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08/02/2017

Os Verdes visitaram a freguesia do Areeiro e abordaram problemas de acessibilidades, transportes e estacionamento

 
O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes realizou hoje, dia 08 de Fevereiro, uma visita à Freguesia de Areeiro, com o objectivo de visitar alguns locais desta freguesia.
 
 
O Grupo Municipal do PEV contactou o Movimento “Vizinhos do Areeiro” e a população da freguesia, tendo distribuído um documento referente à Mobilidade e Transportes em Lisboa e abordado questões relacionadas com a reposição dos serviços da Carris, a conclusão das obras de ampliação da estação de Areeiro e Arroios, o estacionamento, a higiene urbana, a manutenção do espaço público e dos espaços verdes, entre outras.
 
 
Esta iniciativa inseriu-se num périplo que o PEV está a realizar pelas 24 freguesias da cidade, com vista a auscultar os principais problemas que afectam os munícipes e ser porta-voz dos seus problemas e aspirações na Assembleia Municipal de Lisboa.
 


 
O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes vai continuar a acompanhar de perto estes problemas e levará estas questões à Assembleia Municipal de Lisboa, através de várias iniciativas, no sentido de obter mais esclarecimentos por parte da autarquia e com o objectivo da sua resolução.

22/01/2014

«Os Verdes» rejeitam proposta de transferência de competências e recursos humanos para as Freguesias

 

Os Deputados Municipais do Partido Ecologista «Os Verdes» rejeitaram ontem, na Assembleia Municipal de Lisboa, as Propostas referentes à transferência de competências e recursos humanos por entenderem que: 
 
- este processo é pouco transparente e apressado, havendo ainda muitas questões que devem ser asseguradas e devidamente fundamentadas, não o tendo sido até agora, apesar das várias tentativas em obter esclarecimentos;
 
- todos os Equipamentos Educativos, Culturais e Desportivos deviam ser considerados Equipamentos de Natureza Estruturante para a Cidade pois constituem uma rede municipal de equipamentos com uma cobertura territorial ao nível de todo o Município e assim, permitiria uma coordenação, articulação, racionalização, cooperação e partilha de recursos mais eficazes;
 
- em relação aos espaços, vias e equipamentos a ser transferidos ainda subsistem dúvidas quanto à fronteira da divisão de responsabilidades, de capacidade de intervenção e de assumpção das despesas inerentes;
 
- a limpeza e higiene urbana deviam ser consideradas como Missões de Interesse Geral e Comum do Município, cabendo à CML assegurar a limpeza e higiene urbana integral em toda a Cidade de Lisboa;
 
- a transferência de competências para cada Junta potenciará uma pulverização de actos de gestão, desintegrados e com diferentes contratos para equipamentos similares, tal fará inevitavelmente subir os custos para os munícipes;
 
- não estava salvaguardada a defesa da manutenção do vínculo dos trabalhadores ao Município, com quem celebraram contrato de trabalho para exercício de funções publicas;
 
- não estava salvaguardado o respeito pela obrigatoriedade da existência de acordo prévio com os trabalhadores do Município de Lisboa em relação à transferência para outra autarquia local.
 
Desta forma, «Os Verdes» votaram contra as propostas da Câmara, apresentando uma recomendação para minimizar os seus efeitos nefastos para a cidade e os trabalhadores do município, que foi parcialmente aprovada, e que recomendava que a Câmara Municipal de Lisboa:
 
- apresentasse aos parceiros sociais e por inerência aos trabalhadores do município, bem como às Juntas de Freguesia e à Assembleia, qual a metodologia e a calendarização a adoptar para a transição dos recursos humanos do mapa de pessoal do Município de Lisboa para as Juntas de Freguesia;
 
- preparasse um procedimento célere de auscultação aos trabalhadores dos diversos Departamentos do município de Lisboa, a fim de avaliar e preparar listas de voluntários a serem transferidos para cada uma das freguesias de Lisboa;
 
- e ainda que informasse periodicamente a Assembleia sobre os critérios a utilizar, a calendarização a seguir e os acordos entretanto estabelecidos com os presidentes de Junta e os sindicatos.
 
O Grupo Municipal do Partido Ecologista «Os Verdes» considera grave todo este processo e que a saída destes trabalhadores dos mapas de pessoal da autarquia para os mapas de pessoal das Juntas de Freguesia desmantelará os serviços municipais, levando à degradação da prestação do serviço público a que a população de Lisboa tem direito.
 
Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de «Os Verdes».
Lisboa, 22 de Janeiro de 2014

Intervenção do deputado municipal do PEV Sobreda Antunes, sobre a descentralização de competências para as freguesias de Lisboa

 

Proferida na Assembleia Municipal de Lisboa a 21 de Janeiro de 2014
 
Proposta nº 4/2014 (ex-nºs 915 e 916/2013) – Transferência de competências e recursos humanos
 
Debatemos aqui hoje a Proposta nº 4/2014 que, na sequência das diversas audições realizadas no seio das Comissões da AML, introduziu ligeiras alterações às anteriores Propostas nºs 915 e 916/2013. Estas Propostas têm em vista traçar “um elenco de missões de interesse geral e comum”, os “espaços, vias e equipamentos de natureza estruturante para a cidade” e ainda definir os “critérios de transição dos recursos humanos do mapa de pessoal do Município” para os mapas de pessoal das Juntas de Freguesia.
Quanto a estes espaços, vias e equipamentos não ficou ainda claro, nem sequer para os próprios presidentes de Junta, qual a fronteira da divisão de responsabilidades, de capacidade de intervenção e de assumpção das despesas inerentes em algumas das missões gerais e daquelas a descentralizar, basicamente por existir um número considerável de excepções à regra comum, tanto a nível da intervenção no espaço público, como nas áreas verdes, nas escolas, na higiene e limpeza urbanas, na sinalização, nas licenças, etc.
Por um lado, devido a ser mais do que óbvio não serem comparáveis os meios e recursos da CML com os que cada Junta de Freguesia vai dispor para coordenar com eficácia as competências que lhes serão transferidas, quando apenas dispõem de apenas um eleito a tempo inteiro. É que, em contrapartida, a CML dispõe hoje, para controlar essas mesmas tarefas, vários Departamentos e Divisões Municipais. A consequência poderá vir a ser a expectável degradação dos serviços públicos que se desejaria fossem de qualidade para os munícipes pagantes de taxas municipais.
Por outro lado, tendo em consideração que a transferência de competências para cada Junta potenciará uma pulverização de actos de gestão, desintegrados e com diferentes contratos para equipamentos similares, tal fará inevitavelmente subir os custos para os munícipes. Perante às várias excepções à regra sobre a descentralização de espaços, vias e equipamentos, condicionadas pela ainda previsível interferência da CML sobre os casos dúbios das missões a transferir, os presidentes de Junta terão muito com que se preocupar, pois não possuem, nem equipas, nem condições técnicas, para proceder à gestão e manutenção de equipamentos com tal complexidade.
Inserida neste perfil de indefinições encontra-se uma parte dos equipamentos culturais, como a actual Rede BLX de Bibliotecas Municipais, sendo umas consideradas como ‘bibliotecas-âncora’, uma por cada Unidade Operativa de Planeamento de Gestão (UOPG), e as restantes que poderão transitar para as Freguesias.
A Proposta indica que todas as bibliotecas, incluindo as não estruturantes, integrarão a Rede BLX, a fim de serem geridas no âmbito do Programa Estratégico Biblioteca XXI, quer para efeitos de gestão do acervo bibliográfico, como para o tratamento técnico documental e empréstimo entre bibliotecas. Mas alguns presidentes de Junta já começaram a perceber que vão ficar no seu regaço com alguns edifícios pouco atractivos.
Com efeito, já em 2012, um estudo encomendado pela vereação concluíra haver uma cobertura territorial muito insuficiente e edifícios desadequados à missão das bibliotecas. Detectara, inclusive, que apenas as bibliotecas das Galveias, de Belém e a agora recentemente encerrada Hemeroteca cumpriam os mínimos e que as restantes não tinham em consideração os padrões de exigência em vigor, por possuírem “áreas exíguas e subdimensionadas, com espaços muito compartimentados”.
É sobejamente reconhecido que uma biblioteca devidamente inserida no seu bairro contribui para reforçar as redes sociais e diminuir as situações de isolamento social. Mas devido às deficientes condições em que algumas se encontram, as Juntas que as receberem terão de alocar investimentos consideráveis.
Por isso, o Partido Ecologista “Os Verdes” questiona como poderá uma Freguesia dar resposta à melhoria da qualidade das instalações? Onde vai buscar as verbas? Será que uma biblioteca ‘não âncora’, que deseje fazer obras ou adquirir equipamentos, poderá (ou não) vir a concorrer a financiamentos autónomos? Poderá, por ex., candidatar-se ao Programa de Apoio às Bibliotecas Municipais ou terá de o fazer na dependência da CML?
Poderá definir uma política e um programa próprios de gestão para a sua biblioteca? Poderá adquirir espólios bibliográficos que considere relevantes ou terá de pedir um parecer técnico prévio à CML? Poderá adaptar metodologias independentes para produtos e serviços documentais que pretenda disponibilizar ao seu universo de utilizadores? Poderá estabelecer horários de abertura ao público reduzidos ou desadequados às necessidades dos leitores? Uma outra questão que ficou sem resposta da vereação: poderá uma Freguesia aprovar uma tabela de taxas distintas ou mesmo criar um mapa de pessoal sem técnicos especializados?
Uma situação que consideramos gravíssima foi a própria direcção municipal ter respondido, numa das Comissões da AML, quando questionada sobre a coordenação técnica das Unidades de Informação a transferir para as Freguesias, poder ser dispensável a direcção técnica dos profissionais BAD (de Biblioteca, Arquivo e Documentação)! Como é possível uma biblioteca não ser gerida por um profissional da área? Será que a CML pediu algum parecer técnico prévio à BAD, à DGLAB - Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, ou mesmo à própria Biblioteca Nacional e estes organismos anuíram neste sentido? Duvidamos profundamente que tal tenha acontecido.
Será que cada biblioteca não passará assim a organizar de forma desenquadrada debates ou exposições e outras actividades culturais e lúdicas? Não será que assim sendo, caminharemos para uma fácil desintegração da Rede BLX, com a separação entre bibliotecas estruturantes e não estruturantes e a inviabilizar o seu funcionamento em rede, deixando de haver uma política comum?
Não será que também tem havido, nestes últimos anos, um desinvestimento progressivo dos serviços de leitura presencial prestados à população, com a redução do número das carrinhas de bibliotecas móveis do município e do seu percurso de circulação por entre os bairros carenciados da cidade?
Uma outra questão de maior relevo prende-se com o vínculo dos trabalhadores do município a transferir para os mapas de pessoal das freguesias.
