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18/02/2021

PEV preocupado com expansão da rede do Metropolitano de Lisboa


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML relativamente à expansão da rede do Metropolitano de Lisboa.

REQUERIMENTO:

Em Maio de 2017, o Governo apresentou um novo Plano de Desenvolvimento Operacional da Rede do Metropolitano de Lisboa que, essencialmente, prevê a concretização de uma linha circular entre o Cais Sodré e o Campo Grande, com um novo túnel de ligação ao Rato e com a construção de duas novas estações até 2022 - Estrela e Santos - e alterando a configuração actual da sua rede.

Relativamente à opção de criação de uma linha circular, a concretizar-se, tal significará a afectação dos parcos recursos disponíveis a uma obra que exige investimentos avultados, tendo em conta as especificidades dos locais a intervencionar, como a inclinação acentuada entre a Estrela e Santos, a proximidade do Rio Tejo (convém recordar que a obra da estação do Terreiro do Paço trouxe diversos problemas técnicos e de segurança, e é previsível uma derrapagem orçamental por se estar a construir em zona alagada de aterro), além da necessidade de realização de uma grande obra na estação do Campo Grande, para permitir acolher o fecho da linha circular, ligando as linhas Amarela e Verde e de uma estação de ligação para uma linha periférica entre Telheiras e Odivelas, perdendo, estes utentes, o acesso directo ao centro da cidade.

No decorrer da consulta pública que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) promoveu, relativamente à "Avaliação de Impacto Ambiental" ao projecto: Prolongamento entre a Estação Rato (Linha Amarela) e Estação Cais do Sodré (Linha Verde), incluindo as novas ligações aos Viadutos do Campo Grande, promovido pelo Metropolitano de Lisboa, E.P.E., muitos técnicos da área dos transportes e do urbanismo; autarcas de Lisboa, Loures e Odivelas; organizações representativas de utentes e trabalhadores; partidos e movimentos políticos e moradores da cidade de Lisboa, manifestaram a sua veemente oposição ao projecto do Metro denominado "Linha circular", justificando e fundamentando essa posição em pareceres e estudos técnicos e económicos.

Considerando que os custos de investimento da expansão da rede de Metro são muito elevados e, por isso, as opções devem ser devidamente ponderadas para que uma relação custo/benefício possa ser optimizada, não se devendo canalizar o investimento para opções não prioritárias.

Considerando que existe uma Resolução da Assembleia da República (n.º 167/2019) que recomenda ao Governo um efectivo investimento no Metropolitano de Lisboa e um plano de expansão que sirva verdadeiramente as populações, com a suspensão do projecto de expansão da Linha Circular, entre outras medidas.

Considerando que existe pouca informação disponível sobre o estudo técnico e de viabilidade económica assim como do plano de monitorização permanente para a construção de uma linha circular no âmbito da expansão da rede de Metropolitano de Lisboa.

Considerando que já houve várias deliberações aprovadas na Assembleia Municipal no sentido da CML diligenciar junto da Administração do Metropolitano de Lisboa para que esta empresa disponibilize estes documentos.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos serem facultadas as seguintes informações:

1. A CML já dispõe do estudo técnico e de viabilidade económica que validou a Linha Circular?

2. Em caso negativo, quais as diligências que realizou para o efeito e as razões por que não dispõe do referido estudo?

3. A CML dispõe ou não do Plano de Monitorização permanente para acompanhamento desta obra?

4. Em caso negativo, quais as diligências que realizou nesse sentido e as razões por que não dispõe?

Requer-se ainda, nos termos regimentais aplicáveis, que nos sejam igualmente facultados:

- O estudo técnico e de viabilidade económica que validou a Linha Circular.

- O Plano de Monitorização permanente para acompanhamento desta obra.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 18 de Fevereiro de 2021

10/12/2020

PEV questiona a CML sobre supressão de lugares de estacionamento na Praça de Espanha e em Sete Rios


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre a supressão de lugares de estacionamento destinados a residentes nas áreas adjacentes à Praça de Espanha e Praça Marechal Humberto Delgado.

