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05/01/2021

PEV questiona a CML sobre o Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica



O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML relativamente ao Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica.

REQUERIMENTO:

Em Julho de 2018, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou o Requerimento N.º 40/PEV/2018, sobre o Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica e, apesar de o prazo regimental para a Câmara Municipal de Lisboa responder ser de 30 dias, até hoje, não obtivemos qualquer resposta.

Com efeito, o artigo 73.º do Regimento da AML relativo ao tratamento dos requerimentos à Câmara, prevê que a «Câmara Municipal deve responder com a urgência que a questão justificar, não devendo a resposta exceder os 30 (trinta) dias» e «Sempre que a Câmara Municipal não possa responder no prazo fixado, deve comunicar este facto por escrito ao Presidente da Assembleia, apresentando a respetiva fundamentação também por escrito, a qual deve ser publicada no sítio eletrónico da Assembleia Municipal». Na realidade, nada disto sucedeu.

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes tem vindo, ao longo dos últimos anos, a solicitar esclarecimentos sobre os problemas que afectam o Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica, um departamento estratégico para a autarquia, assim como a reivindicar a sua resolução, apesar de nos termos deparado com dificuldades em obter esclarecimentos.

Nesse sentido, o PEV volta a insistir na necessidade de obter informações sobre a situação e os problemas que atingem o Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos serem facultadas as seguintes informações:

1. Ao longo dos dois últimos anos, que medidas foram desenvolvidas no sentido de resolver os problemas detectados no Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica, por forma a garantir as condições de trabalho adequadas aos trabalhadores?

2. Qual a articulação que tem sido feita com as organizações representativas dos trabalhadores do Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica, nomeadamente o Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML), no sentido de resolver esses problemas?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 05 de Janeiro de 2021

09/11/2020

PEV preocupado com as condições de trabalho e de saúde dos trabalhadores da EMEL


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre as condições de trabalho e de saúde dos trabalhadores da EMEL.

REQUERIMENTO:

De acordo com um alerta emitido pelo Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), os trabalhadores da EMEL vêm-se queixando de recentes medidas laborais que vieram alterar as suas condições de trabalho, segurança e saúde.

Acontece que a EMEL terá decidido “transferir os trabalhadores de locais de trabalho onde têm balneários e cacifos para cabines de parques de estacionamento”, obrigando os seus funcionários a terem de vir fardados directamente de casa, ficando também responsáveis pelo material que diariamente usam e vestem, fora do seu horário de trabalho.

Afirmam que, para além de terem passado a partilhar cabines de parques de estacionamento com funcionários de outras empresas e de terem deixado de ter cacifos para guardar os seus pertences, nestes parques existe somente uma única casa de banho reservada para o uso de quem já lá trabalhava, instalações sanitárias sem condições de higiene, que apenas são limpas três vezes por semana, que nem sequer se encontram preparadas para uma utilização intensiva, devido ao acréscimo do número de utentes.

Os trabalhadores dizem não compreender o porquê destas alterações laborais, pouco dignas e seguras propostas pela empresa, perante a premente necessidade de prevenção do contágio da actual pandemia Covid-19, e por considerarem que deste modo não se encontram garantidas as condições sanitárias mínimas, em segurança e com os indispensáveis níveis de saúde.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos serem facultadas as seguintes informações:

1 - Reconhece a CML que a profissão de agente de fiscalização de trânsito está exposta ao contacto diário na rua com os utentes, com a potencial agravante de risco de contágio, e que o uso da farda desde a saída de casa, nos transportes públicos, durante o tempo de serviço na rua e no caminho de regresso ao domicílio, onde contactam com os seus familiares, não será o mais seguro e higiénico?

2 - Reconhece a CML que o uso de cabines e sanitários em parques de estacionamento, em substituição dos balneários e cacifos próprios da empresa, também não é uma solução higiénica aceitável?

3 - Tenciona a CML interceder junto da EMEL para que sejam alteradas as referidas condições de trabalho, repondo a necessária normalidade sanitária dos funcionários da empresa, com carácter de urgência?

