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03/04/2019

Saudação ao Dia Nacional da Juventude

Ao comemorarem o Dia Nacional da #Juventude os jovens reafirmam que não se conformam com os problemas da sociedade, com os baixos salários e com a precariedade, lutando por melhores condições de vida e por emprego com direitos.

#OsVerdes apresentaram ontem, dia 2 de abril, na Assembleia Municipal de Lisboa, um #votodesaudação ao Dia Nacional da Juventude que se assinalou no passado dia 28 de março, dia em que se realizou a  Manifestação Nacional da Juventude Trabalhadora, convocada pela CGTP-IN, com o lema «Não somos descartáveis! Temos direito, queremos estabilidade!».

02/04/2019

Alterações climáticas - voto de saudação na Assembleia Municipal de Lisboa

Os jovens mobilizaram-se, uniram-se e, juntos, manifestaram-se contra as alterações climáticas, exigindo respostas governamentais para a crise ambiental que vivemos, através de medidas urgentes para alterar o rumo do aquecimento global.
No dia 15 de março, #OsVerdes associaram-se e apoiaram esta iniciativa que mobilizou milhares de jovens em todo o país.
Hoje, 2 de abril, apresentam na Assembleia Municipal de Lisboa um #votodesaudação pela Luta das novas gerações pela resolução dos problemas ambientais.

Leia aqui o texto completo deste voto de saudação que sublinha a importância da participação e envolvimento dos jovens em causas justas e necessárias, estando conscientes do seu papel na transformação da sociedade e de que o desafio das alterações climáticas exige um compromisso sério e concertado.




Aprovada a proposta de Os Verdes para uma intervenção urgente no Quartel da Avenida Defensores de Chaves

Foi aprovada, na Assembleia Municipal de Lisboa, uma recomendação do PEV para a realização de uma intervenção urgente por parte da CML no Quartel do RSB da Avenida Defensores de Chaves com vista a garantir a reabilitação do edifício, as condições de trabalho aos bombeiros e possibilitar o alargamento da capacidade operacional desta unidade.

Este quartel encontra-se em avançado estado de degradação há muitos anos, possuindo vidros partidos, pavimentos em mau estado, falta de portas nos corredores, infiltrações e humidades, escadas com deformações, um sistema eléctrico obsoleto, paredes e tectos com fracturas, ausência de um espaço apropriado para a colocação dos Equipamentos de Protecção Individual, as caixilharias precisam de ser substituídas, não oferecendo condições de conforto, situações que colocam em risco a saúde e a integridade física dos próprios bombeiros, sendo a realização de obras neste equipamento uma reivindicação antiga.


Foi também aprovado por unanimidade o voto de saudação, apresentado pelo PEV, aos milhares de jovens portugueses que participaram, no passado dia 15 de Março, em acções em diversos pontos do País, onde reclamaram por medidas concretas para mitigar os graves problemas ambientais com que hoje o mundo se confronta, particularmente, o consumo desenfreado e insustentável dos recursos naturais à escala global, uma vez que têm consciência que o seu papel é decisivo para transformar a sociedade, designadamente no que diz respeito às alterações climáticas.

Por fim, os deputados ecologistas viram ainda ser aprovado por unanimidade um voto de saudação ao Dia Nacional da Juventude e ao Dia Nacional do Estudante que congratula os jovens por lutarem por melhores condições de educação, de trabalho e de vida.

28/03/2019

Os Verdes participaram na manifestação da Interjovem - Lisboa

A candidata do #PEV, nas listas da #CDU, ao Parlamento Europeu, Mariana Silva, juntamente com outros ativistas de #OsVerdes, participou na grande manifestação da Interjovem que decorreu hoje em Lisboa, em luta pela estabilidade no trabalho, contra a precariedade e pelo cumprimento dos direitos laborais.





22/03/2019

Os Verdes propõem uma intervenção urgente da CML no Quartel do RSB de Defensores Chaves

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes vai propor uma intervenção urgente por parte da CML no Quartel do RSB de Defensores Chaves na próxima reunião da Assembleia Municipal, dia 26 de Março.