REQUERIMENTO:

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes tem vindo a receber algumas denúncias de moradores que dão conta do facto da EMEL e da CML estarem a suprimir lugares de estacionamento destinados a residentes, nomeadamente na Praça de Espanha e zonas adjacentes e ainda na área envolvente à Praça Marechal Humberto Delgado.

Na Avenida António Augusto de Aguiar, os poucos lugares de estacionamento destinados a moradores que existiam junto do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian foram suprimidos, situação que também ocorreu em frente ao Instituto Português de Oncologia de Lisboa (IPO), em prol de esplanadas e de espaços de feira.

Em Sete Rios, alguns lugares de estacionamento para residentes existentes foram suprimidos para dar lugar às paragens de autocarros dos TST - Transportes Sul do Tejo, sem que tenham sido criados novos lugares de estacionamento destinado a residentes.

Por outro lado, o recente e necessário parque de estacionamento destinado aos cidadãos que havia sido criado pela CML em Sete Rios, debaixo do viaduto Norte-Sul e em frente do Terminal Rodoviário da Rede Nacional de Expressos, foi sujeito, três meses depois de concluídas aquela obras, a novas obras realizadas pela EMEL com vista à sua vedação para servir de mero parque de estacionamento de carros rebocados por aquela empresa municipal como consequência da desactivação do seu anterior parque, localizado a cerca de 50 metros mais acima e também debaixo do viaduto Norte-Sul, que se encontra actualmente abandonado e sem uso.

Considerando que o estacionamento nas zonas adjacentes destas duas importantes praças da cidade de Lisboa é bastante insuficiente, em particular para os residentes.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos serem facultadas as seguintes informações:

1 - Reconhece a CML que a EMEL tem vindo a suprimir lugares de estacionamento destinados a residentes naquelas duas zonas da cidade? Se sim, quantos lugares foram suprimidos?

2 - Qual o motivo para a desactivação do anterior parque da EMEL e a sua transferência para o recente parque de estacionamento criado em Sete Rios?

3 - Qual a utilização que a CML pretende dar ao anterior parque da EMEL que se encontra desactivado?

4 – Pondera a CML vir a criar novos lugares de estacionamento destinados a residentes para substituírem os que foram suprimidos e de que os munícipes se queixam? Se sim, em que locais alternativos, com quantos lugares de estacionamento e quando estarão disponíveis para serem utilizados pelos moradores?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 10 de Dezembro de 2020

10/11/2020

Aprovada proposta do PEV para a construção de um novo edifício do IPO de Lisboa e de um moderno Terminal Rodoviário



Na reunião de hoje, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou, por unanimidade, a proposta do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes para que a CML promova diligências junto do Governo, em particular dos Ministérios da Saúde e das Finanças, para garantir o financiamento do montante necessário para a construção do novo edifício do IPO de Lisboa, no terreno cedido pela CML nas imediações da Praça de Espanha, nomeadamente, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência - Recuperar Portugal 2021-2026 e no PNI 2030 - Programa Nacional de Investimentos 2030.

Foi também aprovada, por unanimidade, um voto de saudação ao “96º aniversário do IPO de Lisboa” onde se saudou todos os profissionais que prestam serviço na e para a instituição, as lutas dos profissionais da área da Saúde pela dignificação das suas profissões, em defesa do SNS e das populações que a ele recorrem, bem como as lutas das populações na defesa do direito constitucional à protecção na Saúde.

