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06/07/2015

REAÇÃO DOS VERDES AOS RESULTADOS DO REFERENDO NA GRÉCIA






Sabendo que ainda não estão disponibilizados os resultados oficiais do referendo hoje realizado na Grécia, tudo aponta, contudo, para uma vitória do ‘não’. A confirmar-se esse resultado, o Partido Ecologista Os Verdes dá a seguinte nota:

O PEV saúda e louva a grande coragem e dignidade do povo grego por não se ter deixado amedrontar e por não vergar perante os vergonhosos e insultuosos ultimatos, chantagens, pressões e medos que a União Europeia e o FMI dirigiram ao povo grego.

Os cidadãos da Grécia, mais uma vez, determinaram a rejeição da política de austeridade e de empobrecimento que a União Europeia e o FMI querem impor. O povo grego reclama condições de desenvolvimento do seu país e nega uma subserviência catastrófica às imposições das elites europeias e do FMI.

Os Verdes esperam, agora, que a União Europeia e o FMI compreendam, de uma vez por todas, que as suas políticas foram rejeitadas pelo povo grego, questão que tem que ter consequências nas negociações a realizar doravante. Essas negociações têm obrigação de ser conduzidas em consonância com a expressão da vontade do povo grego e não em função dos interesses dos mercados sem rosto, que as elites europeias e o FMI teimam em servir.

Os Verdes sublinham, também, as posições confrangedoras assumidas ao longo dos últimos meses pelo governo português e pelo Presidente da República portuguesa, procurando condicionar as negociações com a Grécia à lógica de subserviência e da austeridade que impuseram e querem continuar a impor para Portugal. O governo PSD/CDS, na linha das elites europeias, do BCE e do FMI, tem horror a que seja visível uma alternativa a estas políticas absurdas de empobrecimento e de desigualdades sociais das quais foram e são protagonistas.

Os resultados deste referendo demonstram uma afirmação de soberania do povo grego e uma determinação em dizer ‘basta’ a políticas absolutamente ruinosas para o desenvolvimento do seu país. Os Verdes manifestam a sua profunda solidariedade para com o povo grego e consideram ser também muito importante realçar a forma como os cidadãos gregos aderiram de forma muito expressiva à participação neste referendo num ato assinalável de cidadania.

O Partido Ecologista Os Verdes

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213 960 308; TM: 917 462 769 -  osverdes@gmail.com) - www.osverdes.pt

Lisboa, 5 de julho de 2015

12/05/2014

Amanhã – 13 de Maio - Susana Silva, candidata do PEV nas listas da CDU, visita escolas de Oeiras

Susana Silva, candidata ecologista, nas listas da CDU, ao Parlamento Europeu, juntamente com outros dirigentes e ativistas de “Os Verdes” e eleitos locais da CDU, entre os quais o Vereador Daniel Branco, assim como membros da Associação de Pais e Encarregados de Educação, vai estar amanhã, dia 13 de Maio, em Oeiras, para participar numa ação sobre educação e ensino, nomeadamente sobre o encerramento de estabelecimentos de ensino, a criação de mega agrupamentos e as condições de funcionamento dos mesmos. 
   
Programa  

13 de Maio - terça-feira
10.00h - Visita à Escola EB João Freitas Branco (Laveiras), Caxias (escola que será encerrada no próximo ano letivo)
De seguida - Visita à Escola EB1 Samuel Johnson (Murganhal, Caxias) e reunião com a Direcção do Agrupamento de Escolas de São Bruno e com a Associação de Pais e Encarregados de Educação
14.00h - Visita à Escola EB1/JI Porto Salvo e reunião com a Direcção do Agrupamento de Escolas Aquilino Ribeiro
15.30h - Declarações à imprensa junto à entrada da EB1/JI Porto Salvo.

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769
Lisboa, 12 de Maio de 2014

08/05/2014

Lisboa - Os Verdes apresentam manifesto ecologista

“Para uma outra Europa”

O Partido Ecologista Os Verdes apresentou hoje as linhas do seu "Manifesto Pelo Fim À Austeridade, Desenvolver Portugal Numa Outra Europa" para as eleições ao Parlamento Europeu.

