remoção de amianto no Palácio da Justiça

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Justiça, Ministério da Administração Interna e Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, sobre falhas graves na remoção de amianto no edifício do Palácio da Justiça, sito na Rua Marques de Fonteira, em Lisboa.

Pergunta:

A QUERCUS alertou recentemente para falhas graves na remoção de amianto no edifício do Palácio da Justiça, sito na Rua Marques de Fonteira, em Lisboa.

As obras no Palácio de Justiça tiveram início a 13 de fevereiro, e preveem demolir o teto falso, potencialmente contaminado com fibras de amianto e a remoção do isolamento com amianto que envolve as tubagens.

Segundo a QUERCUS, nesta obra têm sido apontadas as seguintes falhas: falta de proteção e isolamento das zonas de trabalho, deficiente proteção individual dos trabalhadores da obra e inadequada gestão dos resíduos que contêm amianto, o que justificaria o encerramento imediato do edifício, por não ser verificarem condições de segurança.

As falhas relatadas já terão sido reportadas à ACT – Autoridade para as Condições do Trabalho, ao Sindicato dos Profissionais da Polícia, ao Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos de Justiça e à IGAMAOT – Inspeção Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, no sentido de ser solicitada uma intervenção urgente destas entidades para verificar as suspeitas existentes.

Considerando que esta situação poderá representar sérios riscos para a saúde pública, tendo em conta os riscos associados ao amianto, um produto altamente tóxico e carcinogénico, importa esclarecer algumas questões.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Governo possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1.Tinha o Governo conhecimento da situação relatada sobre as falhas na remoção de amianto no edifício do Palácio da Justiça?

2. Pode o Governo confirmar a existência de falhas na remoção de amianto no edifício do Palácio da Justiça?

3. Em caso afirmativo, que medidas o Governo já adotou ou prevê adotar para que sejam devidamente cumpridas todas as regras de segurança nas obras a decorrer nesse edifício?

4. Já foi efetuada alguma inspeção ao local?
        4.1. Em caso afirmativo, qual o resultado dessa inspeção e em que data foi realizada?
        4.2. Em caso negativo, qual a razão para ainda não ter sido realizada essa inspeção e em que data será realizada?

06/12/2016

Intervenções na Assembleia Municipal de Lisboa

Os deputados municipais de Os Verdes  - Cláudia Madeira e Sobreda Antunes - fizeram, na reunião de hoje da Assembleia Municipal de Lisboa, diversas intervenções:

Sobreda Antunes - “Os Verdes apresentam hoje 3 recomendações: Uma sobre os Acessos do Pavilhão Desportivo do Bairro Padre Cruz (…) Um segundo documento sobre o problema de “Amianto no Bairro Dona Leonor (…) E uma terceira recomendação sobre a necessidade de Construção de ponte pedonal em Belém.”


Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

Cláudia Madeira - “Gostaríamos de saber se o executivo na altura da assinatura do protocolo e do anúncio das alterações que pensa implementar a nível da rede da Carris, já tinha reunido com todas as juntas de freguesia da cidade, assim como com a Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa. (…) Sobre o Metro e o facto de se vir adiando a recomendação da imediata reposição das quatro carruagens na Linha Verde, até que seja possível as composições passarem a ter as seis carruagens, recomendação já várias vezes aprovada nesta Assembleia, não se percebe a passividade da Câmara.”


Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

Sobreda Antunes - “O PEV estranha é o facto de a área de intervenção da Lisboa Ocidental SRU continuar a alargar-se a outras zonas da cidade, que não a óbvia e inicial zona ocidental. (…) Em suma, será que afinal o que executivo pretende é que a SRU se substitua à recém-extinta EPUL para intervenções um pouco por toda a cidade? Então, porque foi extinta a EPUL?”


Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

05/12/2016

Lisboa: Os Verdes propõem avaliação de amianto em edifícios no Bairro Dona Leonor, construção de ponte pedonal em Belém e melhoria dos acessos do Pavilhão Desportivo no Bairro Padre Cruz

Amanhã, dia 06 de Dezembro, por proposta do Partido Ecologista Os Verdes, a Assembleia Municipal vai discutir os seguintes documentos:

Uma Recomendação sobre a “Construção de ponte pedonal em Belém”, como forma de substituir a ponte existente que é antiga e apresenta problemas de segurança, sendo que esta infraestrutura já estava prevista no projecto do novo Museu dos Coches e com orçamento aprovado, mas a sua construção foi interrompida provisoriamente em 2013.