Por fim, os deputados ecologistas ainda viram ser aprovada uma recomendação para que a CML que estude e planeie em conjunto com a Rede Nacional Expressos, com carácter de urgência, a ampliação, renovação ou localização alternativa que melhor permita acolher e instalar um moderno Terminal Rodoviário em Lisboa e ainda que promova as diligências necessárias junto do Governo, em particular dos Ministérios do Ambiente e da Acção Climática e das Finanças, com vista a garantir o financiamento para a construção de um Terminal definitivo e mais condigno da Rede Nacional de Expressos em Lisboa, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência - Recuperar Portugal 2021-2026 e no PNI 2030 - Programa Nacional de Investimentos 2030.

Leia os documentos aprovados na integra aqui.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 10 de Novembro de 2020

08/11/2020

PEV propõe um moderno Terminal Rodoviário em Lisboa


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de dia 11 de Novembro, irá defender que sejam tomadas as medidas necessárias e adequadas para que a oferta de condições para trabalhadores e utentes que utilizam as diversas interfaces de transportes em Lisboa, sejam mais dignas e cómodas, especialmente no caso do principal terminal rodoviário da Rede Expressos.

Importa frisar que o terminal rodoviário da Rede Nacional de Expressos há mais de vinte anos vem sucessivamente mudando de instalações, encontrando-se num local adaptado para o efeito, situado na Praça Marechal Humberto Delgado, onde aguarda, há 16 anos, por uma solução definitiva que proporcione todos os requisitos ambientais e de conforto aos passageiros que utilizam esta interface.

O actual terminal conta com um total de 300 partidas diárias, recebendo cerca de 4.000 passageiros com destino a todas as regiões do País, num espaço que não foi propriamente planeado para acolher a crescente afluência do número de população que ali diariamente se desloca e funcionar como o principal terminal rodoviário da Rede Nacional de Expressos em Lisboa.

Como tal, esta infraestrutura apresenta um conjunto de deficiências que não proporcionam condições de comodidade aos funcionários e milhares de utentes relacionadas com o serviço de apoio ao cliente, a higienização das casas de banho, os impactos do ruído e das temperaturas extremas misturadas com a poluição, bem como a inexistência de uma sala de espera climatizada separada do terminal de partida dos autocarros.

Assim, através da presente proposta o PEV recomenda à CML que estude e planeie em conjunto com a Rede Nacional Expressos, com carácter de urgência, a ampliação, renovação ou localização alternativa que melhor permita acolher e instalar um moderno Terminal Rodoviário em Lisboa e ainda que promova as diligências necessárias junto do Governo, em particular dos Ministérios do Ambiente e da Acção Climática e das Finanças, com vista a garantir o financiamento para a construção de um Terminal definitivo e mais condigno da Rede Nacional de Expressos em Lisboa, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência - Recuperar Portugal 2021-2026 e no PNI 2030 - Programa Nacional de Investimentos 2030.

Leia aqui a Recomendação do PEV.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 07 de Novembro de 2020

02/07/2020

PEV questiona sobre aquisição de serviços de fiscalização de títulos de transporte pela Carris


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML relativamente à aquisição de serviços de fiscalização de títulos de transporte colectivos dos passageiros pela Carris.

REQUERIMENTO:

O Grupo Municipal do PEV teve conhecimento, através de denúncia, da opção da Carris de adjudicar a privados a função da fiscalização de títulos de transporte colectivos dos passageiros através da celebração de um contrato que se pretende anual, podendo ser alvo de duas renovações, com um valor de 2 milhões e duzentos mil euros.

No passado recente, ocorreram aspectos negativos da experiência realizada na subcontratação de serviços de fiscalização de títulos de transporte colectivos dos passageiros da Carris com as empresas de vigilância “Strong” e “2045”, demonstrando que a aposta no desenvolvimento desta área deveria assentar na existência de meios próprios desta operadora de transportes, avançando para a abertura de um concurso interno para os trabalhadores da área do tráfego para prover as necessidades de pessoal nesta área de actividade da empresa ou de um concurso externo para admissão e ingresso de trabalhadores para a carreira de fiscal.