Ora, de acordo com a Lei nº 56/2012, a atribuição das novas competências às Juntas de Freguesia é acompanhada do património, dos recursos financeiros e dos meios humanos adequados ao desempenho das funções a transferir, ou seja, de equipamentos, de objectos materiais e de PESSOAS! Sinceramente, esperamos que o sr. Presidente reconheça que há ainda uma diferença abissal de tratamento entre ‘coisas’ e seres humanos.
A atribuição legal das novas competências às Juntas é acompanhada de uma transição que não se traduz, diz a Proposta, por qualquer alteração ao vínculo de emprego público dos trabalhadores. A Proposta também indica como o universo dos trabalhadores a transitar se encontra dimensionado e os seus perfis. Diz-se que teriam sido consultados os presidentes de Junta, mas alguns deles ainda se queixavam, no mês passado, não terem até então sido ouvidos pela CML. E terá já sido preparado o normal processo de consulta aos trabalhadores para determinar quais estarão voluntariamente interessados nessa transferência? Se sim, quantos concordaram e para que freguesias e para que funções? Não existe qualquer anexo na Proposta que o explicite.
A Proposta também diz que “foram auscultados os sindicatos representativos dos trabalhadores do município de Lisboa”, mas, para variar, também não traz em anexo os seus pareceres sobre o processo em curso. E são também os sindicatos que se queixam de não ter havido qualquer diálogo entre Junho e o final do ano passado. Em suma, o que tem estado em causa para os trabalhadores é a garantia do seu vínculo à administração.
De facto, ninguém pode ser obrigado a mudar de empregador, ou ver unilateralmente alterado o tipo de contrato em serviço público que assinou quando entrou em funções no município. E para que a mudança preconizada na Proposta da CML aconteça é a própria lei que lhe define os termos a aplicar.
Ora, é a Lei nº 12-A/2008 que define como pode ocorrer a transição entre mapas de pessoal, por meio da denominada figura da “mobilidade interna”, figura que não pode ser desconhecida do sr. Presidente, já que ainda na passada 6ª fª foi publicado em DR uma autorização da srª vereadora de Recursos Humanos para a “consolidação definitiva na mobilidade interna” de um funcionário da CML para outra instituição.
Mais esclarece a referida Lei, no seu art. 60º, que “a mobilidade interna reveste as modalidades de mobilidade na categoria e de mobilidade intercarreiras ou categorias”. Esta mobilidade na categoria “opera-se para o exercício de funções inerentes à categoria de que o trabalhador é titular, na mesma actividade ou em actividade diferente para que detenha habilitação adequada”. Por outro lado, “a mobilidade intercarreiras ou categorias depende da titularidade de habilitação adequada do trabalhador e não pode modificar substancialmente a sua posição”.
Como deve então ser garantida a mobilidade interna? Clarifica o art. 61º da mesma Lei que, “em regra, a mobilidade interna depende do acordo do trabalhador e dos órgãos ou serviços de origem e de destino”. Logo, no caso presente, a CML não pode impor a transição de um trabalhador sem a sua auscultação prévia. Perguntamos, cumpriu o executivo os princípios exarados na norma legislativa em causa?
Questão chave para o entendimento deste processo de transição que a CML, quase unilateralmente, pretende levar a cabo é a duração da mobilidade interna. Com efeito, de acordo com o art. 63º, a mobilidade interna tem a duração máxima de um ano, sendo excepcionadas as relações jurídicas por tempo indeterminado. Passado este período, é necessário proceder-se, ou não, à denominada “consolidação da mobilidade na categoria”, podendo quer o empregador, quer o próprio trabalhador não estarem interessados nessa consolidação e ser necessário o regresso ao lugar de origem, no caso presente, voltar a ser integrado no mapa de pessoal e no posto de trabalho da CML.
Donde, a segurança no trabalho que os trabalhadores reivindicam é a necessidade de os lugares de origem lhes estarem reservados ou mesmo de pretenderem tão só continuar a manter o vínculo ao empregador CML, com quem, afinal, assinaram e mantém o seu actual contrato de trabalho. O contrário não passa afinal de uma clara obstinação do sr. Presidente da CML que, face aos pressupostos concretos que ainda estão plasmados na actual Proposta da CML, não clarifica nem viabiliza o futuro dos trabalhadores e muito menos a manutenção do seu vínculo à CML.
Não é de admirar, por isso, que os trabalhadores da higiene urbana tenham estado em greve no final do passado mês de Dezembro. Os cantoneiros são aqueles que se deitam quando muitos lisboetas acordam e começam a abrir os estores pela manhã. São aqueles que fazem turnos nocturnos de 6 dias por semana para puxar contentor do lixo, prender o contentor ao carro do lixo, libertar o contentor, verificar se está vazio e devolvê-lo ao passeio. Manuseiam todas as noites milhares de contentores e toneladas de lixo. Ah! Um filão a que alguns investidores gostariam de deitar a mão.
Consideram também os sindicatos que a saída de 1800 trabalhadores dos mapas de pessoal da autarquia para os mapas de pessoal das Juntas de Freguesia desmantelará os serviços municipais, levando à degradação da prestação do serviço público a que a população de Lisboa tem direito.
Apesar das alterações introduzidas pela Proposta nº 4/2014, o processo de transferência de competências para as Juntas de Freguesia, que consubstancia a transferência de recursos humanos e materiais, ainda não garante, face aos pressupostos concretos que lhe estão associados, o futuro dos trabalhadores e muito menos a manutenção do seu vínculo à CML. Trata-se de um processo feito à pressa e pouco transparente, que não apresenta critérios, nem fundamentação técnica e teórica, ou qualquer justificação, a não ser criar, quiçá, condições para externalizar áreas de interesse público por meio de ‘outsourcing’.
Em conclusão, “Os Verdes” questionam se aquilo que o sr. Presidente da CML tem em vista é, de facto, o iminente desmantelar dos Departamentos e das Divisões Municipais, precisando, para isso, de se ver primeiro livre dos funcionários, descartando-os pata tal equiparando-os a ‘coisas’, ou seja, espaços, vias e equipamentos? Aceitam os srs presidentes de Junta colaborar neste desmembramento das funções municipais? Porque rejeitam algumas freguesias o modelo imposto pela CML para estas novas competências? Porque criticam a falta de verbas e de informação? Talvez seja porque todo este processo está a ser acelerado e peque por falta de transparência.
Os dados estão lançados. A responsabilidade política está agora na decisão dos eleitos desta Assembleia. Mas a defesa dos vínculos e dos postos de trabalho continua, mais do que nunca, nas mãos das organizações representativas dos trabalhadores.
 
