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26/10/2019

Mariana Silva, a nova Deputada de Os Verdes, fala à comunicação social no Parlamento

No dia da tomada de posse na Assembleia da República, Mariana Silva, a nova Deputada de #OsVerdes eleita pelo círculo eleitoral de Lisboa, fala aos órgãos de comunicação social:
"Esperemos que o #ambiente e a #ecologia não sejam apenas uma moda. Da parte do Partido Ecologista Os Verdes são já 37 anos de experiência naquilo que é a defesa da #natureza, da #biodiversidade, na procura da sustentabilidade".




28/06/2019

Loures - O PEV Exige Retirada de Amianto nas Escolas do Concelho

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta, questionando o Governo, através do Ministério do Ambiente e da Transição Energética, sobre a existência, no concelho de Loures, de várias escolas que apresentam amianto nas suas coberturas, sem que o Governo tenha, nos últimos anos, conseguido dar qualquer resposta no sentido da resolução deste problema.

Pergunta:

O amianto é uma substância tóxica, com efeitos nocivos para a saúde pública e o ambiente, razão pela qual o Partido Ecologista Os Verdes tem dado grande relevância a esta matéria ao longo dos anos, com vista à resolução deste problema que ainda se verifica em muitos edifícios e equipamentos, particularmente em escolas.

Nesse sentido, a Lei n.º 2/2011, de 9 de fevereiro, estabelece a remoção de amianto em edifícios, instalações e equipamentos públicos, e no Artigo 5.º, relativo à calendarização da monitorização e das ações corretivas, determina que «Compete ao Governo estabelecer e regulamentar a aplicação de um plano calendarizado quanto à monitorização regular a efetuar e às ações corretivas a aplicar, incluindo a remoção dos materiais que contêm fibras de amianto presente nos edifícios, instalações e equipamentos públicos que integram a listagem referida no artigo anterior, bem como a sua substituição, quando for caso disso, por outros materiais não nocivos à saúde pública e ao ambiente».

Para tal, esse plano calendarizado «deve ser elaborado pelo Governo no prazo de 90 dias contados da apresentação da proposta da ACT».

Sucede que essa calendarização nunca foi tornada pública e são ainda muitas as situações em que se verifica a existência de amianto em edifícios públicos.

Recentemente, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes reuniu com o Movimento Escolas de Loures sem Amianto, que integra pais, professores, diretores, encarregados de educação e antigos alunos de vários agrupamentos de escolas, e que transmitiu a sua preocupação com a presença de fibrocimento com amianto degradado nos estabelecimentos escolares, frequentados diariamente por milhares de alunos, professores e funcionários.

No concelho de Loures, são várias as escolas que apresentam amianto nas suas coberturas, sem que o Governo tenha, nos últimos anos, conseguido dar qualquer resposta no sentido da resolução deste problema.

Tendo em conta que termina agora mais um ano letivo e que o período de férias poderia ser aproveitado para se proceder à remoção do amianto em segurança, permitindo que o próximo ano se iniciasse já com esta situação resolvida ou, pelo menos, minimizada, caso o Governo não tome as diligências necessárias com vista a essa intervenção, estaremos novamente perante mais uma oportunidade perdida.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Educação possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Tem o Governo conhecimento da situação de existência de amianto nas escolas do concelho de Loures?

2. Que diligências já tomou ou vai tomar o Governo no sentido da resolução deste problema?

3. Pondera o Governo diligenciar no sentido de permitir que a intervenção de remoção de amianto seja iniciada durante o período de férias que agora se inicia?

4. Caso não pondere essa possibilidade, qual a razão e qual a data para o início e o fim das intervenções nas várias escolas do concelho de Loures?

5. Em que ponto de situação se encontra o plano calendarizado relativo à remoção de amianto em edifícios, instalações e equipamentos públicos, conforme determina a legislação em vigor?

16/12/2018

Vila Franca de Xira - Os Verdes Questionam o Inicio das Obras no Mouchão da Póvoa

A Deputada Heloísa Apolónia, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta questionando o Governo, através do Ministério do Ambiente e da Transição Energética, sobre a anunciada intervenção, no Mouchão da Póvoa de St.ª Iria, concelho de Vila Franca de Xira, que prevê a reconstrução do troço do dique e de uma porta de água, que foram destruídos, e também a reposição nas traseiras do dique de parte dos terrenos que foram arrastados do interior do mouchão para o leito do Tejo, após sucessivos adiamentos para o início da obra.