Considerando que o montante envolvido neste concurso, com vista à subcontratação de trabalhadores a empresas de vigilância para efectuar o serviço de fiscalização dos seus passageiros, permitiria pagar durante 1 ano (14 meses) a 96 trabalhadores da Carris para exercer internamente e com meios próprios essa actividade da empresa, contabilizando para o efeito o vencimento auferido hoje pelos trabalhadores da fiscalização acrescido do subsídio de refeição e dos encargos patronais para a TSU – Taxa Social Única.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1 – O executivo camarário tem conhecimento e validou esta opção da Carris?

2 – Qual o fundamento para esta opção de contratar empresas de prestação de serviços em segurança para exercerem a função de fiscalização de títulos de transporte colectivos dos passageiros?

3 – As Organizações Representativas dos Trabalhadores foram auscultadas e informadas desta opção da Carris?
3.1 – Em caso afirmativo, qual a opinião manifestada pelas Organizações Representativas dos Trabalhadores?
3.2 – Em caso negativo, qual a razão para estas entidades não terem sido auscultadas e informadas no processo de tomada de decisão?

4 – Qual foi a avaliação e conclusões que a Carris retirou da experiência relativamente à realização de anteriores contratos de fiscalização de títulos de transporte colectivos dos passageiros com as empresas “Strong” e “2045”?

5 – Qual a razão para a Carris não recorrer aos mecanismos disponíveis através de concursos internos ou externos para providenciar meios próprios para fazer face às necessidades de pessoal nesta área de actividade da empresa?

Requer-se ainda, nos termos regimentais aplicáveis, que nos sejam igualmente facultados:

- O relatório relativo à avaliação dos anteriores contratos de fiscalização de títulos de transporte colectivos dos passageiros da Carris celebrados com as empresas “Strong” e “2045”.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 2 de Julho de 2020

09/03/2020

Queixa de utente da Carris leva o PEV a questionar a CML


No seguimento de uma queixa de uma utente da Carris o Grupo Municipal do PEV questiona a autarquia através de requerimento que pode consultar na íntegra aqui

05/07/2019

Os Verdes querem expansão da rede do metro até Loures

Para Os Verdes, a previsão de uma linha circular entre o cais do Sodré e o Campo Grande é um erro por esquecer a zona ocidental de Lisboa, por adiar a ligação de Loures à rede de metro e porque os utentes de Odivelas e da zona norte de Lisboa deixam de ter ligação direta ao centro da cidade. A posição do PEV é clara: a expansão do metro deve ser feita para as zonas mais carenciadas de transportes, como para loures - uma exigência mais que justa e necessária, tendo em conta o direito à mobilidade, os impactos sociais e ambientais e a qualidade de vida das populações. Ainda, Os Verdes rejeitam o fim da Linha Amarela e rejeitam a linha circular que apenas quer servir o desenvolvimento do turismo – esta linha vai, afinal, servir quem? Para finalizar, o plano de expansão deve ser repensado para que seja participado, vá ao encontro das necessidades das populações e da mobilidade sustentável.

29/05/2019

Verdes querem modernização da Linha do Oeste


Heloísa Apolónia defende, no Parlamento, a modernização da linha ferroviária do Oeste e mais material circulante para dar reposta às necessidades das populações, acompanhando a reivindicação dos peticionários que já vêm de longa data - é preciso dar repostas concretas e rápidas para evitar prejuízo na vida das pessoas.
O PEV defende um forte investimento na ferrovia, desde sempre, que é determinante no combate às alterações climáticas.

12/03/2019

12 de março - Assembleia Municipal de Lisboa - destaques de Os Verdes

Os eleitos de Os Verdes, Sobreda Antunes e Cláudia Madeira, na Assembleia Municipal de Lisboa, intervieram na reunião de 12 de março da Assembleia Muncipal de Lisboa. O  PEV faz os seguintes destaques:

"Que medidas medidas já tomou a CML para a classificação de Monsanto como Área Protegida de Interesse Regional e qual o ponto de situação deste processo?"