Este quartel tem o maior número de saídas para intervenção na cidade, devido à sua localização estratégica e centralidade. Contudo, o edifício encontra-se em avançado estado de degradação há muitos anos, possuindo vidros partidos, pavimentos em mau estado, falta de portas nos corredores, infiltrações e humidades, escadas com deformações, um sistema eléctrico obsoleto, paredes e tectos com fracturas, ausência de um espaço apropriado para a colocação dos Equipamentos de Protecção Individual, as caixilharias precisam de ser substituídas, não oferecendo condições de conforto, situações que colocam em risco a saúde e a integridade física dos próprios bombeiros, sendo a realização de obras neste equipamento uma reivindicação antiga.


Nesse sentido, Os Verdes propuseram, entre outras medidas, que a CML proceda urgentemente ao levantamento das condições de segurança e funcionamento do quartel do RSB da Av. Defensores de Chaves e que realize as diligências necessárias no sentido da requalificação deste quartel, dotando-o das devidas condições de segurança e de conforto com vista a garantir condições de trabalho aos bombeiros e possibilitar o alargamento da capacidade operacional desta unidade. Para tal, a autarquia deve envolver o Regimento de Sapadores Bombeiros e as organizações representativas dos trabalhadores na elaboração do respectivo projecto de requalificação.

O PEV irá também apresentar um voto de saudação aos milhares de jovens portugueses que participaram, no passado dia 15 de Março, em acções em diversos pontos do País, para reivindicarem medidas concretas face aos graves problemas ambientais com que hoje o mundo se confronta, particularmente, o consumo desenfreado e insustentável dos recursos naturais à escala global.

Por fim, Os Verdes apresentarão um voto de saudação ao Dia Nacional da Juventude e ao Dia Nacional do Estudante onde congratula os jovens que lutam por melhores condições de educação, de trabalho e de vida.

29/09/2016

Por iniciativa de Os Verdes - os jovens de Lisboa vão ter a sua Assembleia Municipal

Na Assembleia Municipal de Lisboa de 27 de Setembro, foi aprovado por unanimidade, por iniciativa do PEV, a criação da “Assembleia Municipal Jovem de Lisboa”. O seu modelo de implementação, funcionamento e convite às escolas e às associações juvenis irá agora ser definido pela Conferência de Representantes. Esta proposta de Os Verdes permitirá a participação dos jovens na vida local e na sociedade em geral, possibilitando um contacto mais próximo com as autarquias, a sensibilização para as atribuições, competências e funcionamento dos órgãos autárquicos e o sentido de serviço à comunidade, para que os jovens possam ser parte activa no processo de construção de uma sociedade melhor.

Nesta mesma reunião foi ainda aprovado por unanimidade um outro documento apresentado pelo PEV, nomeadamente, uma Moção “Em defesa das esquadras de Lisboa”, propondo a necessidade de defender as esquadras da PSP localizadas em vários bairros da capital que têm desenvolvido um trabalho meritório no combate à insegurança, que se reflecte na diminuição da criminalidade, em prol da melhoria da qualidade de vida dos munícipes de Lisboa.


27/09/2016

Recomendação “Assembleia Municipal Jovem de Lisboa”


 
De acordo com o nº 2 do art. 70º da Constituição da República Portuguesa, a “política de juventude deverá ter como objectivos prioritários o desenvolvimento da personalidade dos jovens, a criação de condições para a sua efectiva integração na vida activa, o gosto pela criação livre e o sentido de serviço à comunidade”.

Com efeito, a participação dos jovens é fundamental para alcançarmos uma sociedade mais participada, mais democrática e inclusiva. É, por isso, importante criar meios e oportunidades para que esta participação seja uma realidade e para que os jovens possam ser parte activa no processo de construção de uma sociedade melhor.

Também os órgãos autárquicos poderão estar mais próximos dos jovens quando desempenharem um papel essencial na promoção da sua participação e envolvimento, sendo desejável que estimulem e apoiem o papel que os jovens cumprem na vida pública local. Importa também garantir que os jovens possam influenciar e intervir nas decisões e actividades enquanto jovens, e não apenas numa fase posterior da vida.

Uma forma de fomentar a participação juvenil poderá passar pela criação de uma Assembleia Municipal Jovem de Lisboa, um espaço onde os jovens possam apresentar e debater as necessidades e aspirações da vida local.