Pergunta:

Os mouchões são ilhas delimitadas por diques, que resultaram da acumulação de sedimentos ao longo dos séculos, contendo no seu interior um sistema de valas e comportas que têm por função a drenagem e controlo da entrada das águas do rio.

O Mouchão da Póvoa é uma extensa ilha, situada geograficamente junto da cidade da Póvoa de St. ª Iria, em toda a sua frente ribeirinha a algumas escassas centenas de metros da margem do rio Tejo. Constitui-se como um dos três mouchões existentes no concelho de Vila Franca de Xira (distrito de Lisboa), situado em plena Reserva Natural do Estuário do Tejo(RNET), com uma extensão de cerca de 1.200 hectares, caracterizando-se pela atividade agrícola ali desenvolvida pelos antigos proprietários.

Desde há muito que, os residentes da Póvoa de St. ª, população que sempre manteve uma forte ligação com o Mouchão, quer por via dos produtos agrícolas que recebiam, provenientes do cultivo naquela área e por consequência dos postos de trabalho que eram ocupados por muitos dos locais, quer pela aproximação à sua comunidade avieira que desenvolvem a sua atividade à volta do mesmo, vem alertando ao longo dos anos para o estado de degradação e abandono a que foi votado o Mouchão.

Esta situação, arrastada ao longo do tempo, fruto do abandono da sua principal atividade agrícola, teve eco na comunicação social já em 2005, quando a comunidade, nomeadamente a piscatória começou a alertar para a dificuldade em acostar num ancoradouro de madeira envelhecido, acrescendo o facto da falta de manutenção do espaço, nomeadamente dos diques poder levar a que o rio em estado de cheia pudesse causar graves danos ao Mouchão.

Depois de uma inundação em 2000 e da reconstrução de alguns diques, então destruídos, as comportas não sofreram a tão necessitada intervenção, permanecendo o risco de uma forte subida das águas e consequente inundação das terras.

Perante este cenário desolador, o mouchão tornou-se alvo fácil de especulação à volta de projetos turísticos que se apresentavam como “salvadores” da situação em que este território se encontrava, relegando para plano inferior tratar-se de um território fértil no meio do estuário do Tejo.
Ora, o que tanto se temia veio a ocorrer em 2016, após fortes temporais no mês de abril, provocando um rombo no valado principal que levou ao alagamento de grande parte do território do Mouchão.

Em sequência do ocorrido e após pressões da população e eleitos locais, nomeadamente os da CDU, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira alertou a Agência Portuguesa do Ambiente para a existência de um "rombo grave", num dos diques de proteção do Mouchão, solicitando uma intervenção urgente.

Após visitas ao local e perante a eminência de pura e simplesmente se ver desaparecer tão importante território, relevante para a atividade agrícola, foi entendimento do Ministério do Ambiente proceder à reparação do rombo no valado do Mouchão, através da Agência Portuguesa do Ambiente (APA).
Em 29 de maio de 2018, depois de dois anos de espera, o Ministro do Ambiente anunciava com “pompa e circunstância” que se iriam iniciar, naquela mesma tarde, as obras de recuperação do Mouchão da Póvoa, com um prazo de execução de cerca de seis meses e um investimento de 1,7 milhões de euros.

A anunciada intervenção prevê a reconstrução do troço do dique e de uma porta de água, que foram destruídos, e também a reposição nas traseiras do dique de parte dos terrenos que foram arrastados do interior do mouchão para o leito do Tejo, com vista à utilização dos terrenos para a produção de bens hortícolas. 

Ora, estamos em dezembro e as obras ainda não tiveram o seu início e já não se sabe ao certo quando iniciarão, pois, têm sido dadas datas sucessivas de adiamento.

Torna-se fácil perceber que decorridos 2 anos após as intempéries, que causaram o maior rombo no Mouchão, os danos causados, então, estejam agora agravados com o decorrer deste tempo. Isto tornou-se justificação para que a empresa contratada se confrontasse com um projeto de intervenção, elaborado pela APA, não estivesse adequado às necessárias intervenções e que o mesmo tivesse que ser revisto.