"Saliente-se que o incentivo à utilização de transportes públicos nas deslocações pendulares tem sido defendido, desde sempre, pelo Partido Ecologista Os Verdes, pela sua inegável importância do ponto de vista social, ambiental e económico"



"Vai ou não o município instalar novos ecopontos inteligentes com contentores subterrâneos em zonas residenciais e de comércio? Quando serão instalados e em que locais, durante 2019?"



"As corridas de touros não podem deixar de ser compreendidas como comportando uma dose nítida de violência, agressão, sofrimento e ferimentos sangrentos infligidos a seres vivos, como se de uma arena de combates de gladiadores se tratasse, até com risco permanente de morte para o toureiro, como é assumido pelos próprios defensores da tourada"


12/10/2018

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre o atraso das obras na estação de Arroios


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre o atraso das obras na estação de Arroios.

REQUERIMENTO:

No âmbito do Plano de Desenvolvimento Operacional da Rede do Metropolitano de Lisboa, a estação de Arroios encerrou no dia 19 de Julho de 2017 para ser alvo de obras de reabilitação e ampliação que viabilizem a circulação de comboios com seis carruagens em toda a Linha Verde.

Esta estação era a única que não permitia receber comboios com seis carruagens, o que acabava por limitar a exploração em pleno da Linha Verde, além de estar envelhecida e não assegurar a mobilidade e a acessibilidade plenas a todos os utilizadores do Metro.

As obras deveriam durar 18 meses, devendo a estação ter reaberto em Janeiro de 2019. No entanto, a obra já esteve suspensa por alegados problemas com o empreiteiro e, de momento, encontra-se de novo parada, com os comerciantes da zona a queixaram-se do reflexo negativo nas suas receitas, conduzindo mesmo ao encerramento de algumas das lojas.

Recorde-se que, em Março deste ano, no seguimento desta preocupação por parte dos comerciantes afectados por estas obras, devido aos tapumes colocados na Praça do Chile, à saída da estação, e que dificultam o acesso aos estabelecimentos comerciais, Os Verdes colocaram esta questão em plenário da Assembleia Municipal, respondendo o Vereador da Mobilidade que duvidava que o prazo de Janeiro de 2019 fosse cumprido.

Posteriormente terá sido avançada a previsão de uma nova data para conclusão da obra, estimando-se o segundo semestre de 2019, ou seja, com cerca de um ano de atraso.

Perante uma nova interrupção das obras e a indefinição de prazos para os munícipes, utentes e comerciantes, Os Verdes entendem que é importante determinar quais os impactos da derrapagem dos prazos na reabertura da estação do Metro de Arroios.

Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. Tem a CML efectivo conhecimento da razão pela qual as obras na estação do Metro de Arroios estão novamente paradas e quando vão ser reiniciadas?

2. De que informação concreta dispõe a CML relativamente à data prevista para a reabertura desta estação?

3. De que forma está a ser feita a articulação entre o Metropolitano de Lisboa e a autarquia, os comerciantes, os moradores e todos os utilizadores dos transportes públicos naquela zona da cidade?

4. Quais os impactos financeiros da derrapagem dos prazos na reabertura da estação do Metro de Arroios?

5. Estão previstas, no imediato, algumas medidas no sentido de minimizar os prejuízos dos comerciantes afectados com a realização destas obras, tais como a redução dos estaleiros à superfície ou o aumento da visibilidade para as lojas?

Também no Parlamento, o Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou uma pergunta escrita em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente, sobre nova paragem das obras na estação de Arroios do Metropolitano de Lisboa, que poderá ter impactos no prazo para a reabertura da estação que, recorde-se, inicialmente estava prevista para janeiro de 2019, prazo que já não será cumprido tendo em conta estes atrasos.

Leia o texto completo desta pergunta aqui.

30/07/2018

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre o Acordo de Empresa na Carris


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre o Acordo de Empresa na Carris.

