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30/01/2019

Transferência de competências e Carta de Lisboa em destaque na reunião de ontem da Assembleia Municipal de Lisboa


Na reunião de ontem, 29, da Assembleia Municipal de Lisboa, Cláudia Madeira, eleita de Os Verdes, interveio sobre as questões relacionadas com a transferência de competênciaspara as autarquias:

“Um processo de descentralização deve ter como pressuposto a defesa e a valorização do Poder Local, e deve ser construído por forma a dar a melhor resposta às necessidades das populações e a promover a qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos”



Veja aqui a intervenção completa de Cláudia Madeira.

"Os Verdes têm, desde há vários mandatos, vindo a pugnar, no Parlamento e nesta AML, pelas questões dos direitos sociais, numa perspectiva que integre os direitos constitucionalmente consagrados"


Veja aqui a intervenção completa de Sobreda Antunes.

16/01/2019

15 de janeiro - intervenções dos eleitos do PEV na Assembleia Municipal de Lisboa

Os deputados municipais de Os Verdes, Sobreda Antunes e Cláudia Madeira, intervieram, na sessão da Assembleia Municipal de Lisboa do dia 15 de janeiro, sobre a delegação de competências para as autarquias e o antigo Museu da Rádio:

Sobreda Antunes intervém na Propostas nº 837, 838, 839, 841 e 843/2018 - ‘Adendas aos Contratos de Delegação de Competências celebrados entre o Município de Lisboa e as Freguesias de Arroios, Beato, Campo de Ourique, Marvila e Santa Clara’


Cláudia Madeira intervém sobre a Petição nº 17/2018 - Vamos salvar o antigo Museu da Rádio e seu jardim

20/01/2018

Julgados de Paz - Verdes Alertam Para Falta de Portaria Referente à Repartição das Receitas das Custas

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Justiça, sobre, a falta de publicação da portaria relativa à repartição das receitas das custas dos Julgados de Paz, conforme determina o nº 5 do artigo 5º da Lei nº 54/2013, de 31 de julho, o que faz com que os municípios se vejam privados da sua parte destas receitas.

Pergunta:

Os Julgados de Paz são tribunais com caraterísticas de funcionamento e organização próprias, e encontram-se em funcionamento desde 2002, tendo sido criados através da Lei nº 78/2001, de 13 de julho, posteriormente alterada por via da Lei nº 54/2013, de 31 de julho.

No atual contexto legal, os Julgados de Paz têm competência para apreciar e decidir ações declarativas cíveis, com exceção das que envolvem matérias de direito da família, direito das sucessões e direito do trabalho, e cujo valor não ultrapasse os 15
mil euros.

O nº 5 do artigo 5º da Lei nº 54/2013, de 31 de julho determina que “Os montantes obtidos a título de custas nos julgados de paz são repartidos pelo Ministério da Justiça e pelos municípios, em termos a fixar em portaria do membro do Governo responsável pela área da justiça, conforme ato constitutivo”.

No entanto, decorridos quase cinco anos, a portaria referente à repartição das receitas das custas dos Julgados de Paz ainda não foi publicada, o que faz com que os municípios se vejam privados da sua parte destas receitas, sendo sobre eles que recai uma parte significativa das despesas com o funcionamento destes tribunais.


Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Justiça possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1. Por que razão não foi ainda publicada a portaria relativa à repartição das receitas das custas dos Julgados de Paz, conforme determina o nº 5 do artigo 5º da Lei nº 54/2013, de 31 de julho?

2. Quando prevê o Governo publicar a referida portaria?

20/02/2017

Lisboa: Os Verdes propõem a participação dos trabalhadores nos processos de transferência de serviços municipais, melhoria das acessibilidades e da mobilidade e Prémio Literário Mário Cesariny

Amanhã, dia 21 de Fevereiro, por proposta do Partido Ecologista Os Verdes, a Assembleia Municipal vai discutir os seguintes documentos:

Uma Recomendação sobre a “Estação de Marvila”, como forma de manifestar a preocupação pelo seu estado de degradação, com máquinas avariadas, falta de iluminação, bem como a necessidade de melhoramento das passagens de peões, pois representa riscos para a segurança das pessoas e da circulação ferroviária.