Os Verdes e as suas candidatas, integradas na lista da Coligação Democrática Unitária (CDU) – Manuela Cunha, Susana Silva e Mariana Silva - reafirmam a alternativa sustentável de esquerda e apresentam as suas propostas para fazer face à crise que a União Europeia e Portugal atravessam. Propostas estas que surgem também da colaboração com os Verdes Europeus, família à qual o PEV pertence.

A apresentação do Manifesto Verde teve lugar no Jardim Amália Rodrigues, ao cimo do Parque Eduardo VII, em Lisboa.





16/04/2014

Amanhã – 17 de Abril - Candidata do PEV ao Parlamento Europeu em contacto com a população

A candidata do PEV, nas listas da CDU, ao Parlamento Europeu, Susana Silva, juntamente com outros ativistas de “Os Verdes”, estará amanhã, dia 17 de Abril de Abril, em Lisboa, para uma iniciativa de contacto com a população, alertando para a dimensão que a emigração forçada, decorrente das políticas deste Governo, está a assumir no país e para os impactos que tem nas famílias portuguesas.

“Os Verdes” estarão amanhã, às 17.00h, próximo do Terreiro do Paço, na estação da Transtejo/Soflusa (barcos para o Barreiro e Montijo).

O Partido Ecologista “Os Verdes”

(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769


Lisboa, 16 de Abril de 2014

08/04/2014

9, 10 e 11 de Abril - Candidata do PEV ao Parlamento Europeu em contacto com a população


A candidata do PEV, nas listas da CDU, ao Parlamento Europeu, Susana Silva, juntamente com outros ativistas de “Os Verdes”, estará nos próximos dias 9, 10 e 11 de Abril, em Lisboa, para contacto com a população, alertando para a dimensão que a emigração forçada está a assumir no país e para os impactos que tem nas famílias portuguesas.

Programa - Lisboa

09/04 – 9.00h – Campo Grande
10/04 – 9.00h – Cais do Sodré
11/04 – 9.00h – Marquês de Pombal

O Partido Ecologista “Os Verdes”
(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)
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Lisboa, 8 de Abril de 2014

01/04/2014

Dia das Mentiras - Dia do Governo

1 de Abril, Gare do Oriente - Lisboa
“Os Verdes” ergueram hoje monumento aos mentirosos do ano.
Como já é tradição, o Partido Ecologista “Os Verdes” voltou a entregar, este ano, no “Dia da Mentira” mais um troféu. Desta vez, o PEV construiu um monumento aos maiores mentirosos do ano que ganharam, ex aqueo, o prémio: Pedro Passos Coelho e Paulo Portas. Relembramos que, entre outros, este prémio foi já atribuído à EDP. 
“Os Verdes” ergueram a obra do regime – a “Pirâmide das mentiras acumuladas”
Além de erguer este monumento, vários miliantes e activistas do PEV distribuiram um documento com a lista de algumas mentiras deste Governo.






Dia da Mentira
1 de Abril de 2014
“Os Verdes” erguem monumento aos mentirosos do ano

Pedro Passos Coelho

Sobre a Barragem de Foz Tua - “Se for eleito revejo o processo” (2011)
Sobre corte das pensões - “A ideia… de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento” (Março, 2011)
“A austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimentos” (Abril, 2011)
“2013 será o ano da inversão da situação económica” (Agosto, 2012)
“O Governo não está a preparar um aumento de impostos” (Julho, 2012)
“Ninguém aconselhou os portugueses a emigrar…” (Janeiro, 2013)
Sobre corte das pensões - “Não estamos a ir buscar mais, estamos a ir buscar menos” (Outubro, 2013)

Paulo Portas

“Em 2014… vamos poder falar de Portugal sem troika” (Dezembro, 2013)
“… a apresentação do pedido de demissão que é irrevogável, obedece à minha consciência” (Julho, 2013)
“A economia está a recuperar” (Março, 2014)
“Quem precisa da ajuda do Estado continua a tê-la” (Março, 2014)

Estas foram algumas das muitas mentiras proferidas por dois dos principais membros do Governo, durante os seus anos de governação. Como tal, “Os Verdes” quiseram assinalar este dia, erguendo uma pirâmide de mentiras empilhadas umas nas outras, tal como as pedras das pirâmides. Assim como os faraós, também Passos Coelho e Paulo Portas querem levar com eles para o túmulo os portugueses e as riquezas do país.

