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01/04/2020

PEV exige esclarecimentos sobre despedimentos na CarrisTur


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre a ocorrência de despedimentos de trabalhadores na CarrisTur.

REQUERIMENTO:

A CARRISTUR - Inovação em Transportes Urbanos e Regionais, Sociedade Unipessoal, Ldª, é uma empresa especializada em mobilidade turística detida a 100% pela Carris - Companhia Carris de Ferro de Lisboa, SA.

A empresa informa, na sua página na Internet, que oferece condições contratuais estáveis e pretende reforçar permanentemente o seu efectivo na equipa de Lisboa, tendo o último concurso de admissão de motoristas de pesados de passageiros decorrido já em 2015.

Acontece que, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos (STRUP), existem trabalhadores ao serviço da CarrisTur, inclusive com vínculos precários através de empresas de trabalho temporário, um dos elos mais fracos nas relações de trabalho, e alguns na mesma função há mais de três anos, que viram recentemente os seus contratos de trabalho rescindidos.

Considerando as denúncias do STRUP, que considera ser inadmissível que existam ‘empresas intermediárias de mão-de-obra’ que, aproveitando-se do surto epidémico de Covid-19, enviem trabalhadores para o desemprego.

Considerando que o Governo tem feito declarações sobre a importância de manter os empregos, contribuindo para garantir os postos de trabalho, pelo que seria incompreensível que fossem as próprias empresas públicas a darem o mau exemplo de se desresponsabilizarem pelos seus trabalhadores.

Considerando que a Carris é empresa municipal detentora da CarrisTur.

Assim, ao abrigo da alínea g) do artº. 15º, conjugada com o nº 2 do artº. 73º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1 - Ignora a CML que a situação de pandemia, originada pela Covid-19, não pode servir de justificação para pôr em causa os direitos dos trabalhadores da CarrisTur?

2 - Ponderam a CML e a administração da Carris rever esta situação que põe em causa postos de trabalho e a própria subsistência das famílias destes trabalhadores?

3 - Vai a CML dar instruções à administração da Carris para revogar esta decisão ou integrar os trabalhadores no quadro da empresa num futuro próximo?

4 - Como e quando tencionam apresentar aos trabalhadores e às organizações representativas dos trabalhadores soluções concretas para as situações descritas?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes
Lisboa, 1 de Abril de 2020

09/03/2020

Queixa de utente da Carris leva o PEV a questionar a CML


No seguimento de uma queixa de uma utente da Carris o Grupo Municipal do PEV questiona a autarquia através de requerimento que pode consultar na íntegra aqui

07/02/2019

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre multas de estacionamento passadas pela Carris

A CML propôs a alteração dos estatutos da Carris para incumbir esta empresa da fiscalização do cumprimento das normas do Código da Estrada nas vias de jurisdição municipal, através de uma proposta que, nessa matéria, teve o voto contra de Os Verdes por rejeitarem, por princípio, a passagem de competências de fiscalização para a Carris.

Os Verdes consideram inaceitável esta desresponsabilização da CML, quer justifica este procedimento com a falta de efectivos da Polícia Municipal. É entendimento do PEV que a fiscalização deve ser feita pela Polícia Municipal, cabendo à Câmara exigir do Governo, através da PSP, mais efectivos para o devido reforço de meios.

Acresce o facto de ser absolutamente grave a falta de informação prestada à Assembleia Municipal de Lisboa relativamente à forma, aos meios e ao âmbito de actuação da referida fiscalização, o que representa uma total falta de transparência e de rigor.


Perante isto, o Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que exige à CML os seguintes esclarecimentos:

1. De que forma será feita a fiscalização do cumprimento das normas do Código da Estrada nas vias de jurisdição municipal por parte da Carris?

