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14/10/2017

Conclusões do Conselho Nacional do PEV

O Conselho Nacional (CN) do Partido Ecologista “Os Verdes” reuniu hoje em Lisboa, para analisar os resultados eleitorais das últimas eleições autárquicas e para debater a situação política nacional com relevo para a proposta de Orçamento de Estado para 2018 e o Relatório da Comissão Técnica Independente relativo aos incêndios que ocorreram entre 17 e 24 de julho de 2017 no centro do país.


1- Eleições Autárquicas

O CN concluiu que os resultados eleitorais alcançados pela CDU ficaram aquém do esperado, não refletindo o empenho no trabalho e na determinação dos ecologistas no combate político. O CN saúda todos os candidatos e apoiantes da CDU, com destaque para os militantes e ativistas do PEV, salientando, como fator positivo, a redução da abstenção, numa demonstração do aprofundamento e fortalecimento da democracia no nosso País.

2- Orçamento de Estado para 2018

Relativamente ao Orçamento de Estado para 2018 e numa primeira análise, o Conselho Nacional considera que este Orçamento contém fortes indícios que vêm dar sequência às linhas de orientação iniciada com o Orçamento de 2016 e que se traduziu na reposição de direitos e de rendimentos às famílias portuguesas.

Apesar de haver ainda um longo caminho a percorrer, “Os Verdes” sublinham, como elementos positivos deste Orçamento, que aliás vão ao encontro de algumas das premissas essenciais da posição conjunta que o PEV estabeleceu com o PS, nomeadamente o reforço da progressividade do IRS, que traduz um alívio fiscal nos rendimentos do trabalho para mais de um milhão de famílias com rendimentos mais baixos, o descongelamento das carreiras na Administração Pública ou o aumento das pensões.

O PEV irá apresentar propostas de alteração em sede de especialidade do Orçamento de Estado.

3 - Relatório sobre os incêndios

Se bem que a análise deste Relatório irá ainda ser mais aprofundada pelo PEV, o Conselho Nacional dedicou, já hoje, uma parte da sua reunião à avaliação das suas recomendações e propostas. O PEV não pode deixar de constatar que nele se apontam muitas debilidades que vêm ao encontro das preocupações, alertas e propostas que “Os Verdes” têm vindo a lançar ao longo dos anos em relação à floresta portuguesa, e realçam orientações na política florestal portuguesa que se têm averiguado erradas e dramáticas para a defesa da floresta contra incêndios, nomeadamente em matéria de ordenamento, fator fundamental da prevenção e da adaptação da sua resiliência aos fenómenos vivenciados de alterações climáticas.

O Relatório refere claramente:

- como as características dos eucaliptos favorecem incêndios de grande intensidade e a sua propagação a grandes distâncias;
- o cenário de risco acrescido que decorre da existência de grandes manchas florestais contínuas, sobretudo quando em monocultura ou em misto “explosivo” de pinheiro/eucalipto;
- a necessidade e urgência de se promover uma floresta diversificada que incorpore espécies de folhosas e de crescimento lento;
- e a necessidade de apoios para compensar a não existência de rendimentos durante alguns anos para a criação da floresta de carvalhos, castanheiros e outras folhosas.
Como tal o Conselho Nacional de “Os Verdes” decidiu apresentar, em sede de especialidade do Orçamento de Estado, uma proposta que visa à criação de uma contribuição extraordinária sobre os lucros do setor das celuloses, tal como existe no setor energético, que reverterá para a plantação de espécies autóctones e de folhosas.

29/08/2017

Hoje - Mafra e Ericeira - Os Verdes apresentam Manifesto Ecologista e candidatos do PEV nas listas da CDU


No quadro da Candidatura da CDU às próximas eleições autárquicas, o PEV promove em Mafra e na Ericeira, hoje, 29 de agosto, pelas 14.30h, mais uma iniciativa de apresentação do seu Manifesto Ecologista.

Hoje será ainda apresentado o primeiro candidato à Assembleia Municipal de Mafra, Eduardo Líbano, e os restantes candidatos Verdes nas listas da CDU, bem como as prioridades e princípios de intervenção local.

Convidamos os senhores e senhoras jornalistas para estarem presentes, nesta iniciativa que vai ter lugar hoje, dia 29 de Agosto, pelas 14.30h, no largo do jogo da Bola, Ericeira.


28/08/2017

Amanhã na Lourinhã - Os Verdes apresentam Manifesto Ecologista e candidatos do PEV nas listas da CDU


No quadro da Candidatura da CDU às próximas eleições autárquicas, o PEV promove na Lourinhã, amanhã, 29 de agosto, mais uma iniciativa de apresentação do seu Manifesto Ecologista.

Amanhã será ainda apresentado o primeiro candidato à Junta de Freguesia da Lourinhã, António Santos, e os restantes candidatos Verdes nas listas da CDU e também o programa para a Freguesia da Lourinhã, com as prioridades e princípios de intervenção local.

Convidamos os senhores e senhoras jornalistas para estarem presentes, nesta iniciativa que vai ter lugar amanhã, dia 29 de Agosto, pelas 10.30h, no largo frente à Junta de Freguesia da Lourinhã.


06/06/2017

Amanhã - apresentação da candidata da CDU à Assembleia Municipal de Lisboa

A CDU Lisboa realiza amanhã, 7 de Junho, pelas 11h00, no Jardim de São Pedro de Alcântara, a apresentação da primeira candidata da CDU à Assembleia Municipal de Lisboa, a jornalista e escritora Ana Margarida de Carvalho.

Será também apresentado o mandatário da CDU ao município de Lisboa, Carlos Silva Santos, médico e actual eleito na Assembleia Municipal de Lisboa.

Contamos contigo!