Não deixe que uma mentira muitas vezes repetida se torne verdade, nem em Portugal, nem na União Europeia. Por isso, no próximo dia 25 de Maio, penalize os mentirosos e dê força a “Os Verdes” e à CDU.

Se é uma das vítimas destas mentiras e das políticas que elas alimentam ou se, como nós, pensa que é urgente mudar esta situação, não cale mais o seu descontentamento. A opção também está nas suas mãos.

As próximas eleições para o Parlamento Europeu, dia 25 de Maio, são uma oportunidade para dar voz aos que defendem uma mudança e para penalizar aqueles que mentem e que insistem em arrastar o país para a miséria.

Promova a mudança e a alternativa, com “Os Verdes” e com a CDU!

18/03/2014

Tempo de Antena do PEV

Tempo de Antena do Partido Ecologista «Os Verdes» sobre as Eleições Europeias de 2014.
Com intervenções de Manuela Cunha, Mariana Silva, Susana Silva e Mónica Frassoni.
As questões da Orla Costeira, o Litoral, o Desemprego e a Europa são as questões principais deste tempo de antena do PEV.

11/12/2013

«Os Verdes» consideram que Acordo de Pesca entre a União Europeia e Marrocos viola o Direito Internacional e os direitos do povo saharaui


O novo Acordo de Parceria no domínio da pesca entre a União Europeia e Marrocos, foi ontem aprovado no Parlamento Europeu por 310 votos a favor, 204 contra e 50 abstenções.

Este acordo representa o apoio da União Europeia às violações dos Direitos Humanos dos saharauis, que estão privados dos seus direitos e liberdade, vivendo num estado de violência, terror e repressão por parte do Reino de Marrocos, que ocupa ilegalmente estes territórios desde 1975, com o claro objetivo de explorar os seus valiosos recursos, impedindo que o povo saharaui exerça o seu direito à autodeterminação, reconhecido pela Assembleia Geral Organização das Nações Unidas, pelo Conselho de Segurança, pelo Tribunal Internacional de Justiça, e por outras instituições

Já anteriormente, sobre esta matéria, um parecer elaborado pelo gabinete jurídico do Parlamento Europeu levantou sérias reservas sobre a sua conformidade com o Direito Internacional, razão pela qual em Dezembro de 2011, o Parlamento Europeu decidiu não autorizar a sua assinatura.

Além disso, não ficou demonstrado que as contrapartidas financeiras da União Europeia fossem utilizadas para benefício da população saharauis, apesar de 79% das capturas de recursos pesqueiros realizadas por Marrocos serem nas águas territoriais do Sahara Ocidental, segundo dados de um relatório recente do Conselho Económico e Social marroquino.

Marrocos não tem qualquer soberania sobre o Sahara Ocidental e os seus recursos naturais, uma vez que ocupou ilegalmente este território. Logo, qualquer acordo firmado com Marrocos que inclua a exploração destes recursos, constitui uma clara violação do Direito Internacional.

O Partido Ecologista reafirma a sua posição de solidariedade e cooperação com o povo saharaui, na defesa dos seus direitos e considera que este acordo não está em conformidade com os princípios do direito internacional relativos aos direitos deste povo sobre os seus recursos naturais, que devem ser respeitados, e considera ainda que com esta aprovação o Parlamento Europeu virou as costas ao povo do Sahara Ocidental.