Grupo Municipal de “Os Verdes

23/09/2013

Com a Deputada Heloísa Apolónia -Visita a Problemas Ambientais na Freguesia de S. Domingos de Rana - Cascais

Ontem, dia 22 de Setembro, a CDU realizou um grande Comício Festa no Teatro Gil Vicente, em Cascais, que contou com a intervenção de Clemente Alves, Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Cascais, Heloísa Apolónia, Deputada à AR e Dirigente Nacional do PEV, Francisco Lopes, Membro do Secretariado do CC do PCP.
Este comício foi antecedido de uma visita aos problemas ambientais com que se debatem as populações da freguesia de S. Domingos de Rana, nomeadamente, na zona envolvente à Tratolixo, Ribeira da Lage e ao abandono das ruínas da Vila Romana de Freiria. Contou com a participação da Deputada Heloísa Apolónia de “Os Verdes”, Paulo Pinheiro, Candidato à Presidência da Junta de Freguesia de S. Domingos de Rana, Associação de Moradores (AMUCA) e com a população local. No final desta visita, a Deputada Ecologista referiu que “Cascais tem absolutas assimetrias regionais no seu Concelho, que são impulsionadoras de desigualdade. Estes espaços naturais, se fossem verdadeiramente valorizados, promoveriam uma maior qualidade de vida das populações e no seu bem-estar, revitalizando a economia local e a promoção de postos de trabalho”. 