Para Os Verdes o que não é compreensível é que a tão desejada e urgente intervenção venha a ser sucessivamente adiada sob pena desta demora vir a pôr em causa a salvaguarda da maior ilha do estuário do Tejo, que por via da inundação sofrida os seus solos estão salinizados há mais de dois anos.

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério do Ambiente e da Transição Energética, as seguintes perguntas:

1 – Qual a data prevista para o início das obras previstas?
2 – Quias os custos acrescidos com as obras adicionais?
3– Confirma o Ministério que a intervenção prevista no Mouchão da Póvoa de St. ª Iria tem como objetivo a reabilitação do território para a prática agrícola?
4 – Se sim, existe algum estudo que indique a área a ser ocupada por esta atividade?
5 – Existem outras atividades previstas para o território do Mouchão? Se sim, quais?
6 – Dado existirem dúvidas quanto à pertença, pública ou privada, do Mouchão, dispõe o Ministério de informação precisa desta pertença?
7 – Caso se confirme a pertencer o mouchão a uma entidade privada, prevê o Ministério ser ressarcido dos custos da intervenção a realizar?
8 - Para quando se prevê o início dessas obras?

03/05/2018

Verdes Questionam Falta de Requalificação das Escolas da Portela e Moscavide

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Educação, sobre a. falta de condições nas escolas, EB 2/3 Gaspar Correia e Escola Secundária da Portela (Arco-Íris), que integram o Agrupamento de Escolas da Portela e Moscavide, no concelho de Loures, onde estudam mais de 1800 alunos.


Pergunta:

A Escola EB 2/3 Gaspar Correia e a Escola Secundária da Portela (Arco-Íris), que integram o Agrupamento de Escolas da Portela e Moscavide, no concelho de Loures, necessitam de obras de fundo urgentes, devido ao seu avançado estado de degradação.

Os problemas são inúmeros e foram reconhecidos no relatório de 2017 da Delegada de Saúde do concelho de Loures, no âmbito do projeto de vigilância das condições de segurança, higiene e saúde dos estabelecimentos de ensino.

Relativamente à Escola EB 2/3 Gaspar Correia, este relatório assinala um conjunto de deficiências, nomeadamente a degradação das coberturas em fibrocimento, dos dispositivos de drenagem de águas pluviais (caleiras), o que provoca infiltrações, avaria de equipamentos de cozinha, e paredes e os tetos do compartimento do vestiário com fissuras e manchas de humidade.

É ainda referida a falta de iluminação de emergência e de sinalização de segurança, assim como de sistema de aquecimento nas salas.

Também a Escola Secundária da Portela (Arco-Íris) apresenta placas de fibrocimento degradadas, o pavimento e as escadas estão em mau estado e têm zonas desniveladas, os bebedouros encontram-se avariados e os fios elétricos desprotegidos. Além disso, não existe sistema de aquecimento nas salas, nem plano de higienização do edifício e o pavilhão gimnodesportivo está degradado e com infiltrações.

Nesta escola, os Bombeiros foram recentemente chamados devido à queda de algumas placas de fibra de vidro e estruturas metálicas do tecto da sala de ginástica, tendo o espaço sido interditado.

Saliente-se que ambos os estabelecimentos de ensino tiveram obras previstas ao abrigo do Programa Parque Escolar mas, em 2016, foram excluídos da lista de escolas a intervencionar.
A falta de condições nestas duas escolas, onde estudam mais de 1800 alunos, são indignas e constituem um perigo para a comunidade escolar, devendo o Governo assegurar a rápida resolução dos problemas descritos e que colocam em causa o bem-estar e a saúde de todos os que ali estudam e trabalham.

Face a esta situação, a comunidade educativa organizou uma manifestação, exigindo obras urgentes e promoveu uma petição “Pela realização urgente de obras estruturais no Agrupamento de Escolas da Portela e Moscavide” que reuniu 4500 assinaturas.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Educação possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Para quando se prevê o início da requalificação da Escola EB 2/3 Gaspar Correia e da Escola Secundária da Portela (Arco-Íris)?