O Partido Ecologista “Os Verdes”,

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213 917 424 – TM: 917 462 769 -  imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)

Lisboa, 11 de Dezembro de 2013

18/03/2010

“OS VERDES” EM BARCELONA NA REUNIÃO DOS VERDES EUROPEUS


Uma delegação do Partido Ecologista “Os Verdes”, composta pelos dirigentes nacionais Victor Cavaco e Francisco Madeira Lopes, estará presente na reunião dos Verdes Europeus que se realizará em Barcelona, Espanha, de 19 a 21 de Março.
São de salientar, nesta reunião, três assuntos: balanço Pós-Copenhaga, sobre alterações climáticas, iniciativas relativas aos Verdes do Mediterrâneo e os OGM e a recente decisão de autorizar o cultivo de uma batata transgénica na União Europeia.

23/11/2009

TRATADO DE LISBOA INTERVENÇÃO DE "OS VERDES" NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

A Europa prepara-se para receber o Tratado de Lisboa, mas à grande maioria dos Europeus, incluindo os Portugueses, não lhes foi dada a possibilidade de dizerem se queriam ou se não queriam este Tratado. Não foi necessário. Os iluminados, ditaram o nosso destino colectivo. Foi porreiro, mas não tão fácil como parecia. Obrigou a alguns números de magia, algumas manobras esforçadas e a um novo baptizado. O não da França e da Holanda, foi apenas um contratempo. Nada que não se resolvesse. Retiraram-se alguns aspectos laterais, como o hino e a bandeira, mais uns retoques, poucos, aqui e ali, e rebaptizou-se o Tratado, agora de Lisboa, antes Tratado Constitucional, e aí está a receita encontrada para colocar os povos que disseram “Não” a dizer “Sim” e evitar que os povos que não se pronunciaram pudessem dizer “Não” pela via do referendo.Foi de facto um número digno de fazer inveja aos mágicos. E em nome da Democracia, mas com um invulgar requinte democrático: impôs-se um tratado constitucional aos Europeus. Isto quando todos nós sabemos que apesar da nova roupagem, o essencial do conteúdo do dito Tratado Constitucional permanece, ou seja, o caminho para uma Europa desigual e prossecutora de políticas neo-liberais, que fragilizam as conquistas sociais, tanto pela via da liberalização dos mercados, como pela privatização de serviços públicos, um caminho que promove a militarização da União Europeia, o aumento das despesas militares e a corrida aos armamentos. Mudou o nome e pouco mais.Foi por isso que o soar pressionado dos tambores da Irlanda, passou completamente ao lado dos povos europeus, estariam certamente à espera, ansiosos, da luz verde da Republica Checa, para finalmente saírem à rua em festa, comemorar tão importante decisão para as suas vidas, para os seus destinos.Mas afinal, nada, nem um foguete em toda a Europa. As comemorações reduziram-se provavelmente a umas pouca e pequenas fórmulas, semelhantes ao “Porreiro pá” trocadas entre os iluminados, que correram para a preocupação seguinte: quem vai ser o Presidente do Conselho Europeu e o Alto Representante para a Politica Externa?O Pior de tudo, é que a Historia que os líderes europeus acabaram por escrever neste processo, não é pura coincidência, teve como pano de fundo e em exclusivo as necessidades do mercado, e qualquer semelhança com a realidade, não é, infelizmente ficção.Se dúvidas houvesse relativamente às motivações que envolveram a necessidade deste Tratado, agora de Lisboa, antes Constitucional, ou se dúvidas houvesse sobre os propósitos que o nortearam, elas desfazer-se-iam com a simples constatação, de que se fosse a pensar nas pessoas, nos europeus, não se corriam riscos e não haveria receio de perguntar aos povos se queriam ou não este Tratado. Se fosse bom para a grande maioria dos Europeus, certamente diriam que sim. Foi por isso que não lhes perguntaram, foi por isso que não permitiram que se pronunciassem. E no que diz respeito aos Portugueses com a agravante dessa consulta constituir uma promessa eleitoral do Partido Socialista e de constar do Programa do Governo de então.Uma promessa trabalhada, que inclusivamente motivou um Processo de Revisão Constitucional para tornar possível a consulta dos Portugueses sobre a matéria.O referendo era, na nossa perspectiva, uma exigência democrática, que se impunha. Era necessário perguntar aos Portugueses, se o queriam ou não queriam, mas houve receios de novos contratempos, de novos embaraços.Pode ter sido “porreiro”, mas foi muito pouco elegante.Pode ter sido eficiente, mas foi pouco honesto, face às promessas que sobre o assunto se fizeram aos Portugueses.O Tratado que foi imposto aos Europeus vem agravar os traços negativos das políticas neoliberais com que temos vivido e que desembocaram na crise que vivemos.Pretende aprisionar os serviços públicos à política de concorrência e ao mercado interno, dando resposta à gula dos grupos privados que deles querem tomar conta.Impõe competências partilhadas, submetidas às orientações da política de concorrência, em importantes domínios como seja a politica social, os transportes, a agricultura e pescas, a defesa dos consumidores, o ambiente, entre outrasNa perspectiva dos Verdes, o Tratado não traz vantagens para Portugal, nem para os Portugueses.E em jeito de conclusão podemos agora dizer, o que já há muito se percebeu: tinham razão em não dar a voz aos Portugueses, em não permitir o referendo, os Portugueses teriam dito certamente que não.
José Luís Ferreira

