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14/08/2014

O PEV questiona a CML relativamente à implementação de redes wi-fi na cidade de Lisboa

O Grupo Municipal do Partido Ecologista «Os Verdes» questionou o executivo camarário sobre aimplementação de redes wi-fi na cidade de Lisboa. 
   
Importa frisar que torna-se cada vez mais premente num mundo digital que uma cidade europeia como Lisboa seja dotada de condições que permitam aos cidadãos que nela residem, estudam e trabalham, bem como aos seus visitantes, beneficiar do uso de banda larga com soluções de Internet sem fios, facilitando o acesso à informação, oportunidades económicas, sociais e educativas aos cidadãos e o combate à infoexclusão.  

Em 2006, a CML estabeleceu um protocolo entre o município e três empresas escolhidas para a implementação de um projecto-piloto de “Jardins Digitais”, entre Novembro de 2006 e Junho de 2007, o qual foi considerado um exemplo de como esse acesso à informação, conjugado com o usufruto dos espaços públicos e dos espaços verdes da cidade, representou um fomento ao uso, por parte dos munícipes, desses mesmos espaços, dando-lhes nova vida.

Por sua vez, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou por unanimidade uma Recomendação em 2008, apresentada peloPEV, com o objectivo de estudar a viabilidade da reintrodução de um novo projecto de “Jardins Digitais”, como um serviço público e uma forma de aumentar o uso por parte dos cidadãos dos jardins e espaços públicos da cidade de Lisboa.

Posteriormente, também uma proposta nesse sentido foi aprovada no Orçamento Participativo de 2012, tendo sido contemplada com uma verba de 150 mil euros com vista à implementação de uma rede de internet sem fios (wi-fi) gratuito em espaços de lazer, nomeadamente espaços verdes, miradouros, praças, escolas, bibliotecas e em edifícios municipais, tal como já acontece noutras cidades portuguesas (por exemplo: Braga, Viseu e Oeiras).

Assim, o Grupo Municipal do PEV pretende saber quais as diligências efectuadas pela autarquia com vista a estudar a viabilidade da reintrodução de um novo projecto de “Jardins Digitais”; qual o modelo de implementação e gestão da infraestrutura de rede de internet sem fios nos espaços públicos que a CML pretende implementar e para quando prevê o executivo camarário a implementação de uma rede de internet sem fios (wi-fi) gratuito em espaços de lazer, nomeadamente, espaços verdes, miradouros, praças, escolas, bibliotecas e em edifícios municipais.

REQUERIMENTO

O desenvolvimento das tecnologias da informação e da comunicação, em particular desde as últimas décadas do século XX, e a sua disponibilização em grande escala para uso pela população, levaram a uma alteração profunda das actividades económicas e sociais, com impacto positivo na qualidade de vida dos cidadãos e na competitividade e produtividade das empresas.

Deste modo, torna-se cada vez mais premente que uma cidade europeia como Lisboa seja dotada de condições que permitam aos cidadãos que nela residem, estudam e trabalham, bem como aos seus visitantes, beneficiar do uso de banda larga com soluções de Internet sem fios, facilitando o acesso à informação e aumentando as oportunidades económicas, sociais e educativas dos cidadãos, combatendo também desta forma a infoexclusão.

Considerando que a CML estabeleceu um protocolo entre o município e três empresas escolhidas para a implementação de um projecto-piloto de “Jardins Digitais” em 2006, o qual esteve disponível nos jardins de Lisboa entre Novembro de 2006 e Junho de 2007.

Considerando que este projecto-piloto constituiu um exemplo de como esse acesso à informação, conjugado com o usufruto dos espaços públicos e dos espaços verdes da cidade, representou um fomento ao uso, por parte dos munícipes, desses mesmos espaços, dando-lhes nova vida, como demonstrou um estudo disponibilizado por um dos prestadores de serviços de Internet sem fios.

Considerando que a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou por unanimidade uma Recomendação, apresentada pelo PEV, com o objectivo de estudar a viabilidade da reintrodução de um novo projecto de “Jardins Digitais”, como um serviço público e uma forma de aumentar o uso por parte dos cidadãos dos jardins e espaços públicos da cidade de Lisboa.

Considerando que, posteriormente, também uma proposta nesse sentido foi aprovada no Orçamento Participativo de 2012, tendo sido contemplada com uma verba de 150 mil euros com vista à implementação de uma rede de internet sem fios (wi-fi) gratuito em espaços de lazer, nomeadamente espaços verdes, miradouros, praças, escolas, bibliotecas e em edifícios municipais.