Uma Recomendação sobre o “Amianto no Bairro Dona Leonor” devido à existência de 36 fogos com coberturas de fibrocimento com amianto neste bairro cooperativo, situado na freguesia de São Domingos de Benfica, devendo o Município  acompanhar a evolução da resolução deste problema de saúde pública, bem como os necessários estudos técnicos conducentes a uma avaliação completa do estado de conservação e perigosidade das coberturas dos edifícios em causa.

Por fim, outra Recomendação referente aos “Acessos do Pavilhão Desportivo do Bairro Padre Cruz”, propondo que a CML reveja e corrija as acessibilidades pedonais da envolvente deste pavilhão, garantindo a mobilidade para pessoas portadoras de deficiência; e ainda que estude, em conjunto com os órgãos autárquicos da freguesia de Carnide, e implemente a criação de um parque de estacionamento de apoio junto a este equipamento desportivo.

Consulte nos links abaixo os documentos discutidos amanhã:


20/09/2016

Amianto - Os Verdes querem saber em que situação estão as escolas de Lisboa

Sabia que as fibras de amianto podem constituir um perigo para a saúde pública?

Os Verdes pretendem saber em que situação se encontra o parque escolar, sob tutela do Município de Lisboa, relativamente à existência desta substância de enorme perigosidade e, nesse sentido, entregou um requerimento na Assembleia Municipal de Lisboa (AML) para acesso a essa importante informação.

Os Verdes relembram que, por proposta sua, em Junho de 2014 a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou o levantamento com carácter de urgência, por parte da Câmara Municipal, de todos os edifícios, instalações e equipamentos municipais que contêm amianto na sua construção.

Leia aqui o requerimento completo enviado à AML.


24/05/2016

Os Verdes visitam amanhã a freguesia de São Domingos de Benfica


 
O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes vai realizar amanhã, dia 25 de Maio, a partir das 11:00 horas, uma visita à Freguesia de São Domingos de Benfica, constando em anexo o Programa da visita.

Durante esta visita, os Deputados Municipais do PEV irão contactar com as populações, reunir com entidades e abordar questões relacionadas com a manutenção dos espaços públicos, o estacionamento e os transportes públicos.

Esta iniciativa insere-se num périplo que Os Verdes estão a realizar pelas 24 freguesias da cidade, com vista a auscultar os principais problemas que afectam os munícipes e ser porta-voz dos seus problemas e aspirações na Assembleia Municipal de Lisboa.

 
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de Os Verdes
Lisboa, 24 de Maio de 2016

15/03/2016

Intervenção sobre a Petição nº1/2016 – Remoção de amianto de Benfica, proferida em 15 de Março de 2016