Novembro de 2009

03/11/2009

REACÇÃO DE “OS VERDES” ÀS ESTIMATIVAS APRESENTADAS PELA COMISSÃO EUROPEIA

As estimativas apresentadas pela Comissão Europeia, em relação à situação económica em Portugal, merecem uma ponderação muito forte em relação à actual ausência de medidas eficazes para combater o agravamento da situação, bem como à absoluta necessidade de que essas medidas venham a existir. Um crescimento económico negativo em 2009 e quase nulo em 2010, a par de uma taxa de desemprego na ordem dos 9%, é uma previsão que nos remete para a inadequação das políticas tomadas, que se traduzem na permanência das graves condições de vida de muitos e muitos portugueses. “Os Verdes” reafirmam que a dinamização interna da economia é uma peça chave para estimular o nosso crescimento económico, e essa dinamização dá-se com apoios bem direccionados, atempados e reais do Estado às micro, pequenas e médias empresas, bem como com políticas salariais e de pensões que permitam que a generalidade dos portugueses se “transforme” em agente dinamizador dessa economia e não numa permanente vítima da mesma que é, na verdade, a “personagem” que o Governo destinou à generalidade dos trabalhadores e famílias. Face às previsões de desemprego, que não se perspectiva que venha a diminuir substancialmente, se não houver uma intenção dedicada do Governo a inverter a situação, e que, face às previsões de crescimento económico, não se estima que tenha um rápido recuo, o PEV considera que se torna uma urgência nacional a alteração das regras de subsídio de desemprego, por forma a garantir que os desempregados tenham direito a esse apoio social.
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
Lisboa, 3 de Novembro de 2009.