22/05/2017

CDU Oeiras em Carnaxide, Paço de Arcos e Linda-a-Velha

Heloísa Apolónia, candidata à presidência da Câmara Municipal de Oeiras, esteve em Carnaxide e, dos contatos feitos, resultaram muitas preocupações com matérias relacionadas com o trânsito e com a fragilização do comércio local.


A deputada ecologista e Daniel Branco, cabeça de lista à Assembleia Municipal, estiveram também em Linda-a-Velha, onde decorreu uma ação da campanha de Os Verdes “É urgente fechar Almaraz”., juntamente com outros amigos e companheiros do PCP.



Durante o fim-de-semana, a passagem foi, ainda, por Paço de Arcos, para ouvir e escutar as populações sobre as suas inquietações.


Mais informações em CDU Oeiras.

16/05/2017

CDU Oeiras em ação em Tercena - Barcarena, Oeiras

Mais uma ação da CDU Oeiras, com a participação de Heloísa Apolónia, candidata a presidente da Câmara Municipal, na Freguesia de Barcarena, Tercena – encontros com associações locais, estabelecimentos comerciais e uma visita à construção do centro de Saúde, estiveram na ordem do dia.







14/05/2017

Heloísa Apolónia esteve em Queijas - Oeiras

Heloísa Apolónia, candidata da CDU à presidência da Câmara de Oeiras, passou a manhã de sábado, 13 de maio, em Queijas. “Ouvir” foi o mote desta iniciativa em que a deputada ecologista foi acolhida com grande simpatia!






08/05/2017

CDU - José Luís Ferreira esteve em Mafra

José Luís Ferreira, deputado do PEV, esteve presente na apresentação oficial dos candidatos CDU aos órgãos autárquicos de Mafra. Esta sessão realizou-se no passado sábado, 6 de maio, no Auditório D. Pedro V.


28/04/2017

Heloísa Apolónia é a candidata da CDU à presidência da Câmara Municipal de Oeiras

A apresentação de Heloísa Apolónia, dirigente do PEV e membro da sua comissão executiva, como candidata da CDU à presidência da Câmara Municipal d Oeiras, decorreu ontem, dia 27 de abril, no Auditório Municipal da Biblioteca de Oeiras. Aqui fica a intervenção proferida pela deputada ecologista nessa sessão pública de apresentação:


Caros amigos e amigas,

Declaro, perante vós, que aceitei o convite que me foi dirigido para me candidatar, pela CDU, à presidência da Câmara Municipal de Oeiras. É uma honra para mim!

É uma disputa que abraço com grande determinação e com um objetivo central: servir a população do concelho de Oeiras e o desenvolvimento sustentável de todo o território do município.

Com uma grande lealdade, hoje, apresento-me aos cidadãos do concelho de Oeiras, afirmando, de coração e de peito aberto, que podem contar comigo para, juntos, trabalharmos para a excelência do concelho, para o bem-estar e a dignidade de todos quantos aqui residem, e, sempre com a sustentabilidade ambiental e social no horizonte, para estimular quem aqui pretende investir, produzir e criar emprego. 
Digo «para trabalharmos juntos», porque tenho a plena convicção de que o trabalho autárquico só tem sentido ser exercido em plena proximidade com as populações, a saber ouvir as pessoas, a saber compreender os seus problemas, a perceber os contributos que os cidadãos estão dispostos a dar e as reivindicações que correspondem às suas aspirações, a promover espaços de participação ativa e colaborativa. Trago essa experiência feita e praticada da Assembleia da República - saber ouvir e fomentar espaços de participação coletiva são passos cruciais para tomar boas decisões.

Venho para trabalhar com exigência, com rigor, com transparência, com verdade, com solidariedade, com sensibilidade. É por isso que a CDU é o meu espaço de intervenção, porque estas são, juntas, marcas daquilo que considero ser uma efetiva gestão autárquica da CDU. Não trago atrás de mim nenhum poder oculto, poderoso, instalado, que ajude uma eleição para depois exigir favores e privilégios. O que trago comigo é um projeto do mais sério que há, da maior transparência, do trabalho com afinco para servir o concelho de Oeiras – esse projeto, em que me insiro, tem um nome: Coligação Democrática Unitária.

Permitam-me, entretanto, que sublinhe que é para mim uma dupla honra candidatar-me a presidente da Câmara Municipal de Oeiras, pela CDU, em conjunto com a candidatura do Daniel Branco a presidente da Assembleia Municipal. O Daniel Branco é uma inspiração no trabalho autárquico, um homem com uma vastíssima experiência no poder local, com um saber-feito muito apurado, com um conhecimento muito real dos problemas, muito dado ao contacto direto com as pessoas. Foi um homem que, enquanto vereador, pugnou sempre pelos interesses da população, votando com grande preparação a favor de tudo aquilo que beneficiou o concelho e contra tudo aquilo que representava prejuízo ou dano. Asseguro que Oeiras beneficiará desta dupla nas presidências da Câmara Municipal e na Assembleia Municipal, uma equipa que se apresenta para servir o concelho, as suas gentes, e a harmonia do seu território.

Há coisas de que podem ter a certeza:

(i) não vamos desistir do que está certo ou destruir o que está bem no concelho, só porque foi feito por outros. De modo nenhum! O que tem favorecido o concelho de Oeiras e a sua população é para continuar e, em tudo o que for possível, até para melhorar.