4 - Como entende a CML que deve ser eliminado o impacto das descritas situações da falta de segurança e saúde dos trabalhadores da EMEL? Que medidas vão no imediato ser tomadas para inverter essas situações?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes

Lisboa, 09 de Novembro de 2020

04/05/2020

Os Verdes questionam CML sobre protecção a trabalhadores de grupos de risco


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML relativamente a medidas de protecção dos trabalhadores inseridos em grupos de risco em relação à Covid-19.

REQUERIMENTO:

Face ao surto epidémico de COVID-19 provocado pelo vírus SARS-CoV-2, a CML anunciou várias medidas de funcionamento dos serviços municipais em período de contingência, através do Despacho n.º 32/P/2020 do Vice-Presidente.

Os trabalhadores inseridos em grupos considerados de risco, por exemplo por terem uma doença crónica, do foro respiratório ou de natureza cardiovascular, entre outras situações, devem ter uma atenção e preocupação acrescidas precisamente devido à sua vulnerabilidade.

Segundo informação que chegou ao Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes, o STML já terá comunicado ao executivo algumas preocupações relativamente às medidas em curso, em particular sobre os trabalhadores inseridos nos grupos considerados de risco.

Desde logo, segundo o STML o referido Despacho, no ponto 10, determina que cabe ao trabalhador em causa sinalizar a sua condição junto do Departamento de Saúde, Higiene e Segurança (DSHS).

Sucede que este Departamento detém os processos individuais de uma parte considerável dos trabalhadores do município, estando, assim, na posse da informação de quem poderá integrar grupos de risco.

Seria também obrigação do DSHS contactar e informar as chefias das várias orgânicas da autarquia onde esses trabalhadores estão subordinados, por forma a serem tomadas as decisões mais acertadas em contexto de prevenção.

Ainda segundo o STML, têm sido recebidos relatos de trabalhadores que, apesar de preencherem os requisitos que os definem como trabalhadores pertencentes a grupos de risco, não conseguem que essa avaliação seja devidamente efectuada pelo DSHS.

Ou seja, devido à eventual incapacidade de identificação destas situações, poderá dar-se o caso de haver trabalhadores a exercer as suas funções quando deveriam, por pertencerem a um grupo de risco, permanecer no seu domicílio para estarem isolados de potenciais riscos decorrentes do trabalho diário.

Importa, pois, que a CML desenvolva uma política de prevenção que assegure a devida protecção dos trabalhadores, particularmente dos que se inserem em grupos de risco, em articulação com as suas organizações representativas.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. Qual a razão para não ser o Departamento de Saúde, Higiene e Segurança a contactar os trabalhadores inseridos em grupo de risco, uma vez que tem essa informação, cabendo exclusivamente aos trabalhadores em causa sinalizar a sua condição junto desse Departamento?

2. Houve entretanto, ou estão previstas, alterações nas medidas de funcionamento dos serviços municipais, nomeadamente no que diz respeito à actuação e intervenção do DSHS?

3. Que outras medidas estão ser estudadas no sentido de agilizar procedimentos que permitam uma resposta atempada e eficaz na salvaguarda da saúde dos trabalhadores inseridos em grupos de risco?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 04 de Maio de 2020

13/02/2020

Os Verdes exigem resolução dos problemas no Cemitério de Benfica



O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML relativamente a vários problemas existentes no Cemitério de Benfica.

REQUERIMENTO:

O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML) tem vindo sucessivamente a alertar para a situação dos vários cemitérios da cidade, nomeadamente o Cemitério de Benfica e para as condições de trabalho no plano da saúde, higiene e segurança dos trabalhadores.

Em Abril de 2019 numa reunião entre o STML, a Direcção Municipal do Ambiente, Estrutura Verde, Clima e Energia (DMAEVCE) e com a chefia da Divisão de Gestão Cemiterial (DGC) foram debatidos os vários problemas que afectam os trabalhadores, nomeadamente dos sectores operacionais.

