03/04/2019
Saudação ao Dia Nacional da Juventude
02/04/2019
Alterações climáticas - voto de saudação na Assembleia Municipal de Lisboa
Aprovada a proposta de Os Verdes para uma intervenção urgente no Quartel da Avenida Defensores de Chaves
28/03/2019
Os Verdes participaram na manifestação da Interjovem - Lisboa
22/03/2019
Os Verdes propõem uma intervenção urgente da CML no Quartel do RSB de Defensores Chaves
29/09/2016
Por iniciativa de Os Verdes - os jovens de Lisboa vão ter a sua Assembleia Municipal
Nesta mesma reunião foi ainda aprovado por unanimidade um outro documento apresentado pelo PEV, nomeadamente, uma Moção “Em defesa das esquadras de Lisboa”, propondo a necessidade de defender as esquadras da PSP localizadas em vários bairros da capital que têm desenvolvido um trabalho meritório no combate à insegurança, que se reflecte na diminuição da criminalidade, em prol da melhoria da qualidade de vida dos munícipes de Lisboa.
27/09/2016
Recomendação “Assembleia Municipal Jovem de Lisboa”
13/03/2015
12 de Março - Amadora - Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” do Distrito de Lisboa
11/03/2015
Amanhã - 12 de Março - Amadora - Prosseguem as Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” do Distrito de Lisboa
Pl´O Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista “Os Verdes”,
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 - osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 11 de Março de 2015
19/03/2013
Amanhã – 20 de Março - Oeiras - “Os Verdes” em defesa da escola pública
13/03/2013
Amanhã – 14 de Março - “Os Verdes” continuam ação em defesa da escola pública
07/03/2013
“Os Verdes” querem esclarecimentos da Câmara Municipal de Lisboa relativamente à ausência de Actividades de Enriquecimento Curricular nas Escolas Básicas do 1º Ciclo Padre Rocha e Professor Nuno Cordeiro, no Alto do Lumiar.
27/02/2013
Acção de distribuição do documento do PEV: Em Defesa da Escola Pública
25/02/2013
“Os Verdes” em defesa da escola pública promovem ações de rua em Lisboa
10/08/2012
Acampamento 2012 - Ecolojovem - «Os Verdes» Por uma Cultura de Juventude
Este ano o acampamento vai realizar-se entre as Capitais Europeias da Juventude e da Cultura, Braga e Guimarães, respectivamente.
MINHO
Braga - CEJ - Capital Europeia da Juventude 2012
Guimarães - CEC - Capital Europeia da Cultura 2012
Tema: Juventude / Cultura
Lema: Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude
Local do pernoitamento: Parque de campismo municipal de Braga
Programa:
quarta-feira, 22 de Agosto (Braga)
- a partir das 16h00
recepção no parque de campismo municipal de Braga
- jantar
- noite
jogos de animação cultural
quinta-feira, 23 de Agosto (Guimarães)
- manhã
1ª parte do peddy-paper na cidade de Guimarães
acção de contacto com a população no Toural
- almoço livre
- tarde
2ª parte do peddy-paper
ida de teleférico desde a cidade de Guimarães até à Penha
3ª parte do peddy-paper
piquenique na Penha
- noite
acção de contacto com a população nas esplanadas
programação Capital Europeia da Cultura
sexta-feira, 24 Agosto (Braga)
- manhã
caminhada até ao Bom-Jesus com passagem pelo elevador de água
- almoço livre
- tarde
peddy-paper pelo centro de Braga
acção de contacto com a população
- jantar
- noite
acção de contacto com a população
programação Capital Europeia da Juventude
sábado, 25 Agosto (Braga)
- manhã
visita ao Complexo das Sete Fontes
- almoço livre
- tarde
14h00m - tertúlia Ecolojovem com a presença da Dirigente Nacional do PEV, Maria João Pacheco
17h00m - debate público junto à Sé de Braga, ou em caso de chuva na J.F. da Sé, com a presença do Deputado do Partido Ecologista «Os Verdes» à Assembleia da República José Luís Ferreira
- jantar
- noite
programação Capital Europeia da Juventude ou noite livre na cidade de Braga
domingo, 26 Agosto (Braga)
- manhã
piscina
reunião Ecolojovem e despedida
06/06/2012
"Os Verdes" marcaram presença na concentração promovida pela Associação de Pais da EB 2/3 Dr. Rui Grácio, em Montelavar
Trata-se de uma Escola EB 2/3 que necessita de obras urgentes o que motivou o PEV a questionar o Ministério da Educação e Ciência por duas vezes, uma em Agosto de 2011 e outra em Março de 2012, dando nota da nossa preocupação pelo mau estado da cobertura, situação agravada pelo facto de existirem telhados de amianto em elevado estado de degradação. A escola necessita ainda de outras intervenções por forma a garantir a integridade física da comunidade escolar. No entanto a não programação das obras para a remoção do amianto merece particular destaque, quer por representar um claro desrespeito pela lei quer por constituir um efectivo problema de saúde pública.