(ii) vamos dar atenção a problemas estruturais, com grande importância no quotidiano das pessoas, mas que não têm estado na agenda do executivo e que, portanto, não têm sido encarados pela Câmara com a veemência e a urgência necessárias. Por exemplo, a mobilidade é, sem dúvida, um dos aspetos pelos quais o concelho de Oeiras não se destaca pela excelência. Muito pelo contrário, tem carências incompreensíveis nos dias de hoje. O transporte interno no concelho, que promova a circulação entre os vários pontos do território, que permita o fácil acesso e a deslocação das populações a unidades de saúde, a escolas, ao mercado e a outros serviços é uma prioridade. O município de Oeiras tem carência de uma rede de transportes coletivos para garantir o direito à mobilidade dos cidadãos. Ora, numa altura em que estão colocados desafios ambientais globais que têm de ser olhados de modo muito sério, como as alterações climáticas, que requerem respostas locais muito eficazes, não é possível aceitar que se desvalorize a promoção do transporte coletivo e a adequação dos seus percursos e horários às necessidades das populações. Não é possível aceitar que através de nada fazer também se contribua para que os movimentos pendulares sejam maioritariamente feitos por automóvel particular, quando o estímulo deveria ser para que fossem sobretudo feitos por transporte público, em benefício da qualidade de vida urbana e do ambiente. É, pois, fundamental equipar o município com uma boa rede de transportes coletivos, de uma boa ligação intermodal de transportes e também pugnar para que a qualidade e o desempenho dos transportes já existentes seja melhorada, designadamente exercendo pressão para que se invista na segurança e na modernização do material ferroviário circulante da linha de Cascais e para que os autocarros que circulam no concelho possam progressivamente ser elétricos e não utilizadores de combustíveis fósseis, largos emissores de dióxido de carbono. Com transportes modernos e eficazes, que consigam promover a circulação interna no concelho e a ligação externa a outros concelhos, ganham os residentes, ganha a própria dinâmica do tecido empresarial do município e ganham, evidentemente, todos os seus trabalhadores.


(iii) temos uma visão muito realista da seriedade e da utilidade (ou da falta delas) dos investimentos feitos no concelho. O Sistema Automático de Transportes Urbanos – Oeiras (SATU-O) é um exemplo paradigmático de uma estrutura monstra, absolutamente desadequada, que não veio resolver qualquer problema de mobilidade em Oeiras. Foi um erro colossal, oriundo de uma efetiva falta de visão política, que deu prejuízo em milhões de euros, para o que já se previa, e se veio a confirmar, como uma verdadeira inutilidade. Levamos, também, as contas e os dinheiros públicos muito a sério e consideramos que é tempo de pôr um ponto final ao esbanjamento e ao desperdício de recursos públicos com elefantes brancos. Um exemplo é a construção de um enorme novo edifício sede do município, um investimento desnecessário. Para quê gastar mais 40 milhões de euros nesta construção, quando a deslocalização de serviços da Câmara vai contribuir para desertificar o centro histórico de Oeiras, quando as atuais instalações podem ser melhoradas a muito menor custo e, para mais, quando existem ainda problemas para resolver em áreas urbanas de génese ilegal (AUGI), e quando é fundamental investir e dinamizar os programas de habitação, designadamente para fixar jovens no concelho, e quando a requalificação urbanística dos centros antigos deveria ser uma prioridade. Estes que aqui referi são apenas alguns, de entre vários casos que poderíamos citar, de vícios de megalomanias que não servem as populações e que se enquadram naquilo que se pode, com propriedade, designar de desperdício de dinheiros públicos.

(iv) precisamos de gerir o território com responsabilidade e sustentabilidade, com a consciência de que, se existem diversos tipos de classificação de solos é porque têm características diferentes e, por isso, devem ter finalidades diferentes. E consideramos muito negativa a fúria de ocupação urbana, a expansão de mais construções urbanísticas, quando há um trabalho ainda tão intenso a materializar no que respeita à consolidação dos aglomerados existentes. Um exemplo que o PEV tem acompanhado com grande preocupação é o do complexo do Jamor, para onde se projetou uma construção imobiliária, em pleno leito de cheia, com significado em altura, que criará, naquela zona desportiva e recreativa, uma torre de betão entre o Jamor e o rio Tejo e contribuirá para a fragilização da zona costeira. O que é que o concelho ganha com a desvalorização do Jamor? Nada, só perde! Mas, ainda no Jamor, existe outro problema que muito nos preocupa que se prende com a existência de muito material contendo amianto nas instalações da antiga fábrica de lusalite. O amianto continua lá, em condições de degradação e, sendo uma matéria de saúde pública à qual Os Verdes têm dado uma grande prioridade ao nível nacional (com uma pressão muito forte feita sobre vários Governos para que se resolva a questão ao nível dos edifícios públicos) não podemos, como é evidente, ficar indiferentes a esta ameaça à saúde pública existente na Cruz-Quebrada – Dafundo.

Amigas e amigos,
A seu tempo, a CDU apresentará o seu programa eleitoral para o concelho de Oeiras, no qual serão detalhadas as nossas propostas. Esse programa refletirá, não tenho dúvidas, o sentir da população, porque é para a promoção da qualidade de vida que trabalhamos. Para além disso, há uma segurança que o voto na candidatura da CDU oferece: não exercemos os nossos mandatos políticos para nos servirmos pessoalmente, mas sim para servirmos o povo, as dinâmicas locais, o desenvolvimento com harmonia e sustentabilidade.

Não teremos, durante a campanha, os mesmos meios que outras candidaturas terão, mas temos uma equipa de gente honrada, trabalhadora, que vê nos valores de Abril os instrumentos para a construção de uma sociedade onde todos tenham lugar, esperança no futuro e direito à dignidade de vida.