 
Em primeiro lugar, Os Verdesquerem saudar a iniciativa dos peticionários que, através da petição que agora apreciamos, trouxeram a esta Assembleia um assunto da maior importância, por se tratar de um problema grave para a saúde pública.
O que os subscritores desta petição pretendem, e no entendimento do PEV com toda a razão, é que o problema do amianto num pavilhão em Benfica seja resolvido.
Este assunto não é novo, tem-se vindo a arrastar e até hoje o problema mantém-se, com todos os riscos e insegurança que representa para a saúde pública.
Para Os Verdeseste é um assunto para resolver com a máxima urgência, de forma séria e responsável. Tratar o problema do amianto, além de ser uma exigência legal, é um dever moral, e ninguém devia ter que estar sujeito a situações de risco e de inquietação, temendo eventuais doenças decorrentes da exposição a esta substância.
Estas são, aliás, preocupações que sempre tivemos e que estiveram na base de inúmeras propostas que apresentámos, tanto a nível municipal como a nível nacional, na Assembleia da República. Propostas do PEV que deram depois origem à legislação que temos hoje e que é urgente que seja efectivamente cumprida, para evitar situações como a retratada nesta petição.
Há ainda uma situação em todo este processo que é completamente inadmissível e preocupante que é o facto de, alegadamente, o barracão que representava mais preocupação por parte dos moradores e sobre o qual houve uma notificação da autarquia à entidade proprietária no sentido da remoção do amianto, este apenas ter sido intervencionado, sendo que os peticionários se continuam a queixar do mau estado da cobertura, e estamos a falar de uma estrutura de grandes dimensões, muito antiga e situada numa zona residencial.
Independentemente de quem é a entidade responsável, que neste caso é uma instituição bancária, e de todo o processo burocrático, é preciso resolver esta situação, e permitir às pessoas que possam estar no seu dia-a-dia tranquilos e livres de perigo. Porque nestes casos deve prevalecer o princípio da prevenção, e essa tem sido a batalha do PEV ao longo dos anos: promover o princípio da precaução e acautelar todas as questões relacionadas com a segurança e a saúde, neste caso específico, dos moradores e dos trabalhadores.
Num caso destes não pode haver hesitações, atrasos nos processos e falhas na comunicação. O que tem de ser feito é, com base no princípio da precaução, demolir a estrutura ou remover a cobertura com amianto, se tal for aconselhado, dentro das normas de segurança exigidas. E, acima de tudo, prestar informações aos cidadãos que são diariamente afectados por esta situação.
Consideramos positivo que a própria Câmara Municipal de Lisboa reconheça a pertinência desta petição e que esteja disponível para ajudar na resolução deste problema, que esperamos esteja para breve.
Sobre as recomendações resultantes da apreciação desta petição e do respectivo parecer, Os Verdes estão de acordo e votarão naturalmente nesse sentido.
Por fim, reiteramos a nossa saudação aos peticionários que além de alertarem para esta situação, com o objectivo de resolver de vez esta situação, alertaram também para determinados procedimentos pouco claros em todo este processo, situações que carecem de resolução urgente.
 

Cláudia Madeira

Grupo Municipal de “Os Verdes

11/03/2016

Os Verdes querem esclarecimentos sobre amianto no Centro Infantil de Odivelas



O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, sobre a presença de amianto no Centro Infantil de Odivelas, propriedade do Instituto da Segurança Social e com gestão da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Pergunta:

O Centro Infantil de Odivelas tem placas de fibrocimento na cobertura do edifício, situação que está a preocupar os 35 trabalhadores do equipamento, assim como os pais das crianças, que associam a presença de amianto a vários casos de doenças oncológicas diagnosticadas a alguns funcionários.

Este Centro Infantil, propriedade do Instituto de Segurança Social (ISS, IP), presta apoio a cerca de 300 crianças do concelho de Odivelas e está a ser gerido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML). Neste momento há duas trabalhadoras com uma doença oncológica e uma outra faleceu há
pouco tempo.

A cobertura do edifício do Centro Infantil de Odivelas foi intervencionada há um ano mas, aparentemente, o risco para os trabalhadores e crianças que frequentam aquele espaço mantém-se, uma vez que as telhas se encontram danificadas, sendo que costuma chover lá dentro.

Existe um memorando entre o Instituto da Segurança Social e a Santa Casa da Misericórdia que determina que a gestão do Centro Infantil de Odivelas fica a cargo da Santa Casa da Misericórdia até setembro de 2016.

Ora, se por um lado o Centro Infantil é património do Estado, através do Instituto da Segurança Social, a sua gestão neste momento cabe à SCML, sendo importante saber-se a quem pertence a responsabilidade pela resolução da situação acima descrita, para que a situação seja resolvida com carácter de urgência, pois as crianças e os trabalhadores não podem continuar sujeitos a este risco.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Tem o Governo conhecimento desta situação nas instalações do Centro Infantil de Odivelas?
2- Que entidade detém a responsabilidade de resolver o problema da cobertura com placas de fibrocimento, uma vez que se apresentam danificadas, representando um perigo para a saúde dos trabalhadores e das crianças do Centro Infantil de Odivelas?
3- Prevê o Governo tomar alguma diligência no sentido de resolver esta situação, designadamente a remoção do amianto da cobertura do edifício?
4- Tem o Governo conhecimento da data prevista para a remoção das placas de fibrocimento do Centro Infantil de Odivelas?

O Grupo Parlamentar Os Verdes
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt
11 de março de 2016

03/03/2016

Amanhã – 4 de março - Amianto - Os Verdes solidários com trabalhadores da Segurança Social de Vila Franca de Xira, marcam presença nas instalações da Segurança Social



Os Verdes têm, ao longo dos anos, batalhado para que o problema do amianto seja resolvido, por constituir um grave perigo para a saúde pública. Já em 2003 foi aprovada por unanimidade, por iniciativa de Os Verdes, uma resolução que recomendava ao Governo a remoção do amianto dos edifícios públicos.