2. Que intervenções vão ser realizadas nestas escolas, no sentido da sua requalificação?

3. Já se encontra definida a calendarização e a respetiva dotação financeira para essa requalificação?

4. De que informações dispõe o Governo relativamente à presença de amianto nas coberturas de fibrocimento existentes em ambas as escolas?

28/11/2016

Lisboa – Campo das Cebolas - Os Verdes questionam o Governo sobre solos contaminados

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério do Ambiente sobre os solos contaminados no Campo das Cebolas, em Lisboa, onde está a ser construído um parque de estacionamento, e que apenas uma parte foi encaminhada para um CIRVER - Centro Integrado de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos, desconhecendo-se o destino dos restantes.

Os solos do futuro parque de estacionamento foram ocupados, durante anos, por uma bomba de gasolina, encontrando-se contaminados, razão pela qual terão sido encaminhados para um CIRVER - Centro Integrado de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos.

A obra já arrancou há alguns meses e, segundo foi divulgado, havia cerca de 12 mil m3 de solos e rochas contaminados, apesar de apenas 25 toneladas de solos contaminados terem sido encaminhadas para os CIRVER.

A empresa a quem foi atribuída a obra só adjudicou o estudo para avaliação de possível contaminação já depois de a obra ter arrancado e até depois de já terem sido encaminhadas as 25 toneladas de solos para a Ecodeal, um dos centros que recebe resíduos perigosos.

Segundo se sabe, um aterro terá sido contactado para receber estas terras, no entanto, veio a verificar-se que estavam contaminadas, não podendo, por isso, ir para esse aterro.

Face a toda esta situação, importa esclarecer para onde terão sido descarregados os solos do Campo das Cebolas, garantindo que estão a ter o devido encaminhamento e tratamento.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Tem o Governo conhecimento da situação acima relatada sobre a contaminação de solos no Campo das Cebolas?

2- Tem o Governo conhecimento de situações em que os solos contaminados não tenham sido classificados como tal?

3- Não considera o Governo que o facto de a empresa a quem foi adjudicada a obra solicitar o estudo sobre a possível contaminação numa fase posterior ao início da obra por uma entidade externa, poderá fazer com que já não se encontrem sinais de contaminação?

4- Pode o Governo garantir que estão a ser devidamente cumpridos todos os procedimentos previstos nestas situações relativas a solos contaminados e que os resíduos perigosos estão a ser encaminhados para o local apropriado, sem falhas que ponham em causa a saúde pública e o meio ambiente?

5- Existe algum estudo de avaliação dos solos no início da obra?

5.1. Se sim, qual o resultado desse estudo, no que diz respeito à sua classificação, contaminação e perigosidade? E qual a data dessa avaliação?
5.2. Em caso negativo, por que não existe esse estudo?
5.3. Foi efetuado qualquer outro estudo? Se sim, qual o seu resultado e em que data foi realizado?

6- Uma vez que o CIRVER Ecodeal apenas terá recebido 25 toneladas de solos contaminados
do Campo das cebolas, para onde terão sido encaminhados os restantes resíduos?

20/09/2016

Verdes denunciam degradação dos serviços do Metro de Lisboa

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O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Economia, sobre a degradação dos serviços, os atrasos verificados e as constantes perturbações nas linhas do Metro de Lisboa que afetam o seu normal funcionamento e colocam em causa o direito à mobilidade dos cidadãos.

Pergunta:

O Metro de Lisboa é um dos mais importantes operadores de transportes públicos da cidade de Lisboa, tendo a sua atual rede uma extensão de mais de 40 quilómetros, num total de 56 estações.

No entanto, nos últimos tempos têm sido frequentes as queixas dos utentes relativamente à degradação dos serviços, aos atrasos verificados e às constantes perturbações nas linhas.

Uma das reclamações mais frequentes está relacionada com o tempo de espera pois o Metro podia ter frequências de três minutos mas, muitas vezes em determinadas horas e linhas, chega aos doze minutos, além de a velocidade atual ser de 45km/h apesar de a rede estar desenhada para velocidades de 70 km/h.

A nível de recursos humanos, uma vez que houve uma redução nos últimos anos sem que houvesse novas admissões, há falta de trabalhadores.