É esse o rumo que temos desenvolvido ao nível nacional – não fora as forças que compõem a CDU (PCP e PEV) e não teriam sido recuperados os rendimentos inqualificavelmente cortados pelo anterior Governo, ou recuperadas as 35 horas, ou aumentados apoios sociais imprescindíveis para combater a pobreza, ou dados passos para a gratuitidade dos manuais escolares, para o serviço do transporte de doentes não urgentes a diminuição das taxas moderadoras, entre tantas outras questões, mas há uma que, sobretudo hoje, importa também salientar: a exigência que fizemos para que se cumprisse a Constituição da República Portuguesa no respeito pela autonomia do poder local - para trás ficou a vergonhosa imposição do Governo PSD/CDS que obrigava os Presidentes de Câmara a pedir autorização ao Ministro das Finanças para contratar um trabalhador, que fosse, para a autarquia.  Puxámos, e puxamos, o Governo para o país real, porque esse é o país das pessoas reais, das pessoas que sentem.


Amigas e amigos,
Hoje são apresentados a candidata da CDU à presidência da Câmara Municipal e o cabeça de lista à Assembleia Municipal de Oeiras. A restante equipa apresentar-se-á, posteriormente – aquela que dará corpo inteiro às listas da CDU aos órgãos autárquicos de Oeiras: os municipais e os das cinco freguesias.

Porém, a voz da CDU não se circunscreverá aos candidatos. Precisamos de todas e todos os militantes dos Verdes e do PCP, amigos da intervenção democrática, simpatizantes da CDU, de todos os que se identificam com os valores desta candidatura, para chegarmos às pessoas, elucidarmos, ouvirmos, «bebermos» das suas aspirações. E, para isso, somos todos necessários. Mobilizar, mobilizar para nos constituirmos mais fortes, porque é com força e determinação que estamos dispostos a dar de nós, da nossa experiência, do nosso trabalho, da nossa dedicação, a esta magnífica população de Oeiras.

Agradeço a confiança que depositam em mim. Trabalharei de modo a cumprir com alegria e fulgor este desafio que está em condições de marcar a diferença, pelo TRABALHO, HONESTIDADE E COMPETÊNCIA.


24/04/2017

Heloísa Apolónia é a candidata da CDU a Oeiras

Heloísa Apolónia, deputada ecologista, é a candidata da CDU à Câmara Municipal de Oeiras nas próximas eleições autárquicas.


A apresentação pública de Heloísa Apolónia e do cabeça de lista à Assembleia Municipal de Oeiras, Daniel Branco, realiza-se na próxima quinta-feira, dia 27 de abril, às 18.30h, no Auditório Municipal da Biblioteca de Oeiras.


21/03/2015

Intervenção de Cláudia Madeira no Encontro CDU Lisboa, Voz do Operário


Boa tarde Amigos e Companheiros
Em nome do Partido Ecologista «Os Verdes» quero, em primeiro lugar, saudar os nossos parceiros na CDU, o Partido Comunista Português, a Intervenção Democrática, e todos os independentes. Todos os que dignificam este grande projecto, sem esquecer a Juventude CDU e a força e capacidade dos jovens que reforçam a nossa Coligação Democrática Unitária.

Este nosso encontro ocorre numa altura difícil para a generalidade dos portugueses, numa altura em que pelas previsões do Governo, já estaríamos melhor. Mas não estamos!

Temos um país marcado pela pobreza, pela emigração forçada, pelo desemprego e por uma dívida impossível de pagar da forma como nos está a ser imposta. É absolutamente necessário começarmos a produzir, para criarmos riqueza e podermos pagar a dívida, renegociada nos seus montantes, prazos e juros. Quem não produz, não consegue pagar rigorosamente nada e é por isso que estamos cada vez mais empobrecidos e cada vez mais endividados.

E como é que chegámos aqui? Quem nos colocou nesta situação?
PS, PSD e CDS, alternados há 40 anos no Governo, têm essa responsabilidade, e não tenhamos dúvidas: quem provocou isto não tem interesse em resolver os problemas criados e entretanto agravados.

E como o Partido Socialista, no essencial, é mais um braço do que PSD e CDS fazem no Governo, Lisboa é duplamente penalizada: sofre as consequências das políticas destrutivas do Governo e António Costa na Câmara dá continuidade a estas mesmas políticas.

E desengane-se quem ainda tiver uma réstia de esperança no Partido Socialista, porque António Costa, pelo que tem feito na cidade, já deixou bem claro, o que vai querer fazer no país, se o permitirem.

O PS em Lisboa não tem conseguido resolver os problemas das pessoas, porque não está próximo delas e porque outros interesses falam mais alto. Não se pode governar apenas para quem visita a cidade, desprezando quem cá vive todos os dias.

E que têm feito António Costa e os seus vereadores nos últimos anos e muito concretamente neste último ano e meio?

– Fazem descentralizações, transferências e reestruturações sem a mínima preocupação com os munícipes e com trabalhadores, porque independentemente do que lhe chamem, estamos perante uma destruição dos serviços e dos postos de trabalho com direitos. Esvazia-se a Câmara e depois são os dinheiros públicos a pagar a terceiros o que esta podia e devia fazer.

 – Continuam a destruição do Parque Florestal de Monsanto, como se de um banco de terrenos se tratasse. Há lugar para tudo menos para a sua preservação. A proposta mais recente é para unidades hoteleiras e de restauração, vedando o espaço que é de todos nós para ser usado só por alguns. E tudo isto, com o maior secretismo e sem passar pela Assembleia Municipal.

- Encerram serviços essenciais para a cidade e o PS nada diz ou reivindica, permitindo que o Governo continue a delapidar a cidade.

- Não nos podemos esquecer que também foi António Costa que iniciou o trágico processo de extinção de freguesias e que permitiu ao Governo privatizar a TAP.

- O PS continua a favorecer a especulação imobiliária, como se em vez de Presidente da Câmara fosse um agente imobiliário.