Considerando que outras cidades portuguesas (por exemplo: Braga, Viseu e Oeiras) já implementaram as suas próprias redes de acesso à internet sem fios, enquanto Lisboa perde uma oportunidade única para se afirmar como uma cidade inovadora, aberta e competitiva num mundo cada vez mais digital.

Assim, e ao abrigo da al. j) do artº. 15º do Regimento da Assembleia Municipal de Lisboa, venho por este meio requerer a V. Exª se digne diligenciar no sentido de me ser facultada a seguinte informação:

1 - Que diligências efectuou a autarquia com vista a estudar a viabilidade da reintrodução de um novo projecto de “Jardins Digitais”?

2 - Qual o modelo de implementação e gestão da infraestrutura de rede de internet sem fios nos espaços públicos que a CML pretende implementar?

3 - Para quando prevê o executivo camarário a implementação de uma rede de internet sem fios (wi-fi) gratuito em espaços de lazer, nomeadamente, espaços verdes, miradouros, praças, escolas, bibliotecas e em edifícios municipais?

Gabinete de Imprensa do Grupo Municipal de Lisboa de “Os Verdes”.

Lisboa, 14 de Agosto de 2014

07/02/2010

"Os Verdes" questionam CML sobre escolas do Lumiar sem internet

O Grupo Municipal de "Os Verdes" entregou na Assembleia Municipal de Lisboa um requerimento em que questiona a Câmara Municipal de Lisboa sobre o facto de três Escolas Básicas do Lumiar não terem ligação à internet sem fios, impossibilitando que cerca de mil alunos possam aceder à internet, através dos computadores Magalhães que foram distribuídos há aproximadamente um ano.

O requerimento está disponível no site aqui.

05/08/2009

Dados de acesso à Internet passam a ficar registados em nome do combate ao crime

Data e hora do início e fim da ligação à Internet, endereço de IP, nome e endereço do utilizador ou subscritor do serviço, localização de aparelhos móveis - são apenas alguns dos dados que, a partir de hoje, os operadores de telecomunicações passam a ter de guardar durante um ano, para o caso de um juiz requerer a informação. De fora desta medida fica todo o conteúdo das comunicações, cuja retenção continua a ser proibida.
Esta legislação veio inverter as regras que vigoravam até aqui. Até agora, esclarece o Procurador da República, os fornecedores de acesso à Internet estavam obrigados a destruir todos os dados das comunicações após a respectiva facturação, podendo mantê-los apenas enquanto não houvesse cobrança.
Os dados sobre chamadas telefónicas, de redes fixas e móveis, bem como os dados sobre SMS e MMS, já eram registados antes e são também abrangidos por esta legislação.
Trata-se da transposição de uma polémica directiva comunitária de 2006, vulgarmente conhecida como directiva de retenção de dados, que já foi implementada em muitos países europeus e que obriga a um armazenamento dos dados por um prazo mínimo de seis meses e máximo de dois anos.
A lei que entra hoje em vigor foi aprovada em 2008 e lê-se no diploma que “a conservação e a transmissão dos dados têm por finalidade exclusiva a investigação, detecção e repressão de crimes graves”.
Inevitavelmente, o período em que a directiva foi discutido ao nível europeu foi marcado por protestos de grupos defensores das liberdades individuais e da privacidade. Mas, com forte pressão por parte de um Reino Unido assustado pelo atentado bombista no metro de Londres (de 7 de Julho de 2005), o Parlamento Europeu acabou por votar a favor da proposta.
Em Portugal, só em Maio deste ano foi publicada a Portaria que determina as medidas de segurança e os termos do armazenamento e acesso à informação. Segundo o documento, o acesso aos dados guardados pelas operadoras só pode ser feito mediante requerimento de um juiz e apenas em casos de “crimes graves”.

14/05/2009

Juventude de "Os Verdes" edita novo blogue !

O espírito de participação, de iniciativa, de afirmação e de responsabilidade individual e colectiva caracteriza os jovens ecologistas que recusam a passividade e o conformismo.
A Ecolojovem – “Os Verdes” constitui-se como um espaço de diálogo, de reflexão, de acção insubmissa e directa perante todas as formas de injustiça da acção humana, nomeadamente, a económica, a social e a cultural. A Ecolojovem – “Os Verdes” defende que a transformação da sociedade passa fundamentalmente, pela participação e intervenção dos jovens.
Neste sentido, a Ecolojovem está por isso de parabéns ao ter criado um novo forum de comunicação dos seus problemas e soluções a alcançar !