REQUERIMENTO:

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes teve conhecimento, através da FECTRANS (Federação Nacional de Transportes e Comunicações) e do STRUP (Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal) de uma situação de ingerência por parte da administração da Carris no âmbito de um processo negocial relativo ao Acordo de Empresa.

Uma vez concluído este processo negocial e acordado o texto final do Acordo de Empresa, segundo o sindicato, a administração da Carris enviou outro texto, no qual constam matérias não negociadas e terá exigido a introdução de matérias não negociadas nesse texto final, nomeadamente uma cláusula que prevê que a adesão dos trabalhadores não sindicalizados ao novo Acordo de Empresa só seja possível com um pagamento aos sindicatos no valor de 0,4% do salário ilíquido. 

Ora, tendo em conta que, a confirmar-se esta situação, estamos perante uma imposição e uma ingerência da administração da empresa que pode criar obstáculos à assinatura do Acordo de Empresa e representa uma interferência na autonomia sindical.

Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. De que informações dispõe a Câmara Municipal de Lisboa relativamente à situação descrita?

2. Que diligências já tomou ou pondera a CML vir a tomar no sentido de clarificar e regularizar esta situação?

3. Qual a razão para a administração da Carris se recusar a assinar o Acordo de Empresa com o STRUP?

06/02/2018

Os Verdes exigem: Mais Metro, Mais Mobilidade


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes estará amanhã, dia 7 de Fevereiro, a partir das 9 horas, nas estações de Campo Grande, Cais do Sodré, Baixa-Chiado e Rossio, junto dos utentes a exigir a melhoria urgente dos serviços prestados pelo Metro.

Diariamente, os passageiros são confrontados com diversos problemas, nomeadamente com interrupções, longos tempos de espera, carruagens sobrelotadas, falta de trabalhadores, equipamentos avariados e estações a precisar de obras.

Os Verdes entendem que é premente travar esta situação através da diminuição dos tempos de espera e das interrupções; da reposição dos materiais necessários à manutenção e reparação do material circulante e dos equipamentos; da contratação dos trabalhadores necessários; a garantia de condições de acesso aos utentes com mobilidade reduzida e ainda a expansão do metro para a zona ocidental da cidade de Lisboa, rejeitando a projectada linha circular.

Desta forma, o PEV insiste que é prioritário melhorar a qualidade do serviço prestado pelo Metro, como forma de responder às necessidades das populações e com vista a uma mobilidade sustentável.

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 06 de Fevereiro de 2018

04/05/2017

PEV quer mais carruagens na Linha Verdes do Metro de Lisboa

O projeto de Os Verdes que defende a urgente reposição de quatro carruagens na Linha Verde do Metropolitano de Lisboa vai ser discutido na Assembleia da República na próxima terça-feira, dia 9 de maio, numa reunião plenária que começa às 15h.


Obras de ampliação na estação de Arroios e a reposição das 4 carruagens, com o objetivo de melhorar o serviço prestado aos utentes, são as reivindicações do PEV.

Leia aqui o texto completo desta iniciativa legislativa de Os Verdes.

18/01/2017

José Luís Ferreira questionou o Ministro do Ambiente sobre problemas nos transportes

O Deputado de Os Verdes, José Luís Ferreira, confrontou o Ministro do Ambiente com os problemas existentes nas ligações fluviais entre as margens do Tejo, problemas já denunciados pela Comissão de Utentes do Cais do Seixalinho, com quem o PEV esteve há dias, e que se referem à falta de barcos, falta de pessoal, atrasos constantes e supressão de carreiras, em particular no Montijo.

Na intervenção proferida no debate de urgência sobre transportes públicos, o Deputado ecologista referiu ainda que é importante a existência de uma rede de transportes públicos eficiente e de qualidade como forma de garantir o direito à mobilidade e porque representa benefícios ambientais indiscutíveis. O investimento nos transportes públicos deve ser uma prioridade absoluta, também por forma a travar a perda de passageiros.