Também têm sido frequentes as queixas relacionadas com os meios mecânicos de acessibilidade às estações – escadas mecânicas, elevadores e tapetes rolantes – que estão constantemente avariados.

Segundo informação obtida através da comunicação social, estarão neste momento 11 comboios parados, alguns a fornecer peças a outras composições para que estas possam continuar a circular.

Ora, tendo em conta a importância do Metropolitano de Lisboa, todas estas situações devem ser urgentemente resolvidas pois afetam o normal funcionamento do Metro e colocam em causa o direito à mobilidade dos cidadãos.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Tem o Governo conhecimento da situação descrita relativamente às queixas diárias sobre o serviço do Metropolitano de Lisboa?

2- Qual a razão para estas situações se verificarem?

3- Os planos de manutenção do Metro de Lisboa estão a ser devidamente cumpridos?

4- Quantas carruagens estão atualmente avariadas?

5- Quantos trabalhadores tem atualmente o Metro? E quantos desses trabalhadores são maquinistas?

6- Por que razão continuam a verificar-se avarias constantes nos meios mecânicos de acessibilidade às estações?

7- Quantos trabalhadores, e concretamente maquinistas, saíram entre 2010 e 2016?

8- Quando vão dar entrada os 30 trabalhadores que o Ministério anunciou em Abril?

9- Que diligências já tomou ou pondera o Governo vir a tomar no sentido de resolver os problemas sentidos diariamente no Metro de Lisboa?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes” 
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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20 de setembro de 2016

19/09/2016

Lisboa - Os Verdes querem saber quando será reaberto o Serviço de Internamento do Hospital de S. José

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O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério da Saúde, sobre a conclusão das obras de reconstrução do teto do Hospital de São José que caiu no internamento de Serviço de Cirurgia do Hospital e por conseguinte quando será reaberto este serviço?

   Pergunta:

No início da semana, caiu uma parte do teto em placas do Hospital de São José, em Lisboa, que pertence ao Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC).

Esta situação ocorreu no internamento de Serviço de Cirurgia do Hospital, levando a que, por precaução, alguns doentes internados fossem transferidos para outros serviços e a área afetada fosse temporariamente desativada.

Segundo se sabe, terão caído entre cinco a dez metros do teto falso, aparentemente devido à pressão exercida pela cablagem que se terá desprendido das vigas de sustentação.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Saúde possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Quando estarão concluídas as obras de reconstrução do teto do Hospital de São José e, por conseguinte, será reaberto o serviço internamento?

2- Tem o governo conhecimento da ocorrência de outros incidentes deste género na referida unidade de saúde?

3- Estão previstas outras obras no Hospital de São José?
3.1. Se sim, quais e para quando?
3.2. Em caso negativo, considera o Governo que não são necessárias mais obras no Hospital de São José?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes” 
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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19 de setembro de 2016

07/09/2016

Lisboa - Sexta-feira - 09 de Setembro - Conversa Ecologista “O papel d’Os Verdes na solução governativa – balanço”




Sexta-feira - 09 de Setembro - Lisboa
Conversa Ecologista
“O papel d’Os Verdes na solução governativa – balanço”

O Partido Ecologista Os Verdes promove, na próxima sexta-feira, dia 9 de Setembro, uma Conversa Ecologista sobre “O papel d’Os Verdes na solução governativa – balanço”.
Com esta iniciativa pretende-se fazer o balanço do papel de Os Verdes no atual quadro parlamentar, o que foi feito, o que mudou e as prioridades para a segunda sessão legislativa que agora se inicia.
Esta conversa ecologista contará com a participação do deputado José Luís Ferreira e de vários dirigentes do PEV.

Conversa Ecologista
“O papel d’Os Verdes na solução governativa – balanço”
Sexta-feira, 9 de Setembro - 19 horas - Sede do PEV em Lisboa, sita na Avenida D. Carlos I, Nº 146, 1º Dto 1200-651 Lisboa 

O Partido Ecologista “Os Verdes”
Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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07 de Setembro de 2016

06/09/2016

Os Verdes querem saber porque não é aplicado o novo Contrato de Trabalho na Carristur



O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério do Ambiente, sobre a aplicação de um Contrato Coletivo de Trabalho, aos trabalhadores da Carristur, que não está em vigor, ignorando o novo acordo que vigora, penalizando desta forma os trabalhadores que, assim, não recebem a atualização do seu salário.

