24/06/2014
Intervenção na Assembleia Municipal de Lisboa de 24 de Junho de 2014
23/09/2013
Com a Deputada Heloísa Apolónia -Visita a Problemas Ambientais na Freguesia de S. Domingos de Rana - Cascais
28/08/2013
PARTIDO ECOLOGISTA "OS VERDES" SOLIDÁRIO COM OS BOMBEIROS PORTUGUESES E AS POPULAÇÕES
Neste mês de Agosto, já ardeu mais floresta do que em todo o ano de 2007 ou de 2008, mais de 40 mil hectares, uma nefasta consequência de erradas e sucessivas opções políticas que têm levado ao completo abandono da floresta portuguesa, ao que acresce a recente legislação aprovada pelo Governo que vem liberalizar por completo a plantação de eucalipto, espécie que comprovadamente tem características nefastas que geram e aceleram processos de desertificação de solos, promovem perda de biodiversidade e são um fósforo para a calamidade dos fogos florestais.
Observamos e somos confrontados com mais um ano de flagelo dos fogos florestais, um ano que tem sido negro, principalmente com a grave perda de vidas humanas, principalmente bombeiros, que lutam e defendem o que a todos pertence.22/08/2013
CDU DENÚNCIA À UNESCO TORRE DE 45 METROS ERGUIDA AO LADO DO FAROL DO CABO DA ROCA
TEXTO DA CARTA DE DENÚNCIA
CDU apresenta denúncia à UNESCO sobre torre no Cabo da Roca
Sintra, 21 de Agosto de 2013Excelentíssimo Representante da Missão Permanente de Portugal na Unesco
Senhor Embaixador José Filipe Mendes Moraes Cabral
![]() |
| imagem: www.tudosobresintra.com |
19/03/2013
“Os Verdes” querem esclarecimentos da CML relativamente às obras de Conservação e Reabilitação do Arco da Rua Augusta
25/01/2008
03/12/2007
Novo nº da Contacto Verde
Já está online o novo nº da Contacto Verde.Nesta edição da Contacto Verde está em foco o desenvolvimento regional e os direitos das populações.
O destaque vai para as minas da Urgeiriça, a acção aí concretizada por direitos laborais e ambientais.
Na entrevista Luís Nascimento, membro do Conselho Nacional de "Os Verdes", aborda os principais valores e potencialidades de desenvolvimento e os maiores problemas ambientais (e outros) da região de Évora.
No Em debate, o tema é a perspectiva de "Os Verdes" sobre o Orçamento de Estado para 2008.
16/11/2007
Novo nº da Contacto Verde

Na entrevista Antero Resende, membro do Conselho Nacional de "Os Verdes", fala à Contacto Verde da intervenção ecologista no distrito de Aveiro, face aos muitos problemas ambientais que afectam as pessoas e o património natural da região.
No Em debate, a dirigente ecologista Manuela Cunha dá a conhecer os detalhes da intervenção de "Os Verdes" junto da UNESCO no âmbito a construção prevista de uma barragem na foz do rio Tua, em área classificada como Património Mundial no Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico.
07/07/2007
As sete vergonhas da capital
Ora na continuidade desta denúncia o JR pediu aos 12 candidatos que fizessem a sua própria lista com as 7 maleitas que fazem corar de embaraço quem vive ou faz turismo na cidade das 7 colinas. O mau exemplo apontado por praticamente todos é o corte entre a cidade e o rio, resultando na ausência de vistas da frente ribeirinha.
O retrato mais vergonhoso apontado por Ruben de Carvalho é, mais concretamente, a obra do Túnel do Metro no Terreiro do Paço e a descaracterização do Cais das Colunas.
O cabeça de lista da coligação entre PCP e “Os Verdes” lamenta também o “encerramento da Feira Popular sem solução alternativa”, a “manutenção de esgotos a correr para o Tejo, sem que os interceptores estejam concluídos”, a “degradação e encerramento do Pavilhão Carlos Lopes e do Complexo de Piscinas dos Olivais”, as demolições na zona de Alcântara “sem planos, contrariando o PDM e gerando um autêntico pandemónio”, o espaço do Vale de Santo António que “reflecte uma grande irresponsabilidade na gestão do território” e a Aterro da Boavista “com Projecto de torres que tornam aquela zona um tampão da colina”.
Veremos quem tem ‘unhas’ para depois da eleição das ‘misses’ “7 maravilhas do mundo” resolver os 7 (ou 70) pontos negros da capital.