24/06/2009

Limpeza de túneis em Lisboa

Devido à realização de trabalhos de limpeza nos túneis do Campo Grande e da Av. EUA, será necessário o encerramento dos mesmos nos próximos dias.
A realização de trabalhos de limpeza destes túneis obrigará ao condicionamento de tráfego nos próprios, sendo necessário o encerramento do túnel do Campo Grande nos dias 23 de Junho (sentido Campo Grande-Entrecampos), entre as 23h e as 06h, e dia 24 de Junho (sentido Entrecampos-Campo Grande), entre as 23h e as 06h.
Por sua vez, o túnel da Av. dos EUA estará encerrado nos dias 28 de Junho (sentido Av. Rio de Janeiro/Entrecampos), entre as 23h e as 06h, e dia 29 de Junho (sentido Entrecampos/Av. Rio de Janeiro), entre as 23h as 06h.
As alternativas viárias para o trânsito geral que usa o troço interrompido serão sempre garantidas pelas vias de circulação à superfície, permanecendo a Polícia Municipal no local a gerir as referidas alterações viárias.

28/12/2008

População portuguesa faz pouca reciclagem

No Natal torna-se “evidente” que há uma “larga margem” da população portuguesa que ainda não faz reciclagem, alertou na 5ª fª a associação ambientalista Quercus, referindo-se ao lixo doméstico produzido durante os dias 24 e 25 de Dezembro.
“Muitas vezes nos são apresentadas razões que têm fundamento, de não terem equipamentos próximos e de não poderem facilmente proceder a essa separação selectiva, mas em muitos outros casos que nós conhecemos dá bem para perceber que há ainda muitas pessoas que não colaboram mesmo quando os equipamentos estão disponíveis”.
Mas, no entender da Associação de conservação da natureza, o lixo que nesta altura do ano se acumula junto dos Ecopontos ou junto dos caixotes do lixo comuns mostra que “há ainda muito a fazer em termos de as pessoas perceberem que têm de desempenhar esse papel e que é também o seu dever enquanto cidadãos porque também estão a tratar do seu próprio futuro e do futuro dos seus filhos”.
Num breve passeio pela cidade de Lisboa, facilmente se encontram Ecopontos rodeados de sacos com lixo orgânico, prova que o lixo não foi devidamente separado em casa. Para no futuro se evitar situações semelhantes, a Quercus deixa alguns conselhos.
“No pós-Natal, aquilo que podemos aconselhar, para as pessoas que ainda não colocaram os resíduos fora de casa, nos contentores, sejam eles para reciclar, sejam eles para irem para os aterros, o ideal é informarem-se sobre quais são os horários em que podem colocar estes resíduos fora”, porque a recolha “depende muito de município para município e normalmente, nesta época, a recolha não é tão frequente quanto fora da época de Natal, e é importante as pessoas terem noção do horário para poderem colaborar e só colocarem os resíduos, principalmente os resíduos orgânicos, que podem criar cheiros, só colocarem dentro daquele horário”.
Por outro lado, no que diz respeito aos embrulhos de Natal, Susana Fonseca deixa um outro conselho ecológico: “cada vez é mais frequente aparecerem sacos interessantes que nós podemos guardar e se nós tivermos cuidado a desembrulhar, neste momento temos a possibilidade de guardar para o próximo ano e já não termos de estar a gastar dinheiro ou a gastar recursos naturais, mesmo que esse papel e essas fitas nos sejam cedidas gratuitamente”.

Ver
www.averdade.com/?aID=2860

23/12/2008

Tratamento de esgotos do Tejo só a partir de 2010

Na frente ribeirinha de Lisboa, os esgotos estarão a correr para o Tejo sem qualquer tipo de tratamento. Significa isto que quer Ministérios e comércio, como bares, restaurantes e discotecas construídos sob a jurisdição da Administração do Porto de Lisboa, estarão a fazer descargas directas para o rio 1.
Anuncia-se agora que os esgotos de cerca de 100 mil habitantes de Lisboa vão deixar de ser despejados no rio Tejo sem qualquer tratamento, mas… apenas no final do primeiro trimestre de 2010.
Para tal, o presidente da comissão executiva da Simtejo afirma que a empresa vai avançar com quatro obras, entre Alfama e Alcântara, até Maio do próximo ano, para acabar com os despejos de águas poluídas no rio, graças a um investimento de mais de 100 milhões de euros que inclui as obras de beneficiação da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Alcântara.