Pergunta:

A Carristur é uma operadora de circuitos turísticos, detida pela Carris, que faz também outros serviços, como o transporte de passageiros no aeroporto e a ligação entre o terminal 1 e o terminal 2.
O Contrato Coletivo de Trabalho entre a empresa e os trabalhadores foi revisto em 2015 e firmado em dezembro, e determinava a atualização dos salários mais baixos de 560 euros para 630 euros, com efeitos a partir de janeiro de 2016.
Em janeiro a empresa fez aplicar o novo contrato, mas logo no mês seguinte aplicou o contrato anterior, que já não se encontrava em vigor, retirando a atualização acordada.
Ou seja, neste momento e desde fevereiro, a Carristur aplica um Contrato Coletivo de Trabalho que não está em vigor, ignorando o novo acordo que vigora, penalizando desta forma os trabalhadores que, assim, não recebem a atualização do seu salário.
Este incumprimento motivou uma ação de protesto por parte dos trabalhadores da Carristur, no dia 22 de julho, contra a redução dos salários imposta pela empresa, contestando, sobretudo, o não cumprimento do Contrato Coletivo de Trabalho firmado em dezembro.
Acresce a esta situação o facto de os trabalhadores terem feito greve e do serviço dentro da placa do aeroporto ter sido realizado, aparentemente, por trabalhadores da Carris e não da Carristur, sendo uma substituição de trabalho em greve, o que constitui uma ilegalidade.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- O Governo tinha conhecimento que a Carristur está a aplicar um Contrato Coletivo de Trabalho que já não está em vigor?

2- Qual a razão para a Carristur não aplicar o Contrato Coletivo de Trabalho em vigor?

3- O Governo tinha conhecimento e confirma a substituição de trabalhadores da Carristur por trabalhadores da Carris em situação de greve?

4- Que medidas prevê o Governo tomar no sentido da resolução das situações relatadas, de forma a impedir que as ilegalidades se mantenham?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes” 
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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06 de setembro de 2016

23/04/2016

Os Verdes Recomendam Reabertura do Centro de Emprego de Moscavide/Sacavém - Loures


Os Verdes entregaram na Assembleia da República um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo que tome as medidas necessárias com vista à reabertura do Centro de Emprego de Moscavide/Sacavém, dotado dos meios humanos e materiais necessários ao seu pleno funcionamento de forma a responder às necessidades da população.

No Centro de Emprego de Moscavide/Sacavém, estavam inscritas cerca de cinco mil pessoas e servia as freguesias da zona oriental do concelho – Moscavide e Portela, Sacavém e Prior Velho, Camarate, Unhos e Apelação, Santa Iria de Azóia, São João da Talha e Bobadela – com uma população residente de cerca de 130 mil cidadãos.

Como consequência deste encerramento, a alternativa passou a ser o Centro de Emprego de Loures, que já acolhia a população de uma vasta área, tendo que passar a responder a uma pressão adicional de utentes.

Consulte a Iniciativa legislativa do PEV com nota explicativa completa, aqui

O Grupo Parlamentar Os Verdes
Gabinete de Imprensa de Os Verdes
T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 910 836 123 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt
23 de abril de 2016

08/04/2016

Os Verdes alertaram para dificuldades de mobilidade no Concelho de Loures através de viagem em transportes coletivos




Ontem, dia 7 de Abril, uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes, que incluiu o deputado José Luís Ferreira, e dirigentes nacionais, promoveu uma ação de contacto com a população do Concelho de Loures sobre os transportes. 

Os Verdes fizeram uma viagem em transportes coletivos, de Santa Iria de Azóia até Loures, de forma a denunciar as carências a nível de mobilidade em transportes coletivos dentro do Concelho de Loures, defendendo mais e melhores serviços públicos de transporte.

A população do Concelho de Loures é muito prejudicada em matéria de transportes, pois os transportes que servem o Concelho são caros e os seus percursos e horários não respondem às necessidades das pessoas.

Na ação realizada ontem, Os Verdes tiveram oportunidade de contactar com a população que apresentou as suas queixas sobre a falta de transportes, a desarticulação de horários, a dificuldade de mobilidade entre as várias freguesias e os elevados preços.