02/10/2009

UE defende deslocações urbanas mais ecológicas

A Comissão Europeia adoptou esta semana um plano de acção para a mobilidade urbana, no qual propõe 20 medidas concretas que vão ajudar as autoridades locais, regionais e nacionais a concretizar o objectivo de uma mobilidade urbana sustentável.
“Nunca antes a Comissão propusera medidas concretas para tornar mais fáceis e ecológicas e organizar melhor as deslocações urbanas. As medidas irão incentivar e ajudar os municípios, que estarão mais bem informados e mais bem equipados, a vencer os desafios que se lhes colocam”.
O plano de acção dá sequência ao Livro Verde sobre mobilidade urbana adoptado em 25 de Setembro de 2007. O debate que se seguiu à adopção deste Livro Verde confirmou o valor acrescentado de medidas comunitárias em prol da mobilidade urbana, sem prejuízo das competências nacionais, regionais e locais.
O congestionamento urbano, os acidentes de viação, a poluição do ar e o consumo de energia têm incidências negativas na economia da Europa e no bem-estar dos seus cidadãos. Mais de 70% da população da União Europeia vive em zonas urbanas e cerca de 85% do PIB da UE é gerado nas cidades. O tráfego urbano é responsável por cerca de 40% das emissões de CO2 e 70% das emissões de outros poluentes atmosféricos com origem no tráfego rodoviário. Um em três acidentes de viação fatais ocorre em zonas urbanas.
Responder a estes desafios é responder também às preocupações dos cidadãos: nove em dez cidadãos da UE pensam que se deveria melhorar a situação do tráfego na sua zona. É igualmente essencial para o êxito das estratégias globais da UE de combate às alterações climáticas e promoção do crescimento económico e do desenvolvimento sustentável.
O plano de acção compreende uma série de propostas em várias áreas. Por exemplo, para reforçar os direitos dos passageiros dos transportes públicos urbanos, a Comissão promoverá compromissos voluntários em concertação com o sector. Irá também apoiar projectos de investigação e demonstração, por exemplo de veículos com menos ou sem emissões, e procurar articular na prática a mobilidade urbana e a política comunitária nos domínios da coesão, da saúde e da deficiência.
Será lançada uma iniciativa destinada a melhorar as informações de viagem e a Comissão continuará a apoiar as campanhas de sensibilização do público, como a Semana Europeia da Mobilidade.
A fim de acelerar a adopção de planos de mobilidade urbana sustentável pelas autoridades locais, a Comissão preparará materiais informativos, promoverá acções de formação e promoção e produzirá documentos de orientação em aspectos importantes destes planos, como a distribuição de mercadorias em meio urbano e a utilização de sistemas de transporte inteligentes em prol da mobilidade urbana.
As acções serão lançadas nos próximos quatro anos. Em 2012, a Comissão avaliará os progressos alcançados e a necessidade de outras acções.

Ver
http://ec.europa.eu/transport/urban/urban_mobility/urban_mobility_en.htm

14/06/2009

Organizações ambientalistas dão nota negativa ao presidente da Comissão Europeia

Não se pode dizer que tenha sido brilhante a prestação da Comissão Europeia nas mãos de Durão Barroso, de 2004 a 2009. Na verdade, foi mesmo “preocupante”.
Numa escala com dez valores, Bruxelas só conseguiu uma média de 4,4, numa avaliação em doze sectores feita pela ‘Green 10’ 1, uma plataforma de organizações ambientalistas como a WWF, Greenpeace ou os Amigos da Terra.
A melhor nota foi para o Clima, com sete valores, e depois para a Energia e Transportes, ambos com seis valores. O cumprimento da legislação europeia e a saúde surgem com cinco valores. A seguir na lista estão, com quatro valores, a agricultura, a biodiversidade, o orçamento e a política de coesão e comércio.
Bruxelas teve pior nota na estratégia de desenvolvimento sustentável (apenas dois valores) e na transparência e recursos naturais (ambos com três valores).
A plataforma responsabiliza pela má nota o fracasso da reforma das políticas da agricultura e pescas e pela incapacidade de avançar com políticas economicamente sustentáveis.
“Ecossistemas saudáveis e a biodiversidade são essenciais para o desenvolvimento das nossas economias. Ainda assim, muita actividade económica continua hoje a poluir e destruir irreversivelmente o Ambiente e a saúde das pessoas”. É por isso urgente “que a União Europeia garanta que as suas políticas económicas sejam sustentáveis”.
As organizações lembram que, quando assumiu funções, Durão Barroso “rejeitou explicitamente a ideia de que a UE deveria tentar, ao mesmo tempo, cumprir objectivos económicos e ambientais”, centrando-se no crescimento económico e nos empregos. “As preocupações ambientais e sociais deveriam vir em segundo lugar”. “Apesar do compromisso do comissário para o Ambiente, a Comissão perdeu oportunidades para trazer soluções ‘win-win’ para o Ambiente e Economia”, consideraram.
O relatório conclui que Bruxelas negligenciou a protecção da natureza, não conseguiu um financiamento adequado à Rede Natura 2000 e continua a apoiar os organismos geneticamente modificados (OGM).
A plataforma apela à próxima Comissão Europeia para inverter estes resultados e apresentar políticas “que beneficiem o ambiente, a saúde das pessoas e criem crescimento económico sustentável e postos de trabalho” 2.