Serão cinco as empreitadas a concluir até ao fim do primeiro trimestre de 2010, com o objectivo de acabar com o despejo directo de esgotos para o Tejo, incluindo as obras de beneficiação em curso há cerca de dois anos na ETAR de Alcântara. Das outras quatro empreitadas ainda estão por lançar os concursos públicos relativos a duas delas.
A primeira a começar, e a mais mediática, porque vai voltar a transformar - de novo - o Terreiro do Paço num estaleiro e impedir o usufruto do Cais das Colunas, contempla a construção de “duas câmaras de válvulas” que vão permitir separar as águas pluviais das residuais, encaminhando as primeiras para o Tejo e as segundas para Alcântara. Até agora isso não acontece e as águas domésticas poluídas vindas das Avenidas do Almirante Reis e da Liberdade são despejadas directamente para o rio.
Esta intervenção, que começa a 5 de Janeiro e vai obrigar à vedação da placa central do Terreiro do Paço, inclui ainda a construção de “dois grandes interceptores pluviais novos para evitar que a praça venha a ter problemas de inundações” e de “válvulas para evitar que as marés afectem os colectores”.
Também em Janeiro arranca outra secção da obra no Largo do Chafariz de Dentro, que inclui a construção de um colector e de uma pequena estação elevatória, com o objectivo de alterar o “sistema de esgotos antigo e confuso” que actualmente apanha as águas residuais da zona de Alfama e as encaminha para o Tejo, também sem tratamento.
A terceira obra a desenvolver, que deve começar em Abril de 2009, abrange a área entre o torreão nascente do Terreiro do Paço e o Cais do Sodré, contemplando a edificação de “uma das maiores estações elevatórias que o país tem” junto aos edifícios da Agência Europeia de Segurança Marítima e do Observatório da Droga e Toxicodependência, no Cais do Sodré.
Finalmente, a última empreitada, que “deve começar em Maio”, decorrerá entre o Cais do Sodré e Alcântara, onde será construído um colector para “interceptar as águas residuais que vêm da Av. de D. Carlos I e apanhar as águas que vêm da Av. do Infante Santo”, onde nascerá uma nova estação elevatória, encaminhando-as para a ETAR de Alcântara, que vai tratar esgotos de 756 mil pessoas.
Prevê-se que a infra-estrutura tenha uma cobertura verde para reduzir o impacto na paisagem urbana de um dos principais vales da zona ribeirinha da cidade, a fim de reduzir o seu impacto na paisagem.
Se não houve a possibilidade de avançar antes com estas obras de saneamento, compatibilizando-as com a intervenção que o Metropolitano de Lisboa realizou no Terreiro do Paço, foi porque a empresa enfrentou “problemas de tesouraria por atrasos nos pagamentos” das Câmaras de Lisboa, Loures e Odivelas, mas garante que a sociedade “vai terminar o ano com todas as dívidas regularizadas”.
No entanto, as obras terão de ser financiadas pelo Banco Europeu de Investimento, pelo Fundo de Coesão e por capitais próprios da empresa 2.

14/10/2008

Será uma limpeza

Melhorias na iluminação e na recolha de lixo e uma maior fiscalização do cumprimento de horários de funcionamento de bares são algumas das medidas do plano de intervenção no Bairro Alto, anunciadas na 2ª fª pela CML, que arranca esta semana.
A acção inclui ainda a recuperação de fachadas pintadas com ‘graffitis’ - nas ruas do Norte e da Misericórdia - e a distribuição de ‘kits’ de limpeza aos moradores e comerciantes para a manutenção dos edifícios após essa intervenção.
O presidente da autarquia anunciara no fim de Maio, durante uma reunião do executivo camarário, que a intervenção de limpeza iria incidir sobre a Rua do Norte e na Travessa da Espera, incluindo a pintura de todas as suas fachadas.
Outra das componentes da iniciativa, ‘ainda em estudo’, é a instalação de videovigilância no bairro. A intervenção no bairro boémio lisboeta, que será financiada com verbas das contrapartidas do Casino de Lisboa, vai custar 782 mil euros.
No caso da videovigilância, alguém andará a tentar ganhar dinheiro extra (e muito), pois se nos assaltos a bombas de combustíveis, a restaurantes, a supermercados, etc., os mascarados permanecem irreconhecíveis para as câmaras, não parece ser por meio da videovigilância que o crime baixa, nem os criminosos serem apanhados.
Dificilmente se conseguirá inverter estas situações, por mais que se limpem as paredes, se a medida não for acompanhada de campanhas de sensibilização sobre a higiene na via pública. Também por mais câmaras de vigilância que se instale, continuarão a ocorrer situações deste tipo, se não houver um claro reforço do policiamento de proximidade. O diálogo ainda é o melhor conselheiro.