Os Verdes defendem melhores transportes, com horários e percursos que sirvam realmente as pessoas que precisam de se deslocar dentro do Concelho de Loures, passes intermodais e a preços socialmente justos, com tarifas incentivadoras da utilização do transporte coletivo.
Para o PEV  só assim se aumentará o número de passageiros, a qualidade ambiental e a qualidade de vida das pessoas.

Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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8 de abril de 2016


06/04/2016

Amanhã – Loures - Os Verdes alertam para problemas de mobilidade no concelho de Loures através de viagem em transportes coletivos



A população do concelho de Loures é muito prejudicada em matéria de transportes, pois os transportes que servem o concelho são caros e os seus percursos e horários não respondem às necessidades das pessoas.

Os Verdes defendem melhores transportes, com horários e percursos que sirvam realmente a população que precisa de se deslocar dentro do concelho de Loures, passes intermodais e a preços socialmente justos, com tarifas incentivadoras da utilização do transporte coletivo, pois só assim se aumentará o número de passageiros, a qualidade ambiental e a qualidade de vida das pessoas.

Como forma de alertar para os problemas de mobilidade no concelho de Loures, uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes, que inclui o deputado José Luís Ferreira, e dirigentes nacionais, fará amanhã, dia 7 de Abril, uma viagem em transportes coletivos, de Santa Iria de Azóia até Loures.

Com esta iniciativa, Os Verdes pretendem denunciar as carências a nível de mobilidade em transportes coletivos dentro do concelho de Loures, defendendo mais e melhores serviços públicos de transporte.

Programa:
9h30 - Ação de contacto com a população em Santa Iria de Azóia e viagem de autocarro até Sacavém;
10h- Viagem de camioneta Sacavém – Loures;
11h- Ação de contacto com a população em Loures. 

Os Verdes estarão disponíveis para declarações à comunicação social, às 11 horas, frente à Câmara Municipal de Loures. 

Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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06 de abril de 2016

05/04/2016

Amanhã – Em Vila Franca de Xira Os Verdes em ações de contacto com a população sobre a Constituição da República Portuguesa



Assinalou-se, a 2 de Abril de 2016, o 40º aniversário da aprovação da Constituição da República Portuguesa e esta data está a ser comemorada pelo Partido Ecologista Os Verdes, através de ações que pretendem dar a conhecer aos cidadãos o direito ao Ambiente e ao Desenvolvimento Sustentável, direitos expressos na Constituição desde a sua primeira versão, em 1976.

Uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes, que conta com a participação de dirigentes nacionais e do coletivo de Vila Franca de Xira estará amanhã, dia 6 de Abril, a partir das 10 horas, em Vila Franca de Xira, para ações de contacto com a população.

Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
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05 de abril de 2016

20/03/2016

Os Verdes questionam Governo sobre manutenção dos postos de trabalho no Bingo do Belenenses


O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério da Economia, sobre o eventual despedimento dos trabalhadores no Bingo do Belenenses, cuja concessão da licença de jogo termina no dia 21 de março.

Pergunta:

A concessão da licença de jogo para a exploração do Bingo do Belenenses termina no dia 21 de março de 2016.

Neste Bingo trabalham mais de sessenta trabalhadores, sendo que a maioria tem entre os dezoito anos e os trinta anos de trabalho de serviço neste Bingo, com uma larga experiência e que se a licença não for renovada ou prorrogada o seu futuro será certamente o desemprego.

Segundo informações recolhidas pelo Grupo Parlamentar do Partido Ecologista «Os Verdes» a exploração desta sala de jogo é viável e a não manutenção destes postos de trabalho será mais um crime social.

Assim, e face ao exposto, solicitamos a V. Exas., ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Exª a Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Economia possa prestar os seguintes esclarecimentos:
- Dado que o Governo tem conhecimento desta situação que medidas pensa tomar para salvaguardar os postos de trabalho?

O Grupo Parlamentar Os Verdes
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
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20 de março de 2016

12/03/2016

PEV questiona Governo sobre falta de condições da estação ferroviária de Roma/Areeiro em Lisboa



O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério do Ambiente, sobre a falta de condições da estação ferroviária de Roma/Areeiro, em Lisboa, infestada de ratos e com as instalações sanitárias encerradas, o que representa um perigo para a saúde pública e causa enormes transtornos aos trabalhadores e passageiros.