1. Ver www.vergonhasdabaixa.com
2. Ver JRegião, 2007-07-06, p. 6
16/04/2007
Miradouros de Lisboa
E para “pairar” sobre a capital nada como começar pelo Castelo de São Jorge, um dos monumentos mais visitados por locais e turistas, que tem ultrapassado a erosão dos anos, oferecendo uma vista idílica sobre a cidade e o rio. Do castelo altaneiro quem quiser espreitar o outro lado do Tejo, pode vislumbrar as formas da Serra da Arrábida.
Descendo a encosta do Castelo, mais um miradouro, desta vez, o de Santa Luzia. Com um pequeno jardim e decorado com dois painéis de azulejos relacionados com a conquista de Lisboa, este espaço mostra-nos a cidade de S. Vicente e de Alfama, com destaque para o Panteão Nacional. Um pouco mais acima estão as Portas do Sol. Perto da Sé de Lisboa, a vista perde-se novamente pelo rio e pelos seus bairros típicos. Próximo da colina do Castelo, numa outra elevação, desponta o miradouro da Graça.
O miradouro da Senhora do Monte apresenta-nos uma vista de 270 graus de Lisboa. Desde a Torre do Técnico ao Castelo de S. Jorge, a capital mostra-se em todos os seus aspectos. O Martim Moniz parece a um palmo, o Rossio logo ali ao lado, o Chiado desenha-se lá ao fundo e o Tejo abençoa a paisagem.
Na colina de Santana, junto ao Campos Mártires da Pátria, o jardim do Torel apresenta uma das ruas mais movimentas da capital, a Avenida da Liberdade. Mais acima desta artéria, no miradouro do Parque Eduardo VII uma das vistas mais geométricas da capital, desde o Marquês de Pombal até ao Rio Tejo. Mais à frente surge-nos a Penha de França, para uma visão do lado norte da capital. Para poente, o da Bela Flor com vista para Monsanto e o Aqueduto das Águas Livres.
01/04/2007
Movimento cívico para a Frente Ribeirinha
A APL - Administração do Porto de Lisboa - é um organismo do Estado tutelado por meio Governo (Ministérios das Finanças, da Defesa Nacional, do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, das Obras Públicas, Transportes e Comunicações), mas conduzir operações urbanísticas não é propriamente a vocação do Estado. Ora, concretamente na área do Cais do Sodré, a APL está a criar uma zona de equipamentos: as sedes da Agência Europeia de Segurança Marítima e do Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência.O blogue CidadaniaLx recorda que a Frente Ribeirinha da beira-Rio, em toda a extensão da cidade, é uma vastíssima área da cidade de Lisboa que funciona como se fora um estado dentro do Estado. Melhor: como se fora uma câmara dentro da Câmara. Ou pior. Dentro, não: fora da CML. A entidade-Estado que ali intervém em exclusivo é, como se sabe, a APL. Trata-se de uma zona em que a CML está totalmente interdita de intervir. E a CML, verdade seja dita, nem sequer estrebucha, não se valoriza, não se impõe, não tem nem manifesta, como devia, a autoridade de quem exige ser ouvido, de quem reclama ser parte interessada por direito próprio.
Será, sequer, que o projecto em questão será compatível com a Candidatura da Baixa-Chiado a Património Mundial da UNESCO? Também a Associação Lisboa Verde há muito que vem questionando, sobre os espaços envolventes do Cais do Sodré, “quem defende o património da cidade de Lisboa?” 1
Como afirma o articulista no citado blogue, “tal como algumas outras pessoas pensam, também acho que era urgente que surgisse em Lisboa um movimento alargado de cidadãos - que deveria incluir, por exemplo, algum associativismo popular e algumas vontades nas Ordens e similares - o qual poderá de forma mais consistente do que os cidadãos individualmente considerados intervir junto do Governo, da APL e das autarquias” 2. Para, pelos menos:
1. Defender os equilíbrios ecológicos nesta zona de especial sensibilidade que é a beira-Tejo na Cidade de Lisboa;
2. Defender o sistema de vistas da mesma zona;
3. Acompanhar os projectos que a APL está a preparar e outros que venham a surgir;
4. Exercer, se necessário e nos termos da lei, o direito de petição – quer junto as entidades nacionais quer junto das entidades supra-nacionais e internacionais deste âmbito;
5. Desenvolver contactos com ONGs nacionais e internacionais do sector para melhor garantia de prossecução dos seus objectivos, incluindo uma maior visibilidade das suas tomadas de posição;
6. Desempenhar o papel de parceiro para o Governo, a APL e a CML, à luz das regulamentações existentes na União Europeia e na legislação portuguesa para situações de gravidade e de responsabilidade deste cariz.
Eis um desafio a abraçar.
1. Ver o URL http://pwp.netcabo.pt/0173747301/actividades.htm
2. Ver o URL http://cidadanialx.blogspot.com/2007/04/lisboa-beira-rio.html