- Lembrou-se agora de chamar a si a Carris e o Metro, quando, durante anos nunca quis saber do estado dos transportes e da destruição deste serviço público essencial.
Então, mas para quê? É que até hoje, ainda não foi capaz de explicar para que quer gerir os transportes e já não convence ninguém que seja para travar a privatização.

Companheiros,
sobre estes assuntos e muitos outros, sobre tudo o que tem afectado a vida das pessoas, «Os Verdes» têm apresentado propostas e defendido o que é melhor para os lisboetas.
«Os Verdes» e a CDU têm denunciado situações, questionado o executivo, apresentado propostas, temos feito tudo o que está ao nosso alcance para melhorar a qualidade de vida em Lisboa.

Aliás, este Encontro vem confirmar o vasto e notável património construído pela CDU e o nosso compromisso colectivo com a cidade e com o país. Vem comprovar que é aqui que residem as soluções para uma vida melhor.

Na cidade e no país é preciso dar mais força à CDU!

E, por isso mesmo, retomamos a CDU para as próximas eleições legislativas e este é um bom momento para relembrar o que significa a CDU:

A CDU é a confirmação da capacidade de união de esforços e de convergência da verdadeira esquerda. Da esquerda que tem valores de grande solidariedade, de justiça social, de dedicação e de empenho no desenvolvimento do país.

E é por isso que defendemos para Lisboa e para o país, dignidade de vida para todos e o desenvolvimento da sociedade assente em valores sociais, ambientais e económicos.

Todos reconhecem, até os nossos adversários, mas é importante reforçar que não dizemos uma coisa no plano autárquico e outra, por exemplo, na Assembleia da República. Connosco nunca verão o que se vê noutras forças políticas: defender um projecto a nível local e depois votar contra ele no Parlamento.

O país e Lisboa não precisam de autarcas que desistam de lutar, que sejam insensíveis a tudo o que se passa à nossa volta, ou que estejam claramente colados aos interesses dos privados e da troika.

Lisboa precisa de autarcas que sejam porta-vozes das consequências desastrosas destas políticas e que se empenhem na luta contra estas opções.

De autarcas que se oponham à privatização da água e da EGF, ao encerramento de serviços públicos, que se oponham ao aumento do IVA, que se oponham à lei dos despejos e à destruição dos transportes públicos colectivos.

De quem seja transparente e coerente, que lute pela justiça, de quem não aceite fazer enriquecer os grandes grupos económicos a troco do empobrecimento dos portugueses. Estes são os autarcas da CDU, sem dúvida!

Companheiros,
Os Verdes estão, como sempre estiveram, empenhados em contribuir para uma sociedade mais justa, mais desenvolvida, humanizada e sustentável.

Sabemos das dificuldades que nos esperam mas isso não nos desanima, dá-nos força para congregar esforços na luta contra estas políticas desastrosas que estão a arruinar o país porque cada um de nós é importante nesta luta. As eleições legislativas deste ano ganham especial importância exactamente por isso. Porque é uma oportunidade de dar mais voz à CDU e de rasgar com este caminho de austeridade, abrindo um novo caminho de esperança e de mudança. Porque, em Lisboa como no país, o tempo é de alternativa e não de alternâncias.

A CDU é a alternativa!
Viva Lisboa!
Viva a CDU!

Intervenção de Rogério Cassona no Encontro da CDU em Loures


Caros companheiros, caros amigo parceiros da coligação CDU, caros amigos em geral.
Estando nós numa autarquia CDU, não posso deixar de começar por referir e relembrar os sucessivos ataques ao Poder Local Democrático que este Governo tem levado a cabo continuadamente e que  põem em causa os valores de Abril.
Tivemos uma Lei dos Compromissos, tivemos a extinção de freguesias, tivemos o sucessivo incumprimento da Lei das Finanças Locais e hoje vemo-nos confrontados com uma chamada Delegação de Competências mas que poderia muito bem apelidar-se de Pacote de Privatizações Antecipadas, porque é efectivamente disso que se trata. 
É claro que quando um Governo estabelece condições ou princípios a que depois os municípios aderem ou não, certamente que não estamos a falar de uma descentralização de competências da Administração Central para a Administração Local.
A Escola Pública, tal como o direito à protecção da saúde têm de ser naturalmente garantidas de igual forma em todo o país, independentemente da opção política de cada autarquia e independentemente da sua saúde financeira.
Mas a voracidade privatizadora deste Governo não tem limites.
À privatização, primeiro da EGF, e agora da Valorsul, malgrado a luta que continua e todo o empenho dos municípios envolvidos com particular e justa referência ao município de Loures, segue-se agora uma tentativa de fundir sistemas e aumentos de preço da água para depois facilitar a privatização deste sector. Aliás, PSD, CDS e PS votaram ontem contra os Projectos de Lei, quer o do PEV, quer o do PCP, que propunham a introdução do princípio da não privatização da água, o que demonstra bem a vontade destes partidos de continuarem a abrir portas rumo à privatização.  
E isto num momento em que por toda a Europa, e depois do reconhecido falhanço da privatização, se assiste, ao invés, a uma renacionalização e a uma remunicipalização do sector do abastecimento de água e do saneamento. 
Companheiros e amigos, a água só pode ser mesmo pública porque o seu acesso tem de ser garantido e tem de ser universal.
Mas a ânsia de privatizar atinge também um outro sector não menos apetecível e que é o sector dos transportes. A proposta de Lei 287/XII que está em discussão, cria um novo Regime Jurídico do Serviço Público de Transportes de Passageiros que remete para um modelo de financiamento municipal, suportado em novos encargos que são sacados à população.
É a tudo isto que este Governo chama de Delegação de Competências.