Uma Recomendação “Pela melhoria da mobilidade na Rua Xavier Cordeiro”, no Bairro do Arco do Cego, uma vez que, após a intervenção por parte da CML, esta rua ficou com uma circulação mais rápida e com dois sentidos, além de algumas das sinalizações verticais e horizontais noutras vias do bairro serem contraditórias entre si. Os Verdes propõem, por isso, que a autarquia reordene os acessos e limite os sentidos desta rua, aumentando a segurança, que introduza medidas de acalmia de tráfego e que corrija as sinalizações vertical e horizontal.


Os Verdes reivindicam também, através de uma recomendação, que os trabalhadores devem ser ouvidos desde o início nos processos de transferência de serviços municipais, antes de qualquer tomada de decisão.

O PEV considera inaceitável que estas mudanças sejam apresentadas como factos consumados, exigindo que os trabalhadores sejam envolvidos nestes processos, estudando-se várias alternativas e evitando-se decisões precipitadas, que poderão ter implicações na sua vida pessoal e profissional, assim como na qualidade do serviço prestado.

Por fim, uma Recomendação que propõe que a CML implemente o Prémio Literário Mário Cesariny, de frequência anual ou bienal, contemplando dois escalões, geral e juvenil, por consideramos uma justa homenagem e como forma de incentivar a criatividade e a produção literária.

Recomendação 8/133 (PEV) – Prémio literário Mário Cesariny 
Recomendação 9/133 (PEV) – Estação de MarvilaRecomendação 10/133 (PEV) – Pela melhoria da mobilidade na Rua Xavier Cordeiro
Recomendação 11/133 (PEV) – Pela participação dos trabalhadores nos processos de transferência de serviços municipais

12/12/2016

40 anos do Poder Local Democrático

Cláudia Madeira, deputada municipal do PEV, proferiu uma intervenção na Sessão comemorativa dos 40 anos do Poder Local Democrático que se realizou hoje, dia 12 de Dezembro:

“Assinalar os 40 anos do Poder Local Democrático deve ser revisitar um passado de muito trabalho feito e de muitas conquistas, mas também de rever o presente e de preparar os caminhos do futuro, com um Poder Local cada vez mais participado e democrático.”


Leia aqui o texto completo desta intervenção.

06/04/2015

Intervenção de Cláudia Madeira no 4º Encontro de Autarcas e Activistas Verdes



1. Sobre o Encontro de Autarcas

Reafirmar a importância deste encontro pois já ficou mais do que provado ao longo das intervenções que a qualidade de vida nos locais onde vivemos depende muito de políticas nacionais e locais e da intervenção de todos nós, quer sejamos eleitos, candidatos, militantes ou amigos.
É inegável que nos tempos difíceis que enfrentamos, a nossa intervenção torna-se ainda mais relevante porque o país não precisa de quem se acomode, desista ou seja insensível aos problemas das populações. Precisa sim de pessoas conscientes dos impactos da austeridade, que sejam os porta-vozes das consequências dessas políticas e, naturalmente, que sejam a voz das alternativas a essas políticas.
Esta proximidade entre os eleitos e as populações é uma forma muito própria de fazermos política, de apresentarmos o nosso projecto às pessoas e só assim conseguimos saber o que se passa e fazer o que estiver ao nosso alcance para tentar resolver determinada situação.
Esta iniciativa também é importante porque perante tantos ataques ao poder local democrático.

2. Sobre as Jornadas Ecologistas

Destacar a importância do contacto com os colectivos, da mobilização para a Convenção e para o acto eleitoral deste ano. Permite-nos também conhecer melhor a região que acompanhamos, tanto as situações positivas como as negativas.
Estas jornadas são bem a prova da articulação entre a acção local e a acção nacional, a articulação que existe com o Grupo Parlamentar e que mostram bem só no terreno conseguimos conhecer as situações que afectam as pessoas.
A reacção das entidades que são reconhecidas pelo seu trabalho e que recebem um girassol contente tem sido muito positiva e é muito importante que mantenhamos contacto com elas. 
Dizer ainda que sempre que é possível fazemo-nos acompanhar de um documento temático sobre as jornadas para distribuirmos e termos algumas acções de contacto com as populações.