2. Qual o seu âmbito de actuação?

3. Através de que meios humanos e técnicos será feita esta fiscalização?

4. Não considera a CML haver sobreposição de entidades a executarem fiscalização?

5. Estão essas novas funções previstas nos contratos dos trabalhadores?

6. Foram auscultados os sindicatos do sector? Se sim, qual a conclusão dessa auscultação?

06/02/2019

5 de fevereiro - Reunião da Assembleia Municipal de Lisboa


Foram dois os temas sobre os quais interveio a eleita de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa de ontem, dia 5 de fevereiro: Carris e Praça Martim Moniz:

“Os Verdes rejeitam a passagem de competências de fiscalização para a Carris, com a qual, por princípio, não estamos de acordo. Além do mais, o procedimento e os âmbitos de atuação nem sequer são explicitados na deliberação que vai ser votada, o que representa uma total falta de transparência e de rigor”


No debate de atualidade sobre o processo de obras de renovação da Praça do Martim Moniz, Os Verdes defenderam que esta Praça deve ser da população, não deve ser um recinto para consumo e rentabilização. Deve ser para incluir e não para excluir.

“Para Os Verdes, o Martim Moniz deve ser um espaço onde as pessoas possam usufruir da cidade, sem vedações, com espaços verdes e de lazer, e que minimize as dinâmicas da pressão turística que estão a afetar aquela zona”, apontou a eleita do PEV, Cláudia Madeira.


20/11/2018

Assembleia Municipal aprova uma proposta de Os Verdes que exige a criação de uma carreira de bairro da Carris



No âmbito do Plano de Desenvolvimento Operacional da Rede do Metropolitano de Lisboa, a estação de Arroios encerrou no dia 19 de Julho de 2017 para ser alvo de obras de reabilitação e ampliação que viabilizem a circulação de comboios com seis carruagens em toda a Linha Verde. Porém, a empreitada tem tido sucessivas paragens, o que tem originado queixas dos utentes e dos comerciantes.

Neste contexto, “Os Verdes” apresentaram uma proposta para que o executivo camarário analise a possibilidade de ser transitoriamente promovido um percurso a fim de suprir as dificuldades de mobilidade e a escassez de transportes alternativos.


Essa recomendação do PEV foi aprovada por maioria na Assembleia Municipal de Lisboa, apenas com os votos contra do PS, onde se propõe que a CML estude e crie uma carreira da Carris, com características de circulação de bairro, que permita assegurar a mobilidade dos cidadãos, viabilizando melhores acessibilidades na área envolvente da estação de Metro de Arroios, bem como as actividades económicas locais.

Por fim, os deputados ecologistas congratulam-se que a Assembleia Municipal de Lisboa tenha aprovado a sua proposta de saudação à selecção portuguesa de futsal para atletas com Síndrome de Down, assim como a sua proposta de saudação à manifestação nacional contra a precariedade e baixos salários.

30/07/2018

Os Verdes exigem esclarecimentos sobre o Acordo de Empresa na Carris


O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes entregou, na Assembleia Municipal, um requerimento em que questiona a CML sobre o Acordo de Empresa na Carris.

REQUERIMENTO:

O Grupo Municipal do Partido Ecologista Os Verdes teve conhecimento, através da FECTRANS (Federação Nacional de Transportes e Comunicações) e do STRUP (Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal) de uma situação de ingerência por parte da administração da Carris no âmbito de um processo negocial relativo ao Acordo de Empresa.

Uma vez concluído este processo negocial e acordado o texto final do Acordo de Empresa, segundo o sindicato, a administração da Carris enviou outro texto, no qual constam matérias não negociadas e terá exigido a introdução de matérias não negociadas nesse texto final, nomeadamente uma cláusula que prevê que a adesão dos trabalhadores não sindicalizados ao novo Acordo de Empresa só seja possível com um pagamento aos sindicatos no valor de 0,4% do salário ilíquido. 

Ora, tendo em conta que, a confirmar-se esta situação, estamos perante uma imposição e uma ingerência da administração da empresa que pode criar obstáculos à assinatura do Acordo de Empresa e representa uma interferência na autonomia sindical.