31/05/2012
“Os Verdes” exigem tomada de posição da Câmara Municipal de Lisboa sobre os Mega-agrupamentos de Escolas
15/06/2011
O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” exige esclarecimentos à CML sobre o Conselho Municipal de Juventude
O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes”, através da deputada municipal Cláudia Madeira, entregou um requerimento em que solicita esclarecimentos à Câmara Municipal de Lisboa sobre o Conselho Municipal de Juventude, uma vez que este organismo funcionou, desde 1991, como um meio de auscultação, de informação, de consulta e de debate entre a autarquia e as associações juvenis, permitindo desenvolver políticas de acordo com as necessidades e expectativas dos jovens.
Contudo, devido a progressivas dificuldades de funcionamento este Conselho Municipal encontra-se suspenso desde 2003, pelo que o Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” apresentou uma recomendação, aprovada por unanimidade em Outubro de 2008, propondo a reactivação do Conselho Municipal de Juventude e comunicando às organizações de juventude sobre a sua reentrada em funcionamento, sendo que essa recomendação foi ignorada pela autarquia até à data.
Assim, e através deste requerimento, o Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” exige esclarecimentos por parte do executivo camarário sobre a razão para o Conselho Municipal de Juventude de Lisboa ainda não ter sido reactivado; quando pondera a CML proceder à sua reentrada em funcionamento e a razão para, desde 2008 até agora, não ter chegado nenhuma informação à Assembleia Municipal de Lisboa sobre o Conselho Municipal de Juventude e o que prevê a autarquia fazer relativamente a esta matéria.
Este requerimento pode ser consultado na íntegra aqui
O Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de “Os Verdes” em Lisboa.
Lisboa, 15 de Junho de 2011
08/04/2010
Ano europeu de combate à pobreza

Entre o desemprego e a crescente precariedade
Os jovens são um dos grupos mais vulneráveis à pobreza
São milhares os jovens licenciados desempregados e milhares os que enfrentam, depois, anos de precariedade. Para quem não estudou é, para a maioria, ainda pior, porque a precariedade ou a economia informal parecem as únicas respostas.E isto é pobreza.
Dizem os especialistas que, se por um lado, são constantemente convidados e obrigados a consumir, por outro, não têm meios para o fazer. A sua entrada na vida adulta, isto é, a sua autonomia face à família, é feita cada vez mais tarde e por tentativa/erro.
"Saem de casa, mas acabam por regressar. Acreditaram, a dada altura, que já tinham alguma autonomia, designadamente laboral, e perceberam, depois, que não. Isto reflecte-se a outros níveis, designadamente ao nível da conjugalidade", avança o sociólogo e etnógrafo Luís Fernandes.
Os números do desemprego dispararam, chegaram ao valor histórico de 10%. Os jovens são dos grupos mais afectados. Nunca tanto se ouviu falar de precariedade, depois de pensarmos que esta era uma realidade do passado, de um passado onde não havia direitos. Contratos a cinco dias, por exemplo, não são já novidade. E recibos verdes falsos são já uma constante (até na função pública). Para não falar de horas extraordinárias que não são pagas e de bancos de horas que resultam em jornadas de dias de trabalho sem dormir. Onde está o Estado social?
"O Estado social transformou-se em neo-liberal. A forma como os estados ocidentais organizam a sociedade proporciona tudo isto e enquanto continuarmos com estados neo-liberais será assim", aponta Luís Fernandes.
Não poderia o Estado ser um regulador do mercado e não seu cego aliado? Não poderia o capitalismo ser menos neo-liberal? Não é esta uma opção que cabe exclusivamente aos estados? A continuar assim, que futuro para os nossos filhos?
"Os jovens da classe média e classe média alta ainda têm os pais a ajudá-los, ou seja, não se nota tanto a precariedade a que estão votados. Mas quando eles forem pais, como vai ser?", questiona o sociólogo.