Esta Assembleia Municipal Jovem teria como objectivo promover a participação dos jovens na vida local e na sociedade em geral, permitir-lhes um contacto mais próximo com o poder local e sensibilizá-los para as atribuições, competências e funcionamento dos órgãos autárquicos. Seria também um importante contributo para a formação dos jovens, proporcionando-lhes uma melhor compreensão dos seus direitos e deveres enquanto cidadãos.

No fundo, a Assembleia Municipal Jovem de Lisboa constituiria uma forma de os jovens poderem experienciar o funcionamento de uma Assembleia Municipal, proporcionando-lhes um espaço privilegiado para debaterem temáticas presentes no seu dia-a-dia e que considerem importantes, através do levantamento de problemas e de propostas de soluções, aproximando-os das políticas locais, levando-os a ser parte activa nas decisões e a contribuir assim para uma melhor qualidade de vida da cidade.

Considerando ainda que já houve, no mandato 2009/2013, uma Assembleia Municipal das Crianças de Lisboa, iniciativa promovida pela Assembleia Municipal de Lisboa, das Juntas de Freguesia e da Câmara Municipal de Lisboa, aberta aos alunos do 4º ano de todas as escolas de ensino básico do concelho de Lisboa.

Neste sentido, delibera-se para que, na sequência da presente proposta dos eleitos do Partido Ecologista Os Verdes:

1 – A Assembleia Municipal de Lisboa, em articulação com a Câmara Municipal de Lisboa e os agrupamentos de escolas da cidade, institua a Assembleia Municipal Jovem de Lisboa dirigida a jovens dos 2º e 3º ciclos e do ensino secundário.

2 – A Assembleia Municipal de Lisboa pondere a hipótese de retomar a Assembleia Municipal das Crianças de Lisboa, dirigida à participação dos alunos do 1º ciclo.

Assembleia Municipal de Lisboa, 27 de Setembro de 2016

O Grupo Municipal de “Os Verdes

 
Cláudia Madeira                                                        J. L. Sobreda Antunes

13/03/2015

12 de Março - Amadora - Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” do Distrito de Lisboa

No passado dia 12 de Março, na Amadora, tiveram lugar as Jornadas Ecologistas do Distrito de Lisboa, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.

Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Vila Franca de Xira, Loures, Odivelas, Cascais, Mafra, Lourinhã, Lisboa e Oeiras, as Jornadas Ecologistas de 12 de março decorreram no Concelho da Amadora, e tiveram como objetivo abordar os seguintes temas: transportes públicos, saúde, espaço público e habitação.

“Os Verdes” relembram que assinalaram as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.






11/03/2015

Amanhã - 12 de Março - Amadora - Prosseguem as Jornadas Ecologistas de “Os Verdes” do Distrito de Lisboa

Prosseguem amanhã, quinta-feira, dia 12 de Março, na Amadora, as Jornadas Ecologistas do Distrito de Lisboa, promovidas pelo Coletivo Regional do Partido Ecologista “Os Verdes”.

Depois das últimas iniciativas que percorreram os concelhos de Vila Franca de Xira, Loures, Odivelas, Cascais, Mafra, Lourinhã, Lisboa e Oeiras, as Jornadas Ecologistas de quarta-feira decorrerão no Concelho da Amadora, e terão como objetivo abordar os seguintes temas: transportes públicos, saúde, espaço público e habitação.  
“Os Verdes” relembram que assinalarão as questões negativas com um girassol laranja e triste e as questões positivas com um girassol verde e alegre.  
   
Programa - Amadora  

12 de Março – quinta-feira

10.00h - “Os Verdes” atribuirão um “girassol triste” ao Ministério da Saúde pelo facto de ainda não ter sido construído o Centro de Saúde de Alfragide

10.30h - “Os Verdes” atribuirão um “girassol alegre” à CDUTA - Comissão de Defesa dos Utentes dos Transportes da Amadora pela defesa de mais e melhores transportes públicos

11.00h-  “Os Verdes” atribuirão um “girassol triste” à falta de condições e de soluções para os moradores do bairro Cova da Moura e atribuirão um “girassol alegre” à Associação Cultural Moinho da Juventude pelo trabalho desenvolvido a nível social, cultural e económico

12.00h - “Os Verdes” atribuirão um “girassol triste” pelo facto da Estação do Metro da Reboleira ainda não ter entrado em funcionamento

(Durante as iniciativas haverá distribuição de documentos e ações de contacto com a população)

“Os Verdes” convidam os senhores e senhoras jornalistas a participar nestas ações e a tomar conhecimento, de forma mais aprofundada, das razões apresentadas pelo PEV para atribuição destes “galardões”. Em breve seguirá informação concreta sobre as iniciativas futuras programadas para os outros concelhos do Distrito de Lisboa, no âmbito destas Jornadas Ecologistas.