Assim, ao abrigo da al. g) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, vimos por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de nos ser facultada a seguinte informação:

1. De que informações dispõe a Câmara Municipal de Lisboa relativamente à situação descrita?

2. Que diligências já tomou ou pondera a CML vir a tomar no sentido de clarificar e regularizar esta situação?

3. Qual a razão para a administração da Carris se recusar a assinar o Acordo de Empresa com o STRUP?

11/05/2018

Lisboa - Os Verdes propõem suspensão da linha circular no Metro, campanha de recolha de CD e DVD sem utilidade para reciclagem e a recusa da privatização da fiscalização na Carris

O Partido Ecologista Os Verdes apresentará, na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa de dia 15 de Maio, as seguintes propostas:

Uma recomendação a propor que a CML exorte o Governo para proceder à suspensão do projecto da linha circular no Metropolitano de Lisboa e à reelaboração de um plano de expansão que preveja a expansão para a zona ocidental da cidade, através de um processo democrático, participado e amplamente debatido. Cada vez ganha mais força a contestação à linha circular e impõe-se que a autarquia defenda os interesses e direitos da população.

Uma recomendação rejeitando a privatização da fiscalização na Carris, propondo que a CML diligencie para que esta empresa proceda à contratação directa dos trabalhadores necessários à fiscalização nos autocarros e eléctricos.

Os Verdes propõem também que a CML desenvolva uma campanha de recolha de CD e DVD sem utilidade para reciclagem, como forma de garantir a sua total reciclagem e evitar a deposição em aterros sanitários, juntamente com os resíduos indiferenciados.

Por fim, os deputados ecologistas apresentam um voto de condenação pela desvinculação dos EUA do Acordo Nuclear com o Irão, apelando aos países signatários que respeitem os seus compromissos.

06/06/2017

Intervenções na Assembleia Municipal de Lisboa - 06 de Junho

Os deputados municipais de Os Verdes intervieram na sessão de 6 de Junho da Assembleia Municipal de Lisboa:

Sobreda Antunes fez uma intervenção sobre a alienação de activos municipais:

“Este processo representa novas alienações de património público, sem que tenha ainda sido apresentado o Regulamento do Património Imobiliário Municipal, nem apostando o executivo em políticas públicas de habitação municipal que permitam satisfazer as necessidades habitacionais da população com baixos rendimentos, cujos aflitivos apelos muitas vezes aqui ouvimos nesta Casa da Cidadania.”


Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.



Cláudia Madeira fez uma intervenção sobre a CARRIS:

“A nível da frota, pouco vai acontecer durante este ano. Só em 2018 e 2019 chegarão novos autocarros, que servirão, na prática, para substituir os que precisarão de sair de circulação. Acaba, portanto, por não haver um reforço mas uma substituição da frota. Assim, dificilmente a oferta corresponderá às reais necessidades das populações.”



Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

25/05/2017

Intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa - 23 de maio

Na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa do dia 23 de maio, terça-feira, os deputados municipais de Os Verdes, Cláudia Madeira e Sobreda Antunes, fizeram 3 intervenções:

Cláudia Madeira fez um conjunto de perguntas sobre diversos temas:

“Em oito anos, foram 105 os projectos que venceram o Orçamento Participativo. Desses projectos, 63, ou seja, mais de metade, não estão completos. Aliás, mais de trinta estão ainda em estudo. (…) O segundo tema é sobre a auditoria ao processo da Segunda Circular. Esta auditoria foi anunciada em Setembro, quando a Câmara suspendeu as empreitadas de requalificação por suspeitas de conflito de interesses, mas só começou no início deste ano, tendo o vereador das Finanças garantido que em Abril o inquérito estaria pronto. (…) Perguntamos, por isso, se a auditoria já está concluída e quais as conclusões. (…) Deparamo-nos com mais um abate de árvores para construção de um campo de rugby no Bairro da Boavista, representando uma clara violação das recomendações aprovadas. Esta situação mostra desrespeito pelo Parque Florestal de Monsanto, pelos cidadãos e pelas organizações que se pronunciaram contra a destruição de Monsanto e por esta Assembleia, o que nos parece totalmente inaceitável.”


 Todo o texto aqui.