No que diz respeito ao Cemitério de Benfica e quanto às obras equacionadas para este cemitério, foi referido naquela reunião que estava prevista a demolição do edifício principal e construção de um novo, a iniciar muito provavelmente em 2020, sendo que está equacionado neste espaço alicerçar uma nova área que irá servir de copa seca, integrando os devidos equipamentos para permitir refeições, mantendo-se em funcionamento o actual espaço, localizado na parte superior do cemitério, que tem servido de local para refeições.

Ainda no que diz respeito ao edificado do cemitério de Benfica, foi referido que a renovação da rede eléctrica tinha sido concluída estando ainda a aguardar a devida certificação da EDP para a sua operacionalização plena. Situação esta que se mantém até hoje.

Por último, nesta reunião foram também levantadas questões quanto à necessidade de contratação de pessoal para os cemitérios da cidade: a nível de coveiros, aponta-se a necessidade de um reforço mínimo de vinte e um trabalhadores. No plano dos encarregados, o número indispensável situa-se nos nove, sendo essencial recrutar seis. Também no sector administrativo é urgente no mínimo contratar quatro trabalhadores por cemitério. Se estas carências não forem colmatadas no curto/médio prazo, podem contribuir para o agravamento da situação dos cemitérios, face aos expectáveis pedidos de aposentação.

No campo dos Equipamentos de Protecção Individual (EPI’s), fardamento, ferramentas e meios mecânicos ao dispor dos trabalhadores, persistem igualmente necessidades de reforço.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. Já foram iniciados os trabalhos de demolição do edifício principal do cemitério de Benfica?
2. Se não, quando se prevê que se iniciem esses trabalhos de demolição?
3. Quando se prevê que inicie a construção do novo edifício?
4. Que diligências tem a autarquia realizado junto da EDP para que esta proceda à certificação da instalação eléctrica?
5. Quando se prevê que a mesma esteja concluída por forma a permitir a sua operacionalização plena?
6. Está previsto a abertura de concursos públicos para admissão de pessoal, no sentido de colmatar a carência de recursos humanos na área dos cemitérios?
7. Se sim, quando serão abertos esses concursos?
8. Qual o ponto de situação referente aos Equipamentos de Protecção Individual?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 13 de Fevereiro de 2020

25/06/2019

25 de junho - intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa

Sobreda Antunes_Loja do Cidadão nas Laranjeiras

“O PEV propõe que seja reconhecida a necessidade de redução dos atrasos e tempos de espera para atendimento na Loja do Cidadão das Laranjeiras. (…) E, finalmente, que sejam melhorados os níveis de comodidade nas salas de espera e de atendimento, bem como seja agilizado o acesso a cidadãos com mobilidade reduzida.” (Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV).



Cláudia Madeira_Regulamentação do suplemento de Risco Insalubridade e Penosidade
“[Para o PEV] é preciso pôr termo a uma omissão legislativa que dura há demasiado tempo. E proceder à regulamentação, actualização e alargamento da atribuição do suplemento de risco, insalubridade e penosidade, assim como outras formas de compensação, para que seja uma realidade para os trabalhadores das autarquias.” (Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV)


Cláudia Madeira_Criação de locais de paragem de curta duração junto às escolas

“Os Verdes vão viabilizar esta recomendação porque é importante que o Município implemente medidas de segurança e de fluidez do tráfego em zonas escolares, mas não podemos deixar de reforçar que a aposta deve ser feita na mobilidade colectiva, principalmente se pretendemos uma alteração do actual paradigma de mobilidade” (Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV)


Sobreda Antunes_Adesão à Associação Portuguesa para a Diversidade e Inclusão

“Trata-se de uma associação sem fins lucrativos que tem por missão promover a diversidade e a inclusão e que intenta promover a valorização das competências e o talento de cada pessoa, bem como a igualdade de tratamento e de oportunidades, combatendo os estereótipos e as discriminações, fomentando uma cultura baseada no respeito pelos direitos humanos, nomeadamente nas áreas de trabalho.” (Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV)

Cláudia Madeira_Aquisição de serviços de monitorização da qualidade ar e ruído
“[Os Verdes pretendem saber se] será feito o posterior acompanhamento da evolução dos indicadores de qualidade ambiental para suporte à decisão quando terminar o presente contrato, isto é, depois de 2022, uma vez que a proposta prevê que todos os equipamentos de monitorização sejam naquela data, desinstalados.” (Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV).
  