Pl´O Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista “Os Verdes”,
Contato do Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com)
www.osverdes.pt
Lisboa, 11 de Março de 2015

19/03/2013

Amanhã – 20 de Março - Oeiras - “Os Verdes” em defesa da escola pública

O Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua para a realização de mais um conjunto de ações em defesa da escola pública, desta vez no Concelho de Oeiras. Nestas iniciativas, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a comunidade escolar, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas, e apresentando as propostas do PEV. 
   
Calendário das ações  
   
4ª feira - 20 de Março - Oeiras
09.30h – Campus do Taguspark, Instituto Superior Técnico (Porto Salvo)
11.30hh – Faculdade de Motricidade Humana (Cruz Quebrada)

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado em http://issuu.com/ecolojovem/docs/educacao/1

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 19 de Março de 2013

13/03/2013

Amanhã – 14 de Março - “Os Verdes” continuam ação em defesa da escola pública


O Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista «Os Verdes» continua na rua, para a realização de mais um conjunto de ações em defesa da escola pública. Nestas iniciativas, os ecologistas farão a distribuição de documentação sobre a matéria em causa e realizarão contactos com a comunidade escolar, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas do PEV. 
   
Calendário das ações  
   
5ª feira - 14 de Março  
10.00h – Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa 
12.00h – Escola Secundária de Camões

O documento do PEV, distribuído nesta iniciativa, pode ser consultado aqui

O Partido Ecologista “Os Verdes”
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
www.osverdes.pt
Lisboa, 13 de Março de 2013

07/03/2013

“Os Verdes” querem esclarecimentos da Câmara Municipal de Lisboa relativamente à ausência de Actividades de Enriquecimento Curricular nas Escolas Básicas do 1º Ciclo Padre Rocha e Professor Nuno Cordeiro, no Alto do Lumiar.



O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes”, através da deputada municipal Cláudia Madeira, entregou na Assembleia Municipal de Lisboa, um requerimento em que questiona a autarquia relativamente à ausência de Actividades de Enriquecimento Curricular nas Escolas Básicas do 1º Ciclo Padre Rocha e Professor Nuno Cordeiro, no Alto do Lumiar.

Importa frisar que nas Escolas Básicas do 1º Ciclo Padre Rocha e Professor Nuno Cordeiro, pertencente ao Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar, cerca de 350 alunos estão, desde a semana passada, sem Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), depois de os respectivos professores terem suspendido a colaboração por não terem sido pagos os salários referentes aos dois primeiros meses deste ano.

Assim, através deste requerimento, “Os Verdes” pretendem saber se a Câmara Municipal de Lisboa tinha conhecimento desta situação; quais as diligências que já tomou ou pondera vir a tomar no sentido de solucionar este problema; qual a razão para que não tenham sido efectuados ospagamentos dos salários a estes docentes e qual a entidade a quem competiria efectuar esse pagamento.

REQUERIMENTO
Nas Escolas Básicas do 1º Ciclo Padre Rocha e Professor Nuno Cordeiro, pertencente ao Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar, cerca de 350 alunos estão, desde a semana passada, sem Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), depois de os respectivos professores terem suspendido a colaboração por não terem sido pago os salários referentes aos dois primeiros meses deste ano.

Considerando que 19 professores, que deveriam dar aulas de inglês, educação física, música, teatro e artes plásticas, não recebem o ordenado desde o início do ano, estando a passar por dificuldades financeiras devido a este atraso na transferência das verbas destinadas a pagar os ordenados dos docentes;

Considerando que estão por transferir 34 mil euros para cobrir as despesas neste segundo período lectivo;

Considerando que existem cerca de 350 alunos sem Actividades de Enriquecimento Curricular e que para evitar que estes fiquem sozinhos no recreio da escola ou na rua, após as aulas (depois das 15 horas), os país têm tentado arranjar soluções para ir buscar os filhos, o que implica ajustes de horários, nem sempre facilitados ou compreendidos pelas entidades empregadoras;

Assim, e ao abrigo da al. j) do artº. 12º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, venho por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de me ser facultada a seguinte informação:

1 – A Câmara Municipal de Lisboa tinha conhecimento da existência de 350 alunos do 1º ciclo do ensino básico sem Actividades de Enriquecimento Curricular nestes dois estabelecimentos de ensino?