Ver http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1345750

13/10/2008

Aterros com capacidade esgotada

Um terço dos aterros de lixo doméstico tem 80% da capacidade esgotada, porque Portugal continua a enviar a maioria destes resíduos para aquelas estruturas, revelam dados da Agência Portuguesa de Ambiente (APA).
Dos 34 aterros em funcionamento em finais do ano passado, onze estavam quase no limite de capacidade para receber resíduos, tendo um - o de Guimarães - sido entretanto encerrado por já não poder receber mais lixo.
No final do ano passado estavam também com pelo menos 80% da capacidade esgotada os aterros de Braga (em ampliação), de Lousada e de Penafiel (optimizados para prolongar a sua vida útil), de Gaia (em ampliação), Leiria (com licença de exploração para novo aterro), Figueira da Foz (ampliação), Vila Real, Vila Franca de Xira e Portimão (estes três ainda com 20% de capacidade disponível). Daqueles 34 aterros, apenas um (Avis) tinha ainda 90% de capacidade disponível, todos os restantes tinham apenas 30% ou menos disponível.
Um dos factores que tem levado ao esgotamento de capacidade dos aterros é o facto de a maioria dos resíduos sólidos urbanos (lixo doméstico) continuar a ser encaminhado para este destino, embora em alguns sistemas já se faça tratamento dos restos de comida, reciclagem de papel e cartão, incineração ou outras formas de tratamento ou eliminação.
Mais, a última monitorização da APA e do Instituto Regulador das Águas e Resíduos (IRAR) aos objectivos traçados no Plano Estratégico de Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU) revela que em 2007 Portugal continuou a não cumprir as metas do plano.
Mais de 60% do lixo doméstico produzido no ano passado foi encaminhado para aterro, um dado que pode comprometer as metas nacionais que Portugal está obrigado a cumprir no seio das suas obrigações como estado membro da União Europeia.
Estas metas - que resultam da transposição da directiva aterros - impõem que Portugal consiga em 2009 colocar em aterro apenas 1,126 milhões de toneladas de lixo (metade da quantidade de resíduos que produzia em 1995) e em 2016 apenas 788 mil (35% da produção de 1995).

08/10/2008

Haverá novo pulmão verde em Lisboa?

O Plano Director Municipal de Lisboa poderá vir a prever a construção de um jardim para a actual zona do aeroporto da Portela, depois da sua desactivação. Outras medidas futuras a contemplar no PDM poderão vir a ser o transformar Lisboa numa “cidade Erasmus” e deixar de utilizar-se o Tejo como esgoto da cidade.
No caderno de ‘balanço da actividade’ distribuído aos jornalistas e aos deputados municipais, a escassos 5 minutos (!!) do início da sessão da AML, é apontada a data de Janeiro de 2009 para o início das obras do interceptor de esgotos entre o Largo do Chafariz de Dentro e o Cais do Sodré e a sua conclusão prevista para Setembro do mesmo ano.
Com efeito, o presidente da CML acabou ontem por anunciar, durante o debate do Estado da Cidade, na AML, que o novo PDM de Lisboa será apresentado em Março do próximo ano. “A revisão prevê o tal parque verde na zona do aeroporto, mas não na totalidade porque há zonas edificadas”, como as dos actuais escritórios da TAP, segundo acrescentou o vereador do Urbanismo.
O presidente da CML anunciou também a construção de um “grande interceptor entre Alfama e o Cais do Sodré que vai permitir finalmente que a totalidade do esgoto da cidade de Lisboa tenha tratamento”, de modo a que o Tejo deixe “de ser poluído pelo esgoto de Lisboa”.

11/08/2007

Lixo turístico

O jardim que existe entre as ruas da Alfândega e dos Bacalhoeiros, em frente à Casa dos Bicos, mais parece um depósito de lixo. Garantem os comerciantes da zona que os turistas que por ali transitam “até abanam a cabeça em sinal de desagrado”. E o cenário não é para menos. Em vez da relva, que já há muito secou, naquele espaço amontoam-se garrafas de vidro, plásticos, maços de cigarro vazios, papelão e até restos de cimento.
Situado a escassos metros das esplanadas que, principalmente no Verão, se enchem de clientes nacionais e estrangeiros, o jardim serviu, durante algum tempo, de suporte às obras que decorreram na Rua da Madalena. Se em Março o estaleiro foi desmontado, o relvado não foi reposto “como seria obrigação da empresa”, explicou o presidente da Junta de Freguesia da Madalena. “A Junta queria substituir a rede de rega, pois os tubos estão todos ferrugentos, mas a técnica responsável pela Divisão de Jardins da CML defende que é apenas necessário mudar duas válvulas”. E enquanto se mantém esta divergência “o local enche-se de lixo e serve de camarata aos muitos sem-abrigo que ali pernoitam”.
Também um dos residentes recorda que “há mais de dois anos que o espaço se encontra assim abandonado”, contrastando com “o tempo em que existia relva e que as crianças podiam ir para lá brincar”. Agora, para completar o cenário, até o gradeamento em ferro se encontra danificado. Indignados com a situação que marca de uma forma tão negativa “uma zona onde passam centenas de turistas”, os comerciantes resolveram dar alguma atenção às árvores. “Somos nós que as regamos, senão já tinham morrido”, por outro lado “esta rua só é lavada quando chove. É uma desgraça”.
As ruas dos Bacalhoeiros e dos Arneiros, que fazem esquina com o citado jardim, foram duas vias que o anterior executivo decidiu no ano passado fechar ao trânsito no dia europeu sem carros de 22 de Setembro. Chegou a pintar o asfalto mas... todos os dias estas vias continuam a servir de circulação de carros, impedindo os comerciantes de, por ex., estabelecerem esplanadas no referido espaço.
No outro extremo, a Rua da Alfândega desemboca na Praça do Comércio e, bem em frente ao Martinho, as arcadas dos Ministérios (MAI e Finanças) servem de ‘camarata’ aos sem-abrigo e a dejectos nauseabundos. Local curiosamente adoptado, durante os meses de Verão, pelas agências de turismo como tomada e largada de passageiros em longas filas de turistas. Lisboa no seu ‘melhor’ acompanhado por lixo ‘a la carte’.