Cláudia Madeira_Petição sobre a Casa dos Animais
“Os Verdes, no seguimento de várias visitas que temos feito à Casa dos Animais, foram diversas as recomendações que apresentámos, por exemplo em 2007, 2010 e 2013, sempre com o propósito de realizar as obras necessárias, assim como de dotar este serviço dos meios humanos e materiais adequados, sem esquecer as campanhas de sensibilização.” (Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV)



Cláudia Madeira_Petição sobre o Miradouro da Senhora do Monte
“Para Os Verdes não há a mínima dúvida: a CML deve rejeitar todo e qualquer projecto que tenha impactos negativos no sistema de vistas, assim como qualquer projecto que prejudique o miradouro e o seu usufruto, que prejudique a cidade e os cidadãos e que não seja uma mais-valia para os interesses das populações. A CML deve estar comprometida com o bem-estar e qualidade de vida dos munícipes e não com outros quaisquer interesses.” (Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV).



28/03/2019

Os Verdes participaram na manifestação da Interjovem - Lisboa

A candidata do #PEV, nas listas da #CDU, ao Parlamento Europeu, Mariana Silva, juntamente com outros ativistas de #OsVerdes, participou na grande manifestação da Interjovem que decorreu hoje em Lisboa, em luta pela estabilidade no trabalho, contra a precariedade e pelo cumprimento dos direitos laborais.





23/07/2018

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre o Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre o Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica.

REQUERIMENTO:

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes tem vindo, ao longo dos últimos anos, a solicitar esclarecimentos sobre os problemas que afectam o Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica, um departamento estratégico para a autarquia, assim como a reivindicar a sua resolução.

No entanto, há ainda um conjunto de problemas por resolver nas instalações do Complexo dos Olivais 2: o piso abateu nalguns locais da oficina, há problemas relacionados com a extracção de fumo e com a limpeza e manutenção das condutas de renovação do ar, o posto médico tem um horário reduzido de funcionamento devido à falta de enfermeiros e há necessidade de adquirir novos fardamentos. Também sobre os fardamentos, houve falta de informação na alteração dos dias de entrega dos mesmos para lavagem, sendo que até os próprios dirigentes dizem ter sido surpreendidos com a alteração. 



Acresce a estes problemas o facto de, segundo o STML (Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa) haver problemas na majoração dos dias de férias, no âmbito do acordo de trabalho celebrado entre o Sindicato e a CML.

Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. Quando vão os problemas relatados ser resolvidos, de forma a garantir as condições de trabalho adequadas aos trabalhadores do Departamento de Reparação e Manutenção Mecânica?

2. Relativamente à majoração dos dias de férias, qual o problema e para quando a sua resolução?

08/02/2018

Visita ao viveiro municipal da Quinta de São Cristóvão na freguesia do Lumiar


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes reuniu hoje com os trabalhadores do viveiro municipal da Quinta de São Cristóvão na freguesia do Lumiar.

No seguimento desta reunião, o PEV pode inteirar e auscultar as principais preocupações existentes relativamente aos viveiros municipais.

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes comprometeu-se a pugnar pela defesa e valorização da função fundamental dos viveiros municipais para a produção de árvores e arbustos para os espaços verdes da cidade de Lisboa.

05/02/2018

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre as condições de funcionamento do Julgado de Paz de Lisboa