2 – Que diligências que já tomou ou pondera vir a tomar a autarquia no sentido de solucionar esta situação de ausência de Actividades de Enriquecimento Curricular nestes dois estabelecimentos de ensino?

3 – Qual a razão para que não tenham sido efectuados os pagamentos dos salários a estes docentes? A que entidade competiria efectuar esse pagamento?

4 – Qual a razão para que estas escolas não disponham de um local alternativo onde as crianças possam ficar depois do fim das aulas devidamente acompanhadas por uma auxiliar de educação até ser resolvida esta situação de ausência de Actividades de Enriquecimento Curricular nestes dois estabelecimentos de ensino?

O Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de “Os Verdes” em Lisboa.
Lisboa, 07 de Março de 2013

27/02/2013

Acção de distribuição do documento do PEV: Em Defesa da Escola Pública






27 de Fevereiro de 2013 - Lisboa  
Acção de distribuição do documento do PEV: Em Defesa da Escola Pública  
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas e cantina da Universidade de Lisboa

25/02/2013

“Os Verdes” em defesa da escola pública promovem ações de rua em Lisboa



O Coletivo Regional de Lisboa do Partido Ecologista «Os Verdes» vai realizar, ao longo desta semana, algumas ações de rua em defesa da escola pública, através da distribuição de documentação e de contactos com a comunidade escolar, denunciando os ataques das políticas que estão a ser implementadas e apresentando as propostas de «Os Verdes».

Calendário das ações

4ª feira - 27 de Fevereiro
10.00h – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
12.00h - Cantina da Universidade de Lisboa

5ª feira - 28 de Fevereiro
10.00h - Instituto Superior Técnico

6ª feira - 1 de Março
11.30h - Escola Secundária Artística António Arroio

O Partido Ecologista “Os Verdes
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes
Lisboa, 25 de Fevereiro de 2013

10/08/2012

Acampamento 2012 - Ecolojovem - «Os Verdes» Por uma Cultura de Juventude


A Ecolojovem - «Os Verdes» realiza mais um acampamento, sob o lema: Por uma Cultura de Juventude.
Este ano o acampamento vai realizar-se entre as Capitais Europeias da Juventude e da Cultura, Braga e Guimarães, respectivamente.

Aqui vão algumas informações sobre o nosso acampamento:

22 a 26 de Agosto
MINHO
Braga - CEJ - Capital Europeia da Juventude 2012
Guimarães - CEC - Capital Europeia da Cultura 2012
Tema: Juventude / Cultura
Lema: Ecolojovem - Por uma Cultura de Juventude
Local do pernoitamento: Parque de campismo municipal de Braga
Programa:
quarta-feira, 22 de Agosto (Braga)
- a partir das 16h00
recepção no parque de campismo municipal de Braga
- jantar
- noite
jogos de animação cultural
quinta-feira, 23 de Agosto (Guimarães)
- manhã
1ª parte do peddy-paper na cidade de Guimarães
acção de contacto com a população no Toural
- almoço livre
- tarde
2ª parte do peddy-paper
ida de teleférico desde a cidade de Guimarães até à Penha
3ª parte do peddy-paper
piquenique na Penha
- noite
acção de contacto com a população nas esplanadas
programação Capital Europeia da Cultura
sexta-feira, 24 Agosto (Braga)
- manhã
caminhada até ao Bom-Jesus com passagem pelo elevador de água
- almoço livre
- tarde
peddy-paper pelo centro de Braga
acção de contacto com a população
- jantar
- noite
acção de contacto com a população
programação Capital Europeia da Juventude
sábado, 25 Agosto (Braga)
- manhã
visita ao Complexo das Sete Fontes
- almoço livre
- tarde
14h00m - tertúlia Ecolojovem com a presença da Dirigente Nacional do PEV, Maria João Pacheco
17h00m - debate público junto à Sé de Braga, ou em caso de chuva na J.F. da Sé, com a presença do Deputado do Partido Ecologista «Os Verdes» à Assembleia da República José Luís Ferreira
- jantar
- noite
programação Capital Europeia da Juventude ou noite livre na cidade de Braga
domingo, 26 Agosto (Braga)
- manhã
piscina
reunião Ecolojovem e despedida