1. Ver
www.green10.org
2. Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1386065&idCanal=11

04/06/2009

Ambiente na Europa é rótulo ou produto?

A União Europeia vive sobre o rótulo de exigência de altos padrões ambientais. Mas valerá a pena analisarmos se é mesmo assim ou se o rótulo, afinal, é enganador quanto ao produto que nos é vendido.
Com efeito, a União Europeia tem prosseguido rumos, tomado opções políticas e aceitado certas decisões extraordinariamente negativas à boa e desejável valorização ambiental. Seguem alguns meros exemplos coligidos por “Os Verdes”.
A produção agrícola localizada, garantia de muito maior qualidade dos produtos, muito mais benéfica em termos ambientais pela diminuição da quantidade de transporte de bens alimentares, maioritariamente rodoviário, e, ainda por cima, com a vantagem de dinamização das economias locais e da criação de emprego, foi esvaziada pelas políticas europeias. A política agrícola comum beneficiou grandes países e grandes agricultores, gerando o empobrecimento dos agricultores portugueses, lançando muitos para o desemprego ou para o abandono do mundo rural e, consequentemente, contribuindo também para gerar consequências de ordem ambiental muito graves, como os famigerados fogos florestais de que somos vítimas anualmente.
A imposição de transgénicos na agricultura foi um dos outros erros crassos da política europeia, que, já para não falar dos prejuízos que daí de correm para os agricultores, foi uma manifesta cedência às multinacionais do sector agro-alimentar, como a Monsanto, que resulta em perda de biodiversidade, como vários estudos de campo já demonstraram, com impactos ambientais muito significativos.
A integração do nuclear no mix-energético da União Europeia, com o seu consequente financiamento, abriu de imediato a gula a apetites vorazes de grandes grupos económicos que continuam a fazer pressão em Portugal para que cá se instale uma ou mais centrais nucleares, com toda a falta de resposta que existe, ainda hoje, para os resíduos radioactivos.
Até quanto à matéria das alterações climáticas, a União Europeia, que sempre se tem apresentado com o rótulo de vanguardista nesse combate, descura agora, a pretexto da crise financeira, os objectivos de cumprimento do protocolo de Quioto, sem esclarecer que os países que não prosseguirem os seus objectivos o que estão, de facto, a fazer é a preparar uma nova crise para os anos imediatamente a seguir ao primeiro período de cumprimento de Quioto (ou seja, depois de 2012), o que em muito pode vir a afectar empresas e consequentemente empregos.
Da forma como a União Europeia impôs um pacto de estabilidade e crescimento, sem olhar às suas consequências, incentivando os governos nacionais a menorizar as políticas sociais e ambientais para atingir um défice de 3%, até ao silêncio da Comissão Europeia em relação à instalação da co-incineração em pleno Parque Natural da Arrábida, num sítio classificado como de interesse comunitário (sic), tudo valeu para que os grandes interesses económicos valessem sobre direitos ambientais.
O PEV defende uma Europa estruturalmente defensora e geradora da valorização ambiental, conscientes de que, quando o exigimos, é de maior qualidade de vida, de maior saúde pública, de melhor economia e de maior garantia de direitos que falamos – queremos políticas com conteúdo ambiental e não sustentadas em rótulos enganadores!