O Grupo Parlamentar do PEV, assim que teve conhecimento dos problemas que afetam os trabalhadores da Segurança Social de Vila Franca de Xira relativamente às condições das instalações onde trabalham devido à presença de amianto e à má circulação do ar no edifício, questionou de imediato o Governo.

No caso concreto da Segurança Social de Vila Franca de Xira, Os Verdes exigem a urgente resolução deste grave problema, através de novas instalações, para que os trabalhadores possam trabalhar num local seguro e saudável, onde não ponham a sua saúde e bem-estar em risco e se possam sentir tranquilos no seu dia-a-dia.

Assim, Os Verdes exigiram do Governo, não só, esclarecimentos sobre a situação de amianto e de má circulação do ar no edifício da Segurança Social, no sentido da rápida resolução deste grave problema, como também exigiram o acesso ao relatório do Instituto Ricardo Jorge com o resultado da avaliação global destas instalações, nomeadamente o resultado das análises à qualidade do ar.

Amanhã, dia 4 de março, pelas 9:00h, o Deputado do PEV, eleito na Assembleia da República, José Luís Ferreira estará frente às instalações da Segurança Social de Vila Franca de Xira, acompanhado pelas dirigentes Cláudia Madeira e Dulce Arrojado (também do núcleo regional de Vila Franca), no sentido de expressar a sua solidariedade para com os trabalhadores e pugnar para que este problema seja resolvido.

O Grupo Parlamentar Os Verdes 
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt
3 de março de 2016

29/02/2016

Segurança Social – Vila Franca de Xira - Os Verdes questionam governo sobre presença de amianto no edifício e saúde dos trabalhadores



O Deputado de Os Verdes, José Luís Ferreira, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, sobre as condições das instalações da Segurança Social de Vila Franca de Xira e os casos de doenças oncológicas associadas à presença de amianto e à má circulação do ar neste edifício.

Pergunta

O Serviço Local de Vila Franca de Xira da Segurança Social (SLVFXSS) tem sido alvo de queixas sobre a qualidade do ar do edifício, pois os trabalhadores queixam-se das condições das instalações, às quais associam a existência de doenças oncológicas e respiratórias diagnosticados em 19 dos cerca de 50 trabalhadores daquele serviço, que suspeitam estar relacionadas com a presença de amianto no edifício e com a má circulação do ar.

Esta situação está a fazer com que os trabalhadores ponderem fazer uma greve por tempo indeterminado, exigindo o encerramento das atuais instalações e consequente transferência para outras instalações que ofereçam as devidas condições e que não coloquem em risco a sua saúde e bem-estar. Segundo um representante do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (STFPS) as referidas instalações já estiveram encerradas entre 1998 e 2002 devido a problemas similares, para que fossem realizadas obras que, aparentemente, não foram suficientes para os resolver. O próprio Instituto da Segurança Social afirma ter promovido ações de análise da situação e que vai seguir as recomendações do Instituto Ricardo Jorge, no sentido da revisão e da higienização do sistema de climatização do edifício.

Contudo, até agora, a realização destas medidas ainda não se concretizou e os trabalhadores continuam a estar diariamente sujeitos a esta situação. Ora, perante os factos relatados, importa que seja encontrada uma solução urgente para os trabalhadores dos serviços da Segurança Social de Vila Franca de Xira, para que possam trabalhar num local seguro e sadio e onde se possam sentir tranquilos no seu dia-a-dia.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, possa prestar os seguintes esclarecimentos:
1- Tem o Governo conhecimento desta situação nas instalações da Segurança Social de Vila Franca de Xira?
2- Prevê o Governo tomar alguma diligência junto do Instituto da Segurança Social no sentido de resolver esta situação, designadamente uma nova localização para estes serviços, que não coloque em risco a saúde dos trabalhadores?
3- Tem o Governo conhecimento dos resultados das análises à qualidade do ar do edifício da Segurança Social de Vila Franca de Xira?
4- Qual a razão para que o Instituto da Segurança Social ainda não tenha implementado as medidas recomendadas pelo Instituto Ricardo Jorge?

O Grupo Parlamentar Os Verdes 
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt
29 de fevereiro de 2016