“Os transportes coletivos são uma opção mais amiga do ambiente por reduzir a utilização do automóvel e a emissão de gases com efeito de estufa”.


Numa segunda intervenção, José Luís Ferreira referiu os problemas existentes no Metro de Lisboa que, com falta de pessoal, atrasos, comboios imobilizados e estações degradadas, está longe de prestar um serviço que corresponda às necessidades dos utentes. Também a Estação de Arroios e a reposição de carruagens na Linha Verde foram motivo de questionamento por parte de Os Verdes.

No final da sua intervenção o Deputado ecologista questionou ainda o Ministro do Ambiente sobre a situação laboral dos trabalhadores da Carrisbus e a possibilidade de poderem vir a beneficiar do acordo de empresa da Carris.

16/01/2017

Hoje - Deputado de Os Verdes em contacto com trabalhadores da CarrisBus

A convite do STRUP (Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal), uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes composta pelo deputado José Luís Ferreira e pelas dirigentes nacionais Cláudia Madeira e Dulce arrojado, estará a partir das 11 horas de hoje, dia 16 de janeiro, em contacto com os trabalhadores da CarrisBus, com o objetivo de constatação direta da realidade existente de forma a aprofundar o conhecimento da situação laboral destes trabalhadores, que são os únicos, que apesar de estarem inseridos no setor empresarial do Estado, não se encontram abrangidos por qualquer instrumento de regulamentação coletiva.

O encontro está marcado para as 11 horas na Estação da Pontinha.


02/12/2016

Conversas Ecologistas sobre transportes na Área Metropolitana de Lisboa

Os problemas dos transportes públicos na Área Metropolitana de Lisboa e o combate ao fenómeno das alterações climáticas estiveram em debate na sede do PEV em Lisboa, com destaque para a Cimeira de Marraquexe e o Acordo de Paris: o sector dos transportes é um dos que mais contribui para a emissão de gases com efeito de estufa e é preciso começar já a trabalhar para se cumprirem as metas acordadas.



Sobre a atribuição da Carris à Câmara de Lisboa, os ecologistas consideraram que consiste num erro pelo fato de haver uma difícil articulação nos vários concelhos servidos pela Carris. Para além disso, com esta opção, o Governo está a desresponsabilizar-se de uma função social que é sua. A deficiente articulação entre os vários operadores e os horários desfasados dificultam a vida aos utilizadores e a falta de investimento está a criar um problema estrutural neste setor que se torna cada vez mais difícil de resolver.




Após as intervenções iniciais, o debate centrou-se num diagnóstico da situação atual e adiantaram-se soluções para fomentar a utilização do transporte coletivo e promover uma maior articulação entre os vários operadores, assim como pugnar por um maior investimento no setor. Planeamento, articulação e investimento são essenciais para um melhor serviço prestado aos utentes.



Depois do debate, foi tempo de convívio entre os ecologistas e de um belíssimo momento musical por António Fernandes!






29/11/2016

Amanhã – 30 de Novembro - Conversa Ecologista sobreTransportes na Área Metropolitana de Lisboa

O Partido Ecologista Os Verdes promove amanhã, dia 30 de novembro, uma Conversa Ecologista sobre os Transportes na Área Metropolitana de Lisboa.

Com esta iniciativa pretende-se debater a situação atual dos transportes na área Metropolitana de Lisboa e as propostas de Os Verdes sobre transportes para o Orçamento do Estado para 2017. Esta conversa ecologista contará com a participação do deputado José Luís Ferreira e de vários dirigentes do PEV e, ainda, com um momento musical a cargo de António Fernandes.