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre as condições de funcionamento do Julgado de Paz de Lisboa.
REQUERIMENTO:
Os Julgados de Paz, previstos no art. 209º da Constituição da República Portuguesa, foram criados pela Lei nº 78/2001, de 13/7, posteriormente alterada pela Lei nº 54/2013, de 31/7, onde se antevê que os montantes obtidos a título de custas deverão ser repartidos entre o Ministério da Justiça e os Municípios.
Caracterizam-se por serem tribunais com funcionamento e organização próprios, com competência para apreciar e decidir acções declarativas cíveis, com excepção das que envolvam matérias de direito da família, direito das sucessões e direito do trabalho, de forma rápida e com custos reduzidos para os cidadãos, em que o valor não ultrapasse os 15 mil €.
Neste âmbito, o Ministério da Justiça e a CML rubricaram um protocolo em 21/11/2001, tendo por objecto a instalação, organização e funcionamento do Julgado de Paz do Município de Lisboa.
Entre outras competências, a CML disponibilizou uma loja da ex-EPUL sedeada na Rua Prof. Vieira de Almeida, nº 3, em Telheiras, ficando responsável por suportar os encargos com “a execução das obras das instalações, por forma a dotá-las de dignidade e privacidade” consentâneas com o seu uso, “disponibilizar os meios humanos necessários” garantindo a sua contratação, bem como “dotar as instalações de mobiliário, equipamento informático, água, electricidade, telefone e bens consumíveis” custeando a sua manutenção.
Perante este enquadramento, o D.-Lei nº 329/2001, de 20/12, criaria o Julgado de Paz de Lisboa, o qual seria inaugurado em 21/01/2002, tendo-se posteriormente procedido ao alargamento da sua competência territorial a todas as freguesias do concelho de Lisboa pelo D.-Lei nº 140/2003, de 2/7.
É do conhecimento da CML que aquelas instalações, apesar da excelente localização com estação de Metro ‘à porta’, há muito deixaram de assegurar o normal funcionamento dos serviços, basicamente por as condições físicas do espaço se encontrarem parcialmente degradadas e serem exíguas para os funcionários e o considerável número de processos analisados.
Por isso, na sessão da AML de Perguntas à CML, em 12/7/2016, “Os Verdes” questionaram o executivo sobre se estava prevista alguma diligência no sentido de dotar o Julgado de Paz dos requisitos mínimos necessários ao seu funcionamento.
Em plenário, o sr. Vice-Presidente Duarte Cordeiro respondeu que tinha «conhecimento das lacunas do ponto-de-vista de funcionamento dos Julgados de Paz e estamos neste momento com eles a trabalhar, nomeadamente com os juízes, a trabalhar no que diz respeito à resposta às necessidades que estão identificadas. Também estamos a trabalhar no sentido de identificar localizações para uma futura localização de um segundo Julgado de Paz. Sendo que entendemos para já que é mais importante resolver definitivamente algumas das questões de funcionamento do que temos neste momento a funcionar na cidade». Quanto ao «reforço de competências do Julgado de Paz», referiu que a CML estava «exatamente neste momento a identificar as questões relativas às necessidades de recursos humanos, as questões relativas aos equipamentos obsoletos e a necessidade de substituição, a necessidade de encontrar espaço para nomeadamente armazenar o arquivo que existe e estamos a fazê-lo também com o conhecimento do Ministério da Justiça, portanto, esperamos em breve dar resposta a todas estas necessidades».
Contudo, perante o incumprimento das promessas do executivo, “Os Verdes” voltaram a visitar aquele espaço, tendo ouvido juízes, funcionários e utentes e, de novo numa sessão de Perguntas à CML, na AML de 5/9/2017, reportaram sobre as deficientes condições de trabalho que se vinham arrastando há vários anos.
Em plenário, o sr. Vereador João Paulo Saraiva respondeu que «algumas das soluções, algumas das questões que foram levantadas nestas visitas e em todas os processos de reclamação sobre algumas das situações já foram resolvidos, outros ainda não, já devíamos ter sido mais rápidos, é certo, mas já resolvemos algumas situações das que foram elencadas e aqui algumas reproduzidas, como os computadores, a questão do arquivo, a questão do ar condicionado que é mais complexa».
No entanto, ainda no final do ano transacto, mantinha-se a persistência das queixas que abrangiam não apenas a falta de espaço para utentes e funcionários, como entropia na manutenção do arquivo corrente, mobiliário desadequado, fraca iluminação, climatização do espaço de trabalho oscilando entre solário e câmara frigorífica, deficiente renovação do ar, ventilação e extracção do ar inexistentes, infiltrações, fios telefónicos e eléctricos espalhados um pouco por todo o lado, falta de potência eléctrica, equipamento informático obsoleto, bastidor em local de atendimento ao público, sem fax nem acesso ao e-mail geral da CML, partilha de instalações sanitárias entre homens e mulheres, falta de privacidade no espaço de atendimento, ausência de facilidades para pessoas com mobilidade reduzida, e falta de espaço para os trabalhadores usufruírem de uma refeição quente.
Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:
1 - Qual o efectivo acompanhamento que a CML tem realizado sobre os factos enumerados pelos trabalhadores do Julgado de Paz? Que reuniões já efectuou ao local?
2 - Foram ou não já devidamente avaliadas as situações descritas, em particular de falta de espaço para pessoas e arquivo, bem como para as questões de saúde, higiene e segurança no trabalho?
3 - Quais as medidas consensualizadas para repor as inadiáveis condições mínimas necessárias ao funcionamento do serviço? Foram ou não ouvidos os trabalhadores e elaborado um relatório de avaliação?
4 - Para quando o prometido reforço de competências do Julgado de Paz? Quais os prazos agendados para implementar as soluções encontradas?
5 - Já interpelou a CML o Ministério da Justiça para solicitar a repartição, entre os dois órgãos, dos montantes obtidos a título de custas, nos termos do nº 5 do art. 5º da Lei nº 54/2013, de 31/7?
Requer-se ainda, nos termos regimentais aplicáveis, que nos seja igualmente facultado:
- Relatório de avaliação sobre as questões de saúde, higiene e segurança no trabalho, contemplando as intervenções a executar e a respectiva calendarização.
Solicita-se aos órgãos de comunicação social que procedam à divulgação deste comunicado, podendo, para mais informações, contactar o Grupo Municipal de Os Verdes, através do número de telefone 919 615 508 - Cláudia Madeira.
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 05 de Fevereiro de 2018