14/07/2007

Reciclar e pagar

Maio foi o melhor mês de sempre na história da Sociedade Ponto Verde (SPV), que comemora uma década de existência este ano, com quase 38 mil toneladas de embalagens usadas, separadas e enviadas para reciclagem, um “recorde absoluto de embalagens encaminhadas para reciclagem”.
No total, foram encaminhadas para as empresas recicladoras 37848 toneladas de embalagens, das quais 27879 do fluxo urbano (doméstico) e as restantes do fluxo não urbano (indústria, comércio e serviços), indicou a SPV, entidade que gere a recolha e reciclagem de resíduos de embalagens a nível nacional.
No que respeita à participação da população, os dados da SPV indicam que a reciclagem de embalagens aumentou 12,3% no primeiro semestre de 2007, comparativamente ao mesmo período de 2006, passando de 111891 para 125614 toneladas.
Os cidadãos só não compreendem porque é que apesar de todo este seu contributo de cidadania continuam a pagar a taxa camarária de recolha de lixo. ‘Trabalham’ a reciclar, mas pagam na mesma.

Ver
www.pontoverde.pt/artigo_objecto.aspx?sid=9a61a158-a6c9-45f9-ad8c-934234ad389d&cntx=vIzN3g%2FJJTD9khUyOKWB6SVi7bNsk63nWF%2B7KvDk3tvjzvOZ1%2BI2QvzPjYtb%2BQFL

05/07/2007

Eco-ilhas submersas

Dezoito novas eco-ilhas ficaram disponíveis desde o início da semana na Cidade Universitária, com o objectivo de aumentar a capacidade de depósito e evitar a acumulação de lixo junto aos ecopontos que vieram substituir.
A substituição dos ecopontos por este novo (?) sistema de depósito pretende resolver o problema das quantidades de lixo que são depositadas diariamente junto a estes depósitos, minimizando para os cidadãos o mau cheiro e impacto visual. Estas baterias para depósito de lixo diferenciam-se dos ecopontos pela maior capacidade dos seus depósitos, agora com 1.100 litros, tendo ainda um novo compartimento para o lixo indiferenciado, trocando pelo vidrão, que ficará num depósito diferente. A sua recolha é feita através de um sistema e veículo diferentes.
Segundo dados fornecidos pela autarquia, houve um aumento de 25 por cento na quantidade de embalagens depositadas para reciclagem durante o ano passado, sendo que durante o primeiro semestre deste ano se regista já um aumento de 20 por cento. “Os ecopontos são uma realidade nova para os portugueses, de modo que temos de apostar na formação para conseguir consolidar estes hábitos nas pessoas, o que demora o seu tempo”, afirmou um responsável municipal.
Só é pena que após tantos e contínuos ‘estudos sociológicos’ não se tenha ainda ‘descoberto’ que estes gigantes contentores não são, nem de perto, nem de longe, os mais indicados para serem colocados nos bairros municipais ou em zonas históricas da cidade cujos residentes atingiram já uma considerável e provecta idade que os impede de ‘herculeamente’ levantar a tampa para depositar os dejectos e voltar a fechá-la, tendo em consideração o considerável peso das suas tampas. Para além de que a CML tem de proceder à substituição da sua frota de recolha, devido ao diferente calibre dos ‘novos’ contentores.
Será que os ‘srs’ sociológos da autarquia já se deram ao trabalho de ir ao terreno falar com as pessoas e aquilatar das suas dificuldades físicas para manusear a abertura e fecho destas pesadas eco-ilhas? Parece que o mais importante para a CML é a tonelagem final de lixo recolhido e o lucro pela reciclagem que daí advém. Por isso estas eco-ilhas, que constituem no fundo um passo atrás nas medidas de higiene pública, acabarão por ganhar o epíteto de (contentores de) garganta (permanentemente) aberta.
Também se o munícipe procede louvavelmente à separação dos resíduos, porque tem ainda de pagar taxa camarária pela sua recolha? Porque aparentemente desiste a CML dos mais estéticos e menos mal cheirosos eco-pontos enterrados? Porque se regressa aos ultrapassados contentores de algumas décadas atrás, em vez de se investir nas novas urbanizações em sistemas subterrrâneos hidráulicos de captura dos dejectos? Só mesmo num país de ‘teóricos’ planeadores de gabinete do século passado.

12/04/2007

WC para canídeos

Jornal Metro, 2007-04-12, p. 6

Em Lisboa, existe um exíguo WC destinado a canídeos na Alameda Roentgen, na 'fronteira' entre as Freguesias de Carnide e do Lumiar.