06/06/2012

"Os Verdes" marcaram presença na concentração promovida pela Associação de Pais da EB 2/3 Dr. Rui Grácio, em Montelavar


"Os Verdes" fizeram-se representar pelo dirigente Rogério Cassona na concentração promovida pela Associação de Pais e encarregados de educação da Escola Dr. Rui Grácio em Montelavar no passado dia 24 de Maio.
Trata-se de uma Escola EB 2/3 que necessita de obras urgentes o que motivou o PEV a questionar o Ministério da Educação e Ciência por duas vezes, uma em Agosto de 2011 e outra em Março de 2012, dando nota da nossa preocupação pelo mau estado da cobertura, situação agravada pelo facto de existirem telhados de amianto em elevado estado de degradação. A escola necessita ainda de outras intervenções por forma a garantir a integridade física da comunidade escolar. No entanto a não programação das obras para a remoção do amianto merece particular destaque, quer por representar um claro desrespeito pela lei quer por constituir um efectivo problema de saúde pública.

31/05/2012

“Os Verdes” exigem tomada de posição da Câmara Municipal de Lisboa sobre os Mega-agrupamentos de Escolas


O Grupo Municipal do PEV, através da deputada municipal Cláudia Madeira, entregou um requerimento em que questiona a autarquia sobre a sua posição relativamente aos Mega-agrupamentos de Escolas.

O Governo continua a insistir no desenvolvimento de processos de agregação de escolas com vista à constituição Mega-agrupamentos, baseando-se apenas em critérios economicistas e administrativos e ignorando as inúmeras desvantagens que este processo trará, como a desumanização da vida das escolas, potencialização das situações de indisciplina e violência, enfraquecimento da participação na vida das escolas por parte dos docentes e dos encarregados de educação, fim de uma gestão de proximidade, entre muitas outras.

Com este requerimento, “Os Verdes” pretendem saber a posição do executivo municipal relativamente à constituição de Mega-agrupamentos de escolas; se a Câmara Municipal de Lisboa considera estarem, com este processo, garantidas as condições necessárias a nível do ensino, da gestão, do funcionamento, da estabilidade e da participação nas escolas de Lisboa e se o executivo municipal teve acesso a algum estudo que fundamente a proposta de constituição de Mega-agrupamentos de escolas na cidade de Lisboa.

REQUERIMENTO

O Governo continua a insistir no desenvolvimento de processos de agregação de escolas com vista à constituição de grandes agrupamentos de escolas, no que vulgarmente se tem designado por “Mega-agrupamentos”, baseando-se apenas em critérios economicistas e administrativos.

Este processo, segundo a FENPROF – Federação Nacional de Professores – com quem “Os Verdes” reuniram e tiveram oportunidade de tomar conhecimento da sua posição e preocupações relativamente a esta matéria, representa um conjunto de desvantagens como a desumanização da vida das escolas, potencialização das situações de indisciplina e violência, enfraquecimento da participação na vida das escolas por parte dos docentes e dos encarregados de educação, fim de uma gestão de proximidade, entre muitas outras.

Considerando que várias escolas, através dos seus órgãos, têm manifestado a sua posição relativamente à constituição de Mega-agrupamentos, apresentando as desvantagens deste processo, reforçando a posição da FENPROF.

Considerando que também diversos órgãos autárquicos também já expressaram a sua posição sobre este assunto.

Considerando que este processo representará alterações significativas na organização e no funcionamento das escolas e do ensino em Lisboa e no país, uma vez que está prevista a constituição de sete Mega-agrupamentos de escolas na cidade, é de extrema importância que a Câmara Municipal de Lisboa assuma uma posição sobre esta matéria.