01/02/2018

Reuniões do Grupo Municipal de Os Verdes - Lisboa

No passado dia 30 de Janeiro, o Grupo Municipal de Os Verdes reuniu com representantes do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa, STML. A situação dos trabalhadores da autarquia foi a principal questão abordada durante o encontro.


Já na semana anterior, o Grupo Municipal do PEV reuniu com representantes da Plataforma em Defesa das Árvores, onde, entre outras questões, foi abordado o estado do arvoredo na cidade de Lisboa.

15/01/2018

Os Verdes Questionam Governo Sobre Futuro da Ex - Triumph, em Sacavém

A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através dos Ministério da Justiça e Ministério da Economia, sobre as respostas que o Governo tem para dar aos trabalhadores da Têxtil Gramax Internacional, face à situação que estão hoje a viver com o processo de insolvência da empresa.

Pergunta:

Os Verdes estiveram hoje em frente à empresa ex-Triumph, agora Têxtil Gramax Internacional, em Sacavém, juntamente com os trabalhadores (maioritariamente mulheres) que lutam afincadamente pelos seus direitos. A situação é bastante grave e os trabalhadores desesperam em busca de respostas, embora erguidos com uma determinação bastante evidente, própria de quem corajosamente busca a dignidade merecida a partir de anos e anos de trabalho especializado na empresa têxtil em questão, sempre a zelar pelo cumprimento dos compromissos e encomendas existentes.


A laborar em Portugal desde 1961, a ex-Triumph foi vendida à Têxtil Gramax Internacional em 2015. Em 2016 a empresa apresentou um plano de reestruturação, onde previa a redução de 150 postos de trabalho. Em janeiro de 2017, o Ministro da Economia esteve presente na empresa elogiando o seu trabalho e dando como certa a sua estabilidade, segundo nos foi relatado. No final de 2017 a empresa volta a avançar com a proposta do plano de reestruturação, mas no dia 13 de dezembro os trabalhadores foram mesmo surpreendidos e confrontados com a decisão da empresa avançar com um processo de insolvência. Os trabalhadores foram nitidamente desrespeitados!