E os jovens das camadas mais desfavorecidas? Aqueles que não estudaram, aqueles cujos pais já sofreram na pele a desindustrialização e que já foram excluídos da economia formal? "Para esses jovens, o mundo do trabalho é uma miragem. Estão condenados a trabalhos desqualificados, com muito baixos salários, ou às economias informais. Para esses, a perspectiva é sempre de curto prazo. Não há futuro, não há planos, porque não há condições económicas para haver planos", responde.
A sociedade vai perdendo direitos progressiva e rapidamente e, ao mesmo tempo, "assistindo a um discurso económico e político que simula racionalidade", diz. Mas poderá ser racional aos olhos de alguém uma economia onde uma grande parte da sociedade está insatisfeita e incapaz de fazer frente às necessidades que o próprio sistema impõe? Será isto uma gestão racional das coisas?
"As consequências são dramáticas. O desemprego e a precariedade são problemas económicos e sociais muito graves. Os casos de depressão, só para dar um exemplo, aumentam e os custos disto - para a família, para o empregador, para o próprio sistema social, que vai acabar a pagar tudo - são enormes", exemplifica este sociólogo.
s de precariedade. Para quem não estudou é, para a maioria, ainda pior, porque a precariedade ou a economia informal parecem as únicas respostas.E isto é pobreza.
Os jovens são um dos grupos mais vulneráveis à pobreza. Dizem os especialistas que, se por um lado, são constantemente convidados e obrigados a consumir, por outro, não têm meios para o fazer. A sua entrada na vida adulta, isto é, a sua autonomia face à família, é feita cada vez mais tarde e por tentativa/erro.
"Saem de casa, mas acabam por regressar. Acreditaram, a dada altura, que já tinham alguma autonomia, designadamente laboral, e perceberam, depois, que não. Isto reflecte-se a outros níveis, designadamente ao nível da conjugalidade", avança o sociólogo e etnógrafo Luís Fernandes.
Os números do desemprego dispararam, chegaram ao valor histórico de 10%. Os jovens são dos grupos mais afectados. Nunca tanto se ouviu falar de precariedade, depois de pensarmos que esta era uma realidade do passado, de um passado onde não havia direitos. Contratos a cinco dias, por exemplo, não são já novidade. E recibos verdes falsos são já uma constante (até na função pública). Para não falar de horas extraordinárias que não são pagas e de bancos de horas que resultam em jornadas de dias de trabalho sem dormir. Onde está o Estado social?
"O Estado social transformou-se em neo-liberal. A forma como os estados ocidentais organizam a sociedade proporciona tudo isto e enquanto continuarmos com estados neo-liberais será assim", aponta Luís Fernandes.
Não poderia o Estado ser um regulador do mercado e não seu cego aliado? Não poderia o capitalismo ser menos neo-liberal? Não é esta uma opção que cabe exclusivamente aos estados? A continuar assim, que futuro para os nossos filhos?
"Os jovens da classe média e classe média alta ainda têm os pais a ajudá-los, ou seja, não se nota tanto a precariedade a que estão votados. Mas quando eles forem pais, como vai ser?", questiona o sociólogo.
E os jovens das camadas mais desfavorecidas? Aqueles que não estudaram, aqueles cujos pais já sofreram na pele a desindustrialização e que já foram excluídos da economia formal? "Para esses jovens, o mundo do trabalho é uma miragem. Estão condenados a trabalhos desqualificados, com muito baixos salários, ou às economias informais. Para esses, a perspectiva é sempre de curto prazo. Não há futuro, não há planos, porque não há condições económicas para haver planos", responde.
A sociedade vai perdendo direitos progressiva e rapidamente e, ao mesmo tempo, "assistindo a um discurso económico e político que simula racionalidade", diz. Mas poderá ser racional aos olhos de alguém uma economia onde uma grande parte da sociedade está insatisfeita e incapaz de fazer frente às necessidades que o próprio sistema impõe? Será isto uma gestão racional das coisas?
"As consequências são dramáticas. O desemprego e a precariedade são problemas económicos e sociais muito graves. Os casos de depressão, só para dar um exemplo, aumentam e os custos disto - para a família, para o empregador, para o próprio sistema social, que vai acabar a pagar tudo - são enormes", exemplifica este sociólogo.
Fonte: LEONOR PAIVA WATSON, Jornal Noticias, 2010-04-05



