Assim, e ao abrigo da al. j) do artº. 12º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, venho por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de me ser facultada a seguinte informação:

1. Qual a posição do executivo municipal relativamente à constituição de Mega-agrupamentos de escolas?

2. Considera a Câmara Municipal de Lisboa que estarão, com este processo, garantidas as condições necessárias a nível do ensino, da gestão, do funcionamento, da estabilidade e da participação nas escolas de Lisboa?

3. Teve a CML acesso a algum estudo que fundamente a proposta de constituição de Mega-agrupamentos de escolas na cidade de Lisboa?

Lisboa, 31 de Maio de 2012
O Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de “Os Verdes” em Lisboa.

15/06/2011

O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” exige esclarecimentos à CML sobre o Conselho Municipal de Juventude


O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes”, através da deputada municipal Cláudia Madeira, entregou um requerimento em que solicita esclarecimentos à Câmara Municipal de Lisboa sobre o Conselho Municipal de Juventude, uma vez que este organismo funcionou, desde 1991, como um meio de auscultação, de informação, de consulta e de debate entre a autarquia e as associações juvenis, permitindo desenvolver políticas de acordo com as necessidades e expectativas dos jovens.

Contudo, devido a progressivas dificuldades de funcionamento este Conselho Municipal encontra-se suspenso desde 2003, pelo que o Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” apresentou uma recomendação, aprovada por unanimidade em Outubro de 2008, propondo a reactivação do Conselho Municipal de Juventude e comunicando às organizações de juventude sobre a sua reentrada em funcionamento, sendo que essa recomendação foi ignorada pela autarquia até à data.

Assim, e através deste requerimento, o Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” exige esclarecimentos por parte do executivo camarário sobre a razão para o Conselho Municipal de Juventude de Lisboa ainda não ter sido reactivado; quando pondera a CML proceder à sua reentrada em funcionamento e a razão para, desde 2008 até agora, não ter chegado nenhuma informação à Assembleia Municipal de Lisboa sobre o Conselho Municipal de Juventude e o que prevê a autarquia fazer relativamente a esta matéria.

Este requerimento pode ser consultado na íntegra aqui


O Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de “Os Verdes” em Lisboa.

Lisboa, 15 de Junho de 2011

08/04/2010

Ano europeu de combate à pobreza



Entre o desemprego e a crescente precariedade


Os jovens são um dos grupos mais vulneráveis à pobreza


São milhares os jovens licenciados desempregados e milhares os que enfrentam, depois, anos de precariedade. Para quem não estudou é, para a maioria, ainda pior, porque a precariedade ou a economia informal parecem as únicas respostas.E isto é pobreza.


Dizem os especialistas que, se por um lado, são constantemente convidados e obrigados a consumir, por outro, não têm meios para o fazer. A sua entrada na vida adulta, isto é, a sua autonomia face à família, é feita cada vez mais tarde e por tentativa/erro.


"Saem de casa, mas acabam por regressar. Acreditaram, a dada altura, que já tinham alguma autonomia, designadamente laboral, e perceberam, depois, que não. Isto reflecte-se a outros níveis, designadamente ao nível da conjugalidade", avança o sociólogo e etnógrafo Luís Fernandes.


Os números do desemprego dispararam, chegaram ao valor histórico de 10%. Os jovens são dos grupos mais afectados. Nunca tanto se ouviu falar de precariedade, depois de pensarmos que esta era uma realidade do passado, de um passado onde não havia direitos. Contratos a cinco dias, por exemplo, não são já novidade. E recibos verdes falsos são já uma constante (até na função pública). Para não falar de horas extraordinárias que não são pagas e de bancos de horas que resultam em jornadas de dias de trabalho sem dormir. Onde está o Estado social?


"O Estado social transformou-se em neo-liberal. A forma como os estados ocidentais organizam a sociedade proporciona tudo isto e enquanto continuarmos com estados neo-liberais será assim", aponta Luís Fernandes.


Não poderia o Estado ser um regulador do mercado e não seu cego aliado? Não poderia o capitalismo ser menos neo-liberal? Não é esta uma opção que cabe exclusivamente aos estados? A continuar assim, que futuro para os nossos filhos?


"Os jovens da classe média e classe média alta ainda têm os pais a ajudá-los, ou seja, não se nota tanto a precariedade a que estão votados. Mas quando eles forem pais, como vai ser?", questiona o sociólogo.