06/05/2009

O consumo energético da Internet e a pegada ecológica

Vários especialistas estão a alertar as empresas produtoras de conteúdos na Internet, como o Google, para o excessivo consumo de energia resultante do próprio crescimento da Internet, que poderá mesmo pôr em causa a Rede
A opinião é oriunda de diversos cientistas e executivos que defendem que as empresas estão a ter dificuldades em lidar com os custos energéticos que resultam da disponibilização de biliões de sites, vídeos e ficheiros na Internet.
O vice-presidente de uma empresa informática defende mesmo que “num mundo que terá de poupar energia, não podemos continuar a aumentar a pegada ecológica da Internet, referindo-se ao facto, de com o crescimento da Internet, serem necessários novos centros de dados para guardar essa informação, sendo que cada nova geração de servidores Web acaba por consumir mais energia.
Uma estimativa feita por investigadores prevê que o consumo de energia feito pelos cerca de 1,5 mil milhões de cibernautas existentes em todo o mundo aumenta 10% todos os anos.
Dá-se como exemplo o YouTube, considerado o terceiro maior site do mundo, o qual, segundo cálculos de uma instituição financeira, causa prejuízos anuais na ordem dos 470 milhões de dólares ao Google, em grande parte devido ao consumo de energia.
Há especialistas que alertam mesmo que caso não sejam tomadas medidas, o sector da Internet poderá vir a poluir no futuro tanto ou mais do que a aviação.
De acordo com um estudo encomendado pela Agência de Protecção do Ambiente dos EUA em 2006, só nesse ano a Internet foi responsável pelo consumo de 1,5% de toda a electricidade consumida no país.

06/03/2009

CDU em Lisboa também na Internet


A CDU mantém-se consistente e firme no caminho que prometeu aos eleitores de lutar por soluções para Lisboa, sendo, claramente, a única força que tem correspondido com coerência aos compromissos que assumiu com o eleitorado e com o povo de Lisboa.

Consulte periodicamente o blogue da CDU de Lisboa no URL
http://cdudelisboa.blogspot.com

24/02/2009

Processos urbanísticos em suporte electrónico

O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) anunciou que, a partir de 3 de Março, o início de processos urbanísticos vão deixar de ser aceites em papel.
“A CCDR-LVT, a partir de 3 de Março, deixa de aceitar processos em papel, terão de ser sujeitos electronicamente”, segundo afirmou durante a sessão de apresentação da desconcentração e modernização de serviços, em Santarém. Para aquele responsável, esta medida contempla “o início dos processos urbanísticos nas Câmaras e aqueles em que ainda tenham de consultar a Administração Central, seja em termos de Rede Ecológica Nacional, ou outras áreas”.
“Há uma plataforma construída pela Secretaria de Estado da Administração Local, que é de utilização da CCDR e dos municípios, e, portanto, os municípios têm de passar a mandar essas consultas por via electrónica. Por sua vez, a CCDR tem de consultar várias entidades, seja o IGESPAR, seja a Administração Regional Hidrográfica ou as Estradas de Portugal e os próprios serviços da CCDR darão uma resposta aos municípios”, explicou, salientando estarem definidos prazos para essa tramitação.
Durante a apresentação destacou que a desconcentração e modernização de serviços significa “o fim das corridas para Lisboa, permitindo a resolução dos assuntos em Santarém, Caldas da Rainha ou Setúbal”, nas divisões sub-regionais da CCDR-LVT, contribuindo para a “comodidade e transparência”.
“É o fim do desperdício de tempo, recursos e energia”, sublinhou, realçando a disponibilização nestas delegações de proximidade de “90% das competências da CCDR, que serão encaminhadas por cada um dos serviços locais para Lisboa, para tratamento central”.
Também os “serviços online”, disponibilizados pela CCDR-LVT, como a submissão de requerimentos ou pedidos, a consulta de documentação e estado dos processos e a apresentação de reclamações foram enunciados.
Segundo a CCDR-LVT, a realização destas acções pressupõe um registo prévio no sítio da Internet da entidade 1, cuja validação terá de ser feita presencialmente nos serviços.
Além disso, foi mostrada a possibilidade da realização de acções de fiscalização ambiental, com recurso a instrumentos de GPS, que visam, segundo Fonseca Ferreira, a “precisão e rapidez de tramitação” da informação recolhida nos locais, pela CCDR-LVT, permitindo, em simultâneo, gerir a frota e as saídas dos vigilantes 2.