Companheiros e amigos,
Portugal vive actualmente, e inquestionavelmente, um dos períodos mais difíceis da sua história e, caso não se inverta este rumo, a tendência será a de piorar a cada dia que passa, com graves prejuízos para o país e para o povo.
O Governo PSD/CDS-PP prossegue as suas políticas de ataque aos direitos da população e de defesa dos interesses dos grandes grupos económicos e financeiros, gerando cada vez mais desigualdades, mais injustiças, maior retrocesso social e mais pobreza.
E o PS, que não pode fugir das suas responsabilidades enquanto esteve no Governo, tem sido muitas vezes cúmplice do Governo PSD/CDS. Também por parte do Presidente da República há, como bem sabemos, um grande comprometimento com esta política de recessão e de devastação do país.
Uma política que compromete a nossa soberania, a qualidade de vida e os direitos dos portugueses.
Estamos perante o resultado de anos e anos de exploração, de destruição da produção nacional e de serviços públicos, e de favorecimento dos grandes grupos económicos. Ora é claro que nada disto se deve ao pagamento devido de salários e pensões, nem à existência de serviços públicos que são imprescindíveis ao desenvolvimento do país.
Procuram convencer-nos de que os nossos direitos são privilégios e regalias, e que o caminho que nos estão a impor vai levar-nos ao fim da crise, quando está mais do que provado que este modelo não nos leva a lado nenhum.

Cortes de salários, de pensões e de reformas que continuam a ser dos mais baixos da União Europeia, emigração forçada, encerramento de empresas e destruição e privatização de serviços públicos, são estes os resultados das políticas deste e, não nos esqueçamos, dos anteriores governos. Tudo isto em claro confronto com a Constituição da República Portuguesa e com os valores da Revolução de Abril.

E neste quadro, o que é que nós “Verdes” queremos e defendemos?
Nós queremos um país que seja do povo e para o povo e não um país que seja dos mercados e para os mercados.
Queremos que se pugne por aqueles que são efectivamente os verdadeiros valores da humanidade, designadamente, a solidariedade e a justiça social.
Mas a realidade é que assistimos hoje, e infelizmente, a um cada vez maior alargamento do fosso entre cidadãos ricos e cidadãos pobres.

Mas para que haja mais justiça social, precisamos de criar riqueza. E como é que se cria riqueza? Produzindo, naturalmente. Mas, para que se produza é necessário investimento público de qualidade, um investimento capaz de criar postos de trabalho e de dinamizar a economia. 
No entanto, o Governo diz que não há dinheiro para investimento porque o que há é para pagar juros. Então, dizemos nós, renegoceie-se uma dívida que não é pagável nos moldes assumidos pelo Governo, para podermos canalizar recursos para a produção. Investir na produção. Esta é efectivamente a única saída possível.
Mas, os entraves à produção não são só obra deste Governo, porque, convenhamos, também a União Europeia tem definido políticas que representam verdadeiros atentados quer ao ambiente quer aos direitos dos povos, como é o caso da Política Agrícola Comum e da Política Comum de Pescas, que só têm contribuído para a delapidação dos nossos recursos naturais.
Quer a Política Agrícola Comum quer a Política Comum de Pescas, não estão adaptadas às especificidades de cada Estado e não são sustentáveis, pois inserem-se não num processo de cooperação e de convergência, mas sim num processo de domínio económico e de assimetrias de desenvolvimento.
A última reforma da PAC, no final de 2013, veio aprofundar o rumo de liberalização dos mercados, o que levará ao desaparecimento de mais pequenos e médios agricultores e da agricultura familiar.
Também a reforma da Política Comum de Pescas veio aprofundar o desmantelamento e a degradação deste sector, com a sua crescente liberalização, com a liberalização do acesso às águas nacionais, do abate da frota pesqueira e da destruição de postos de trabalho.

Quais são então as alternativas ?
As alternativas são as seguintes :

- Um maior apoio e protecção aos pequenos e médios agricultores, à agricultura biológica e ao comércio justo, mais adaptados às especificidades do clima e solos do país, com vantagens ambientais e geradoras de riqueza para a economia local;
- Que as grandes cadeias de supermercados ou de distribuição sejam impedidas de baixar os preços da produção abaixo dos níveis sustentáveis; 
- Um país livre de OGM’s;
- O acesso justo e sem restrições às sementes, pois rejeitamos a patente de animais e plantas e a inclusão de novas regras de privatizações de sementes;
- A soberania portuguesa sobre as águas marítimas nacionais e o apoio às artes de pesca tradicionais, menos nefastas para os ecossistemas marinhos;
- Um afastamento da produção animal industrial e do uso intensivo de antibióticos;

Caros companheiros e amigos,
Os programas de recuperação e defesa da biodiversidade no país e na Europa, não passam hoje de operações pontuais e avulsas de marketing, sendo cada vez menos consequentes na defesa e protecção das espécies e seus habitats, em equilíbrio com a actividade humana e o desenvolvimento.
A conservação da natureza tem estado dependente da existência ou não de parceiros privados para o seu financiamento. Em Portugal, nesta área tem havido sucessivos e drásticos cortes orçamentais do instituto que a tutela, o que tem resultado na perda de habitats e de biodiversidade, estando a natureza subjugada à lógica de exploração e espoliação do património natural.

Também as alterações climáticas representam uma ameaça para as sociedades em todo o mundo e o combate a este fenómeno tem sido relegado para segundo plano mas a situação está a tornar-se cada vez mais grave, com o iminente colapso dos ecossistemas, o que colocará o nosso modo de vida em risco.
O consumo dos recursos naturais é feito a um nível superior àquele em que são renovados, há cada vez mais poluição do ar, dos solos e da água.