Cláudia Madeira fez uma segunda intervenção sobre os Estatutos da Carris:

“Os Verdes discordam da municipalização da Carris, continuando a defender que se devia manter sob responsabilidade da Administração Central, não concordando com a entrega da empresa a uma única Câmara, quando o seu raio de acção se estende por seis municípios e, por isso mesmo, é preciso tratar a mobilidade do ponto de vista metropolitano. Sobre a alteração aos estatutos importa também dizer que, numa altura em que se aguarda a apreciação parlamentar do decreto-lei que transferiu a Carris para a Câmara de Lisboa, parece-nos que seria muito mais lógico e sensato ter esperado por essa discussão no Parlamento. Até porque se a Assembleia da República aprovar as propostas aí apresentadas, isso vai obrigar a uma nova revisão dos Estatutos.”


Todo o texto aqui.

Sobreda Antunes fez uma intervenção relacionada com o Relatório sobre o Estado do Ordenamento do Território:

"Lisboa é uma cidade envelhecida, sendo o Município com maior índice de envelhecimento no quadro da ÁreaML, continuando a registar perda de população residente desde 1981, não sendo de negligenciar o seu decréscimo, entre 2012 e 2013, que representa menos 38.421 habitantes, segundo a nota que consta em rodapé na p. 148 do REOT. Este é um aspecto que, associado a um saldo fisiológico negativo, é bastante preocupante por conduzir, a prazo, a um maior envelhecimento da população residente e colocar em causa o 1º objectivo do PDM, que consistia no aumento da população e o seu desejável rejuvenescimento. Na cidade de Lisboa havia mais de 50 mil alojamentos vagos em 2011, correspondendo a 15,6% do total dos existentes no Município. O decréscimo global da oferta de fogos para arrendamento foi de 83% entre 2012 e 2014, associado ao aumento elevadíssimo do alojamento local entre 2010 e 2015, quer em número de estabelecimentos, quer em capacidade de alojamento. Naquele período, o número de estabelecimentos passou de 57 para 2.057 e a oferta de camas de 1.678 para 11.661. O alojamento local terá mesmo contribuído para a diminuição da população residente.”


Todo o texto aqui.

22/02/2017

Intervenções de Os Verdes na Assembleia Municipal de Lisboa de 21 de fevereiro

Veja abaixo as intervenções da deputada municipal de Os Verdes, Cláudia Madeira, na reunião de ontem, dia 21 de fevereiro, da Assembleia Municipal de Lisboa.

Apresentação das recomendações de Os Verdes
 “A CML tem promovido alguns processos de transferência de serviços municipais como, por exemplo, do Complexo de Alcântara, da Boavista, da Cruz das Oliveiras (…) Para Os Verdes os trabalhadores e as suas estruturas representativas têm de ser ouvidos desde o início, antes de qualquer tomada de decisão, e qualquer mudança só deve ser iniciada depois de estarem garantidas todas as condições de trabalho e a dignidade dos trabalhadores.”

Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

Sobre a transferência da Carris para a Câmara Municipal de Lisboa
“Para Os Verdes, além de todas as reservas e críticas que temos relativamente à transferência da Carris para a CML, é inadmissível que este processo tenha acontecido sem qualquer apreciação e deliberação dos órgãos municipais. Também é estranho que o Sr. Presidente na sua intervenção se tenha esquecido da responsabilidade dos vários governos do PS relativamente aos desenvolvimentos nos transportes, especificamente na Carris, nos aumentos dos títulos de transportes, no corte de carreiras e por aí fora.”
Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

18/01/2017

José Luís Ferreira questionou o Ministro do Ambiente sobre problemas nos transportes

O Deputado de Os Verdes, José Luís Ferreira, confrontou o Ministro do Ambiente com os problemas existentes nas ligações fluviais entre as margens do Tejo, problemas já denunciados pela Comissão de Utentes do Cais do Seixalinho, com quem o PEV esteve há dias, e que se referem à falta de barcos, falta de pessoal, atrasos constantes e supressão de carreiras, em particular no Montijo.