1. Ver
www.ccdr-lvt.pt
2. Ver www.destak.pt/artigos.php?art=22290

25/01/2009

Formas de participação mudam com a Internet

A Internet está a mudar o comportamento dos portugueses, nem sempre muito participativos em acções cívicas ou políticas. Lançam petições on-line para defender uma causa, uma ideia ou, simplesmente, uma regalia. E da mesma forma subscrevem petições internacionais sobre os mais variados assuntos. E até o associativismo dito tradicional recorre às novas tecnologias para se dinamizar.
“Não é tanto o associativismo que está a mudar, mas as formas de participação social que estão a mudar. E as associações mais tradicionais também estão a utilizar a Internet como uma das suas ferramentas”, explica uma socióloga especializada em movimentos sociais, nomeadamente nas redes que se estabelecem via Internet.
É que as novas tecnologias permitem congregar esforços rapidamente e sem obrigar a pessoa a deslocar-se de sua casa, o que representa uma revolução na forma de interagir.
Basta percorrer as petições disponíveis no
www.peticao.com.pt (www.petition.com, sítio internacional) para perceber a variedade de temas para congregar apoios.
Nem todos são causas nobres ou nacionais e muitos têm uma lista muito pequena de subscritores, mas não deixam de representar uma forma de participação mais activa, sublinha a socióloga.
“Existe uma integração muito maior não só em termos nacionais como com os parceiros europeus ou mundiais. Com a Internet, Portugal chega muito mais rapidamente a causas e a acções oriundas dos outros países. As redes que se estabelecem por esta via são uma das características das sociedades actuais. E, por outro lado, encontramos novas formas de participação, como petições online, manifestações virtuais e a inscrição numa mailing list”.
Uma realidade diferente da demonstrada pelos estudos sociológicos, que concluem que os portugueses têm uma taxa de associativismo muito fraca, isto se estivermos a falar no associativismo em prol dos direitos humanos e do ambiente (2%) ou até por razões político-partidárias (5%).
Já as associações desportivas, recreativas e culturais têm taxas de adesão na ordem dos 25%, mas muitos dos aderentes fazem-no para poderem praticar uma modalidade desportiva. Percentagem que desce para os 10% na área das associações religiosas.

Ver
http://dn.sapo.pt/2009/01/19/sociedade/internet_esta_a_mudar_formas_partici.html

14/11/2008

“Os Verdes” recordam apresentação da Recomendação “Jardins Digitais” na AML

O Jornal Público divulgou ontem, dia 13, uma notícia sobre a possibilidade de os frequentadores de vários espaços verdes de Lisboa poderem voltar a usufruir gratuitamente de Internet sem fios (“Jardins de Lisboa vão voltar a ter Internet grátis”, pág. 23).
"Os Verdes" recordam que a reposição deste projecto foi alvo de uma recomendação apresentada pelo seu Grupo Municipal, no dia 15 de Julho deste ano, tendo sido aprovada por unanimidade.
Os Deputados Municipais ecologistas recomendaram que a Câmara Municipal de Lisboa obtivesse os estudos do IST de forma a avaliar as potencialidades de voltar a implementar este projecto, e que estudasse a reintrodução de um novo projecto de 'Jardins Digitais', divulgando-o através dos instrumentos de comunicação da autarquia.
Assim, o Grupo Municipal de "Os Verdes" manifesta o seu desagrado por, neste artigo, não ter sido feita nenhuma referência ao documento aprovado unanimemente na Assembleia Municipal de Lisboa, uma vez que foram "Os Verdes" a propôr a reposição dos projectos para os 'Jardins Digitais'.

A Recomendação e a intervenção proferida na AML podem ser consultadas na íntegra em:
http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=183&Itemid=36
http://pev.am-lisboa.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=185&Itemid=33

A notícia pode ser consultada em http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fdt%3D20081113%26page%3D23%26c%3DA (edição de 13 de Novembro de 2008, Pág. 23)

16/07/2008

Recomendações de "Os Verdes" na Assembleia Municipal de Lisboa

As recomendações de "Os Verdes" apresentadas na passada terça-feira, dia 15 de Julho na sessão da Assembleia Municipal de Lisboa tiveram as seguintes votações:
Recomendação sobre os "Jardins Digitais", aprovada por Unanimidade.
Recomendação sobre a "Regulamentação do Ruído", ponto 1, foi aprovado por maioria, com a abstenção do PS, pontos 2 e 3, aprovados por Unanimidade.
As recomedações podem ser consultadas em:

28/01/2008

CML recuou na restrição no acesso à Internet

"A Câmara de Lisboa preparava-se para restrigir o acesso dos seus funcionários à Internet a um conjunto de cerca de 30 páginas(... ) A medida devia entrar em vigor na segunda-feira (hoje), mas foi suspensa depois de ter gerado alguma contestação interna e curiosidade da comunicação social.
No comunicado (...) enviado aos funcionários, a autarquia informava que (...) passaria a haver restrições no acesso à Internet das 9h30 às 12h30 e das 14h00 às 17h00. Durante esses períodos só seria possível aceder, através da internet, a um total de 34 páginas determinadas pela Câmara.
O comunicado acrescentava que os funcionários que necessitassemde acesso externo naqueles horários teriam de o solicitar ao seu superior hierárquico, que posteriormente o requereria «em formulário próprio e devidamente fundamentado»ao director do departamento de modernização administrativa e gestão da informação. Durante o resto do dia, a utilização da internet continuaria a ser livre.
Questionado pelo PÚBLICO sobre esta medida pouco tempo depois de ela ter sido comunicada aos funcionários, o vereador da Modernização Administrativa anunciou anunciou que tinha decidido suspender a sua entrada em vigor devido a algumas reacções negativas internas(...)".

Ler a notícia na íntegra em PÚBLICO, 26/01/2008, p. 27

08/01/2008

Portal Lisboa Jovem chega ao fim

O portal on-line Lisboa Jovem deixou de funcionar no primeiro dia do ano, visto que a totalidade da equipa que o mantinha não viu os seus contratos renovados, na sequência do plano de saneamento financeiro da CML. Os seis elementos da equipa foram contratados, em regime de avença, em Fevereiro de 2005, para construir e dinamizar o portal.
Como se pode ler no último texto publicado no portal, escrito em jeito de despedida, até 31 de Dezembro a equipa criara e gerira 526 áreas de conteúdos, dos mais variados temas, aconselhamento on-line nas áreas de planeamento familiar, sexologia e orientação profissional, com respostas personalizadas e confidenciais em 48 horas. O portal apresenta cerca de 14 milhões de páginas vistas por mês, tem uma base de dados de 3.678 entidades na cidade de Lisboa e cerca de dez mil utilizadores registados.
Além disso, esta equipa conseguiu cerca de 100 mil euros de fundos europeus, ao candidatar o portal para esse fim, e estabeleceu uma parceria de patrocínio com a CGD, da qual resultou um patrocínio financeiro no valor de 70 mil euros.
Em Junho de 2007, o Lisboa Jovem recebera o prémio Inovação e Mobilidade por uma iniciativa desenvolvida com uma companhia de Teatro de Lisboa.

16/12/2007

Imagens ilegais na Internet

Não há dados oficiais sobre o número de câmaras a funcionar legalmente em Portugal para fins de videovigilância, mas o crescimento dos pedidos de autorização nos últimos anos é esclarecedor: há cada vez mais câmaras a controlar-nos os passos. Em seis anos as autorizações cresceram mas de 3.000%.
Em tempo real, com imagens actualizadas a cada minuto, qualquer pessoa com acesso à Net pode ver quem está no numa rua ou mesmo num bar, se está só ou acompanhado, se come, se bebe, se fuma, se fala ao telemóvel, se está aborrecido ou bem disposto, se fica muito ou pouco tempo.
Questionada sobre estes casos, a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), entidade que controla esta crescente actividade de videovigilância em Portugal, garantiu que são ilegais e que já abriu os procedimentos necessários para os travar, pois estão em causa direitos de imagem e de privacidade.
Mais: segundo a CNPD, câmaras localizadas em locais públicos não são legais, e nem sequer podem ser consideradas como videovigilância, quando se destinam estritamente à segurança de pessoas e bens. Nesses casos, as imagens devem permanecer em circuito fechado, e guardadas durante um mês, só podendo ser visionadas em casos com relevância criminal.
Mesmo sem contar com câmaras como estas, que escapam à malha da lei, os números não deixam dúvidas: há cada vez mais câmaras (ilegais) a vigiá-lo desde o momento em que põe o pé (legalmente) fora de casa.

15/08/2007

Vamos ali e já voltamos

Enquanto a Ecolojovem - a juventude do Partido Ecologista “Os Verdes”- prepara as malas para um acampamento nacional na Figueira da Foz, que terá como tema principal a erosão costeira, com a realização de acções de praia e uma visita à Reserva Natural do Paúl da Arzila (na foto superior), por este blogue a época estival convida a algo difirente.
E não importa se o destino até for um local desconhecido. Por isso, informa-se que vamos 'ali'... à sua descoberta e já voltamos.