É por isso que nós Verdes defendemos:

- Que o ambiente deve constituir um objectivo e uma prioridade de todas as orientações políticas;
- A promoção da protecção ambiental, da biodiversidade, do desenvolvimento sustentável e da qualidade de vida das populações;
- Um acordo mundial vinculativo na próxima cimeira do clima da ONU em Paris, em 2015 (COP 21);
- Que a União Europeia e os seus Estados-Membros desempenhem um papel de liderança nas negociações nesta cimeira, para que se consigam compromissos formais de todos os envolvidos;
- A produção de produtos que possam ser reutilizados, reparados ou reciclados, em vez de se produzir para utilizar e deitar fora;
- A rejeição da mercantilização do ambiente e a rejeição do mercado de carbono.

Entendemos, naturalmente, que o património natural não pode estar sujeito à lógica do mercado que se norteia por uma filosofia de lucro à custa da qualidade de vida e da sustentabilidade ambiental e social do país.

E um dos principais custos destas políticas neoliberais é inquestionavelmente o desemprego.
Desemprego que é o pior flagelo social que nos atinge, a par do aumento da precariedade e do trabalho sem direitos, da pobreza e da exclusão social.
Tem-se acentuado a liberalização das relações laborais, da precariedade, da desregulamentação, o aumento do horário de trabalho e o aumento da idade de reforma.

Não haverá alternativa como dizem os defensores das políticas neoliberais?
Claro que há alternativa!

Como alternativa, Os Verdes defendem:

- A criação e promoção de emprego com direitos, combatendo a precariedade, os falsos recibos verdes e os estágios precários;
- A igualdade de salários entre homens e mulheres 
- Melhores salários, com a reposição dos roubos que têm sido impostos aos trabalhadores e a recuperação do seu poder de compra.

Caros companheiros e amigos,
É neste quadro que se vão desenrolar as próximas eleições legislativas nacionais, isto sem esquecer de referir as eleições legislativas regionais na Madeira que acontecem já no próximo fim de semana, e é naturalmente com grande empenho e determinação que pretendemos dar continuidade ao crescimento dos Verdes e da CDU que se tem registado nos últimos actos eleitorais.

A convergência de forças que significa a CDU é uma convergência de forças distintas, mas com capacidade de respeitar as diferenças de cada projecto e que elege a luta contra o domínio do poder económico sobre as pessoas e sobre os recursos como um objectivo comum.

É incontestável de que a força e a solidez do projecto CDU resulta do nosso efectivo envolvimento com as populações, porque ouvimos e discutimos soluções, sempre com o importante contributo das forças vivas locais. Este é o caminho e esta é a forma privilegiada de encararmos qualquer acto eleitoral. E a grande verdade é que a CDU trabalha mas também presta contas aos portugueses.

Nas próximas eleições legislativas, eleger mais deputados da CDU é fundamental para defender um país soberano e desenvolvido, para lutar contra a austeridade e também para colocar como prioridades da agenda política, entre outras, questões como os direitos sociais e a defesa dos sectores produtivos que se querem e exigem sustentáveis.

Reforçar a CDU pode e deve constituir-se como muito importante para a mudança necessária por que todos os portugueses anseiam. 

 Concluindo então :
As eleições legislativas são uma oportunidade para dar voz a todos os que defendem uma efectiva mudança, aos jovens e aos menos jovens, aos trabalhadores e aos desempregados, aos estudantes e aos reformados, e são também uma oportunidade para penalizar aqueles que insistem em manter Portugal agarrado a políticas de austeridade.
E porque os portugueses podem contar sempre com Os Verdes tal como podem contar sempre com a CDU, é caso para concluir dizendo :

Viva o Partido Ecologista Os Verdes !
Viva a CDU!

14/10/2013

Conclusões do Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”


O Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes” reuniu hoje em Lisboa para analisar os resultados eleitorais das últimas eleições autárquicas e para debater a situação política fazendotambém um balanço da governação PSD/CDS.
Da reunião, destacamos os seguintes pontos

1.     Eleições autárquicas

O Conselho Nacional concluiu que os resultados eleitorais se traduziramnuma inegável vitória da CDU, criando condições para que se possa implantarainda de forma mais alargada.
Foi relevado o reforço da CDU, quer em termos de votação, quer em termosde números de autarquias sob a sua gestão, quer ainda em termos de mandatos.
Foi tambémsublinhado todo o trabalho e todo o empenho que muitos candidatos, militantes eactivistas dos Verdes, colocaram nesta campanha eleitoral autárquica.

2.     Social

O Conselho Nacional do PEV considera que são absolutamente inqualificáveis  os sucessivos ataques deste Governo aos pensionistase aos reformados, sendo mais perverso ainda o ataque aos mais fragilizados de todos eles que são os viúvos e as viúvas.
Com cortes em cima de cortes nas pensões ( desde a convergência dos regimes da Caixa Geral de Aposentações e da Segurança Social, até à Contribuição Extraordinária de Solidariedade e agora à redução da pensões de sobrevivência ) estas são medidas sem paralelo que, muito para além de ataque aos direitos mais elementares dos portugueses, configuram um autêntico roubo.
Mas os ataques aos direitos continuarão porque, ao que tudo indica, vem já aí a caminho também o aumento da idade da reforma para os 66 anos de idade. 
No entanto,para os que ainda conseguem trabalhar na administração pública, este Governo prepara mais um corte de 10% nos salários de todos aqueles que ganham mais do que a astronómica quantia de 600 € mensais.
Mais, para além da desvalorização dos salários, estes trabalhadores são obrigados a trabalhar mais tempo por menos dinheiro,  com direito a menos feriados e a menos dias de férias, sendo ainda de assinalar a frequente degradação das suas condições de trabalho.
Assistimos assim a toda uma panóplia de arbitrariedades que constituem e configuram um claro retrocesso civilizacional sem paralelo no país.