Pergunta:

Nos últimos tempos têm chegado ao Grupo Parlamentar dos Verdes diversos relatos que nos dão conta da presença de ratos na estação ferroviária de Roma/Areeiro. Para além disso, esta estação tem as instalações sanitárias encerradas desde o final do ano passado.

Estas situações têm vindo a suscitar muitas queixas por parte dos passageiros e dos funcionários das lojas, devido exatamente à falta de condições que esta estação apresenta. A Infraestruturas de Portugal, entidade que gere o local, encerrou as instalações sanitárias há dois meses, tendo anunciado que seriam reabertas agora, o que ainda não se verificou.

Relativamente à situação da propagação de ratos, a última desinfestação realizada ocorreu a 14 de Janeiro deste ano. Ora, esta situação representa um perigo para a saúde pública e grandes transtornos para os trabalhadores, pois não têm uma casa de banho que possam utilizar, tendo que pedir para usar a dos seguranças ou tendo que recorrer a estabelecimentos comerciais no exterior da estação, o que é completamente inaceitável e carece ser urgentemente resolvido.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Tem o Governo conhecimento desta grave situação na estação ferroviária de Roma/Areeiro, que afeta os passageiros e os trabalhadores?
2- Qual a razão para o encerramento das instalações sanitárias desta estação?
3- Quando serão reabertas as referidas instalações sanitárias?
4- Que medidas estão a ser tomadas relativamente à propagação de ratos na estação Roma/Areeiro?

O Grupo Parlamentar Os Verdes 
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt
12 de março de 2016

11/03/2016

Os Verdes querem esclarecimentos sobre amianto no Centro Infantil de Odivelas



O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, sobre a presença de amianto no Centro Infantil de Odivelas, propriedade do Instituto da Segurança Social e com gestão da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Pergunta:

O Centro Infantil de Odivelas tem placas de fibrocimento na cobertura do edifício, situação que está a preocupar os 35 trabalhadores do equipamento, assim como os pais das crianças, que associam a presença de amianto a vários casos de doenças oncológicas diagnosticadas a alguns funcionários.

Este Centro Infantil, propriedade do Instituto de Segurança Social (ISS, IP), presta apoio a cerca de 300 crianças do concelho de Odivelas e está a ser gerido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML). Neste momento há duas trabalhadoras com uma doença oncológica e uma outra faleceu há
pouco tempo.

A cobertura do edifício do Centro Infantil de Odivelas foi intervencionada há um ano mas, aparentemente, o risco para os trabalhadores e crianças que frequentam aquele espaço mantém-se, uma vez que as telhas se encontram danificadas, sendo que costuma chover lá dentro.

Existe um memorando entre o Instituto da Segurança Social e a Santa Casa da Misericórdia que determina que a gestão do Centro Infantil de Odivelas fica a cargo da Santa Casa da Misericórdia até setembro de 2016.

Ora, se por um lado o Centro Infantil é património do Estado, através do Instituto da Segurança Social, a sua gestão neste momento cabe à SCML, sendo importante saber-se a quem pertence a responsabilidade pela resolução da situação acima descrita, para que a situação seja resolvida com carácter de urgência, pois as crianças e os trabalhadores não podem continuar sujeitos a este risco.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Tem o Governo conhecimento desta situação nas instalações do Centro Infantil de Odivelas?
2- Que entidade detém a responsabilidade de resolver o problema da cobertura com placas de fibrocimento, uma vez que se apresentam danificadas, representando um perigo para a saúde dos trabalhadores e das crianças do Centro Infantil de Odivelas?
3- Prevê o Governo tomar alguma diligência no sentido de resolver esta situação, designadamente a remoção do amianto da cobertura do edifício?
4- Tem o Governo conhecimento da data prevista para a remoção das placas de fibrocimento do Centro Infantil de Odivelas?

O Grupo Parlamentar Os Verdes
O Gabinete de Imprensa de Os Verdes
T: 213 919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 - imprensa.verdes@pev.parlamento.pt
11 de março de 2016