02/06/2009

Eleições Europeias 2009 - "Os Verdes" organizam Encontro sobre Eco-Desenvolvimento

O Partido Ecologista “Os Verdes” organiza no próximo dia 3 de Junho na Baixa da Banheira, Concelho da Moita, Distrito de Setúbal, um encontro subordinado ao tema “Eco-Desenvolvimento” que contará com a participação de Nuno Cavaco (Geógrafo), João Pedro Figueiredo (Engenheiro) e também com a Deputada do PEV, Heloísa Apolónia.
Esta é uma iniciativa que tem por objectivo abordar questões relacionadas com a rápida degradação ambiental a que temos vindo a assistir nos últimos tempos.
Para “Os Verdes”, é tempo de traduzir a sustentabilidade dos processos de crescimento no eco-desenvolvimento e transformar cada um de nós em agente de mudança.
“Os Verdes” convidam todos a comparecerem neste encontro, que se realizará no dia 3 de Junho, às 21.00h, no Ginásio Atlético Clube da Baixa da Banheira.

29/05/2009

Tertúlia em Sines

O Partido Ecologista "Os Verdes" está a organizar, para o próximo dia 30 de Maio, Sábado, uma Tertúlia/Conversa em Sines sobre os temas: Alterações Climáticas e Conservação da Natureza. Esta iniciativa contará com a participação do deputado ecologista e candidato ao Parlamento Europeu, Francisco Madeira Lopes e com o dirigente nacional Victor Cavaco.
Aparece!
Traz a tua opinião.
Traz um amigo também.
Contamos com a tua presença!
Tertúlia / Conversa Dia 30 de Maio – Sábado às 16h - Na Cafetaria do Castelo de Sines

27/05/2009

Eleições Europeias 2009 - OS VERDES DA SUÉCIA EM PORTUGAL

Per Gahrton, membro dos Verdes Suecos e representante do Partido Verde Europeu, estará em Portugal no próximo dia 27 de Maio. Destacamos a sua presença na seguinte iniciativa: 27 de Maio às 21.00h Tertúlia “O Parlamento Europeu, a União Europeia e as Políticas de Ambiente” Octubros Bar (Av. 5 de Outubro) às 21.00h, em Setúbal.
Também com a participação dos candidatos do PEV, Francisco Madeira Lopes e Cláudia Madeira.
APARECE!
PARTICIPA!

11/05/2009

CDU em defesa dos Direitos das Mulheres

A CDU promoveu hoje um encontro sobre a defesa dos Direitos das Mulheres, pelas 18h00, na Quinta da Fidalga, no Seixal.

Esta iniciativa inseriu-se no âmbito das Eleições para o Parlamento Europeu e contou a participação de Heloísa Apolónia, dirigente nacional e deputada de "Os Verdes" à Assembleia da República, de Ilda Figueiredo, deputada e candidata da CDU ao Parlamento Europeu, e de Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP.

Também outros candidatos e candidatas do PCP, de "Os Verdes" e independentes marcaram a sua presença neste encontro.

Nas várias intervenções houve uma denúncia dos atentados, das injustiças e das desigualdades de que as mulheres são alvo, bem como das propostas que vão surgindo por parte de outras forças políticas, sobretudo em época de campanha, e que não passam de meras intenções e caça aos votos.

A CDU, mais uma vez, afirmou-se como uma força capaz de marcar a diferença, capaz de lutar pelos Direitos de todos, rumo a uma Europa e um país cada vez mais igual, justo e solidário.

A CDU reafirmou-se como uma força que luta pelas mulheres e com as mulheres.

09/05/2009

Sessão de Esclarecimento sobre as eleições Europeias

Sessão de Esclarecimento sobre as eleições Europeias

Em 2006 foi aprovada no Parlamento Europeu a famigerada directiva Bolkenstein que introduziu o princípio da liberalização de vastos sectores de actividade, incluindo áreas sensíveis do sector público como a água, a educação, os serviços postais, a energia...

Quais as implicações que esta directiva trouxe para Portugal?
Porque estamos hoje mais dependentes do estrangeiro?
Por que razão temos menos indústria, menos pescas e menos agricultura?
Quais as propostas da CDU em defesa dos interesses do nosso povo e do país?

Para responder a estas e outras questões realizou-se hoje, pelas 15h00, uma sessão de esclarecimento sobre as eleições Europeias, no salão da Junta de Freguesia da Buraca, com a participação de Cláudia Madeira, candidata de "Os Verdes" na lista da CDU ao Parlamento Europeu.