Na intervenção proferida no debate de urgência sobre transportes públicos, o Deputado ecologista referiu ainda que é importante a existência de uma rede de transportes públicos eficiente e de qualidade como forma de garantir o direito à mobilidade e porque representa benefícios ambientais indiscutíveis. O investimento nos transportes públicos deve ser uma prioridade absoluta, também por forma a travar a perda de passageiros.

“Os transportes coletivos são uma opção mais amiga do ambiente por reduzir a utilização do automóvel e a emissão de gases com efeito de estufa”.


Numa segunda intervenção, José Luís Ferreira referiu os problemas existentes no Metro de Lisboa que, com falta de pessoal, atrasos, comboios imobilizados e estações degradadas, está longe de prestar um serviço que corresponda às necessidades dos utentes. Também a Estação de Arroios e a reposição de carruagens na Linha Verde foram motivo de questionamento por parte de Os Verdes.

No final da sua intervenção o Deputado ecologista questionou ainda o Ministro do Ambiente sobre a situação laboral dos trabalhadores da Carrisbus e a possibilidade de poderem vir a beneficiar do acordo de empresa da Carris.

16/01/2017

Hoje - Deputado de Os Verdes em contacto com trabalhadores da CarrisBus

A convite do STRUP (Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal), uma delegação do Partido Ecologista Os Verdes composta pelo deputado José Luís Ferreira e pelas dirigentes nacionais Cláudia Madeira e Dulce arrojado, estará a partir das 11 horas de hoje, dia 16 de janeiro, em contacto com os trabalhadores da CarrisBus, com o objetivo de constatação direta da realidade existente de forma a aprofundar o conhecimento da situação laboral destes trabalhadores, que são os únicos, que apesar de estarem inseridos no setor empresarial do Estado, não se encontram abrangidos por qualquer instrumento de regulamentação coletiva.

O encontro está marcado para as 11 horas na Estação da Pontinha.


15/12/2016

Assembleia Municipal de Lisboa - temas levantados pelos deputados do PEV

Foram diversos os temas abordados pelos deputados municipais de Os Verdes, Cláudia Madeira e Sobreda Antunes, na reunião do dia 13 de dezembro. Ficam aqui todas as intervenção que podem ser vistas e lidas, nos links abaixo:

Intervenção de Cláudia Madeira, no âmbito da Petição nº 14/2016
“O projecto “Jardim do Caracol da Penha” foi o vencedor do Orçamento Participativo com mais de 9 mil votos e, como tal, deve ser respeitada a vontade manifestada pela população neste importante instrumento de participação cívica, por ser um excelente barómetro daquilo que as pessoas desejam e sobre o que devem ser as prioridades do executivo e que deverá ser a melhoria da qualidade de vida das pessoas.”

Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV

Intervenção de Sobreda Antunes no âmbito da petição 17/2016
“Ora, a verdade é que desde a construção desta escola apenas foram introduzidas intervenções pontuais, mas face à gravidade e ao avançado estado de degradação deste estabelecimento escolar constata-se a necessidade de uma intervenção de fundo que ponha termo às situações descritas pela comunidade escolar.”

Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

Intervenção de Cláudia Madeira sobre a municipalização da Carris
“Os Veres defendem e que nunca deixou de estar em cima da mesa e que passa por a Carris manter-se na esfera do sector empresarial do Estado, recebendo os meios necessários para prestar um serviço de qualidade aos utentes através do Orçamento do Estado, e coordenada por uma Autoridade Metropolitana.”

Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV

Intervenção de Sobreda Antunes sobre as CPCJ
“Devido à falta de apoios, à redução de técnicos nos últimos anos e ao número excessivo de casos por cada técnico, há dificuldades em melhorar a “resposta em tempo útil”. Outras das áreas desde sempre carenciadas é a do apoio jurídico disponibilizado às CPCJ. Também as condições de alguns edifícios das CPCJ (Ocidental) foram consideradas “insuficientes”. (…) O contributo para as CPCJ continua a representar uma gota de água, quando é, não o futuro, mas o presente dos nossos filhos que está em risco.”

Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV

Intervenção de Sobreda Antunes sobre a 2ª Revisão do PDM
“Com esta alteração simplificada do Plano Director Municipal de Lisboa, a CML apenas pretende viabilizar a situação patrimonial de mais um negócio privado sobre um anterior bem do Estado português.”

Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV

Intervenção de Cláudia Madeira sobre o Fundo de Desenvolvimento Turístico
“Resumindo, a execução dos vários projectos a financiar pelo Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa devia ser uma competência da CML, em função dos projectos e acções que viessem a ser contemplados no plano estratégico de desenvolvimento turístico para a cidade, não devendo ser delegada noutras entidades.”

Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV

06/12/2016

Intervenções na Assembleia Municipal de Lisboa

Os deputados municipais de Os Verdes  - Cláudia Madeira e Sobreda Antunes - fizeram, na reunião de hoje da Assembleia Municipal de Lisboa, diversas intervenções:

Sobreda Antunes - “Os Verdes apresentam hoje 3 recomendações: Uma sobre os Acessos do Pavilhão Desportivo do Bairro Padre Cruz (…) Um segundo documento sobre o problema de “Amianto no Bairro Dona Leonor (…) E uma terceira recomendação sobre a necessidade de Construção de ponte pedonal em Belém.”


Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

Cláudia Madeira - “Gostaríamos de saber se o executivo na altura da assinatura do protocolo e do anúncio das alterações que pensa implementar a nível da rede da Carris, já tinha reunido com todas as juntas de freguesia da cidade, assim como com a Comissão de Utentes dos Transportes de Lisboa. (…) Sobre o Metro e o facto de se vir adiando a recomendação da imediata reposição das quatro carruagens na Linha Verde, até que seja possível as composições passarem a ter as seis carruagens, recomendação já várias vezes aprovada nesta Assembleia, não se percebe a passividade da Câmara.”


Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

Sobreda Antunes - “O PEV estranha é o facto de a área de intervenção da Lisboa Ocidental SRU continuar a alargar-se a outras zonas da cidade, que não a óbvia e inicial zona ocidental. (…) Em suma, será que afinal o que executivo pretende é que a SRU se substitua à recém-extinta EPUL para intervenções um pouco por toda a cidade? Então, porque foi extinta a EPUL?”


Leia aqui o texto completo desta intervenção do PEV.

06/09/2016

Os Verdes querem saber porque não é aplicado o novo Contrato de Trabalho na Carristur



O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através doMinistério do Ambiente, sobre a aplicação de um Contrato Coletivo de Trabalho, aos trabalhadores da Carristur, que não está em vigor, ignorando o novo acordo que vigora, penalizando desta forma os trabalhadores que, assim, não recebem a atualização do seu salário.

Pergunta:

A Carristur é uma operadora de circuitos turísticos, detida pela Carris, que faz também outros serviços, como o transporte de passageiros no aeroporto e a ligação entre o terminal 1 e o terminal 2.
O Contrato Coletivo de Trabalho entre a empresa e os trabalhadores foi revisto em 2015 e firmado em dezembro, e determinava a atualização dos salários mais baixos de 560 euros para 630 euros, com efeitos a partir de janeiro de 2016.
Em janeiro a empresa fez aplicar o novo contrato, mas logo no mês seguinte aplicou o contrato anterior, que já não se encontrava em vigor, retirando a atualização acordada.
Ou seja, neste momento e desde fevereiro, a Carristur aplica um Contrato Coletivo de Trabalho que não está em vigor, ignorando o novo acordo que vigora, penalizando desta forma os trabalhadores que, assim, não recebem a atualização do seu salário.
Este incumprimento motivou uma ação de protesto por parte dos trabalhadores da Carristur, no dia 22 de julho, contra a redução dos salários imposta pela empresa, contestando, sobretudo, o não cumprimento do Contrato Coletivo de Trabalho firmado em dezembro.
Acresce a esta situação o facto de os trabalhadores terem feito greve e do serviço dentro da placa do aeroporto ter sido realizado, aparentemente, por trabalhadores da Carris e não da Carristur, sendo uma substituição de trabalho em greve, o que constitui uma ilegalidade.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério do Ambiente possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- O Governo tinha conhecimento que a Carristur está a aplicar um Contrato Coletivo de Trabalho que já não está em vigor?