Entretanto, os trabalhadores têm por receber 5 dias de trabalho relativos ao mês de novembro de 2017, todo o mês de dezembro, o subsídio de natal e o mês de janeiro também já vai avançado. As contas (da luz, da água, do gás, alimentação, habitação, etc) que têm de pagar mensalmente não esperam por estes atrasos e a situação de cada uma destas famílias complica-se a cada dia que passa.

Nas respostas que se exigem aos trabalhadores, os Verdes consideram que o Governo não pode ficar em silêncio. Tal como uma trabalhadora hoje nos dizia, o Governo esteve na empresa tão prontamente para lhes garantir, há um ano, que tudo estava bem e agora nada diz quando os trabalhadores precisam urgentemente de respostas. A empresa está sem administração e os trabalhadores encontram-se à porta da empresa a zelar pelos seus direitos e também para que o património não saia dali.


Entretanto, no dia 11 de janeiro (ontem), foi aprovado no Plenário da Assembleia da República um projeto de resolução do PCP (nº 1189/XIII) que determina «recomendar ao Governo que recorra a todos os instrumentos ao seu alcance para impedir o encerramento da empresa Têxtil Gramax Internacional, a redução dos postos de trabalho, e garanta a sua manutenção, bem como todos os postos de trabalho e o cumprimento dos direitos dos trabalhadores».

Os trabalhadores querem perceber exatamente qual vai ser o seu futuro e querem garantir que não ficam sem meios de subsistência.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito ao Senhor Presidente da Assembleia da República que remeta ao Ministério da Economia e ao Ministério da Justiça a presente Pergunta, de modo a que me sejam prestados os seguintes esclarecimentos:

1. Que diligências tomou o Governo junto da empresa, no sentido de procurar que não deixasse de laborar?

2. Que pensa o Governo fazer para garantir os postos de trabalho em causa?

3. Que respostas tem o Governo para dar aos trabalhadores da Têxtil Gramax Internacional, face à situação que estão hoje a viver com o processo de insolvência da empresa?

22/11/2016

Saudação “Aos trabalhadores da Administração Pública”

 

No dia 18 de Novembro realizou-se uma manifestação nacional convocada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública – FCSAP.

            Esta manifestação procurou dar força às reivindicações dos trabalhadores da administração pública, numa altura em que decorrem as negociações com o Governo sobre o Orçamento do Estado para 2017, que se encontra em discussão na especialidade.

            Algumas das reivindicações foram o aumento do subsídio de almoço, uma vez que o Governo previa apenas um aumento de 25 cêntimos diários, o que era manifestamente insuficiente, os aumentos salariais, o descongelamento de carreiras e a identificação e regulamentação das carreiras de desgaste rápido, entre outras.

            Considerando que os trabalhadores da Administração Pública são fundamentais para o desenvolvimento do nosso país e que, mesmo perante um conjunto de dificuldades, têm garantido o funcionamento de serviços de educação, saúde, recolha de resíduos e limpeza urbana e de abastecimento e tratamento de águas, entre muitos outros.

            Considerando também que com a acção dos trabalhadores já foi possível reverter algumas das medidas gravosas que os penalizavam, como por exemplo, a reposição do horário semanal para as 35 horas, apesar de ainda não ser aplicado a todos os trabalhadores, e o fim da limitação à abertura de concursos para admissão de pessoal na administração pública.

            Considerando, por fim, que há ainda um conjunto de situações que importa que sejam resolvidas e que o Orçamento do Estado deve dar resposta aos direitos e interesses dos trabalhadores, contribuindo para a melhoria da sua qualidade de vida.

Neste sentido, a Assembleia Municipal de Lisboa delibera, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista Os Verdes:

1 - Saudar os trabalhadores da Administração Pública e a Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública – FCSAP, manifestando a sua solidariedade com a luta por melhores condições de trabalho e por uma vida digna e com direitos.

2 - Remeter a presente saudação para o Senhor Presidente da República, o Senhor Presidente da Assembleia da República, o Senhor Primeiro-Ministro, os Grupos Parlamentares da Assembleia da República e a Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública – FCSAP.