Educação e Saúde

“ Os Verdes”consideram que, no que respeita à saúde, continuamos a assistir a um ataque sistemático ao SNS. Ao encerramento de hospitais segue-se agora o encerramento de Centros e de Extensões de Saúde. O défice de médicos de família e de enfermeiros é cada vez maior e a pobreza impede muitas pessoas de comprar os simples medicamentos de que precisam.
Na educação“Os Verdes” entendem que se assiste a um ataque continuado à Escola Pública, com o despedimento de professores e com a transferência de alunos para os colégios privados.
 Mas se as escolas não encerram de uma maneira encerram de outra. Encerram pela falta de funcionários, pela falta de colocação, por exemplo, de professores do ensino especial, impedindo muitosalunos de sequer poderem frequentar a Escola. Pela falta de pessoal auxiliar que leva ao encerramento de cantinas e de bibliotecas.

3.     Ambiente

“Os Verdes”fazem um balanço extremamente negativo da época de fogos florestais que ocorreram este ano e prestam a sua merecida homenagem a todos os bombeiros portugueses que, com o seu esforço e dedicação, defenderam abnegadamente a nossa floresta, lamentado as mortes daqueles que apenas se empenharam na defesa deste nosso valioso património colectivo.
Sem uma política de investimento na prevenção, com a promoção da plantação desordenadado eucalipto, a nossa floresta está cada vez mais desprotegida e à mercê de uma destruição sempre iminente.
Torna-se absolutamente urgente a prossecução de políticas públicas da gestão sustentável da nossa floresta.
 “ Os Verdes” consideram ainda que o Projecto do Parque Regional do Vale do Tua tem o objectivo único de mascarar os danos irreparáveis da barragem sobre o Vale do Tua, minimizando assim os custos à EDP e desviando dinheiros do fundo de compensação da conservação da natureza. Este projecto pretende apenas iludir a Unesco e calar a boca a alguns autarcas da região.
Face à avaliação que foi feita, “Os Verdes” consideram que este Governo não consegue a mudança urgente que o país necessita, pelo que a única solução possível para impedirmos mais injustiças, mais roubos e mais desigualdades, é a demissão deste Governo e a convocação imediata de eleições antecipadas.

Por fim “Os Verdes” apelam a todos os portugueses para que se mobilizem e participem nos protestos convocados pela CGTP para o próximo dia 19 de Outubro.
O Conselho Nacional de “Os Verdes”
Lisboa, 12 de Outubro de 2013.

10/10/2013

12 de Outubro: Conselho Nacional de “Os Verdes” reúne em Lisboa



O Partido Ecologista Os Verdes reunirá o seu Conselho Nacional, órgão máximo entre congressos, nopróximo Sábado, dia 12 de Outubro, em Lisboa, onde fará uma apreciação das eleições autárquicas realizadas em Setembro passado, com destaque para os excelentes resultados obtidos pela CDU, e também uma avaliação da situação eco política nacional e internacional, nomeadamente sobre a intensificação da luta contra o agravamento da austeridade e empobrecimento impostos pelo Governo e pelo próximo Orçamento de Estado.

O PEV convida as Sras. e os Srs. jornalistas para a conferência de imprensa convocada para dar conta das conclusões desta reunião, que se realizará no Espassus 3G, em Carnide, pelas 17.00h.

Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”

Conferência de imprensa
Sábado – 12 de Outubro – 17.00h
Espassus 3G
(Rua dos Táxis Palhinhas, Carnide, Lisboa)


O Partido Ecologista “Os Verdes”,
Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 -  imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)

Lisboa, 10 de Outubro de 2013

23/09/2013

Ouvindo: Eduardo Libânio, Membro do PEV e o 1º Candidato à Assembleia Municipal de Mafra


Eduardo Libânio, Professor, membro do Partido Ecologista Partido Ecologista "Os Verdes" PEV e, atualmente eleito pela CDU na Assembleia Municipal de Mafra, é o 1º candidato da lista CDU para a Assembleia Municipal

Publicação de CDU Mafra.







https://www.facebook.com/photo.php?v=10200709947091942


INTERVENÇÃO DE HELOÍSA APOLÓNIA - COMÍCIO CDU CASCAIS

Intervenção de Heloísa Apolónia, deputada à AR e dirigente nacional do Partido Ecologista "Os Verdes" No Comício Festa da CDU - Cascais, realizado ontem,  dia 22 de Setembro, no Teatro Gil Vicente.

 

COM A CDU MAFRA - VENHA CAMINHAR PELA SUA SAÚDE

A CDU - Mafra, realizou ontem uma ação que contou com a participação de candidatos e activadas da CDU, esta iniciativa pretendeu dinamizar a necessidade de caminhar pela nossa saúde.
O lema foi com a CDU, venha caminhar pela sua saúde, da Ericeira à Foz do Lizandro, pelo passeio pedonal.
Pelo grande apoio manifestado e pela necessidade de mudança de politicas, estamos confiantes que no dia 29 de Setembro, os Mafrenses, Votam  CDU!

20/09/2013

VIDEO - INICIATIVA CDU CASCAIS CONTRA AS BARREIRAS ARQUITECTÓNICAS

CDU - Cascais, realizou no passado dia 14 de Setembro na Abóboda, uma iniciativa no âmbito da campanha para as Autárquicas 2013
Em que o desafio foi: "Venha Viver um dia como portador de mobilidade reduzida"

 

12/09/2013

Jantar da CDU Loures em São João da Talha - 11 Setembro 2013

O Pavilhão José Augusto Gouveia, em São João da Talha, foi pequeno para tanta gente com vontade de mudar o Concelho de Loures. 

Foram jovens, crianças, reformados, comerciantes, empresários, professores, trabalhadores, dirigentes de associações e colectividades que marcaram presença neste jantar, que juntou mais de 1000 pessoas.