E os jovens das camadas mais desfavorecidas? Aqueles que não estudaram, aqueles cujos pais já sofreram na pele a desindustrialização e que já foram excluídos da economia formal? "Para esses jovens, o mundo do trabalho é uma miragem. Estão condenados a trabalhos desqualificados, com muito baixos salários, ou às economias informais. Para esses, a perspectiva é sempre de curto prazo. Não há futuro, não há planos, porque não há condições económicas para haver planos", responde.


A sociedade vai perdendo direitos progressiva e rapidamente e, ao mesmo tempo, "assistindo a um discurso económico e político que simula racionalidade", diz. Mas poderá ser racional aos olhos de alguém uma economia onde uma grande parte da sociedade está insatisfeita e incapaz de fazer frente às necessidades que o próprio sistema impõe? Será isto uma gestão racional das coisas?


"As consequências são dramáticas. O desemprego e a precariedade são problemas económicos e sociais muito graves. Os casos de depressão, só para dar um exemplo, aumentam e os custos disto - para a família, para o empregador, para o próprio sistema social, que vai acabar a pagar tudo - são enormes", exemplifica este sociólogo.


s de precariedade. Para quem não estudou é, para a maioria, ainda pior, porque a precariedade ou a economia informal parecem as únicas respostas.E isto é pobreza.


Os jovens são um dos grupos mais vulneráveis à pobreza. Dizem os especialistas que, se por um lado, são constantemente convidados e obrigados a consumir, por outro, não têm meios para o fazer. A sua entrada na vida adulta, isto é, a sua autonomia face à família, é feita cada vez mais tarde e por tentativa/erro.


"Saem de casa, mas acabam por regressar. Acreditaram, a dada altura, que já tinham alguma autonomia, designadamente laboral, e perceberam, depois, que não. Isto reflecte-se a outros níveis, designadamente ao nível da conjugalidade", avança o sociólogo e etnógrafo Luís Fernandes.


Os números do desemprego dispararam, chegaram ao valor histórico de 10%. Os jovens são dos grupos mais afectados. Nunca tanto se ouviu falar de precariedade, depois de pensarmos que esta era uma realidade do passado, de um passado onde não havia direitos. Contratos a cinco dias, por exemplo, não são já novidade. E recibos verdes falsos são já uma constante (até na função pública). Para não falar de horas extraordinárias que não são pagas e de bancos de horas que resultam em jornadas de dias de trabalho sem dormir. Onde está o Estado social?


"O Estado social transformou-se em neo-liberal. A forma como os estados ocidentais organizam a sociedade proporciona tudo isto e enquanto continuarmos com estados neo-liberais será assim", aponta Luís Fernandes.


Não poderia o Estado ser um regulador do mercado e não seu cego aliado? Não poderia o capitalismo ser menos neo-liberal? Não é esta uma opção que cabe exclusivamente aos estados? A continuar assim, que futuro para os nossos filhos?


"Os jovens da classe média e classe média alta ainda têm os pais a ajudá-los, ou seja, não se nota tanto a precariedade a que estão votados. Mas quando eles forem pais, como vai ser?", questiona o sociólogo.


E os jovens das camadas mais desfavorecidas? Aqueles que não estudaram, aqueles cujos pais já sofreram na pele a desindustrialização e que já foram excluídos da economia formal? "Para esses jovens, o mundo do trabalho é uma miragem. Estão condenados a trabalhos desqualificados, com muito baixos salários, ou às economias informais. Para esses, a perspectiva é sempre de curto prazo. Não há futuro, não há planos, porque não há condições económicas para haver planos", responde.


A sociedade vai perdendo direitos progressiva e rapidamente e, ao mesmo tempo, "assistindo a um discurso económico e político que simula racionalidade", diz. Mas poderá ser racional aos olhos de alguém uma economia onde uma grande parte da sociedade está insatisfeita e incapaz de fazer frente às necessidades que o próprio sistema impõe? Será isto uma gestão racional das coisas?


"As consequências são dramáticas. O desemprego e a precariedade são problemas económicos e sociais muito graves. Os casos de depressão, só para dar um exemplo, aumentam e os custos disto - para a família, para o empregador, para o próprio sistema social, que vai acabar a pagar tudo - são enormes", exemplifica este sociólogo.


Fonte: LEONOR PAIVA WATSON, Jornal Noticias, 2010-04-05