2- Qual a razão para a Carristur não aplicar o Contrato Coletivo de Trabalho em vigor?

3- O Governo tinha conhecimento e confirma a substituição de trabalhadores da Carristur por trabalhadores da Carris em situação de greve?

4- Que medidas prevê o Governo tomar no sentido da resolução das situações relatadas, de forma a impedir que as ilegalidades se mantenham?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes” 
O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes”
(T: 213919 642 - F: 213917424 – TM: 910 836 123   imprensa.verdes@pev.parlamento.pt)
06 de setembro de 2016

21/05/2014

Intervenção do deputado municipal do PEV, Sobreda Antunes, na 1ª sessão do debate sobre transportes - "Os transportes que temos e como funcionam”


Até ao final do ano, o Governo pretende abrir à iniciativa privada a exploração dos serviços públicos de transporte de passageiros prestados actualmente por empresas na esfera do Estado, no âmbito do Memorando de Entendimento assinado com a ‘troika’. O principal objectivo desta abertura à iniciativa privada é o de reduzir os encargos do Estado, pondo assim em causa o serviço público de transporte colectivos de passageiros. Esta operação abrangerá os serviços explorados pelas empresas Companhia Carris de Ferro de Lisboa, S.A., Metropolitano de Lisboa, E.P.E., Sociedade Transportes Colectivos do Porto (STCT), Metro do Porto, Transtejo e CP.

Tal acontece logo agora que estas empresas se tornaram ainda mais apetecíveis para os privados, pois, como o próprio Secretário de Estado dos Transportes realçou, as empresas de transporte público tiveram, pelo segundo ano consecutivo, um EBITDA (ou seja, ganhos antes de juros, impostos e amortizações) positivo, com, em 2012, um EBITDA um pouco superior a quatro milhões de euros e, em 2013, um EBITDA positivo de três milhões e meio de euros. Sendo intenção do Governo lançar os concursos até ao próximo mês de Junho, é óbvio que, mais uma vez, o Governo se prepara para privatizar ‘bife do lombo’.

O Estado tem assim pressa em concessionar os transportes. Mas com a sua precipitação ‘tróiquista’, o Governo esqueceu-se de produzir os estudos essenciais, desconhecendo-se os dados que poderiam ser obtidos com o Inquérito à Mobilidade, o Plano Operacional de Transportes e o Plano de Deslocações Urbanas, pondo em causa a correcta definição do serviço público de transporte.

Sobre a titularidade das empresas Carris e Metropolitano de Lisboa, a CML anunciou o interesse em candidatar-se à sua gestão. Deste modo, foi apresentada na reunião de CML do passado dia 15 de Abril a Proposta nº 164/2014 com uma tomada de posição da CML no âmbito do processo de avaliação das alternativas ao actual modelo de titularidade e gestão das 2 empresas. Nessa Proposta procurou-se acautelar que o modelo a acordar não afectaria o equilíbrio operacional das empresas, nem o equilíbrio financeiro do município, e que seria salvaguardada a unidade da prestação do serviço público, excluindo a concessão a privados, parcial ou total da exploração de ambas as empresas.

Mas parte da restante deliberação esbarra num conjunto de particularidades de relevância para a estratégia a prosseguir em todo este processo, como veremos.

A 1ª delas é que o Governo só aceita a concessão à CML se a autarquia da capital assegurar que o Estado não terá de pagar as indemnizações compensatórias, que são actualmente da responsabilidade do organismo competente do Ministério das Finanças. Como garantir então o financiamento das 2 empresas?