Assembleia Municipal de Lisboa, 22 de Novembro de 2016
 

O Grupo Municipal de “Os Verdes

 

Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes


 

18/10/2016

Intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa de 18 de Outubro


Sobreda Antunes, dirigente do PEV, apresenta as propostas do PEV na reunião de 18 de Outubro da Assembleia Municipal de Lisboa e afirma:

"a cortiça constitui uma matéria de origem natural que pode ser transformada e reutilizada em inúmeros produtos, desde a construção ao vestuário, entre muitas outras aplicações. Devido ao seu vasto potencial, seria irracional e insensato deitar para o lixo, por exemplo, rolhas de cortiça, uma vez que a sua reciclagem permite contribuir para a preservação do sobreiro e da floresta autóctone portuguesa."
 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.
 
 
 
Cláudia Madeira, dirigente do PEV, fez uma intervenção sobre a Petição nº 7/2016 - Mudança de Instalações de Serviços Camarários para o Edifício Entreposto e afirma: 
 
"Tirar trabalhadores de um local para outro que, tal como estava projectado, não reunia as devidas condições, e ter que pagar a terceiros por isso, parece-nos, no mínimo, irracional. Esta petição remete-nos para um conjunto de preocupações por parte dos trabalhadores, no âmbito desta transferência, e apresenta dois objectivos principais: a audiência prévia aos trabalhadores e a correcção do projecto para o Edifício Entreposto"

 
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.
 
 
 
Também Sobreda Antunes pronunciou-se sobre a Petição nº 10/2016 - Pelo fim imediato da utilização de herbicidas/glifosato no espaço público de Lisboa e afirmou:
 
"A solução para estes herbicidas terá de passar pela que se tomou sobre o DDT: serem proibidos por causa dos enormes riscos e consequências para o ambiente e a saúde humana, ainda para mais porque as autarquias já têm ao seu dispor a possibilidade de aplicação de métodos alternativos, tanto mecânicos como biológicos"
 
 
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Cláudia Madeira fez uma intervenção sobre a Adesão de Lisboa ao Pacto de Milão - Política Alimentar Urbana, tendo afirmado:

"Do ponto de vista ambiental, são esbanjados recursos naturais para produzir bens alimentares que depois acabam no lixo. Há degradação do solo, saturação de recursos hídricos, perda de biodiversidade, produção de resíduos, gasto de energia, emissão de gases com efeito de estufa, e tudo isto poderia ser significativamente reduzido se não houvesse níveis tão elevados de desperdício."
 
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Cláudia Madeira, numa outra intervenção, pronunciou-se sobre o Parque Vale Grande e afirmou:
 
"Os Verdes concordam com as recomendações da Comissão à Câmara Municipal, nomeadamente para que a autarquia “apresente um plano que inclua o aumento de equipamentos no Parque Vale Grande”, “verifique o funcionamento dos sistemas de rega automática”, “salvaguarde a segurança no acesso aos lagos”, “fomente a utilização do parque através da programação de eventos” e “seja tomado o máximo partido da potencialidade dos lagos"

 
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Sobreda Antunes fez uma intervenção sobre a Proposta nº 424/2016 - Adesão do Município de Lisboa às Associações Internacionais EIT Health e.V. e EIT Health InnoStars, tendo afirmado:
 
"É sabido que a maior parte dos idosos, para além de sofrer de isolamento, padece de excesso de peso, e a partir de um estudo muito recente desenvolvido pela Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, perto de 70% apresentam um elevado défice vitamínico, e onde “apenas 8% estão com níveis considerados normais”. Se o diagnóstico está feito, o que se espera para actuar proactivamente?"
 
 
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Finalmente, Cláudia Madeira pronunciou-se sobre o Sistema de Protecção Civil e Segurança em Lisboa e afirmou:
 
"Os Verdes consideram fundamental resolver, com urgência, as situações que deixam o RSB numa situação frágil e precária, onde muitas vezes se torna difícil responder com a eficácia, a eficiência e a segurança necessárias, podendo mesmo colocar em causa o serviço de socorro prestado à população. "
 
 
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