3. Sobre a acção local em Lisboa

Jornadas: No distrito de Lisboa realizámos jornadas em praticamente todos os concelhos e foi muito importante pois temos estado em contacto com os colectivos, o que acaba por ajudar a mobilizar para a convenção e para outras iniciativas.
Assembleia Municipal de Lisboa: Neste mandato temos dois eleitos e com base num estudo realizado pela Presidente da AML somos o Grupo Municipal com mais requerimentos apresentados e com mais recomendações/moções aprovadas, sobre diversos temas, como espaços verdes, mobilidade, questões sociais, educação, etc). Isto, apesar de, muitas vezes, os requerimentos ficarem por responder e muitas das recomendações e moções estarem ainda por implementar, o que demonstra um claro desrespeito da Câmara Municipal de Lisboa, embora neste mandato, também por proposta nossa, ter ficado estabelecido no regimento um prazo para que o executivo nos responda.
«Os Verdes» têm tido feito frequentemente intervenções, não só aquando da discussão das propostas da Câmara, mas na apresentação de propostas nossas, nas declarações políticas, nas sessões de perguntas e nos debates temáticos, além de continuarmos a fazer visitas pelas várias freguesias de Lisboa.

14 de Março 2015 - Porto

15/04/2014

CDU alerta para impactos da aprovação do Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor


O Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor já foi aprovado em reunião de Câmara e vai ser discutido e votado na Assembleia Municipal de Oeiras, na próxima terça-feira, dia 15 de Abril. A CDU contesta este plano e alerta para os impactos da sua implementação, devido aos inúmeros impactos negativos que acarreta:

- Em primeiro lugar, a CDU discorda da forma como foi efetuado o processo de consulta pública pois ocorreu em pleno mês de Agosto, altura em que muitos munícipes se encontram ausentes. Ora, esta situação contrariou o objetivo da consulta pública, que é auscultar a população. A CDU defende que esta consulta pública deveria ter sida efetuada noutra altura, de forma aberta, transparente e democrática.

- O plano de pormenor apresentado abrange cerca de 60% de terrenos públicos e aproximadamente 40% de terrenos privados, e prevê que os terrenos públicos sejam apropriados para fins privados, situação que suscita a contestação da CDU pois consideramos inadmissível que a Câmara Municipal de Oeiras coloque os interesses privados acima dos interesses públicos, pondo-os em causa.

- O plano de pormenor viola o PDM atualmente em vigor, por não respeitar esta zona como espaço de equilíbrio ambiental, uma vez que os programas a implementar não têm em conta estes princípios.

- A proposta apresentada prevê um projeto imobiliário que consiste num condomínio fechado, constituindo uma barreira que viria a isolar ainda a população da Cruz Quebrada do Tejo, contrariando toda a conceção de requalificação e valorização que a CDU tem vindo a defender para a orla ribeirinha: espaço de equilíbrio ambiental e paisagístico, com o mínimo de betão para os equipamentos a construir, privilegiando os usos recreativos, desportivos e de lazer, e a ser fruído e apropriado pela população.

- Os terrenos onde se prevê edificar para habitação, comércio e escritórios, tiveram durante muito tempo uma utilização destinada a fins industriais, o que nos suscita algumas reservas quanto ao nível de contaminação do solo.
Também os edifícios da Lusa lite têm elevados teores de amianto, o que nos levanta muitas dúvidas e reservas relativamente à descontaminação e precauções a tomar.

- A CDU contesta o facto de a Câmara Municipal de Oeiras querer avançar com um projecto que vai contra o PDM e o PROT AML, pois existem divergências e incongruências entre estes instrumentos e o plano de pormenor.
A zona em causa é classificada como área vital, devendo assumir-se predominantemente como um espaço não edificado e destinado a usos públicos e colectivos de recreio e lazer.
Esta foi uma das razões, entre muitas outras, para a emissão de um parecer desfavorável por parte da CCDR-LVT.

- A CDU considera que o Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor não promove a requalificação desta zona, não assegura a continuidade do Complexo Desportivo do Jamor até ao rio nem representa uma melhoria da qualidade de vida dos munícipes.

- O projeto prevê a construção de cinco torres de betão para habitação, comércio e serviços, no troço final do rio, o que representa alterações da paisagem ao optar-se por esse tipo de construção entre o rio e uma zona verde, sendo a envolvente caracterizada por prédios de altura reduzida. Também o facto destas torres poderem vir a ser construídas perto do rio é problemático devido à zona se caracterizar por elevados riscos naturais, como o risco de cheia, de inundações e a erosão costeira, entre outros.
A própria Autoridade Nacional de Proteção Civil deu parecer desfavorável a este plano.
Outra questão que não está salvaguardada é o facto de ser uma zona onde as aves, incluindo algumas espécies protegidas, nidificam.