2º, como se sabe, a CML faz parte do Conselho Geral da Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa (AMTL), que tem, entre outras atribuições, a incumbência de definir redes, serviços, tarifários, etc. A AMTL tem a responsabilidade de tornar o sistema de transportes da Área Metropolitana de Lisboa mais sustentável do ponto de vista social, ambiental, económico e financeiro, procurando respostas eficazes às diferentes necessidades de mobilidade da população. Deve contribuir, designadamente, para reforçar a importância do sistema de transporte público colectivo, aumentar as taxas de ocupação, as receitas e a produtividade, aumentar a intermodalidade e a interoperabilidade reduzir a dependência do transporte individual, bem como tornar o sistema tarifário mais simples e racional.
Porém, esta entidade não tem passado de um mero organismo delegado da Secretaria de Estado dos Transportes, sendo indispensável reestruturar as suas competências e reforçar o papel da AMTL que, na actual situação em que se encontra, não cumpre o seu papel regulador. Há assim que actuar no âmbito da AMTL para alterar os seus estatutos, de modo a que não seja uma entidade governamentalizada, mas sim uma estrutura onde as autarquias tenham uma intervenção determinante, na coordenação dos diversos operadores, no planeamento e no financiamento de um verdadeiro sistema de transportes que assente no serviço público.

3º, um factor de ‘pormaior’. Sejam quais forem os consensos a as negociações a que CML e Governo chegarem, sejam quais forem as conclusões a que esta série de debates nesta AML chegue, há uma decisão que é obviamente incontornável.

Ao longo de décadas, a Carris ganhou serviço suburbano, pois chega a Alfragide, à Caparica e ao Centro Sul, ao Dafundo e à Cruz Quebrada, à Damaia, a Linda-a-Velha, a Odivelas, a Moscavide e à Portela, e nos últimos anos a rede do Metropolitano chegou à Amadora, a Moscavide e a Odivelas. Ou seja, estas duas empresas não servem apenas a capital, mas também, e directamente, os concelhos limítrofes de Almada, Amadora, Odivelas, Oeiras e Loures. Então por que ‘carga de água’ pretende o município de Lisboa ter o papel exclusivo da sua gestão? Faltar-lhe-á capacidade de diálogo ou humildade?

Em conclusão, para “Os Verdes”, a gestão das empresas deve manter-se na esfera pública, excluindo a concessão a privados. A sua coordenação terá de passar pela Autoridade Metropolitana de Transportes de Lisboa. Todos os municípios servidos pela Carris e pelo Metro terão de ter sempre uma palavra a dizer sobre os direitos dos seus utentes de transportes públicos.

Assembleia Municipal de Lisboa, 20 de Maio de 2014
J. L. Sobreda Antunes

04/03/2011

Supressão de carreiras da Carris: O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” questiona a Câmara Municipal de Lisboa

O Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” entregou na Assembleia Municipal de Lisboa um requerimento questionando a Câmara Municipal de Lisboa sobre as alterações que a Carris se prepara para implementar amanhã, e que vai afectar catorze carreiras da rede desta empresa transportadora, sendo algumas carreiras eliminadas, outras suspensas durante os fins-de-semana e outras sofrerão um encurtamento do seu percurso.

Estas medidas obrigarão a um aumento dos transbordos e dos custos, uma vez que, nalgumas situações, a alternativa passa por recorrer ao metropolitano.

“Os Verdes” salientam ainda o facto destas alterações terem sido planeadas com a máxima rapidez e envolvidas num grande secretismo, e que a qualidade global do serviço de transporte prestado à cidade de Lisboa pela Carris não é assegurado, trazendo vários inconvenientes para os utentes.
Assim, e através deste requerimento, o Grupo Municipal do Partido Ecologista “Os Verdes” pretende saber que diligências tomou entretanto a Câmara Municipal de Lisboa relativamente às alterações propostas pela Carris, se já se procurou encontrar uma alternativa mais adequada para os utentes afectados com estas alterações, e que medidas prevê a autarquia desenvolver no sentido de defender da melhor forma os interesses dos utentes. Além destes esclarecimentos, o PEV pretende igualmente saber se a CML pondera voltar a apresentar uma proposta no sentido de indigitar um elemento para o Conselho de Administração da Carris, uma vez que, actualmente, não está representada neste órgão.

“Os Verdes” requerem ainda que lhes sejam facultados os estudos e relatórios que fundamentaram esta decisão da Carris.