Conversa Ecologista - Transportes na Área Metropolitana de Lisboa
Quarta-feira, 30 de novembro - 19 horas 
Sede do PEV em Lisboa, sita na Avenida D. Carlos I, Nº 146, 1º Dto


03/10/2016

Amanhã - Os Verdes em ação por melhores transportes

Os Verdes estão amanhã, 4 de outubro, pelas 9.00h, na estação de metro Colégio Militar/Luz - Lisboa - em mais uma ação de defesa dos Transportes Públicos e da Mobilidade – são precisos mais e melhores transportes públicos, de acordo com as necessidades da população, com preços socialmente justos.

Os Verdes defendem uma rede de transportes públicos coletivos que sirva as populações, com qualidade, com preços socialmente justos, que ofereça alternativas sustentáveis ao transporte individual, que contribua para uma menor dependência dos produtos petrolíferos e para uma melhoria da qualidade ambiental, pois só assim se conseguirá garantir o direito à mobilidade dos cidadãos, com benefícios ambientais, económicos e sociais.

20/09/2016

Verdes denunciam degradação dos serviços do Metro de Lisboa

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O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Economia, sobre a degradação dos serviços, os atrasos verificados e as constantes perturbações nas linhas do Metro de Lisboa que afetam o seu normal funcionamento e colocam em causa o direito à mobilidade dos cidadãos.

Pergunta:

O Metro de Lisboa é um dos mais importantes operadores de transportes públicos da cidade de Lisboa, tendo a sua atual rede uma extensão de mais de 40 quilómetros, num total de 56 estações.

No entanto, nos últimos tempos têm sido frequentes as queixas dos utentes relativamente à degradação dos serviços, aos atrasos verificados e às constantes perturbações nas linhas.

Uma das reclamações mais frequentes está relacionada com o tempo de espera pois o Metro podia ter frequências de três minutos mas, muitas vezes em determinadas horas e linhas, chega aos doze minutos, além de a velocidade atual ser de 45km/h apesar de a rede estar desenhada para velocidades de 70 km/h.

A nível de recursos humanos, uma vez que houve uma redução nos últimos anos sem que houvesse novas admissões, há falta de trabalhadores.

Também têm sido frequentes as queixas relacionadas com os meios mecânicos de acessibilidade às estações – escadas mecânicas, elevadores e tapetes rolantes – que estão constantemente avariados.

Segundo informação obtida através da comunicação social, estarão neste momento 11 comboios parados, alguns a fornecer peças a outras composições para que estas possam continuar a circular.

Ora, tendo em conta a importância do Metropolitano de Lisboa, todas estas situações devem ser urgentemente resolvidas pois afetam o normal funcionamento do Metro e colocam em causa o direito à mobilidade dos cidadãos.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Tem o Governo conhecimento da situação descrita relativamente às queixas diárias sobre o serviço do Metropolitano de Lisboa?

2- Qual a razão para estas situações se verificarem?

3- Os planos de manutenção do Metro de Lisboa estão a ser devidamente cumpridos?

4- Quantas carruagens estão atualmente avariadas?

5- Quantos trabalhadores tem atualmente o Metro? E quantos desses trabalhadores são maquinistas?

6- Por que razão continuam a verificar-se avarias constantes nos meios mecânicos de acessibilidade às estações?

7- Quantos trabalhadores, e concretamente maquinistas, saíram entre 2010 e 2016?

8- Quando vão dar entrada os 30 trabalhadores que o Ministério anunciou em Abril?

9- Que diligências já tomou ou pondera o Governo vir a tomar no sentido de resolver os problemas sentidos diariamente no Metro de Lisboa?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes” 
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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20 de setembro de 2016

Amanhã em Sete Rios - Em defesa dos transportes públicos

Os Verdes estarão amanhã em Lisboa, Sete Rios, a partir das 9.00h, para mais uma ação de contato com a população em de defesa dos transportes públicos coletivos: são necessários transportes coletivos com mais qualidade, com preços mais justos e que constituam uma alternativa sustentável ao transporte individual. 

E vocês...que transporte utilizam nas viagens casa/trabalho?


Mais informação aqui.