- Outro aspeto que merece a discordância por parte da CDU é este projeto prever a construção nova de um número considerável de fogos, em detrimento da reabilitação urbana, sabendo-se que o município de Oeiras tem inúmeros prédios devolutos.

- O Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor contempla a construção de uma marina, o que implica a destruição da Praia da Cruz Quebrada, um bem público e de livre acesso, utilizado pela população daquela zona e protegido por lei.
A CDU nunca poderia concordar com esta destruição que viola a lei e que vai impedir a população de usufruir de um espaço que é público.

- Este plano vai implicar também alguns impedimentos a nível de acessibilidade pois prevê cortar um dos principais acessos à Cruz Quebrada e ao Estádio Nacional, aumentando o fluxo de trânsito que já é elevado. Além disso, prevê ainda construir um viaduto com capacidade para tráfego pesado, por cima do cruzamento entre o Estádio e a Marginal, o que aumentaria o ruído numa zona onde já ultrapassa os valores estipulados por lei. Assim, este plano não apresenta opções viáveis e sustentáveis de forma a melhorara qualidade de vida da população nem em termos ambientais nem de mobilidade.

Perante tudo isto, a CDU considera que este plano tem de ser imediatamente travado porque vai destruir esta zona e vai deteriorar a qualidade de vida das populações afetadas, devendo, por isso este plano de pormenor ser rejeitado na reunião da Assembleia Municipal e procurar-se soluções que vão ao encontro dos direitos e do bem-estar dos munícipes.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769

Lisboa, 15 de Abril  de 2014

23/09/2013

Ouvindo: Eduardo Libânio, Membro do PEV e o 1º Candidato à Assembleia Municipal de Mafra


Eduardo Libânio, Professor, membro do Partido Ecologista Partido Ecologista "Os Verdes" PEV e, atualmente eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Mafra, é o 1º candidato da lista CDU para a Assembleia Municipal

Publicação de CDU Mafra.







https://www.facebook.com/photo.php?v=10200709947091942


Com a Deputada Heloísa Apolónia -Visita a Problemas Ambientais na Freguesia de S. Domingos de Rana - Cascais

Ontem, dia 22 de Setembro, a CDU realizou um grande Comício Festa no Teatro Gil Vicente, em Cascais, que contou com a intervenção de Clemente Alves, Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Cascais, Heloísa Apolónia, Deputada à AR e Dirigente Nacional do PEV, Francisco Lopes, Membro do Secretariado do CC do PCP.
Este comício foi antecedido de uma visita aos problemas ambientais com que se debatem as populações da freguesia de S. Domingos de Rana, nomeadamente, na zona envolvente à Tratolixo, Ribeira da Lage e ao abandono das ruínas da Vila Romana de Freiria. Contou com a participação da Deputada Heloísa Apolónia de “Os Verdes”, Paulo Pinheiro, Candidato à Presidência da Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana, Associação de Moradores (AMUCA) e com a população local. No final desta visita, a Deputada Ecologista referiu que “Cascais tem absolutas assimetrias regionais no seu Concelho, que são impulsionadoras de desigualdade. Estes espaços naturais, se fossem verdadeiramente valorizados, promoveriam uma maior qualidade de vida das populações e no seu bem-estar, revitalizando a economia local e a promoção de postos de trabalho”. 


INTERVENÇÃO DE HELOÍSA APOLÓNIA - COMÍCIO CDU CASCAIS

Intervenção de Heloísa Apolónia, deputada à AR e dirigente nacional do Partido Ecologista "Os Verdes" No Comício Festa da CDU - Cascais, realizado ontem,  dia 22 de Setembro, no Teatro Gil Vicente.

 

COM A CDU MAFRA - VENHA CAMINHAR PELA SUA SAÚDE

A CDU - Mafra, realizou ontem uma ação que contou com a participação de candidatos e activadas da CDU, esta iniciativa pretendeu dinamizar a necessidade de caminhar pela nossa saúde.
O lema foi com a CDU, venha caminhar pela sua saúde, da Ericeira à Foz do Lizandro, pelo passeio pedonal.
Pelo grande apoio manifestado e pela necessidade de mudança de politicas, estamos confiantes que no dia 29 de Setembro, os Mafrenses, Votam  CDU!